Reavivados por Sua Palavra


SALMO 47 – COMENTÁRIO PR. HEBER TOTH ARMÍ by Jeferson Quimelli
17 de dezembro de 2016, 0:45
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SALMO 47 – Este é um salmo para Ano Novo. Os judeus o utilizavam como parte central da programação. Era um momento alegre, festivo e emocionante; a razão era porque Deus opera grandes maravilhas.

O salmo pode ser divido em três partes:

1. Convocação para aclamação triunfal diante da expectativa da vinda do Rei (vs. 1-4).
2. Convite para celebrar a entronização do Rei (vs. 5-7).
3. Conclamação para congratular-se pelo estabelecimento do reino eterno do Rei soberano (vs. 8-9).

Bater palmas é uma forma de expressar alegria perante Deus, o Rei Universal. Não é uma prática restrita a uma cultura, ou a alguns povos, mas todos os habitantes da Terra devem aplaudi-Lo e cantando-Lhe louvores com todas as forças por Suas características formidáveis, por ser Ele o Criador e o poderoso sobre todos os poderosos, o qual dará a vitória a Seus súditos (vs. 1-3).

O amor do Senhor Deus deve ser lembrado a cada virada de ano. Israel não foi apenas escolhido por Deus, foi também amado por Ele. Deus preza e cuida graciosamente de Seu povo. Deus não tem preferência por um povo em detrimento de outro. O fato dEle escolher Israel, é porque queria estender Seu amor a todo o mundo, como de fato o fez por meio de um judeu chamado Jesus (v. 4; ver João 3:16; 4:22; Atos 3:25).

As mãos que foram cravadas na cruz são as mãos que regem a história. Ao morrer e, depois de três dias ressuscitar, Jesus obteve o direito legal de subir ao trono celestial para governar até onde Satanás alegava ser dele. Por isso, devemos oferecer altos louvores pelas ações vitoriosas de Jesus, o divino Rei (vs. 4-7; ver Apocalipse 12:10-12).

A Nova Jerusalém será o local onde o trono de Deus será estabelecido. Haverá apenas um Rei e um povo. Não haverá nenhuma oposição, pois não haverá nenhum outro reino. Todos promoverão unicamente o reino justo e perfeito de Deus, o resultado será eterna harmonia e paz (vs. 8-9; ver Apocalipse 20:1-22:21).

Um julgamento antecede à segunda vinda de Cristo a este Planeta para separar os súditos do reino de Deus dos súditos do reino do Diabo; quem quiser, hoje pode decidir a qual rei adorar. Dessa decisão dependerá teu futuro! – Heber Toth Armí.



SALMO 47 – #RPSP – COMENTÁRIO ROSANA BARROS by Ivan Barros
17 de dezembro de 2016, 0:30
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“Pois o SENHOR Altíssimo é tremendo, é o grande Rei de toda a terra” (v. 2).

O desejo dos maiores reis que já pisaram nesta Terra, de estabelecer uma só monarquia, nunca encontrou êxito. Egito, Babilônia, Medo-Pérsia, Grécia, Roma, são exemplos de reinos que tiveram suas tentativas frustradas. As investidas mais recentes da história, neste sentido, culminaram nas maiores e mais terríveis guerras e nos mais sangrentos massacres. Enquanto a ganância do homem desejar o que SOMENTE a Deus pertence, o resultado será sempre páginas vermelhas nos registros da história. 

O Salmo de hoje é enfático e não deixa margem de dúvida: “Deus é o Rei de TODA a terra” (v. 7). Quando um anjo de luz cobiçou o ser igual a Deus, despovoou terça parte da corte angélica (Apocalipse 12:4, 9), plantou no coração de nossos primeiros pais a mesma ambição (Gênesis 3:5) e desde então tem motivado no coração humano este desejo maligno de subir degraus inalcançáveis.

Ao Israel rejeitar o governo de Deus, iniciou-se uma cadeia de monarquias desastrosas. Salvo aqueles cujo coração era governado por Deus, houve uma sucessão de reis ímpios que dividiu Israel em dois reinos e que levou “o povo do Deus de Abraão” (v. 9) para cada vez mais longe dos propósitos divinos. Por amor a Abraão, dele suscitou o Seu povo, “a quem Ele ama” (v. 4). Mas O Amor foi rejeitado tanto como Rei quanto como Redentor.

