Reavivados por Sua Palavra


Ezequiel 4 by Jobson Santos
24 de setembro de 2017, 1:00
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Comentário devocional:

Recursos visuais pode ser úteis para atrair as pessoas para a mensagem e para nos ajudar a entender temas desafiadores, mas nunca devem se sobrepor à mensagem da Palavra. Em Ezequiel quatro, Deus instruiu Ezequiel para oferecer às pessoas dois poderosos recursos visuais a fim de demonstrar que o cerco de Jerusalém por Nabucodonosor estava próximo. Isto foi ilustrado por um modelo em miniatura da cidade de Jerusalém que Ezequiel fez em um tablete de barro, e pelo cozimento de pão utilizando esterco animal como combustível.

O Novo testamento também apresenta poderosos recursos visuais, dos quais cito três exemplos. O primeiro exemplo é quando o Filho de Deus deixou o Seu lugar no Céu e Se tornou um ser humano, retratando para nós, claramente, a bondade e compaixão de Deus. O segundo é a cruz como um símbolo visual da maravilhosa graça e do amor de Deus. E o terceiro exemplo é o das cerimônias de batismo e Santa Ceia, os quais nos falam eloquentemente de que a salvação nos vêm somente por Jesus.

Os recursos visuais de Ezequiel chamaram a atenção das pessoas, mas, assim como os recursos visuais do Novo Testamento, eles encerravam um significado mais profundo. Eles eram a Palavra de Deus tornada visível e isso é uma boa notícia!

Senhor, ajuda-me a entender, pelo Teu Espírito, os significados profundos dos símbolos visuais e verbais utilizados na Tua Palavra para a minha salvação. Amém.

Pr. Eric Bates
Diretor dos Ministérios da Família na Associação da Carolina, EUA.

Texto original: https://www.revivalandreformation.org/?id=6736  
Tradução anterior: https://reavivadosporsuapalavra.org/2014/07/01/
Equipe de tradução: Pr Jobson Santos/Jeferson Quimelli/Gisele Quimelli
Texto bíblico:Ezequiel 4 NVI
Comentário em áudio Pr Valdeci
Leituras da semana do programa Crede em Seus Profetas: https://credeemseusprofetas.org/

 



EZEQUIEL 1 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS by Jeferson Quimelli
24 de setembro de 2017, 1:00
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A pedido, apresentamos aqui uma compilação de comentários interpretativos sobre Ezequiel 1.

– Esta visão tem sido considerada como a mais enigmática do Velho Testamento. Porém, quase tudo o que Deus quis ensinar por essa visão pode (e deve) ser entendido. 4

– A descrição feita pelo profeta é imperfeita, tendo em vista a dificuldade de descrever a glória divina e seres que nem ele, nem seus ouvintes, eram familiarizados. Isto é expresso nas palavras chave “algo semelhante” (v. 26. Tb v. 5). Portanto, as figuras empregadas não devem ser interpretadas literalmente. 1, 4

– As “visões de Deus” (v. 1) ou manifestações da glória de Deus (tb chamadas teofanias) “frequentemente acompanham o chamado de um profeta” (ver tb Isaías, Is 6:1, Moisés, Êx 3:2, João, Após. 1:13). São a introdução do profeta “num novo âmbito de conhecimento e percepção, numa nova etapa de experiências e responsabilidade”. “Meras suposições mentais não serviriam. Eles teriam que falar de coisas que realmente viram”. 4

– “As ‘visões de Deus’ deram a Ezequiel a necessária certeza da genuinidade de seu chamado e acrescentaram à sua mensagem a autoridade de que ela precisava”. 4

– A glória de Deus (v. 1, 28) sempre esteve ligada ao tabernáculo e ao templo, agora destruído. O objetivo da visão era, além de confirmar o chamado profético de Ezequiel, consolar e “encorajar os judeus num momento em que grande parte de seu país jazia em ruínas devido a invasões sucessivas, e muitos dos habitantes estavam cativos numa terra estrangeira”. Deus se importava com eles. Ele “estava no comando” e Seu “poder supremo controlava os negócios dos governantes terrenos”. 4

– Os trinta anos do verso 1 muito provavelmente se referem à idade do profeta. Os sacerdotes (e, também, muito provavelmente Jesus – o grande modelo – e João Batista) começavam seu ministério com essa idade (Nm 4:3). 2, 4

– Ao descrever que “a mão de Deus” estava sobre ele (v. 3), o profeta testemunha que o poder divino repousou sobre ele. “Ezequiel sabia que esse estranho e novo poder que o impelia não era outro senão o poder de Deus”. 4

– A expressão “fogo a revolver-se” (v. 4), de acordo com o original em hebraico, indica um fogo que se alimentava continuamente, com o “surgimento constante de novas chamas”.4

– Os seres viventes (v. 5 e ss) representam querubins, anjos de ordem superior (ver 9:3; 10:15), e são atendentes do trono de Deus. 1, 2, 4

