Reavivados por Sua Palavra


SALMO 50 by jquimelli
20 de dezembro de 2016, 1:00
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Comentário devocional:

Este Salmo descreve um momento grandioso e solene quando Deus abre uma sessão do tribunal a fim de julgar seu próprio povo. A questão neste caso judicial é que Israel realiza todos os rituais do povo da aliança, mas não vive à altura das exigências da aliança. Eles são muito religiosos, mas não totalmente obedientes. Eles praticam as formas, mas não vivem a vida.

Em termos surpreendentes Deus apresenta a sua acusação contra o seu povo: “Que direito você tem de recitar as minhas leis ou de ficar repetindo a minha aliança? Pois você odeia a minha disciplina e dá as costas às minhas palavras!” (v. 16-17, NVI).

O inesperado remédio de Deus para a maldade religiosa do seu povo é que eles tragam oferendas de agradecimento e O agradeçam pelo que Ele tem feito. Isto faz com que Ele se torne real em nossa experiência. É possível estar envolvido nas formas de religião, sem nunca se envolver com Deus. Ações de Graças avivam a nossa confiança de que Deus irá intervir em nossas vidas, reconhecem a Sua atuação em nossas atividades diárias e levam a nossa adoração para fora das paredes da igreja, para nossas casas e ruas.

Garth Bainbridge
Sydney, Austrália

 

Texto original blog Conferência Geral em inglês: http://www.revivalandreformation.org/bhp/en/bible/psa/50
Tradução anterior: https://reavivadosporsuapalavra.org/2013/09/26/
Tradução: Pr Jobson Santos/Jeferson Quimelli
Texto bíblico: Salmo 50 NVI
Comentário em áudio Pr Valdeci
Leitura da semana programa Crede em Seus Profetas: blog Conferência Geral e blog Crede em Seus Profetas



SALMO 50 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS by jquimelli
20 de dezembro de 2016, 0:50
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s Sua justiça. Esta passagem se cumprirá de forma definitiva e singular na segunda vinda de Cristo, quando “aparece então de encontro ao céu uma mão segurando duas tábuas de pedra dobradas uma sobre a outra. … Aquela santa lei, a justiça de Deus… revela-se agora aos homens como a regra do juízo” (GC, 639). CBASD, vol. 3, p. 847.

Escuta, povo Meu. Deus fala diretamente a Israel. Nesta parte o salmista fala principalmente do dever do ser humano para com Deus e dos males do mero formalismo na religião (ver Is 1.11-15). CBASD, vol. 3, p. 847.

pelos teus sacrifícios. A discussão começa em tom negativo. Deus  não culpa Israel de negligenciar as formas e cerimônias religiosas. O pecado está em reconhecer que o ato não tinha valor algum a menos que seu significado fosse reconhecido e realizado com espirito de gratidão e obediência. CBASD, vol. 3, p. 847.

12 Se Eu tivesse fome. Deus não instituiu o sistema de sacrifícios para prover sustento para Si em forma de carne de touros e sangue de cabritos. CBASD, vol. 3, p. 847.

14 cumpre os teus votos. Ver Sl 22:25; 116:14; cf. Lv 7:16. Apenas uma vida de contrição, amor, gratidão e devoção é aceitável à vista de Deus. CBASD, vol. 3, p. 847.

15 invoca-Me. Petição, assim como o louvor, faz parte  da verdadeira religião. Devemos invocar a Deus com um coração sincero. O verdadeiro serviço a Deus é espiritual e nasce do coração (ver Jo 4:24). CBASD, vol. 3, p. 847.

16 De que te serves… teres nos lábios a Minha aliança. A desobediência tornou os israelitas indignos mesmo de pronunciar as palavras da aliança. CBASD, vol. 3, p. 848.

18 Se vês um ladrão. Sempre que há oportunidade de compartilhar os frutos do roubo, ele está pronto para participar. CBASD, vol. 3, p. 848.

22 Considerai, pois, nisto. Deus afirma que o único sacrifício aceitável é o coração e a mente do ser humano. Esta é uma advertência para o ímpio e uma motivação prara o crente. CBASD, vol. 3, p. 848.