A partir do momento em que rejeitamos o governo do SENHOR em nossa vida, não mais conseguimos reconhecê-Lo. Desacatar às ordens de um rei é considerado, no mínimo, uma falta grave, uma traição. O que dirá desacatar às ordens “do grande Rei de toda a terra?” (v. 2). Deus suscitou Israel para ser um povo que anunciaria ao mundo a mensagem do verdadeiro Rei. Mas o povo O rejeitou e, em Cristo, não O reconheceu.

Hoje, Deus tem um povo para cumprir com a missão que a antiga nação eleita recusou, proclamando: “Temei a Deus e dai-Lhe glória, pois é chegada a hora do Seu juízo; e adorai Aquele que fez o céu, e a terra, e o mar, e as fontes das águas” (Apocalipse 14:7). É este Deus, Criador, Rei dos reis, Redentor, que merece todo o nosso louvor e toda a nossa adoração. Precisamos descer dos pedestais do orgulho e da cobiça e nos lançar no melhor lugar do mundo: aos pés do nosso Rei e Salvador, Jesus Cristo. Pois “o temor do SENHOR é a instrução da sabedoria, e a humildade precede a honra” (Provérbios 15:33). Já “a soberba precede a ruína, e a altivez do espírito, a queda” (Provérbios 17:18). Ou seja, é só uma questão de tempo para que os humildes sejam exaltados e os soberbos, humilhados (Mateus 23:12). Que o nosso coração seja totalmente governado por Deus. Que a Majestade dos Céus seja entronizado em nossa vida para a glória do Seu nome! Então, cumpriremos fielmente o Seu mandado e a vida de Cristo em nós será a maior e a melhor forma de povoar o Reino dos Céus.

Feliz sábado, “povo do Deus de Abraão” (v. 9)!

Desafio do dia: Louve ao SENHOR do sábado! Medite na letra deste hino: “Rei dos reis” (HA, n° 73).

*Leiam #Salmo47

Rosana Garcia Barros



SALMO 46 by Jeferson Quimelli
16 de dezembro de 2016, 1:00
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Comentário devocional:

Ao longo da história, em todo o mundo, as grandes cidades têm crescido às margens de grandes rios. As cidades precisam de muita água para prosperar. Embora Jerusalém tivesse apenas um pequeno riacho para seu abastecimento de água, Ezequiel viu que a cidade recebia as águas de um poderoso rio que corria a partir do templo de Deus (Ez 47:1-12).

“Há um rio cujos canais alegram a cidade de Deus, o Santo Lugar onde habita o Altíssimo” (Sl 46:4, NVI), canta o salmista. Jesus proclamou, no dia da festa dos Tabernáculos, que Ele próprio era aquele Rio, capaz de satisfazer a sede de todos (João 7:37-38).

Ao nosso redor as pessoas podem ficar aterrorizadas com furacões, inundações, terremotos e maremotos. Deus está conosco, mesmo em meio a estas convulsões naturais. O noticiário internacional está saturado de ameaças iminentes de convulsões políticas e de guerras que destroem nações ao redor do globo. Deus ainda está no controle e acima de todo o tumulto. Ele afirma Sua autoridade sobre as nações que guerreiam entre si.

Em meio às difíceis circunstâncias que nos cercam a mensagem do Eterno é: “Aquiete-se e saiba que eu sou Deus” (v. 10, NIV). Não há outro refúgio. Ele é suficiente.

Pai, em meio ao caos e a insegurança, dá-me paz. Em um mundo preocupado com catástrofes naturais, guerras e terroristas, a minha alma pode se sentir segura em Ti. Deixe-me ouvir o eco da voz de Jesus quando Ele falou à tempestade na Galiléia: “Aquieta-te!”.
Amém.

Helen Pyke
Universidade Adventista do Sul

Texto original: blog Conferência Geral em inglês
Tradução anterior expandida: https://reavivadosporsuapalavra.org/2013/09/22/
Tradução: Jeferson Quimelli/Pr Jobson Santos
Texto bíblico: Salmo 46 NVI
Comentário em áudio Pr Valdeci
Leitura da semana programa Crede em Seus Profetas: blog Conferência Geral e blog Crede em Seus Profetas



SALMO 46 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS by Jeferson Quimelli
16 de dezembro de 2016, 0:50
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Você já se deu conta de quantas canções foram compostas com base nas promessas e no conforto deste salmo? Eu me lembro, neste momento, de pelo menos 4 delas. Você pode nos ajudar a identificá-los para que as cantemos hoje? As palavras deste salmo tem sido conforto e apoio para muitos cristãos de todos os tempos. Estes versos merecem uma atenção especial.

