Filed under: Sem categoria
JEREMIAS 48 – O livro de Jeremias é o segundo maior livro do Antigo Testamento. Suas profecias, acompanhadas de sua autobiografia, tornam o livro muito interessante.
Por várias razões Jeremias é bem conhecido entre aqueles que apreciam a Bíblia. Contudo, suas mensagens são pouco conhecidas, talvez por não serem tão valorizadas como deveriam.
• Vamos estudar sua profecia contra Moabe?
C. Paul Gray observa que “entre os oráculos encontrados nos capítulo 46-49, essa profecia é singular em relação a sua extensão, seu grande número de lugares e suas semelhanças com outras passagens das Escrituras”. Abaixo segue a divisão que Gray faz do capítulo em questão:
1. As consequências da confiança inapropriada (vs. 1-10);
2. A desgraça da vida indisciplinada (vs. 11-17);
3. O desastre chega (vs. 18-28);
4. Um lamento pela orgulhosa nação de Moabe que caiu (29-39);
5. Não há escape de juízo (vs. 40-47).
Orgulho, arrogância, prepotência e soberba levam indivíduos e nações a um fim indesejado. Uma existência desregrada, indiferente aos princípios divinos e sem parâmetros bíblicos enfrentará situações em que a desgraça será sua melhor definição de vida.
Apesar Moabe ter Quemos como seu deus, ainda que os pecados de Moabe eram extravagantes, Deus começa com uma mensagem de juízo e destruição (vs. 1-2); mas, termina com uma mensagem de restauração e esperança (v. 47).
A profecia declara que Moabe iria para o cativeiro. Contudo, depois da disciplina, o próprio Deus promete: “Chegará o dia em que vou restaurar a sorte de Moabe”. A misericórdia divina tem a última palavra, não o juízo!
Outras aplicações espirituais:
• Através da profecia a Moabe, observa-se que Deus ama, trata com um amor firme e disciplinador aos povos que adoram outros deuses, além de oferecer um futuro promissor a todas as nações e quer a restauração de todos os povos.
• Com Moabe, aprendemos que a vida desgraçada resulta de uma rejeição à graça de um Deus que deseja o melhor para os habitantes deste mundo imoral e decadente.
• A mensagem do servo de Deus pode parecer dura e pesada contra seus destinatários; todavia, ele termina com esperança, oferece consolo e promete a ação graciosa de Deus.
• O evangelho é destinado a todas as pessoas, Deus age para restaurar o caído e destruído pelo pecado.
Portanto, reavivemo-nos! – Heber Toth Armí.
Filed under: Sem categoria
“Moabe será destruída, para que não seja povo, porque se engrandeceu contra o SENHOR” (v. 42).
Dentre os profetas que descrevem a ruína de Moabe, a descrição do profeta Jeremias é a mais detalhada. Em minúcias, o SENHOR revelou os juízos que sobreviriam àquela nação devido à sua extrema soberba, arrogância, orgulho e altivez do coração (v.29). Confiaram nas suas próprias obras e tesouros (v.7) e fizeram “a obra do SENHOR relaxadamente” (v.10).
Moabe foi um dos filhos de Ló com uma de suas filhas. Ou seja, Ló era o pai, mas também era o avô (Gênesis 19:37). Uma abominação que deu início a um dos povos inimigos de Israel. No entanto, Deus, em Sua infinita graça, consegue extrair bênção do meio dos escombros e suscitou uma moabita chamada Rute para ser bisavó do rei Davi e, consequentemente, fazer parte da genealogia de Jesus Cristo.
Moabe “se engrandeceu contra o SENHOR” (v.42), permitindo que seus corações fossem tomados pelo mesmo sentimento maligno que teve origem no coração de Lúcifer. A soberba e o orgulho próprio são dois “venenos” mascarados. Eles vão matando aos poucos. São doses diárias que vão enlevando o coração até o ponto de estar completamente envenenado. Só existe um antídoto contra este perigo letal: JESUS. O “manso e humilde de coração” (Mateus 11:29) nos convida a dEle aprender para nEle caminhar (João 14:6).