23 dar-lhe-ei que veja a salvação de Deus. Deus revelará Sua salvação àquele que O serve com coração sincero e age segundo a vontade divina. CBASD, vol. 3, p. 848.



SALMO 50 – COMENTÁRIO PR HEBER TOTH ARMÍ by Maria Eduarda
20 de dezembro de 2016, 0:45
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SALMO 50 – Este Salmo é importante e relevante para nosso tempo: Entre a introdução – uma descrição de um contexto jurídico (vs. 1-6) –, e, uma conclusão – revelando o objetivo do julgamento (vs. 22-23) –, o poema insere dois pontos que merecem nossa total atenção:

• Uma religião mecânica, superficial, ou ritualística ainda que baseada na Bíblia, sem submissão total a Deus desprovida de adoração genuína, não satisfaz o coração do Soberano do Universo (vs. 7-15);
• Uma vida religiosa apenas de aparência não passa de perfeita formalidade, a qual Cristo a chama de hipocrisia; tal não serve para nada senão para enganar os outros, e também a si mesmo diante do tribunal do Supremo Juiz (vs. 16-21).

Muitos usam carcaça de cristão para esconder a podridão do coração:

• Existem gente que fala de Deus (e da Bíblia) como se fossem amicíssimos, embora nunca tiveram um encontro real (v. 16).

• Há crentes que arrotam santidade sem nunca dar devida atenção a Deus; além de tratar com desdém a Sua Palavra (v. 17).

• Há religiosos que apreciam mais as amizades dos perversos, adúlteros e ladrões do que a dos simples, honestos e puros de coração (v. 18).

• Há “cristãos” que abrem a boca para falar dos outros e prejudicar o próximo com fofocas, calúnias e críticas mordazes quando deveriam aproveitar seu tempo para evangelizar (vs. 19-20).

• Exatamente por existirem muitas pessoas usando máscaras de consagração, carcaça de espiritualidade e casca de cristianismo, que Deus fará um julgamento meticuloso (v. 21).

Jesus não morreu na cruz para criar uma capa para cobrir ou mascarar as imundícias do coração do pecador, mas para salvá-lo totalmente, transformá-lo verdadeiramente e torná-lo um adorar íntegro.

Nenhum sucesso compensa o fracasso espiritual; por outro lado, “por certas coisas vale a pena ser despedido; por outras vale a pena perder a herança; por outras vale a pena ir para a cadeia; e ainda por outras vale a pena fracassar na faculdade” (Erwin W. Lutzer). Só não vale a pena deixar de ser um verdadeiro adorador (v. 23).

Deus deve ser celebrado. Suas ações no mundo devem motivar-nos a louvá-lO com todas as nossas forças. Sua graça em meio à nossa desgraçada vida neste mundo mergulhado no pecado deve impulsionar-nos aos mais altos e finos louvores! – Heber Toth Armí.



SALMO 50 – #RPSP – COMENTÁRIO ROSANA BARROS by Ivan Barros
20 de dezembro de 2016, 0:30
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“O que Me oferece sacrifício de ações de graças, esse Me glorificará; e ao que prepara o seu caminho, dar-lhe-ei que veja a salvação de Deus” (v. 23).

Todas as cerimônias de Israel e leis que consistiam em ordenanças, apontavam para a primeira vinda de Cristo. Os sacrifícios e ofertas alçados a Deus eram uma sombra do sacrifício e da oferta que se cumpriria na morte de Jesus. A séria advertência dada neste Salmo é dada pelo próprio Deus e se refere à adoração. O SENHOR deixa bem claro que adorar ou prestar culto não tem a ver com rituais ou liturgias. Mas, como assim? Você pode estar se perguntando: Não foi o próprio Deus que estabeleceu todas aquelas ordenanças que estudamos no livro de Levítico? A resposta é sim. Foi o próprio Deus quem estabeleceu cada detalhe do funcionamento do santuário terrestre. Mas, em momento algum, Ele disse que tudo aquilo deveria ser a essência da adoração de Seu povo.