Introdução. O Salmo 46 é chamado de “O salmo de Lutero” porque o reformador cantava este salmo nas horas de aflição e o parafraseou num hino, “Castelo Forte” […]. O salmo é um hino que fala da segurança que o povo de Deus pode desfrutar em meio ao caos deste mundo. Para expressar esse tema, tão pertinente em nossos dias também, o salmista escolheu a métrica regular, algo incomum na poesia hebraica. Três estrofes praticamente iguais em tamanho, com refrão e a palavra “Selá” devidamente posicionados, apresentam figuras de contrastes marcantes: águas turbulentas, montanhas abaladas e um rio tranquilo; nações agitadas, a terra se dissolvendo com a voz do Senhor; a desolação da guerra e Deus governando calmamente sobre as nações […] Os Salmos 46, 47 e 48 tem muitas ideias afins e provavelmente compartilham do mesmo contexto. Pode-se concluir da declaração do livro Patriarcas e Profetas (p. 203) que Davi foi o autor deste salmo.
Afirma-se que Oliver Cromwell, estadista inglês, pediu ao povo para cantar este salmo dizendo: “Este é um salmo muito especial para o cristão. Deus é nosso refúgio e fortaleza, socorro bem presente nas tribulações. Se o papa e os espanhóis e o diabo se opõem a nós, ainda assim, em nome do Senhor, nós os destruiremos. O Senhor dos exércitos está conosco, o Deus de Jacó é o nosso refúgio.” (CBASD – Comentário Bíblico Adventista do 7º Dia, vol. 3, p. 837).

1-3 Deus é refúgio no perigo; força para levar a nossa vida para finalidades construtivas, socorro e consolo nas preocupações. Para exemplificar este fato, descrevem-se quatro calamidades que pareceriam ser o fim do mundo, sem atemorizarem aos que tem Deus como refúgio (Rm 8.31-39). A presença e o poder de Deus, reconhecidos e aceitos em nossas vidas, constituem a diferença entre derrotas e vitórias, entre fracassos e êxitos, entre o medo e a fé (Bíblia Shedd).

1 Deus é o nosso refúgio. Cada uma das três partes do salmo repete a declaração que “Deus é o nosso refúgio” v. 1, 7 e 11.
socorro bem presente. A frase completa diz, literalmente, “encontrou-se uma ajuda extraordinária na tribulação”. Visto que Deus sempre nos ajuda, podemos confiar nEle nas tribulações (CBASD, vol. 3, p. 837).

2 portanto. Isto é, tendo em vista o que Davi disse no v. 1. Os fenômenos físicos de agitação da natureza, terremoto que lança as montanhas ao mar, a fúria das ondas e o cataclismo de uma onda gigante, bem como comoções e revoluções na política mundial, não devem abalar os que confiam em Deus. Não importa o que aconteça, Deus é um refúgio seguro (CBASD, vol. 3, p. 837).

3 Selá (ARC). Esta palavra marca o final da primeira estrofe (CBASD, vol. 3, p. 837).

4-7 A salvação operada por Deus (1-3) é prova daquilo que Deus é para nós; é um antegozo do santuário eterno de Deus. Deus, que se tornou Deus de Jacó, que é o Deus de todas as forças do universo, quer também ser o nosso Deus, e nos levar para a Cidade Eterna com o rio e suas correntes (4; Ap 21.9-22.5) (Bíblia Shedd).

4 um rio. Uma bela metáfora da proteção divina. Apresenta-se um estado de tranquilidade e segurança em contraste marcante com o oceano feroz do v. 3. A segunda estrofe (v. 4-7) retrata a paz da cidade de Deus, ao passo que tudo o que está fora dela encontra-se em caos (CBASD, vol. 3, p. 837).

Jerusalém não tem rio, diferentemente de Tebas (Nm 3.8), Damasco (2Rs 5.12), Nínive (Na 2.6,8) ou Babilônia (Sl 137.1), mas nem por isso deixava de ter um “rio”. Aqui, o rio de 36.8 serve de metáfora do derramamento contínuo das bênçãos de Deus que sustentam e que refrigeram, e que deixam a cidade de Deus semelhante ao jardim do Éden (v. Gn 2.10; Is 33.21; 51.3; v. tb Ez 31.4-9) (Bíblia de Estudo NVI Vida).