“Contudo” (v. 47), a mensagem profética não encerrou anunciando uma destruição definitiva, mas uma restauração futura: “mudarei a sorte de Moabe, nos últimos dias” (v.47). Deus tem um propósito de restauração nos últimos dias para “cada nação, e tribo, e língua, e povo” (Apocalipse 14:6). Ele tem chamado o Seu povo, a título de urgência, para proclamar o alto clamor. E “maldito” todo aquele que, à semelhança de Moabe, “fizer a obra do SENHOR relaxadamente” (v.10)!
Amados, estamos vivendo no “olho do furacão”. Aparentemente, parece que está tudo muito tranquilo, quando de repente sobrevém a fúria deixando um rastro de destruição. “E eis que venho sem demora” (Apocalipse 22:12), “diz o Rei, cujo nome é SENHOR dos Exércitos” (v.15), e precisamos estar preparados. A arrogância de Laodiceia será abatida assim como foi a de Moabe. É tempo, portanto, de sermos zelosos na obra do SENHOR e nos arrependermos de nossos maus caminhos (Apocalipse 3:19). Só assim Jesus poderá realizar em nosso coração a mudança que nos fará servos operantes semeando “para o Espírito” e, “do Espírito”, colheremos “vida eterna” (Gálatas 6:8).
Bom dia, servos operantes do SENHOR!
Desafio do dia: Seja um agente da esperança. Distribua algum material ou compartilhe em suas redes sociais uma mensagem que fale sobre a volta de Jesus.
Rosana Garcia Barros
#PrimeiroDeus #Jeremias48 #RPSP
Filed under: Sem categoria
Antes do tempo de Moisés, os moabitas adoravam o ídolo Quemos. Por causa disso Deus permitiu que os amorreus viessem e tomassem parte de suas terras (Núm 21:26). Mais tarde, no tempo de Moisés, Balaque, rei de Moabe, pediu a Balaão que amaldiçoasse Israel. Isto aconteceu quando os moabitas adoravam Baal-Peor e levaram os homens de Israel a fazer o mesmo (Núm 25:1-3).
Nos dias em que Jorão, o filho de Acabe, era o rei de Israel, Mesa, rei de Moabe se voltou contra Israel. Seu deus era Camos, e ele mesmo ofereceu seu filho a este deus em holocausto (2 Rs 3:27). Na guerra que se seguiu, Mesa, recusou-se a render-se a Israel. Então, Israel continuou a lutar contra os moabitas, e estes estavam em vias de serem exterminados. Foi quando Deus interveio, interrompendo a luta e permitindo que o remanescente dos moabitas retornasse para casa.
Aparentemente, não havia ainda chegado o momento para Deus exterminar os moabitas, mesmo sendo eles adoradores de ídolos, pois o Senhor queria que eles se arrependessem e voltassem para Ele.
No entanto, algumas cidades moabitas deveriam ser destruídas porque: (1) eles ainda adoravam o deus Camos (Jer 48:13); (2) Gabavam-se contra o Deus de Israel e escarneciam de Judá (v. 27, 29, 42); (3) diziam que o reino de Judá não era diferente de todas as outras nações, porque Judá havia sido destruída pelos babilônios (Ez 25:8), e (4) eles amaldiçoavam o povo de Judá e violavam suas fronteiras de Judá ( Sof 2:8). Yoshitaka Kobayashi, em https://reavivadosporsuapalavra.org/2014/06/18/.
2 Tramaram. Do hrb. chasav. Há um trocadilho neste versículo, pois o hebraico para Hesbom está grafado como Chesvon. Esse recurso literário é uma boa ilustração do forte tom poético da profecia. O v. 2 parece indicar que, no tempo de Jeremias, Hesbom foi o centro de uma conspiração contra os moabitas. CBASD, vol. 4, p. 559.