Notem que, semelhante ao Salmo de ontem, este Salmo inicia dizendo que este recado de Deus é para TODOS: “… chama a terra desde o Levante até ao Poente” (v. 1). Porque, muito em breve, “Vem o nosso Deus e não guarda silêncio… para julgar o Seu povo” (v. 3, 4). Deus mesmo julgará e a Sua justiça será aclamada pelos céus (v. 6). Todos os que O adoraram “em espírito e em verdade” (João 4:23), que permitiram que o SENHOR gravasse a Sua aliança no coração e na mente (Vide Hebreus 10:16), que não ofereceram a Deus sacrifícios vazios, mas sacrifícios de louvor, serão congregados como os santos do Altíssimo (v. 5).

Deus não repreende para condenar, Deus repreende para salvar. Pois Ele mesmo diz: “Eu repreendo e disciplino a quantos amo” (Apocalipse 3:19). Portanto, Ele não chama a atenção do Seu povo por causa dos sacrifícios (v. 8), o que faz todo o sentido, já que foi Ele mesmo quem os instituiu. Deus repreende a todos quantos usam de sacrifícios como objetivo de sua adoração a Ele, como se trabalhar para Deus fosse o caminho da salvação. Oh, amados, como estamos enganados quando pensamos que as obras nos salvarão (Vide Efésios 2:8-9)! Este entendimento maligno tem sido implantado na mente do povo de Deus de todos os tempos como um dos maiores enganos de Satanás.

Por que Jesus chamou os fariseus e doutores da lei de hipócritas (Vide Mateus 15:7-8)? Foi justamente porque suas mentes estavam tão embotadas e seus corações tão endurecidos, que não reconheceram a Salvação bem diante de seus olhos. Deram tanta atenção aos antítipos que não reconheceram o Tipo. E que perigo corremos quando a nossa adoração se limita aos cultos na igreja e às obras aparentes somente para prestar contas à sociedade de que somos “bons cristãos”! Porém, a adoração verdadeira, genuína, só pode brotar de um coração totalmente dependente de Deus (v. 15). Mas, ao ímpio, ou ao hipócrita, como bem empregou Jesus, de que serve ficar repetindo que adora a Deus e que guarda os Seus mandamentos, se facilmente se associa com quem não tem temor a Deus, se seu coração trama enganos e coisas ruins e senta em rodas de fofoca para falar da vida alheia? (v. 16-20). O SENHOR conhece os que são Seus, a Ele ninguém engana (II Timóteo 2:19).

Me envergonho e me arrependo no pó em confessar que por muitos anos vivi este tipo de falsa adoração. Mas o SENHOR não desistiu de mim e me repreendeu. Porque o Seu desejo é de salvar a todos (Vide II Pedro 3:9), por isso que Ele nos chama ao arrependimento: “Considerai, pois, nisto, vós que esqueceis de Deus” (v. 22). Esta repreensão é para todos, mas principalmente para os religiosos. Religião não é sinônimo de adoração. Adoração é fé prática. É escolher ficar em pé enquanto todos se prostram diante do mal (Vide Daniel 3). É continuar fazendo o que é certo ainda que leões ameacem nos devorar (Vide Daniel 6). É mesmo sofrendo afrontas pelo nome de Cristo, sair regozijando com ações de graças (Vide Atos 5:41). Portanto, “Escuta, povo Meu, e Eu falarei… Eu sou Deus, o teu Deus” (v. 7): “Oferece a Deus sacrifício de ações de graças e cumpre os teus votos para com o Altíssimo” (v. 14), e Ele lhe dará “que veja a salvação de Deus” (v. 23). Deus me repreendeu e me encontrou, mas isto não significa que a luta terminou. Temos uma batalha diária a combater, mas, como Paulo, que possamos combater o bom combate, completar a carreira e guardar a fé! Pois, se em Cristo estivermos, por meio dEle, somos mais que vencedores (Vide Romanos 8:37)!

Bom dia, vitoriosos em Cristo!

Desafio do dia: Medite no texto de Isaías 1:10-17.

*Leiam #Salmo50

Rosana Garcia Barros




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