5 desde antemanhã. Literalmente, “na virada da manhã”, isto é, ao amanhecer (ver Êx. 14:24; Lm 3:22, 23) (CBASD, vol. 3, p. 838).

“desde o romper da manhã” (NVI). Ou “quando se aproxima a aurora” – i.e., quando havia mais probabilidade de ataques contra cidades. O socorro divino faz raiar a aurora do livramento e dissipa a noite do perigo (v. 44.19; cf. ex. em Is 37.36) (Bíblia de Estudo NVI Vida).

6 a terra se dissolve. Linguagem figurada que demonstra o poder absoluto de Deus. A sucessão de frases curtas, sem conjunções […], torna a descrição mais vívida (CBASD, vol. 3, p. 838).

7 o Senhor dos Exércitos. O v. 7 é o refrão da segunda estrofe (ver v. 11). No refrão está a nota tônica do salmo (CBASD, vol. 3, p. 838).
está conosco. É o suficiente. O cristão precisa apenas estar seguro da presença de Deus [cf. Sl. 23:4] (CBASD, vol. 3, p. 772).

refúgio. Ou, “uma elevação segura”, “um abrigo”. John Wesley, confortado com a promessa deste versículo, corajosamente enfrentou a morte. Durante toda a noite antes de morrer repetiu estas palavras. A força do crente não está em si mesmo, nem na aliança com o poder do mundo, mas em Deus. Calvino disse: “O fiel deve aprender que a graça de Deus é suficiente. Portanto, embora a ajuda de Deus nos chegue de modo secreto e suave, como um riacho estreito, devemos desfrutar uma tranquilidade mais profunda do que se todo o poder do mundo fosse empregado de uma só vez para nos ajudar. (CBASD, vol. 3, p. 838).

8 vinde, contemplai. A terceira estrofe (v. 8-11) retrata o poder de Deus manifesto ao controlar o movimento das nações, e a excelência de Sua serena exaltação sobre elas (CBASD, vol. 3, p. 838).

9 carros.O versículo descreve um campo de batalha com armas quebradas e veículos queimados. A vitória é completa (CBASD, vol. 3, p. 838).

10 aquietai-vos. Literalmente, “entreguem-se”, “desistam”. O próprio Deus é quem diz estas palavras. A primeira frase deste versículo foi parafraseada: “Silêncio! Abandonem sua agitação e reconheçam que eu sou Deus.” Falamos muito e ouvimos pouco. Falta-nos o equilíbrio e a firmeza cristã devido aos nossos muitos afazeres. Moisés passou 40 anos na terra de Midiã (At 7:29, 30), Paulo passou três anos [quase 40 meses?] no deserto (Gl 1:17, 18) e Jesus 40 dias no deserto (Mt 4:1,2), preparando-se para as responsabilidades do chamado divino (CBASD, vol. 3, p. 838).

11 o Senhor dos Exércitos. O v. 11 é o refrão da terceira estrofe. O Salmo 46 trará conforto especial ao povo de Deus no tempo de angústia (GC, 639). Nessa hora, quando um grande terremoto jamais visto abalar toda a Terra; quando o Sol, a Lua e as estrelas saírem de suas órbitas; quando as montanhas tremerem como vara e rochas forem lançadas para todos os lados; quando o mar se agitar com fúria e toda a superfície da Terra se desfizer; quando cadeias de montanhas afundarem e ilhas desaparecerem (Mt 24:29,30; Lc 21:25,26; GC 637; PE 34,41), os santos terão a proteção de Deus (CBASD, vol. 3, p. 838).



SALMO 46 – COMENTÁRIO PR HEBER TOTH ARMÍ by Jeferson Quimelli
16 de dezembro de 2016, 0:45
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SALMO 46 – Ler sistemática e corretamente a Bíblia traz ânimo, confiança, inspiração e fé aos cristãos em todas as gerações e circunstâncias.

O salmista apresenta-nos um Deus sem igual, do qual nós tanto precisamos neste mundo mal:

1. “Deus é o nosso abrigo seguro e esconderijo, sempre pronto a nos socorrer” (v. 1).
2. “O Deus que lutou com Jacó luta por nós, o Senhor dos Exércitos de Anjos nos protege” (v. 3, 7, 11).
3. Onde Deus mora “as ruas são seguras, com Deus a seu dispor desde o amanhecer” (v. 5).

