Reavivados por Sua Palavra


JEREMIAS 44 by jquimelli
7 de setembro de 2017, 1:00
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Comentário Devocional

O povo de Judá no Egito respondeu a Jeremias que continuariam a queimar incenso e cultuar a “Rainha dos Céus”, como faziam seus antepassados. E atribuíam a perda de sua prosperidade e paz ao fim deste culto (v. 17, 18 NVI).”

Jeremias lhes respondeu, dizendo que o que eles e seus antepassados tinham feito era errado e que era por causa deste mau comportamento que eles sofriam e a terra estava desolada (v. 22, 23). Disse-lhes também: “os judeus no Egito perecerão pela espada e pela fome até que sejam todos destruídos… Serão poucos os que escaparão da espada e voltarão do Egito para a terra de Judá” (v. 27, 28).

O nome “Rainha do Céu” é outro nome da deusa assíria relacionada com o planeta Vênus. Em outros lugares da Bíblia ela é chamada Astarote e Anate. Os crentes desta religião adúltera haviam praticado a cerimônia de fertilidade oficiada pelas prostitutas femininas e prostitutos masculinos de seus templos.

O povo de Judá teimosamente afirmou que não iria mais servir a Deus, e violou dois dos mandamentos de Deus: a adoração de ídolos e o adultério. Que tragédia para o povo de Deus cometer tal maldade! Que lição para nós hoje!

Querido Deus, mantenha o meu coração sensível a Teus apelos e minha mente disposta a fazer a Tua vontade. Amém.

Yoshitaka Kobayashi
Japão

Texto original: https://www.revivalandreformation.org/bhp/en/bible/jer/44, https://www.revivalandreformation.org/?id=1000 e http://revivedbyhisword.org/en/bible/jer/44/
Tradução anterior: https://reavivadosporsuapalavra.org/2014/06/14/
Equipe de tradução: Pr Jobson Santos/Jeferson Quimelli/Gisele Quimelli
Texto bíblico: Jeremias 44 NVI
Comentário em áudio Pr Valdeci
Leituras da semana do programa Crede em Seus Profetas: https://credeemseusprofetas.org/

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JEREMIAS 44 – COMENTÁRIO PR ADOLFO SUÁREZ by Maria Eduarda
7 de setembro de 2017, 0:55
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JEREMIAS 44 – COMENTÁRIO PR HEBER TOTH ARMÍ by jquimelli
7 de setembro de 2017, 0:45
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JEREMIAS 44 – A ciência que tem por objetivo a interpretação de textos religiosos ou filosóficos denomina-se hermenêutica.
A Wikipédia destaca: “a hermenêutica moderna ou contemporânea engloba não somente textos escritos, mas também tudo o que há no processo interpretativo. Isso inclui formas verbais e não verbais de comunicação, assim como aspectos que afetam a comunicação, como proposições, pressupostos, o significado e a filosofia da linguagem e a simiótica […]. Como metodologia de interpretação, trata dos problemas que surgem quando se está lidando com ações humanas dotadas de significado e com produtos dessas ações, principalmente textos. Como disciplina metodológica, oferece um instrumental para tratar de maneira eficiente problemas de interpretação das ações humanas, textos ou outros materiais significativos”.
A interpretação da história permeia o capítulo em apreço:
1. Deus interpreta os atos do remanescente que buscou refúgio no Egito, e explica Suas atitudes ao povo. As cidades históricas tornaram-se cidades-fantasmas de entulho e ruínas fumegantes porque seus habitantes optaram por caminhos contrários aos princípios do Soberano do Universo, esgotaram a paciência divina, negligenciaram aos apelos amorosos de Deus, serviram deuses falsos e ídolos repugnantes; e, não se arrependeram de seus pecados. Judá colheria as consequências de tudo isso (vs. 1-14).
2. O povo interpreta a história e justifica sua rejeição à divina palavra profética. Homens e mulheres religiosos patéticos questionam à mensagem profética. Arrogante e orgulhosamente contestam o profeta baseando-se na interpretação de suas mentes. Declararam que no reavivamento e reformas espirituais promovidos do passado a prosperidade diminuiu; mas, quando serviram outros deuses, a situação melhorou. Portanto, rejeitariam ao dom de profecia (vs. 15-19).
3. Deus mostra ao povo resultados por pautar a vida sobre a interpretação limitada, em vez de aderir, como visão de vida, Sua revelação e interpretação da situação histórica. Deus cumpriria Sua Palavra revelada no livro de Deuteronômio, os judeus sofreriam as consequências da rebeldia (vs. 20-30).
Contudo, a misericórdia divina é evidente mesmo em face de pessoas arrogantes:
• Alguns fugitivos voltariam à Terra Prometida (v. 14).
• Apesar da destruição por tamanha rebelião, Deus deu sinais de veracidade das Suas palavras (vs. 28-30).
• Deus não abandona aos pecadores, mas educa-os.
Precisamos aprender que é mais seguro interpretar a vida, a história e o futuro pela ótica da Palavra de Deus. Reavivemo-nos! – Heber Toth Armí.