10 Maldito. O anúncio de uma maldição sobre aqueles a quem Deus escolheu como Seus vingadores, que poderiam se abster de executar Seus juízos, é uma forma poética de enfatizar a inevitabilidade dos eventos preditos. CBASD, vol. 4, p. 560.
12 Trasfegadores. Do heb. tso’im, “inclinadores”, isto é, aqueles que inclinam utensílios, a fim de derramar seu conteúdo. CBASD, vol. 4, p. 560.
Filed under: Sem categoria
Comentário Devocional
O capítulo 47 é uma profecia contra os filisteus.
No momento do estabelecimento dos israelitas na terra de Canaã, os filisteus já tinham estabelecido cinco cidades-estado de acordo com a modo grego de formar cidades, cada cidade com seu próprio governante. Quando a arca de Deus foi capturada pelos filisteus houve vários acontecimentos milagrosos entre eles (1Sm 5 e 6). Deus lhes deu provas suficientes para que cressem nEle como quando guiou as duas vacas que puxavam o carro com a arca para percorrerem o caminho até a cidade de Bete-Semes (1 Sam 6:12). No entanto, não há registro na Bíblia de que os filisteus tenham se arrependido e crido no Deus de Israel.
Após esta profecia o exército babilônico invadiu o território dos filisteus, vindo do norte, e o tornou uma parte do império babilônico.
Em nossa sociedade, hoje, também vemos pessoas que, à semelhança dos filisteus, recebem muitas oportunidades para acreditar em Deus mas, mesmo assim, recusam-se a acreditar nestas evidências. É difícil para nós conhecermos as razões destas descrenças. Porém se aproveitarmos as oportunidades e conhecimento que o Senhor nos concedeu nestes últimos tempos, podemos, ao demonstrar verdadeiro interesse por eles, testemunhar de nossa fé e de tudo que o Senhor tem feito por nós
Yoshitaka Kobayashi
Japão
Texto original: https://www.revivalandreformation.org/bhp/en/bible/jer/47 e https://www.revivalandreformation.org/?id=996
Tradução anterior: https://reavivadosporsuapalavra.org/2014/06/17/
Equipe de tradução: Pr Jobson Santos/Jeferson Quimelli/Gisele Quimelli
Texto bíblico: Jeremias 47 NVI
Comentário em áudio Pr Valdeci
Leituras da semana do programa Crede em Seus Profetas: https://credeemseusprofetas.org/
Filed under: Sem categoria
JEREMIAS 47 – O Soberano do Universo não está limitado ao tempo e ao espaço. Ele conhece o passado, o presente e o futuro, ainda exerce domínio em todo lugar. Desta forma, “é inútil resistir ao plano de Deus” (Comentário Bíblia Andrews).
Embora seja curta a profecia contra os filisteus, sua conclusão leva-nos à reflexão.
1. Deus dá profecia a Jeremias a respeito dos filisteus (v. 1). Deus conhece tudo. “Os filisteus (pelistis) eram indo-europeus de Caftor (Creta) (cf. Amós 9.7), sendo que a principal horda se assentou no sudoeste da Palestina, ‘a terra dos pelestes’, no século 12 a.C.” (Merril. F. Unger).
2. Deus dá detalhes da destruição que viria sobre os filisteus (vs. 2-5); os quais “construíram uma nação próspera desenvolvendo sua marinha mercante, que navegava pelo Mediterrâneo e comprava produtos de diversas terras. Contudo, estavam fadados à destruição” (Warren Wiersbe).
• Seriam atropelados por inimigos vorazes: Invasão babilônica – como torrentes transbordantes.
• Entrariam em pânico, lamentar-se-ão; pois, ninguém, nem nação alguma, nem seus deuses poderiam ajudá-los contra o juízo vindouro.
• O medo e o terror fariam pais abandonarem seus filhos para se escaparem.