Este Salmo é “hino de louvor, ou canto de Sião, que inspirou a Lutero seu Ein feste Burg ist unser Gott [Castelo forte é nosso Deus]. O Salmo tem uma clara estrutura em três estrofes, cada uma das quais termina com um estribilho: Com Deus como refúgio não há o que temer [vs. 4, 8, 12]. A segunda estrofe destaca a presença de Deus em Sião, que a defende das nações; na terceira estrofe se convida à assembleia a considerar as ações de Yahweh e cita Seu oráculo de supremacia [v. 11]” (Roland E. Murphy).

“Acredita-se que o contexto histórico do salmo é o livramento miraculoso de Jerusalém quando a cidade foi cercada por Senaqueribe, da Assíria (2Rs 18:13-19:35; Is 36:1-37:36). Nessa ocasião, o povo de Judá experimentou a presença de Deus de modo singular, daí o salmo celebrar louvores a Ele como Emanuel, Deus conosco” (William MacDonald).

Inspirado pelo Espírito Santo e escrito por homem sob a Sua regência, o salmo fala ao nosso coração neste século XXI:

• Em tempo de perseguição, catástrofes naturais, crises econômicas, guerras, etc. Deus confortou com este salmo o coração dos fieis e conforta ainda hoje.
• Diante de situações aflitivas, diante da morte de um ente querido, enfrentando a dor de uma tragédia ou esmagado pelo sofrimento de um acidente, as palavras de Salmo aplicadas pelo Espírito Santo são capazes de fazer o que nenhum calmante químico faz.
• O Deus que operou no passado é o mesmo que atua no presente, temos coleções de coisas boas que Ele nos fez, assim confiando nEle, poderemos ter mais e maiores motivos para louvá-lO!

A presença divina em nossa vida faz toda a diferença! Confiemos nEle para louvá-lO! – Heber Toth Armí.



SALMO 46 – #RPSP – COMENTÁRIO ROSANA BARROS by Ivan Barros
16 de dezembro de 2016, 0:30
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“Aquietai-vos e sabei que Eu sou Deus; sou exaltado entre as nações” (v. 10).

Ellen White, no livro O Grande Conflito, descreveu, como ninguém, a vida e os sofrimentos de Martinho Lutero. Sendo um dos maiores reformadores da história da Igreja cristã, sofreu diversas perseguições por causa da fé que abraçara. Certamente, ele sabia o que dizia quando compôs o hino “Castelo forte” (HA, n° 33), com base no Salmo 46. Lutero foi um homem extremamente sincero e que, ao descobrir a maravilhosa verdade: “O justo viverá da fé” (Romanos 1:17), foi duramente reprovado por aqueles a quem julgava serem grandes homens de Deus. Sobre isto, diz o espírito de profecia: “Lutero tremia quando olhava para si mesmo – um só homem opor-se às mais poderosas forças da Terra… Mas ele não foi abandonado ao desânimo. Quando faltou o apoio humano, olhou para Deus somente, e aprendeu que poderia arrimar-se em perfeita segurança Àquele todo-poderoso braço” (O Grande Conflito, p. 128).

Deus nos convida a nEle confiar ainda que tudo ao nosso redor nos seja desfavorável. Ele nos convida a mudar o nosso foco, a olhar na direção certa. Quando Pedro tirou os olhos do Salvador e olhou para a fúria do mar, começou a imergir em seus temores (Mateus 14:30). Somos chamados a olhar para o Único capaz de nos socorrer em nossas tribulações (v. 1) e a contemplar as Suas obras de livramento (v. 8); a lembrar de que “há um rio, cujas correntes alegram a Cidade de Deus, o santuário das moradas do Altíssimo” (v. 4) e é para lá que iremos se tão-somente Deus for o nosso refúgio e fortaleza (v. 1).