JEREMIAS 44, Comentado por Rosana Barros by Ivan Barros
7 de setembro de 2017, 0:30
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Não se humilharam até ao dia de hoje, não temeram, não andaram na Minha lei nem nos Meus estatutos, que pus diante de vós e diante de vossos pais” (v. 10).


Refugiados no Egito, os restantes de Judá foram governados novamente pela regência de seus incautos corações. Começando de madrugada, o SENHOR continuava enviando os Seus servos, os profetas, para adverti-los quanto ao caminho tortuoso pelo qual estavam seguindo (v.4). Faziam mal a si mesmos (v.7) e prosseguiam irritando ao SENHOR com as obras de suas mãos (v. 8). Não houve arrependimento, nem tampouco conversão, e ali, diante de Jeremias, estava “grande multidão” (v.15) decidida a seguir “certamente, toda a palavra que” lhes saía da própria boca (v.17).

Contrariando o ASSIM DIZ O SENHOR, o povo deu as costas a “toda palavra que sai da boca de Deus” (Mateus 4:4) para seguir as palavras que lhes traria a própria condenação (Mateus 12:37). Desviaram os olhos do Rei dos reis para se inclinar perante a “Rainha dos céus” (v.18) e a esta atribuir a prosperidade de tempos passados. O pecado da idolatria era uma constante no meio de Israel, e a ida ao Egito só aflorou esta prática. Mediante a rebeldia, o castigo era inevitável e, ao cumprir-se “o sinal” (v.30) predito pelo SENHOR, o povo colheria o fruto de suas más ações.

As palavras do SENHOR são palavras de salvação. Delas provém livramento e vida; e obedecê-las é sinal de sabedoria e fidelidade. Mas aqueles que as ouvem e não as praticam recebem o mal que buscam, ainda que a intenção não fosse recebê-lo. As consequências surgem não porque Deus as impôs, mas devido ao erro de dar as costas a Ele. E, dando as costas ao SENHOR, vem o inimigo das almas e assume as rédeas da situação, fazendo o que ele sabe fazer de melhor: “roubar, matar e destruir” (João 10:10).

Desde o princípio até hoje, as palavras do SENHOR ecoam nos quatro cantos da Terra e, assim como muitos se escandalizaram com a afirmação de Jesus: “Eu sou o Pão da Vida” (João 6:48), milhares têm se escandalizado com as verdades das Escrituras, já que obedecê-las requer a renúncia do próprio eu. As palavras ditas por Cristo com tanto amor à mulher adúltera, são as mesmas que Ele repete a cada dia, a cada pecador que se arrepende: “Nem Eu tampouco te condeno; vai e não peques mais” (João 8:11). Estas foram as palavras mais cheias de amor já proferidas pelo nosso Salvador! Não se trata apenas de perdão e de palavras de ordem, mas da essência de Seu sacrifício.

Jesus entregou a Sua vida para que não sejamos condenados e a única coisa que Ele nos pede é que nos afastemos do que o pendurou naquela cruz. Tudo o que Ele nos pede é o nosso enganoso coração para que então possamos nos agradar dos Seus caminhos, das Suas palavras  (Provérbios 23:26) e, então, obedecermos à voz do SENHOR, assim como Ele, por amor, obedeceu aos mandamentos de Seu Pai e em Seu amor permaneceu (João 15:10). Escolha, HOJE, fazer parte dos que hão de herdar a salvação: “os que guardam os mandamentos de Deus e a fé em Jesus” (Apocalipse 14:12).

Bom dia, remanescente fiel!

Desafio do dia: A acidez sanguínea provoca, dentre outros problemas, prejuízo na absorção de nutrientes e vitaminas importantes para o bom funcionamento do nosso organismo. Um excelente tratamento para manter o seu pH sanguíneo alcalino é ingerir pela manhã, ainda em jejum, um copo de água morna com limão.

Rosana Garcia Barros

#PrimeiroDeus
#Jeremias44
#RPSP



JEREMIAS 44 – COMENTÁRIO PR EVANDRO FÁVERO by Maria Eduarda
7 de setembro de 2017, 0:25
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JEREMIAS 44 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS by jquimelli
7 de setembro de 2017, 0:20
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Terra do Egito. Esta mensagem de Deus, possivelmente, chegou poucos anos depois dos eventos ocorridos no cap. 43. CBASD, vol. 4, p. 545.

