Reavivados por Sua Palavra


JEREMIAS 51 by Jeferson Quimelli
14 de setembro de 2017, 1:00
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Comentário Devocional

Jeremias 51 (v. 3-4) diz: ” Não poupem os seus [de Babilônia] jovens guerreiros, destruam completamente o seu exército” (NVI). Ciro conquistou a Babilônia e matou o rei Belsazar, mas não destruiu a cidade de Babilônia e não matou o soldados.

A profecia de Deus é sempre condicional. Se o exército babilônico tivesse resistido e não se rendido aos medos, Ciro teria destruído todos os soldados babilônicos. A cidade da Babilônia continuou existindo até o tempo de Seleuco Nicator. Depois que ele construiu a cidade de Selêucia perto de Babilônia, seus habitantes se mudaram para Selêucia e a cidade de Babilônia se tornou afinal uma ruína como predito por Jeremias (v. 26, 29).

Mesmo para Babilônia, a destruição da cidade foi adiada, pois o aviso era condicional. Da mesma forma Deus é clemente e misericordioso para conosco, esperando por nosso arrependimento para nos salvar de nossa condição pecaminosa.

Deus está sempre desejoso de nos conceder as Suas bênçãos. Existe algo em nós que O impeça de agir assim?

Yoshitaka Kobayashi
Japão

Texto original: https://www.revivalandreformation.org/bhp/en/bible/jer/51 e https://www.revivalandreformation.org/?id=993
Tradução anterior: https://reavivadosporsuapalavra.org/2014/06/21/
Equipe de tradução: Pr Jobson Santos/Jeferson Quimelli/Gisele Quimelli
Texto bíblico: Jeremias 51 NVI/span>
Comentário em áudio Pr Valdeci
Leituras da semana do programa Crede em Seus Profetas: https://credeemseusprofetas.org/



JEREMIAS 51 – COMENTÁRIO PR ADOLFO SUÁREZ by Maria Eduarda
14 de setembro de 2017, 0:55
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JEREMIAS 51 – COMENTÁRIO PR HEBER TOTH ARMÍ by Maria Eduarda
14 de setembro de 2017, 0:45
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JEREMIAS 51 – Com Deus não se brinca. A criatura precisa saber que não é Deus. Tal arrogância gera autodestruição. Babilônia sentirá isso na pele.

1. Deus está de olho em Seu povo e punirá quem intentar eliminá-lo do mapa. O megalomaníaco Império Babilônico seria destruído repentinamente, como de fato o foi em 539 a.C. pelos Medos e Persas (vs. 1-11; ver Daniel 5).

2. Deus não abandonou Seu povo, ainda que este O tenha abandonado. Deus é o Criador, Seu poder e sabedoria são esmagadoramente maiores que qualquer deus ou ídolos, ou mesmo todos juntos. Os deuses falsos e seus seguidores terão o mesmo destino (vs. 12-19).

3. William MacDonald oferece-nos os seguintes detalhes:

• Os versículos 20-23 são direcionados aos medos;
• O versículo 24 provavelmente é dirigido a Judá;
• O versículo 25 volta a falar à Babilônia até o 33;
• Os habitantes de Judá e Jerusalém falam nos versículos 34 e 35.

4. Os detalhes de como se dará a destruição de Babilônia se cumpriram exatamente como foi profetizado (compare com Daniel 5):

• Os medos e os persas secaram o rio Eufrates e entraram por baixo do muro (v. 36);
• Babilônia foi destruída pelos medos e persas como Deus previra (v. 37);
• A destruição se daria num dia de banquete, festas e bebedeiras (vs. 38-44);
• Sobre o versículo 31 John MacArthur observa: “Mensageiros trouxeram a notícia da queda da cidade. Uma vez que Belsazar fora morto dentro da cidade na noite de sua queda (Dn 5.30), a ordem era que os mais velozes corredores levassem a notícia ao corregente Nabonido, que estava longe da cidade, ou talvez para avisar Daniel, que era o terceiro regente do reino (Dn 5.29)”.

5. Deus pede a Seu povo para sair de Babilônia e retorne a Jerusalém, e expõe as razões (vs. 45-59);

6. Seraías ilustra o fim de Babilônia (vs. 59-64).

Essa profecia foi reformulada pelo profeta de Patmos (Apocalipse 18). Há uma Babilônia espiritual da qual o remanescente de Deus precisa abandonar antes da destruição. Não devemos…

• …envolver-nos com seus pecados;
• …ser cúmplices de suas doutrinas espúrias;
• …ter vínculos com suas tradições;

Deus vindicará Seu povo, não os simpatizantes de Babilônia. Não existe salvação à parte de Deus! Como Seraías, devemos proclamar a revelação divina! Reavivemo-nos! – Heber Toth Armí.



JEREMIAS 51, Comentado por Rosana Barros by Ivan Barros
14 de setembro de 2017, 0:30
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“Ele fez a terra pelo Seu poder; estabeleceu o mundo por Sua sabedoria e com a Sua inteligência estendeu os céus” (v. 15).


A maior loucura de Nabucodonosor e de seus sucessores foi a de ignorar a voz de Deus. Mal havia levado cativo o povo de Israel e a sua sentença já estava decidida. Da mesma forma com que destruíram Jerusalém, veriam seu reino destruído. A diferença é que Babilônia nunca mais “haverá quem nela habite” (v. 37), mas, Jerusalém, seria reerguida. O terror das nações, a cabeça de ouro (Daniel 2:38) se tornaria “objeto de espanto entre as nações!” (v.41).