Aquietar não significa condição de letargia, mas de confiança e dependência. E “sabei que Eu sou Deus” (v. 10) não é uma mera explicação de Deus de quem Ele é, mas de Sua total capacidade de realizar todas as coisas. Ao compreendermos que precisamos de Deus e que só Ele pode todas as coisas, “ainda que a terra se transtorne e os montes se a abalem… ainda que as águas tumultuem e espumejem e na sua fúria os montes se estremeçam” (v. 2, 3), “não temeremos” (v. 2). Quem está conosco é o SENHOR dos Exércitos e Ele comandará a nossa vitória até que estejamos a salvo no lugar onde Ele habita (v. 5). Ele está prestes a por a termo a guerra (v. 9) que envolve a tua e a minha salvação. E qual será a tua decisão? Oxalá que seja aquietar o coração, saber que só o SENHOR é Deus e viver o que Paulo viveu com tanta intrepidez: “Tudo posso nAquele que me fortalece” (Filipenses 4:13).

Bom dia, refugiados no SENHOR!

Desafio do dia: Leia o capítulo 7, “A influência de um bom lar” do livro “O Grande Conflito”.

*Leiam #Salmo46

Rosana Garcia Barros



SALMO 45 by Jeferson Quimelli
15 de dezembro de 2016, 1:00
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Comentário devocional:

O coração do salmista se encontra repleto de louvor jubiloso para o seu rei. Enquanto esta canção provavelmente tenha sido composta para uma celebração de um casamento real, o nível de louvor claramente excede algo que possa ter sido composto para comemorar a chegada de uma das esposas de Salomão ou qualquer uma das princesas de outros reis subsequentes em Jerusalém. Na verdade, esta é a mesma linguagem usada no Apocalipse para descrever a vinda de Cristo no esplendor da vitória sobre o pecado, para receber Sua noiva, a igreja.

A cada celebração humana, seja ela um casamento, o nascimento de uma criança, a dedicação de um filho, uma formatura, a nomeação de um novo líder, temos novos motivos para louvar o doador da vida, a fonte de tudo que é bom, Aquele que é totalmente desejável, cujas vestes são a verdade e a justiça.

Acima de qualquer outra coisa pela qual possamos nos alegrar, podemos estar contentes com o “casamento” que acontecerá em breve, quando o Senhor sairá de Seus “palácios de marfim” do Céu em poder, majestade e glória. Nenhum noivo jamais esteve tão ansioso para reclamar a sua escolhida ou pagou um preço tão elevado para obter o amor de sua amada. Nenhuma noiva humana jamais foi tão feliz como a Igreja será feliz quando Jesus a levar para Sua casa.

Helen Pyke
Universidade Adventista do Sul

Texto original: blog Conferência Geral em inglês
Tradução anterior expandida: https://reavivadosporsuapalavra.org/2013/09/21/
Tradução: Jeferson Quimelli/Pr Jobson Santos
Texto bíblico: Salmo 45 NVI
Comentário em áudio Pr Valdeci
Leitura da semana programa Crede em Seus Profetas: blog Conferência Geral e blog Crede em Seus Profetas



Vestido em Linho – Salmo 45:8 by Jeferson Quimelli
15 de dezembro de 2016, 0:55
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No rodapé do conhecido hino “Vestido em Linho”, nº 52 do Hinário ASD, se encontra o seguinte comentário:

“Este hino foi inspirado em um sermão do afamado evangelista Wilbur Chapman, sobre o Salmo 45:8, onde Cristo é apresentado saindo de Seu palácio de marfim, trajando vestes perfumadas de mirra (significando beleza), aloés (amargura) e cássia (cura).”

Todas as tuas vestes exalam aroma de mirra, aloés e cássia; nos palácios de marfim ressoam os instrumentos de corda que te alegram.” Salmo 45:8

Vestido em Linho

Vestido em linho Jesus desceu,
Trazendo salvação;
De mirra o bálsamo traz do Céu,
Beleza e perfeição.

CORO: Vindo ao mundo, deixou no Céu
Palácios de marfim;
Glória não quis; em dor morreu.
A cruz suportou por mim.

Trazendo em Si de aloés o odor,
A morte atroz sofreu;
Provou aqui amargura e dor;
Ao mundo abriu o Céu

Olor de cássia as vestes têm:
Sim, Ele ressurgiu;
E junto ao Pai Se assentou no além;
Ao homem redimiu.



