Comentário devocional:
Recursos visuais pode ser úteis para atrair as pessoas para a mensagem e para nos ajudar a entender temas desafiadores, mas nunca devem se sobrepor à mensagem da Palavra. Em Ezequiel quatro, Deus instruiu Ezequiel para oferecer às pessoas dois poderosos recursos visuais a fim de demonstrar que o cerco de Jerusalém por Nabucodonosor estava próximo. Isto foi ilustrado por um modelo em miniatura da cidade de Jerusalém que Ezequiel fez em um tablete de barro, e pelo cozimento de pão utilizando esterco animal como combustível.
O Novo testamento também apresenta poderosos recursos visuais, dos quais cito três exemplos. O primeiro exemplo é quando o Filho de Deus deixou o Seu lugar no Céu e Se tornou um ser humano, retratando para nós, claramente, a bondade e compaixão de Deus. O segundo é a cruz como um símbolo visual da maravilhosa graça e do amor de Deus. E o terceiro exemplo é o das cerimônias de batismo e Santa Ceia, os quais nos falam eloquentemente de que a salvação nos vêm somente por Jesus.
Os recursos visuais de Ezequiel chamaram a atenção das pessoas, mas, assim como os recursos visuais do Novo Testamento, eles encerravam um significado mais profundo. Eles eram a Palavra de Deus tornada visível e isso é uma boa notícia!
Senhor, ajuda-me a entender, pelo Teu Espírito, os significados profundos dos símbolos visuais e verbais utilizados na Tua Palavra para a minha salvação. Amém.
Pr. Eric Bates
Diretor dos Ministérios da Família na Associação da Carolina, EUA.
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Texto original: https://www.revivalandreformation.org/?id=6736
Tradução anterior: https://reavivadosporsuapalavra.org/2014/07/01/
Equipe de tradução: Pr Jobson Santos/Jeferson Quimelli/Gisele Quimelli
Texto bíblico:Ezequiel 4 NVI
Comentário em áudio Pr Valdeci
Leituras da semana do programa Crede em Seus Profetas: https://credeemseusprofetas.org/
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A pedido, apresentamos aqui uma compilação de comentários interpretativos sobre Ezequiel 1.
– Esta visão tem sido considerada como a mais enigmática do Velho Testamento. Porém, quase tudo o que Deus quis ensinar por essa visão pode (e deve) ser entendido. 4
– A descrição feita pelo profeta é imperfeita, tendo em vista a dificuldade de descrever a glória divina e seres que nem ele, nem seus ouvintes, eram familiarizados. Isto é expresso nas palavras chave “algo semelhante” (v. 26. Tb v. 5). Portanto, as figuras empregadas não devem ser interpretadas literalmente. 1, 4
– As “visões de Deus” (v. 1) ou manifestações da glória de Deus (tb chamadas teofanias) “frequentemente acompanham o chamado de um profeta” (ver tb Isaías, Is 6:1, Moisés, Êx 3:2, João, Após. 1:13). São a introdução do profeta “num novo âmbito de conhecimento e percepção, numa nova etapa de experiências e responsabilidade”. “Meras suposições mentais não serviriam. Eles teriam que falar de coisas que realmente viram”. 4
– “As ‘visões de Deus’ deram a Ezequiel a necessária certeza da genuinidade de seu chamado e acrescentaram à sua mensagem a autoridade de que ela precisava”. 4
– A glória de Deus (v. 1, 28) sempre esteve ligada ao tabernáculo e ao templo, agora destruído. O objetivo da visão era, além de confirmar o chamado profético de Ezequiel, consolar e “encorajar os judeus num momento em que grande parte de seu país jazia em ruínas devido a invasões sucessivas, e muitos dos habitantes estavam cativos numa terra estrangeira”. Deus se importava com eles. Ele “estava no comando” e Seu “poder supremo controlava os negócios dos governantes terrenos”. 4
– Os trinta anos do verso 1 muito provavelmente se referem à idade do profeta. Os sacerdotes (e, também, muito provavelmente Jesus – o grande modelo – e João Batista) começavam seu ministério com essa idade (Nm 4:3). 2, 4
– Ao descrever que “a mão de Deus” estava sobre ele (v. 3), o profeta testemunha que o poder divino repousou sobre ele. “Ezequiel sabia que esse estranho e novo poder que o impelia não era outro senão o poder de Deus”. 4
– A expressão “fogo a revolver-se” (v. 4), de acordo com o original em hebraico, indica um fogo que se alimentava continuamente, com o “surgimento constante de novas chamas”.4
– Os seres viventes (v. 5 e ss) representam querubins, anjos de ordem superior (ver 9:3; 10:15), e são atendentes do trono de Deus. 1, 2, 4
– O número quatro (v. 5, 8, 10, 15, 17) geralmente está associado na Bíblia aos quatro ventos (ou cantos) da terra, ou seja, evidencia o interesse e atividade das instrumentalidades celestiais em favor da salvação de toda a humanidade. 2
– Os querubins não tinham necessidade de se virar (v. 9), uma vez que tinham rostos olhando em todas as direções. 4
– O simbolismo dos quatro rostos dos querubins (v. 10, homem, leão, boi, águia) são também vistas em Apoc. 4:7 e denotam a complitude de “sua natureza, funções e propósito em cumprir o plano de Deus”(ref 3). Muitas outras sugestões tem sido feitas para este simbolismo, como: as qualidades de Jesus ressaltadas nos quatro evangelhos (proposto primeiramente por Irineu e ressaltado em pinturas e esculturas da Idade Média), as quatro tribos líderes de Israel, mas nenhuma delas é conclusiva. 2,3, 4.