– O número quatro (v. 5, 8, 10, 15, 17) geralmente está associado na Bíblia aos quatro ventos (ou cantos) da terra, ou seja, evidencia o interesse e atividade das instrumentalidades celestiais em favor da salvação de toda a humanidade. 2

– Os querubins não tinham necessidade de se virar (v. 9), uma vez que tinham rostos olhando em todas as direções. 4

– O simbolismo dos quatro rostos dos querubins (v. 10, homem, leão, boi, águia) são também vistas em Apoc. 4:7 e denotam a complitude de “sua natureza, funções e propósito em cumprir o plano de Deus”(ref 3). Muitas outras sugestões tem sido feitas para este simbolismo, como: as qualidades de Jesus ressaltadas nos quatro evangelhos (proposto primeiramente por Irineu e ressaltado em pinturas e esculturas da Idade Média), as quatro tribos líderes de Israel, mas nenhuma delas é conclusiva. 2,3, 4.

– “Não é necessário imaginar que, a serviço de Deus, haja seres de quatro cabeças e quatro asas”. “As formas escolhidas para essa apresentação profética tinham o objetivo de simbolizar mensageiros celestiais na plenitude de sua função, capacidade e adaptabilidade”. 4

– Os relâmpagos do v. 14 denotam que os querubins viajavam em alta velocidade. 3; E também “a rapidez com que a obra de Deus será consumada”. A aparente demora só pode ser entendida à luz de 2Pe 3:9 (“…que nenhum pereça…”). Porém, “um dia, em breve, revestido de grande surpresa, o fim virá, mais rapidamente do que as pessoas imaginam”. 4

– As rodas (v. 16) que se interseccionavam, provavelmente denotam as intrincadas interações das ações humanas, todas, porém, sob o controle divino. 3 A estrutura e o arranjo singular das rodas apresentavam uma cena aparentemente confusa; contudo, os movimentos tinham perfeita harmonia”. 4

– A liberdade de movimentos dos querubins (v. 17) denota a onipresença de Deus; os olhos (v. 18), Sua onisciência. 1, 2, 3

– O som das asas dos querubins (o “tatalar”, v. 24) é descrito imperfeitamente como de muitas águas, uma catarata, mas sugere “a voz de uma grande multidão, como se inúmeros indivíduos estivessem envolvidos nos movimentos dos seres … e das rodas”. 4

– A repetição do ato de abaixar as asas, v. 24 e 25, “sugere um ato de reverência dirigido à Majestade, no alto” (v. 26), “quando a voz [de cima do firmamento] foi ouvida” (v. 25). “Os querubins pararam, os potentes sons de seu movimento cessaram, e suas asas se abaixaram e ficaram imóveis em atitude reverente”. 4

– O clímax da visão ocorre quando acima do firmamento cristalino o profeta viu algo semelhante ao “mais rico e profundo azul”. “Então, à medida que os detalhes foram se tornando mais nítidos, o profeta notou a forma de um trono”. 4

– O ser no trono, semelhante a um homem (v. 26), é identificado como Jesus, antes da encarnação. 3

– “Em visão, o profeta contemplou apenas uma representação do original … Ezequiel não viu o Ser divino em si, mas uma representação da Divindade. Ao descrever o Ser como um homem, o profeta empregou extrema cautela… ‘Ninguém jamais viu a Deus’ (Jo 1:18), e, assim, os seres humanos são incapazes de dar uma descrição de Sua verdadeira essência.” 4

– O arco íris em volta do resplendor do trono (v. 28) simboliza a misericórdia divina (ver Gên 9:13). 3

-“O arco-íris que fica ao redor do trono de Deus é a certeza do Seu eterno amor.” “É um ‘sinal da misericórdia de Deus para com o pecador arrependido’ (PP, 107)”. 4

– “O Deus que governa desde o Céu não é um Senhor ausente. Ezequiel viu o firmamento e o trono diretamente acima da cabeça dos seres viventes. Estes, por sua vez, estavam ao lado de cada uma das rodas que, quando paradas, tocavam o solo. É confortante saber que Aquele que Se assenta acima dos querubins está no controle de tudo, que Ele guarda Seu povo, que todos os poderes terrenos que buscam se exaltar contra o Deus do Céu serão subjugados, e que Deus será tudo em todos.” 4

Fontes:

1. Comentários da Bíblia Shedd

2. Comentários da Bíblia NVI Vida

3. Comentários da Andrews Study Bible

4. Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol.4

 

Postado originalmente em: https://reavivadosporsuapalavra.org/2014/06/29/



EZEQUIEL 4 – Comentário Pr. Heber Toth Armí by Ivan Barros
24 de setembro de 2017, 0:45
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EZEQUIEL 4 – Se as pessoas soubessem toda a desgraça que o pecado causa antes delas transgredirem a Lei de Deus, pensariam mais antes de se envolver com ele?

Neste capítulo está um retrato do caos causado pelo pecado a fim de nos alertar, avisar e orientar. “Esse capítulo retrata o cerco e o respectivo desconforto, a fome e a contaminação resultantes do pecado de Judá e do fato de haver se afastado de Deus” (William MacDonald).