• Os inimigos de Israel desde os primórdios da nação (I Samuel 4), os quais sempre se opuseram ao povo de Deus, sofreriam terrivelmente por suas decisões arrogantes.
• Grandes cidades filisteias seriam dizimadas.
3. Deus agiria contra aqueles que agiram contra Seu povo. Essa profecia cumpriu-se “em 604 a.C., quando Nabucodonosor venceu a Filístia e conquistou Asquelom” (Robert B. Chisholm).
O que podemos aprender desta profecia contra os filisteus, que por séculos provocou o povo de Deus?
• Juízo divino significa erradicação do mal pela raiz.
• O que você planta, certamente você colherá: quem fere e destrói terá que responder frente ao Juiz Soberano.
• A sentença divina nunca se dá sem avisos prévios: Deus não destrói os destruidores sem informar-lhes.
• O arrependimento e a conversão é o que Deus espera dos pecadores: Entretanto, estes questionam o que Deus permite, em vez de voltarem-se para Ele.
• O tempo de vida é a graça divina oferecendo oportunidade de arrependimento. Por séculos Deus tolera o pecado esperando a conversão de Seus inimigos.
• A disciplina resulta em conversão ou em rebelião: Depende de tua reação à revelação de Deus.
• Nossas negligências espirituais terão consequências indesejadas.
“Senhor, reaviva-nos!” – Heber Toth Armí.
Filed under: Sem categoria
“Ah! Espada do SENHOR, até quando deixarás de repousar? Volta para a tua bainha, descansa e aquieta-te” (v.6).
Dando continuação aos juízos do SENHOR sobre as nações, chegou a vez da Filístia. Inimigos declarados de Israel, os filisteus foram responsáveis por várias guerras contra a nação eleita. Conhecidos pela idolatria e corrupção moral, faziam de seus cultos pagãos verdadeiras orgias e divertiam-se às custas do sofrimento de escravos estrangeiros, como foi o caso de Sansão que, levado ao templo de Dagom, serviu de chacota para milhares de filisteus (Juízes 16:25).
Outro episódio bem conhecido foi o do gigante filisteu. Golias desafiou o exército de Israel a escolher um de seus homens para enfrentá-lo, mas diante do silêncio prolongado deu início a uma série de insultos contra os israelitas. Mal sabia ele que estava afrontando “os exércitos do Deus vivo” (1 Samuel 17:36) e que o menor do povo seria o seu algoz.
A “Espada do SENHOR” (v.6) é um de Seus instrumentos de justiça. Da mesma forma em que Ele corrigia o Seu povo, também era o Seu vingador, como está escrito: “A Mim Me pertence a vingança, a retribuição” (Deuteronômio 32:35). Aqueles povos haviam feito muito mal ao povo de Deus e, certamente, receberiam o devido castigo por suas más ações. O SENHOR estava mostrando ao Seu povo que a Sua justiça sempre prevalece. E até as nações inimigas tiveram que reconhecer isso.
Da mesma forma, hoje, Deus nos convida a nEle confiar e esperar pela Sua justiça. Foi baseado nisso que Paulo escreveu aos romanos: “se possível, quanto depender de vós, tende paz com todos os homens” (Romanos 12:18). Não cabe a nós o papel de desempenhar a justiça, mas de buscar a paz. E ao contrário do que muitos pregam, as guerras no antigo testamento não eram resultado direto da ira de Deus, mas da desobediência dos homens. O princípio dado pelo SENHOR ao Seu povo na forma como lidar com os inimigos tem total coerência com as palavras de Paulo: “Não seguirás a multidão para fazeres mal… Se encontrares desgarrado o boi do teu inimigo ou o seu jumento, lho reconduzirás” (Êxodo 23:2 e 4).
Estão lhe fazendo algum mal? “Vence o mal com o bem” (Romanos 12:21). Você está sendo perseguido? “Abençoai os que vos perseguem” (Romanos 12:14). “Amai os vossos inimigos e orai pelos que vos perseguem” (Mateus 5:44). Confie na perfeita justiça de Cristo! Fazendo assim, você será perfeito “como perfeito é o vosso Pai celeste” (Mateus 5:48).