– “Não é necessário imaginar que, a serviço de Deus, haja seres de quatro cabeças e quatro asas”. “As formas escolhidas para essa apresentação profética tinham o objetivo de simbolizar mensageiros celestiais na plenitude de sua função, capacidade e adaptabilidade”. 4
– Os relâmpagos do v. 14 denotam que os querubins viajavam em alta velocidade. 3; E também “a rapidez com que a obra de Deus será consumada”. A aparente demora só pode ser entendida à luz de 2Pe 3:9 (“…que nenhum pereça…”). Porém, “um dia, em breve, revestido de grande surpresa, o fim virá, mais rapidamente do que as pessoas imaginam”. 4
– As rodas (v. 16) que se interseccionavam, provavelmente denotam as intrincadas interações das ações humanas, todas, porém, sob o controle divino. 3 A estrutura e o arranjo singular das rodas apresentavam uma cena aparentemente confusa; contudo, os movimentos tinham perfeita harmonia”. 4
– A liberdade de movimentos dos querubins (v. 17) denota a onipresença de Deus; os olhos (v. 18), Sua onisciência. 1, 2, 3
– O som das asas dos querubins (o “tatalar”, v. 24) é descrito imperfeitamente como de muitas águas, uma catarata, mas sugere “a voz de uma grande multidão, como se inúmeros indivíduos estivessem envolvidos nos movimentos dos seres … e das rodas”. 4
– A repetição do ato de abaixar as asas, v. 24 e 25, “sugere um ato de reverência dirigido à Majestade, no alto” (v. 26), “quando a voz [de cima do firmamento] foi ouvida” (v. 25). “Os querubins pararam, os potentes sons de seu movimento cessaram, e suas asas se abaixaram e ficaram imóveis em atitude reverente”. 4
– O clímax da visão ocorre quando acima do firmamento cristalino o profeta viu algo semelhante ao “mais rico e profundo azul”. “Então, à medida que os detalhes foram se tornando mais nítidos, o profeta notou a forma de um trono”. 4
– O ser no trono, semelhante a um homem (v. 26), é identificado como Jesus, antes da encarnação. 3
– “Em visão, o profeta contemplou apenas uma representação do original … Ezequiel não viu o Ser divino em si, mas uma representação da Divindade. Ao descrever o Ser como um homem, o profeta empregou extrema cautela… ‘Ninguém jamais viu a Deus’ (Jo 1:18), e, assim, os seres humanos são incapazes de dar uma descrição de Sua verdadeira essência.” 4
– O arco íris em volta do resplendor do trono (v. 28) simboliza a misericórdia divina (ver Gên 9:13). 3
-“O arco-íris que fica ao redor do trono de Deus é a certeza do Seu eterno amor.” “É um ‘sinal da misericórdia de Deus para com o pecador arrependido’ (PP, 107)”. 4
– “O Deus que governa desde o Céu não é um Senhor ausente. Ezequiel viu o firmamento e o trono diretamente acima da cabeça dos seres viventes. Estes, por sua vez, estavam ao lado de cada uma das rodas que, quando paradas, tocavam o solo. É confortante saber que Aquele que Se assenta acima dos querubins está no controle de tudo, que Ele guarda Seu povo, que todos os poderes terrenos que buscam se exaltar contra o Deus do Céu serão subjugados, e que Deus será tudo em todos.” 4
Fontes:
1. Comentários da Bíblia Shedd
2. Comentários da Bíblia NVI Vida
3. Comentários da Andrews Study Bible
4. Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol.4
Postado originalmente em: https://reavivadosporsuapalavra.org/2014/06/29/
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EZEQUIEL 4 – Se as pessoas soubessem toda a desgraça que o pecado causa antes delas transgredirem a Lei de Deus, pensariam mais antes de se envolver com ele?
Neste capítulo está um retrato do caos causado pelo pecado a fim de nos alertar, avisar e orientar. “Esse capítulo retrata o cerco e o respectivo desconforto, a fome e a contaminação resultantes do pecado de Judá e do fato de haver se afastado de Deus” (William MacDonald).