SALMO 45 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS by Jeferson Quimelli
15 de dezembro de 2016, 0:50
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O Salmo 45 é um hino de casamento, que celebra a união de um rei com uma princesa. Alguns comentaristas afirmam que este salmo é inteiramente messiânico. Não há dúvida de que partes dele o são. Os v. 6 e 7 são citados em Hebreus 1:8 e 9 como as palavras que Deus, o Pai, dirigiu ao Filho. O v. 2 também é considerado messiânico: “A divina beleza do caráter de Cristo […] de quem Davi, vendo-O em profética visão disse: “Tu é mais formoso do que os filhos dos homens” (MDC, 49). Além disso, essa declaração corrobora o fato de que Davi foi o autor do salmo. Visto que a profecia messiânica com muita frequência se mescla com declarações de natureza local, muitas vezes é impossível definir os limites entre uma aplicação local e o sentido futuro de uma determinada passagem. Um caminho seguro é considerar como messiânicas apenas as passagens que a inspiração declara como tais. Outras passagens, embora possam parecer ter aplicação messiânica, devem ser interpretadas em primeiro lugar no seu contexto local. Se são ou não messiânicas é apenas suposição. CBASD – Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 3, p. 834.

Após uma introdução de um versículo, o poeta inspirado se dirige ao noivo (v. 2-9) e em seguida à noiva (v. 10-17); os dois últimos versículos constituem uma bênção sobre a união. CBASD, vol. 3, p. 834.

1 transborda. Davi está tão comovido pela beleza de sua visão (ver MDC, 49) que não consegue deixar de expressá-la. A pregação que comove, como uma linda poesia, vem de uma alma que está agitada (ver Mt 12:34). CBASD, vol. 3, p. 834.

2 O mais formoso. Davi descreve sua visão profética de Jesus, o fulgor da glória do Pai (MDC, 49). Pode-se observar na paráfrase aramaica deste versículo que os judeus atribuíam a ele um significado messiânico: “Tua beleza, ó Rei Messias, é maior do que a dos filhos dos homens”. Nos v. 2 a 9, o rei é retratado como um homem, como um guerreiro, como um governante, e finalmente como um noivo no dia de seu casamento. CBASD, vol. 3, p. 834.

por isso. Os dons da beleza e da eloquência persuasiva são considerados como prova da bênção divina. CBASD, vol. 3, p. 834.

3 cinge a espada. O rei não é apenas bonito e tem o dom de falar bem, ele também é forte em batalha. CBASD, vol. 3, p. 834, 835.

4 O reino devia ser estabelecido não com orgulho e arrogância, mas com humildade e mansidão. CBASD, vol. 3, p. 835.

6 para todo o sempre. O reinado do Messias não terá fim (ver Ap 11:15). CBASD, vol. 3, p. 835.

7 ungiu. Do heb. mashach, raiz da palavra “Messias” (ver com. de Êx 29:7; Nm 3:3). CBASD, vol. 3, p. 835.

8 Todas as tuas vestes recendem a mirra, aloés e cássia. A frase é, literalmente, “mirra, aloés  e cássia, todas as tuas vestes”. Suas vestes estavam tão saturadas de perfumes que parecia estar vestido de perfume. CBASD, vol. 3, p. 835.

mirra. Resina aromática de uma árvore encontrada na Arábia (ver Gn 43:11; Et 2:12; Cr 4:6; Mt 2:11; Jo 19:39). CBASD, vol. 3, p. 835.

aloés. Substância flagrante produzida pela queima de uma madeira aromática da Índia e do Ceilão (ver Pv 7:17; Ct 4:14). Não deve ser confundida com a planta medicinal amarga chamada aloe vera. CBASD, vol. 3, p. 835.

cássia. Casca semelhante à canela, porém menos aromática, proveniente da Índia. CBASD, vol. 3, p. 835.

palácios de marfim. Palácios adornados com marfim, como o famoso palácio de Acabe, em Samaria (ver com. de 1Rs 22:39; cf. Am 3:15). CBASD, vol. 3, p. 835.

9 Filhas de reis. Uma vez que o casamento era realizado na opulência da corte, seria apropriado que as convidadas fossem mulheres fossem mulheres de sangue real. CBASD, vol. 3, p. 835.

de ouro finíssimo de Ofir. Em vestes bordadas ou ornamentadas com o mais fino ouro (sobre a localização de Ofir, ver com. de 1Rs 9:28; cf. Jó 28:16). CBASD, vol. 3, p. 835.

10 esquece… a casa de teu pai. O salmista adverte a noiva: “Não anele pela casa de teu pai, não compare o novo com o antigo, não tente trazer ideias estranhas a seu novo ambiente; rompa todas as associações que possam se interpor entre você e seu rei; identifique-se totalmente com seu marido.” Um belo exemplo de lealdade encontra0se na história de Rute e Noemi (ver Rt 1:16-18). CBASD, vol. 3, p. 836.