E a ordem que se seguiu ao povo exilado, quando vissem cumprir-se a profecia, foi: “Fugi do meio da Babilônia, e cada um salve a sua vida; não pereçais na sua maldade; porque é tempo da vingança do SENHOR: Ele lhe dará a sua paga” (v. 6). O SENHOR não permitiria que Babilônia prosseguisse em seus desígnios de  exaltar a criatura em lugar do Criador. A adoração ao Deus que “fez a terra pelo Seu poder” foi trocada pela estupidez humana em se curvar perante uma “obra ridícula” (v. 18). “O Criador de todas as coisas” (v. 19) procurou de várias formas revelar-se àquela nação pagã, que vez após vez desprezou o ASSIM DIZ O SENHOR.

Finalmente, após setenta anos de cativeiro babilônico, o povo de Israel veria cumprida a justiça de Deus (v. 10), e voltaria para a sua terra. A promessa de livramento do jugo do pecado é tão semelhante, que a Bíblia também chama de Babilônia ou a “grande meretriz” (Apocalipse 17:1) “que habita sobre muitas águas” (v. 13), aquela que influenciará os reinos do mundo “com o vinho de sua devassidão” (Apocalipse 17:2). O engano fará com que muitos “povos, multidões, nações e línguas” (Apocalipse 17:15) enlouqueçam (v. 7), e, “repentinamente” (v. 8), serão ceifados juntamente com “as imagens de escultura da Babilônia” (v. 47). O sistema religioso representado por Babilônia “deitou por terra a verdade; e o que fez prosperou” (Daniel 8:12). E há algum tempo, seu líder mundial defendeu a tese de que o relato da criação não foi literal.

O poder, a sabedoria e a inteligência do SENHOR são trocados por fábulas humanas que supõem a evolução de um mundo que funciona com perfeita precisão. Um mundo que comporta milhares de seres vivos onde NENHUM é igual ao outro. Onde as minhas digitais são únicas. Onde de pequeninas sementes surgem árvores majestosas. Descarte a literalidade do Gênesis, e terá também que negar o sacrifício de Jesus prenunciado a Adão e Eva (Gênesis 3:15). Negue a criação e terá de negar que existe o pecado. Ora, e se não há pecado, para que um Salvador? Entendem a afirmação de que “todo homem se tornou estúpido e não tem saber” (v. 17)? “Trabalharam os povos em vão, e para o fogo se afadigaram as nações” (v. 58).

No entanto, “cada um” (v. 45) que, dando ouvidos à voz do SENHOR, sair do meio de Babilônia, não precisará ter medo dos juízos que sobrevirão (v. 46). “Ide-vos, não pareis” (v. 50), é a ordem de Deus para Seus filhos hoje! Perseverem, e vocês serão salvos (Mateus 24:13)! “Lembrai-vos do SENHOR, e suba Jerusalém à vossa mente” (v. 50). Que estas palavras sejam luz para sua vida, e que a busca pelas verdades do SENHOR encham o Seu coração da esperança de que, muito em breve, Jerusalém não estará só em sua mente, mas diante de seus olhos!

“Até aqui as palavras de Jeremias” (v. 64).

Bom dia, obra-prima do Criador!

Desafio do dia: Leia o relato da criação em Gênesis 1 e 2, e compartilhe em suas redes sociais algum versículo seguido da hashtag: #GênesisEuCreio

Rosana Garcia Barros

#PrimeiroDeus
#Jeremias51
#RPSP



JEREMIAS 51 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS by Jeferson Quimelli
14 de setembro de 2017, 0:20
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Uma das razões para a punição divina do reino da Babilônia foram as atrocidades desnecessárias cometidas contra Judá e a cidade de Jerusalém (v. 35). Deus usou os reis dos medos para lutar contra a Babilônia (v. 11). Esta mensagem é a repetição de Isaías 13:7. Deus permitiu que Babilônia punisse Judá, mas Babilônia não deveria cometer tamanha crueldade contra Judá, que continuava a ser o povo de Deus e seria perdoado por Ele (Jer 50:20). Eles oprimiram o povo de Judá e não os deixaram voltar à sua terra natal por 70 anos (Jer 50:33).
Outra razão foi o pecado cometido contra o Santo de Israel (v. 5). Os soldados babilônicos – que obviamente não eram sacerdotes – entraram nos lugares sagrados do templo de Deus em Jerusalém, e levaram muitos dos utensílios.
Nos versos 59 a 64 encerra-se a longa profecia contra Babilônia. No quarto ano do rei Zedequias, Jeremias confiou o livro (rolo) desta profecia contra a Babilônia ao sumo sacerdote (Jer 52:24) Seraías, pedindo-lhe que a lesse em voz alta quando todos estivessem na Babilônia, amarrasse nele uma pedra e o jogasse no rio Eufrates. Isso significava que Babilônia afundaria “para não mais se erguer” (v. 64 NVI). Yoshitaka Kobayashi, em https://reavivadosporsuapalavra.org/2014/06/21.



JEREMIAS 51 – COMENTÁRIO PR EVANDRO FÁVERO by Maria Eduarda
14 de setembro de 2017, 0:20
Filed under: Sem categoria



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