Da mesma forma que temos as evidências do pecado revelado por Deus na vida de indivíduos e nações e mesmo assim ignoramos os avisos divinos, no passado o povo de Deus ouviu o alerta dos profetas verdadeiros e mesmo assim preferiu fazer o que era errado.
- O profeta deveria tomar um tijolo para representar Jerusalém e montar algo que representasse o cerco realizado por Nabucodonosor. Depois, uma panela de ferro deveria ser colocada entre o profeta e a cidade. Ezequiel, representando Deus, seria o sitiador como sinal a Israel em seus pecados (vs. 1-3).
- O profeta deveria deitar-se sobre o lado esquerdo e colocar sobre si os pecados de seu povo, isso por 390 dias que corresponde a 390 anos de apego de Israel ao pecado; depois deitaria do lado direito e carregaria sobre si os pecados de Judá durante quarenta dias. Enquanto isso, não deveria tirar os olhos do cerco de Jerusalém, deveria arregaçar as mangas, mostrar o braço descoberto e, amarrado, pregar contra a cidade (vs. 4-8).
- O profeta deveria pegar trigo, cevada, feijão, lentilha, painço e espelta, misturar tudo numa bacia para fazer pão para comê-lo os 390 dias que estiver deitado. Ezequiel deveria comer e beber uma pequena quantidade em horas marcadas. O pão deveria ser assado com fezes humanas secas; mas, depois do questionamento do profeta, Deus permitiu que assasse com fezes de vacas (vs. 9-15).
- O profeta recebe de Deus a interpretação para todos esses símbolos (vs. 16-17).
O pecado é nojento. Suas consequências são horrendas. Satanás não brinca com quem brinca com o pecado. Desgraça e miséria inundam as suas vítimas.
Contudo, como “quem avisa amigo é”, Deus avisa. Deus não quer a desgraça de Seus filhos. Porém, não decide por eles…
Sejamos espertos, ouçamos a Deus! – Heber Toth Armí.
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“Disse o SENHOR: Assim comerão os filhos de Israel o seu pão imundo, entre as nações para onde os lançarei” (v.13).
O início do ministério profético de Ezequiel não foi fácil. Além de porta-voz de Deus, também recebeu a incumbência de representar tudo aquilo que o povo sofreria no cerco de Jerusalém. Sua vida foi um recado ambulante sobre o juízo que estava para sobrevir. Até o seu deitar e o seu comer foram orientados por Deus como forma de advertir o povo.
A situação seria tão terrível, que os filhos de Israel teriam de cozinhar “sobre esterco de homem” (v.12). Mas foi neste momento que Ezequiel, com muita humildade, protestou: “ah! SENHOR Deus!” (v.14). E, prontamente, ele teve sua oração respondida (v.15).
Deus conduziu o Seu povo a uma terra que manava leite e mel, mas o povo escolheu consumir-se “nas suas iniquidades” (v.17), e ao invés de incenso de aroma suave, havia o fétido odor do excremento humano. A podridão dos sentimentos do povo era, literalmente, sentida de longe. “À vista do povo” (v.12), estava um profeta de Deus relatando e dramatizando todas as consequências do cerco. Porém, “a iniquidade da casa de Israel” (v.5) e “a iniquidade da casa de Judá” (v.6), tornava surdos os seus ouvidos.
A porta da graça está se fechando e o tempo qual nunca houve (Dn 12:1) está mais próximo do que imaginamos. Está chegando o tempo em que tudo estará definido: “Continue o injusto fazendo injustiça, continue o imundo ainda sendo imundo; o justo continue na prática da justiça, e o santo continue a santificar-se” (Ap. 22:11). Muitos há que já estão selando a sua sentença de morte, permitindo que seus corações se endureçam a ponto de não mais retroceder. E as pedras no caminho não são usadas para crescimento espiritual, mas como armas de uns contra os outros.
Ezequiel clamou para que o SENHOR o livrasse de tornar-se imundo. Os que assim buscarem ao SENHOR, na última grande tribulação, estarão protegidos e se sentirão tão amparados que, pela fé, suportarão qualquer prova com firmeza de caráter e singeleza de coração. Todo o Céu e todo o universo estão na expectativa do desfecho da história deste mundo. Os ventos ainda estão sendo contidos, mas quando o SENHOR ordenar que sejam soltos, somente o remanescente será poupado e, por causa dele, os tempos serão abreviados.
Não permita ser contaminado pelas imundícies deste mundo. Como Ezequiel, clame ao SENHOR por auxílio. A oração é o leme que nos conduz na direção de Deus!
Feliz semana, povo de Deus!