11 cobiçará. A devoção ao marido a tornará mais bela e atraente aos seus olhos. Afeição sincera une marido e mulher. CBASD, vol. 3, p. 836.

12 Filha de Tiro. Pessoas abastadas trariam presentes, considerando um privilégio honrar desta forma o casamento. Na época do salmista, Tiro era provavelmente a cidade comercial mais próspera conhecida pelos judeus (sobre a riqueza de Tiro, ver Is 23:1-8; Ez 26, 27). CBASD, vol. 3, p. 836.

13 no interior. Aqui não se refere à glória e bondade de coração, mas à noiva adornada para o casamento que vai desde o interior de sua morada ao encontro do noivo. CBASD, vol. 3, p. 836.

14 Em roupagens bordadas. Do heb. riqamoth, tecidos ou vestidos de cores variadas (ver Jz 5:30; Ez 16:10). CBASD, vol. 3, p. 836.

15 Com alegria. A comitiva da noiva sai para se encontrar com o noivo e ser conduzida ao palácio do rei. Com este versículo se encerram as palavras dirigidas à noiva. CBASD, vol. 3, p. 836.

16 teus filhos. Os descendentes do rei ocuparão posições importantes. A glória do reino futuro substituirá a do reino anterior. Os v. 16 e 17 constituem uma bênção sobre o casamento real, dirigida ao rei. CBASD, vol. 3, p. 836.

17 celebrado. As palavras deste versículo devem ser compreendidas como o louvor devido a Deus (ver CBV, 101). CBASD, vol. 3, p. 836.



SALMO 45 – COMENTÁRIO PR HEBER TOTH ARMÍ by Jeferson Quimelli
15 de dezembro de 2016, 0:45
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SALMO 45 – Casamento é importante para Deus. O matrimônio é honroso e glorioso caso seja pautado pelos princípios do céu desde seu início.

O comentário Moody distinguiu as seguintes partes deste Salmo real e nupcial:

1. Dedicação do hino: Ao rei (v. 1);
2. Panegírico ao Noivo (vs. 2-9):
• Ele tem boa aparência;
• Suas palavras são cheias de graça;
• Seu porte é majestoso;
• Seu governo é justo;
• Seu poder militar é grande;
• Sua escolha espiritual é certa;
• Suas vestes e suas cortes são régias.
3. Conselhos à noite: Ela precisaria encontrar seu devido lugar na família real, sendo submissa ao rei, como também leal ao seu povo (vs. 10-12).
4. Entrada da noiva: Destaca-se a cena da marcha processional. Suas roupas e séquitos são adequados para a ocasião (vs. 13-15).
5. Antecipação do casamento: Filhos (príncipes) que abençoarão a união e perpetuarão o nome da família (vs. 16-17).

O texto inspirado, aparentemente antiquado para nosso contexto, tem muitas lições de vida a nos oferecer:

• Todo homem deve ser rei de seu lar, assim como toda mulher deve ser rainha de sua casa. Consequentemente, os filhos serão príncipes.

• Não apenas o rei, mas todo noivo (ou futuro marido) deve ter qualidades e virtudes espirituais que impressionam ao público; assim como a noiva deve ter a postura de uma dama descente, pura e honrosa.

• Se todo marido tratasse sua esposa como rainha, ela o trataria como rei. Somos filhos e filhas de Deus, temos vestígios de realeza (apesar de o pecado nos ter deteriorado). Podemos elevar nosso padrão de tratamento conjugal.

• O noivo deve elogiar a noiva antes, durante e depois da cerimônia nupcial (vs. 1-5).

• A noiva deve reconhecer as características do caráter divino em seu noivo, antes, durante e após a festa de casamento (vs. 6-9).

• Deve haver um compromisso mútuo, uma entrega mútua e uma submissão mútua para que o matrimônio seja uma bênção; para isso, deve haver humildade e amor incondicional (vs. 10-12).

• O nome da família é preservado quando o caráter dos seus membros colabora com o bem da sociedade; os filhos são educados para serem bênçãos e, juntos revelam serem súditos do eterno reino divino (vs. 13-17).

Enfim, eleve teu nível familiar meditando nos planos de Deus para o matrimônio! – Heber Toth Armí.