Reavivados por Sua Palavra


CANTARES 6 – Comentário Rosana Barros by Ivan Barros
18 de maio de 2017, 0:30
Filed under: Sem categoria


“Eu sou do meu amado, e o meu amado é meu…” (v. 3).


Todo casamento está sujeito a momentos difíceis. Esses momentos podem ser consequências de aborrecimentos do dia a dia, ou resultados de situações mais sérias. De qualquer forma, o que vai definir o fim de cada um deles é o amor entre os cônjuges e a maneira com que escolhem lidar com esses reveses. Não há uma fórmula mágica para se resolver problemas, mas há sim um método eficaz: o perdão.

Ao ser questionada sobre o paradeiro do seu amado, a resposta da esposa exclui qualquer resquício de que houve algum tipo de desavença entre eles. É como se ela tivesse dito:
— Ele está onde deve estar; ao meu lado. Porque eu sou dele e ele é meu.

Independente de ter acontecido ou não algum contratempo, a relação entre eles não foi afetada. O amor prevaleceu. A aliança não foi rompida por um mal-entendido. Houve reconciliação. E para haver reconciliação, antes, importa haver decisão. Se eu decido perdoar ou se eu decido pedir perdão, estou dando o primeiro passo na edificação de um casamento onde o amor ensinado por Deus prevalece e a “grande cólera” (Ap. 12:12) do inimigo desvanece.

O esposo reafirma o seu amor por “uma só” (v. 9) quando, da mesma forma que antes, descreve a sua amada com o mesmo apreço e admiração. Um homem que elogia a sua mulher, que cuida dela e que alimenta a sua autoestima a cada dia, terá sempre uma mulher feliz, realizada e confiante. Muitas mulheres têm buscado no excesso de vaidade os elogios e a valorização dos de fora. De “n” maneiras procuram chamar a atenção do marido, mas se este não corresponde às suas expectativas, anseiam pelos olhares alheios.

Eu nunca me esqueço de uma frase que o pastor que celebrou meu casamento falou para o meu noivo, hoje meu esposo: “Você tem que fazer da sua mulher a mulher mais linda”! Percebam o que diz o coro no verso 1: “Para onde foi o teu amado, ó MAIS FORMOSA ENTRE AS MULHERES?” É dever do marido não adornar a sua esposa ou torná-la desejável a outros, mas amá-la e admirá-la a ponto de que, naturalmente, isto seja notado pelos de fora: “… e lhe chamaram ditosa… e a louvaram” (v. 9). Isto não quer dizer exposição da vida privada, muito pelo contrário, devemos ter muito cuidado com a superexposição principalmente nesta geração onde as redes sociais têm destruído famílias. Isto quer dizer que um relacionamento baseado no amor, no perdão e no compromisso feito um com o outro, é um dos mais poderosos testemunhos de que o propósito do SENHOR para o casamento é real, é verdadeiro e é possível.

Maridos, se a sua esposa se sentir a rainha (v. 12) da sua vida, você será considerado rei por onde for: “Seu marido é estimado entre os juízes quando se assenta com os anciãos da terra” (Pv. 31:23).
Esposas, tenham paciência e uma vida de oração. Que a tua beleza brote de dentro para fora no temor do SENHOR (Pv. 31:30).

Que o SENHOR Deus, Todo-Poderoso, derrame o melhor de Suas bênçãos sobre cada casal!

Bom dia, reis e rainhas do lar!

Desafio do dia: “[Para o casal] Orem de joelhos, com as mãos dadas, pedindo amor sincero e altruísta, expulsando qualquer sentimento egoísta e manipulador” (Guia de Estudos de capítulos selecionados do livro Conduta Sexual de Ellen G. White, p. 10).

Rosana Garcia Barros

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