Bom dia, perfeitos aos olhos do Pai!
Desafio do dia: Faça uma oração terapêutica. Com uma folha de papel em mãos, “rasgue” o seu coração diante de Deus ao mesmo tempo em que rasga um pedaço do papel a cada vez que orar por seus inimigos ou pelos que lhe perseguem. Depois, coloque os pedaços que rasgou em uma embalagem ou caixinha de presente, e deixe em lugar visível para que você sempre lembre de orar por eles não mais olhando para os pedaços de papel rasgados, mas para uma linda embalagem que representa a transformação que o SENHOR pode realizar na vida deles.
Rosana Garcia Barros
#PrimeiroDeus #Jeremias47 #RPSP
Deixe seu comentário:
Filed under: Sem categoria
1 A respeito dos filisteus. Os filisteus perseguiram o povo de Deus, então, eles receberiam uma retribuição justa. CBASD, vol. 4, p. 555.
Filisteus. O povo filisteu estava na Palestina já na época de Abraão (ver com. De Gn 21:32; Js 13:2), mas aportaram em massa na região, durante a grande migração dos povos do mar, em aproximadamente 1200 a.C. … Eles estavam entre os principais oponentes dos hebreus primitivos, mas, depois da época de Davi, eles desempenharam papel de menor importância nos assuntos de Israel. CBASD, vol. 4, p. 555.
Faraó ferisse a Gaza. A informação histórica é escassa para identificar este ataque de modo preciso. Há vários períodos em que um ataque como este, partindo dos egípcios, seria possível. … Nos tempos bíblicos, Gaza era o mais importante centro comercial da Palestina. Situava-se no extremo sul da fértil planície filisteia, na convergência de duas das principais estradas da Palestina. Por meio dela, a rota comercial do deserto oriental, com sua riqueza de ferro e cobre das minas de Edom, ligava-se ao grande derek kay-yam, ou “caminho do mar”, a estrada litorânea que conduzia ao norte a partir do Egito. Devido a suas posição nessa última rota, a cidade era de grande importância estratégica. Os egípcios utilizaram essa estrada por quase mil anos, como rota habitual de suas repetidas invasões à Palestina e à Síria. Durante as 18ª a e19ª dinastias, quando os egípcios dominaram grande parte da Palestina, Gaza foi um dos principais centros administrativos. Ao tomar Gaza, qualquer faraó que invadia a Palestina também asseguraria um ponto a partir do qual podia dominar o litoral, proteger suas comunicações com o Egito e controlar muito do comércio do país. CBASD, vol. 4, p. 555, 556.
3 Os pais não atendem aos filhos, por se afrouxarem as suas mãos. O caos e o medo seriam tão grandes que os pais chegariam a negligenciar seus próprios filhos. Bíblia de Estudo Andrews.
4 Tiro e Sidom. Tiro e Sidom [na época, Fenícia. Hoje, Líbano] dominaram a costa norte da planície filisteia e eram, evidentemente, aliados dos filisteus. CBASD, vol. 4, p. 556.
Caftor da terra do mar. Isto é, Creta, de onde os filisteus já haviam migrado para o continente. CBASD, vol. 4, p. 556.
5 Calvície. Talvez uma referência à destruição da cidade … [ou] como sinal de luto… Raspar a cabeça e ferir o corpo eram expressões comuns de aflição (ver Jr 16:6; cf Dt 14:1). CBASD, vol. 4, p. 556, 557.
Asquelom. Uma das principais cidades filisteias, aproximadamente 20 km ao norte de Gaza na estrada marginal. CBASD, vol. 4, p. 557.
Vale. Do heb. ‘emeq, melhor seria “uma planície”. Neste versículo, a planície filisteia. CBASD, vol. 4, p. 557.