Queimando incenso. Estas palavras indicam que, além de continuar nas familiares práticas idólatras de sua própria terra, eles se envolveram nas práticas idólatras dos egípcios. Foi o perigo desta ligação idólatra com o Egito que fez Jeremias se opor a qualquer plano de aliança com aquele país. CBASD, vol. 4, p. 546.

12 Que se obstinou. Há um jogo de palavras nesta expressão. Deus voltou o rosto contra Seu povo (v. 11) porque ele pôs o rosto de modo contrário [e obstinado] ao Seu conselho. CBASD, vol. 4, p. 546.

14 À qual desejam voltar. Uma indicação de que os exilados ainda se apegavam à esperança de retornar à sua terra natal. A segurança de que haveria só “alguns fugitivos” é repetida de modo pleno no v. 28. CBASD, vol. 4, p. 546.

11-14; 25-30. Os judeus que se mudaram para o Egito se estabeleceram em quatro lugares: Migdol e Tafnes, na fronteira, Mênfis (Baixo Egito) e Patros (Alto Egito). A última mensagem profética de Jeremias para este povo deixava claro que o motivo dos problemas que enfrentavam, entre eles a fome e a destruição de Jerusalém, era a sua adoração de ídolos e por servirem a outros deuses (v. 2-10). Mesmo após a destruição de Jerusalém eles não haviam se arrependido e voltado para Deus. A mensagem de Deus entregue ao povo de Judá, no Egito, foi uma mensagem de punição. Ali eles não viveriam ilesos como pensavam que seria (v. 11-14). Mesmo que a mensagem de Deus possa parecer apenas uma mensagem negativa, devemos entender que toda a mensagem de punição é condicional. Por exemplo, a mensagem de Deus ao povo de Nínive era negativa (Jonas 3:4). No entanto, quando o povo se arrependeu, a cidade não foi destruída (Jonas 3:10). Também a mensagem dada a Ezequiel era negativa (Ezequiel 3:18); no entanto, se o ímpio se arrependesse, sua vida poderia ser prolongada (Ezequiel 3:21). Yoshitaka Kobayashi, em https://reavivadosporsuapalavra.org/2014/06/14/.

17 A Rainha dos Céus. Esta deusa é normalmente identificada com a Ishtar assírio-babilônica. Dado que havia cerimônias imorais ligadas a essa adoração, ela despertou calorosa indignação em Jeremias, particularmente porque isso parece ter sido uma parte preeminente da idolatra então praticada. A Ishtar assírio-babilônica, a deusa mãe, era equivalente à divindade conhecida pelos hebreus como Astarote e pelos cananeus com Astarte, cujas estatuetas são encontradas na Palestina (ver vol. 2, p. 21, 22, 325, 3260. Esta deusa da fertilidade, da maternidade, do amor sexual e da guerra, era adorada em ritos extremamente degradantes e imorais. Era a mesma deusa adorada com vários nomes e, em vários aspectos, como a mãe-terra, a mãe virgem e é identificada em sentido geral como Atargatis, a “GrandeMãe” da Ásia Menos, Artemis (Diana) dos efésios, Vênus e outras. Vários nomes aplicados à deusa mãe contém um elemento que significa “senhora” ou “dona”, como Nana, Innini, Irnini, Beltis. Algumas das designações eram Belti, “minha senhora” (o equivalente exato do italiano Madonna). Belit-ni, “nossa senhora” e”rainha do céu”, o nome com o qual Ishtar era adorada nos telhados como estrela matutina ou vespertina, com uma oferta de bolos, vinho e incenso. Ishtar também era conhecida como a mãe misericordiosa que intercedia junto aos deuses em favor de seus adoradores. CBASD, vol. 4, p. 546.

22 Desabitada. Uma ilustração da extrema desolação de Judá. CBASD, vol. 4, p. 547.

30 Faraó-Hofra. Este rei egípcio, conhecido pelos gregos como Ápries, reinou por aproximadamente 20 anos (589-570 a.C.). Por causa de uma revolta armada teve que ceder o trono ao comandante do exército, Ahmés, mais conhecido pelo nome grego Amósis (ver vol. 2, p. 75). A tradição judaica diz que, devido ao fato de Jeremias condenar seu destino, os judeus no Egito apedrejaram o profeta até a morte, embora de acordo com outras tradições ele tenha sobrevivido até a invasão de Nabucodonosor ao Egito e sido levado para Babilônia ou de volta a Judá, onde teve morte natural. CBASD, vol. 4, p. 547.




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