Rosana Garcia Barros
#PrimeiroDeus
#Ezequiel4
#RPSP
Comentário devocional:
Ao ler este capítulo, onde Deus instrui Ezequiel a espalhar a todos sua mensagem, minha mente é atraída à Parábola do Semeador. Assim como o semeador da parábola, Ezequiel deve transmitir sua mensagem para todos sem se preocupar se a pessoa irá ou não recebê-la bem.
Para a maioria de nós, o pensamento de evangelismo é assustador. Se nosso sucesso está garantido, o pensamento de compartilhar nossa fé é muito mais fácil. Mas, se as chances de nosso sucesso são pequenas é muito mais difícil seguir adiante. Eu me pego às vezes não querendo compartilhar a minha fé dizendo coisas como: “esta área é muito difícil de alcançar”, ou “os ricos não estão interessados na mensagem.”
A mensagem de Deus para Ezequiel e para nós é simples: “Quando eu te chamo, eu te capacito. Você é fraco, mas eu sou forte. Você não tem palavras para chegar ao coração humano e convencer os outros de sua necessidade de Mim, mas eu posso fazer isso. Quando Eu te usar, pode ser que as pessoas respondam e pode ser que as pessoas não respondam, apenas tenha boa disposição. Seja fiel e entregue-se a Mim, e Eu farei o trabalho”.
Peçamos a Deus a disposição para fazer o trabalho que Ele nos confiou e Ele nos dará não só a disposição, mas também o poder para fazê-lo.
Pr. Eric Bates
Diretor dos Ministérios da Família na Associação da Carolina, EUA.
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Texto original: https://www.revivalandreformation.org/?id=6735
Tradução anterior: https://reavivadosporsuapalavra.org/2014/06/30/
Equipe de tradução: Pr Jobson Santos/Jeferson Quimelli/Gisele Quimelli
Texto bíblico:Ezequiel 3 NVI
Comentário em áudio Pr Valdeci
Leituras da semana do programa Crede em Seus Profetas: https://credeemseusprofetas.org/
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EZEQUIEL 3 – Um amor infinito domina as ações de Deus em relação aos rebeldes. Deus nunca abandona Seu povo, nem mesmo em situações em que qualquer pessoa já teria desistido.
Warren Wiersbe sintetiza os três primeiros capítulos de Ezequiel:
O chamado do profeta:
1. Vendo a glória de Deus (capítulo 1);
2. Ouvindo a Palavra de Deus (capítulo 2);
3. Tornando-se atalaia de Deus (capítulo 3).
Embora no exílio, sofrendo com perversos pecadores, por causa das transgressões alheias, Ezequiel era homem de Deus, chamado para transmitir mensagens inspiradas aos humanos sofredores.
Deus deixou Jeremias com os fracos, doentes e inválidos, rejeitados por Babilônia; e, levantou Ezequiel no cativeiro.
“Enquanto Jeremias continuava a dar o seu testemunho na terra de Judá, o profeta Ezequiel foi suscitado entre os cativos em Babilônia, para advertir e confortar os exilados, e também para confirmar a palavra do Senhor que fora exposta pelo profeta Jeremias. Durante os anos que restaram do reinado de Zedequias, Ezequiel tornou muito clara a loucura de confiar nas falsas predições dos que estavam levando os cativos a esperar para breve o retorno a Jerusalém. Ele foi também instruído a predizer, por meio de variedade de símbolos e solenes mensagens, o cerco e posterior destruição de Jerusalém” (Ellen G. White).
Lições:
• Primeiramente, mensageiros de Deus precisam alimentar-se e ser nutridos pela mensagem: Sua vida deve assimilar as verdades divinas antes de revelá-la aos outros. Conquanto, diariamente, como alimento, deve ser ingerida e digerida (vs. 1-9).
• O porta-voz de Deus não cria ou inventa mensagens; recebe-a de Deus e não fala o que quer, senão o que Deus quer (vs. 10-15).
• Como uma atalaia, mensageiros de Deus precisam vigiar seu contexto e transmitir a mensagem certa para não ser conivente com a destruição almejada pelas hostes do mal (vs. 16-21).
• Como um arauto fiel, mensageiros da revelação divina precisam calar-se (ou falar) conforme Deus, o Autor das mensagens, orientar (vs. 22-27).
Ninguém pode dar do que não tem; nem pode fazer o que Deus quer, sem preparação. Ezequiel foi devidamente preparado por Deus para ser Seu mensageiro, porta-voz, atalaia e arauto. Ele recebeu a Palavra de Deus para compartilhá-la, embora houvesse descarada rejeição. Assim, fica nítido o amor e cuidado de Deus!
Compartilharemos esse amor? Reavivemo-nos! – Heber Toth Armí.
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“Mas, quando Eu falar contigo, darei que fale a tua boca, e lhes dirás: Assim diz o SENHOR Deus: Quem ouvir ouça, e quem deixar de ouvir deixe; porque são casa rebelde” (v.27).