Da mesma forma que temos as evidências do pecado revelado por Deus na vida de indivíduos e nações e mesmo assim ignoramos os avisos divinos, no passado o povo de Deus ouviu o alerta dos profetas verdadeiros e mesmo assim preferiu fazer o que era errado.

  1. O profeta deveria tomar um tijolo para representar Jerusalém e montar algo que representasse o cerco realizado por Nabucodonosor. Depois, uma panela de ferro deveria ser colocada entre o profeta e a cidade. Ezequiel, representando Deus, seria o sitiador como sinal a Israel em seus pecados (vs. 1-3).
  2. O profeta deveria deitar-se sobre o lado esquerdo e colocar sobre si os pecados de seu povo, isso por 390 dias que corresponde a 390 anos de apego de Israel ao pecado; depois deitaria do lado direito e carregaria sobre si os pecados de Judá durante quarenta dias. Enquanto isso, não deveria tirar os olhos do cerco de Jerusalém, deveria arregaçar as mangas, mostrar o braço descoberto e, amarrado, pregar contra a cidade (vs. 4-8).
  3. O profeta deveria pegar trigo, cevada, feijão, lentilha, painço e espelta, misturar tudo numa bacia para fazer pão para comê-lo os 390 dias que estiver deitado. Ezequiel deveria comer e beber uma pequena quantidade em horas marcadas. O pão deveria ser assado com fezes humanas secas; mas, depois do questionamento do profeta, Deus permitiu que assasse com fezes de vacas (vs. 9-15).
  4. O profeta recebe de Deus a interpretação para todos esses símbolos (vs. 16-17).

O pecado é nojento. Suas consequências são horrendas. Satanás não brinca com quem brinca com o pecado. Desgraça e miséria inundam as suas vítimas.

Contudo, como “quem avisa amigo é”, Deus avisa. Deus não quer a desgraça de Seus filhos. Porém, não decide por eles

Sejamos espertos, ouçamos a Deus! – Heber Toth Armí.



EZEQUIEL 4, Comentado por Rosana Barros by Ivan Barros
24 de setembro de 2017, 0:30
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“Disse o SENHOR: Assim comerão os filhos de Israel o seu pão imundo, entre as nações para onde os lançarei” (v.13).


O início do ministério profético de Ezequiel não foi fácil. Além de porta-voz de Deus, também recebeu a incumbência de representar tudo aquilo que o povo sofreria no cerco de Jerusalém. Sua vida foi um recado ambulante sobre o juízo que estava para sobrevir. Até o seu deitar e o seu comer foram orientados por Deus como forma de advertir o povo.

A situação seria tão terrível, que os filhos de Israel teriam de cozinhar “sobre esterco de homem” (v.12). Mas foi neste momento que Ezequiel, com muita humildade, protestou: “ah! SENHOR Deus!” (v.14). E, prontamente, ele teve sua oração respondida (v.15).

Deus conduziu o Seu povo a uma terra que manava leite e mel, mas o povo escolheu consumir-se “nas suas iniquidades” (v.17), e ao invés de incenso de aroma suave, havia o fétido odor do excremento humano. A podridão dos sentimentos do povo era, literalmente, sentida de longe. “À vista do povo” (v.12), estava um profeta de Deus relatando e dramatizando todas as consequências do cerco. Porém, “a iniquidade da casa de Israel” (v.5) e “a iniquidade da casa de Judá” (v.6), tornava surdos os seus ouvidos.

A porta da graça está se fechando e o tempo qual nunca houve (Dn 12:1) está mais próximo do que imaginamos. Está chegando o tempo em que tudo estará definido: “Continue o injusto fazendo injustiça, continue o imundo ainda sendo imundo; o justo continue na prática da justiça, e o santo continue a santificar-se” (Ap. 22:11). Muitos há que já estão selando a sua sentença de morte, permitindo que seus corações se endureçam a ponto de não mais retroceder. E as pedras no caminho não são usadas para crescimento espiritual, mas como armas de uns contra os outros.

Ezequiel clamou para que o SENHOR o livrasse de tornar-se imundo. Os que assim buscarem ao SENHOR, na última grande tribulação, estarão protegidos e se sentirão tão amparados que, pela fé, suportarão qualquer prova com firmeza de caráter e singeleza de coração. Todo o Céu e todo o universo estão na expectativa do desfecho da história deste mundo. Os ventos ainda estão sendo contidos, mas quando o SENHOR ordenar que sejam soltos, somente o remanescente será poupado e, por causa dele, os tempos serão abreviados.

Não permita ser contaminado pelas imundícies deste mundo. Como Ezequiel, clame ao SENHOR por auxílio. A oração é o leme que nos conduz na direção de Deus!

Feliz semana, povo de Deus!

Rosana Garcia Barros

#PrimeiroDeus
#Ezequiel4
#RPSP



EZEQUIEL 04 – Pr Adolfo Suárez  by Ivan Barros
24 de setembro de 2017, 0:10
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EZEQUIEL 04 – Pr. Evandro Fávero by Ivan Barros
24 de setembro de 2017, 0:05
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