Reavivados por Sua Palavra


SALMO 36 by jquimelli
6 de dezembro de 2016, 1:00
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Comentário devocional

Neste salmo, Davi contrasta a maldade humana com a bondade de Deus. Os versos 1-4 são uma descrição geral da maldade humana. O homem perverso rejeita a Deus e “não há temor de Deus diante de seus olhos.” A palavra hebraica para “temor”, utilizada aqui é pachad, que significa medo. O homem ímpio é tão depravado que ele não tem medo do Deus que pode punir suas más obras. Ele engana a si mesmo com a ideia de que não será descoberto. Sua fala é má e cheia de mentiras e não faz o que é bom e sábio. Ele faz planos malignos quando está na cama. Nada do que ímpio faz é bom, pois ele nunca rejeita o que é mau.

Os versos 5-9, num forte contraste com a maldade do homem, descrevem o caráter de Deus. Sua misericórdia chega aos céus e Sua fidelidade alcança as nuvens. Enquanto a Sua justiça é tão alta como as montanhas, seus atos de justiça são tão insondáveis como as profundezas do mar. Por causa de sua excelente benignidade, os filhos dos homens encontram refúgio “à sombra das Suas asas”. Esta frase é comum nos Salmos e sugere uma mamãe pássaro protegendo seus filhotes. Os seres humanos se banqueteiam no abundante alimento provido por Deus e bebem do rio da Sua bondade. Deus é a fonte da vida e é pela luz que vem de Deus que o ser humano enxerga a luz. Em outras palavras, fora de Deus, todo o nosso entendimento é apenas trevas.

Finalmente, o salmista ora que o favor de Deus se perpetue para aqueles que O conhecem e que eles não sejam pisados pelo pecador orgulhoso, nem expulsos do lugar em que foram plantados por Deus. O último verso mostra o fim de um malfeitor impenitente: ele está caído, derrubado e não consegue se levantar.

Pai, por favor, reaviva-nos e reforma-nos para que possamos refletir o Seu lindo caráter. Em nome de Jesus. Amém!

Onaolapo Ajibade

Secretário Executivo da IASD

Divisão Centro-Ocidental da África

 

Traduzido por Jeferson Quimelli/Pr Jobson Santos

Texto original em: http://revivedbyhisword.org/en/bible/Psa/36/

Texto bíblico: Salmo 36


SALMO 36 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS by jquimelli
6 de dezembro de 2016, 0:50
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No Salmo 36, o salmista celebra a misericórdia divina a a contrasta com a depravação do ímpio. … O pecado nasce no coração (v. 1, 2), é expresso pela língua, na fala (v. 3), e se materializa pela atitude (v. 4). É uma análise progressiva da impiedade. CBASD – Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 3, p. 807.

1 Porque os ímpios não temem a Deus, nada os restringe de pecar. Eles seguem em frente se nada acontecer com eles. Mas Deus é justo e está apenas adiando Sua punição. Este conhecimento nos restringe de pecar. Deixe que o temor de Deus faça seu trabalho em impedi-lo de pecar. em sua gratidão pelo amor de Deus, não ignore Sua justiça. Life Application Study Bible Kingsway.

Paulo cita a segunda frase do Salmo 36:1 para fundamentar sua tese sobre a depravação do ímpio (Rm 3:18). CBASD, vol. 3, p. 808.

a transgressão o lisonjeia (ARA; NVI: “Ele se acha tão importante”).

abjurou o discernimento (ARA; NVI: “abandonou o bom senso”). Os v. 3 e 4 apresentam a progressão do mal: o pecador deixa de fazer o bem, medita no que é mal, determina-se a fazer o mal e faz o mal sem que sua consciência o condene. CBASD, vol. 3, p. 808.

não se despega do mal (ARA; NVI: “ele nunca rejeita o mal”). Para o pecador depravado e sem esperança, a malignidade do pecado não é empecilho para a ação. Ele não percebe a imoralidade do ato pecaminoso. CBASD, vol. 3, p. 808.

A Tua benignidade (ARA; “O Teu amor”). Do heb. chesed (ver com. do v. 7). CBASD, vol. 3, p. 808.

aos céus. O salmista parece elevar-se de repente, acima da depravação humana, ao espaço infinito onde Deus reside. CBASD, vol. 3, p. 808.

os teus juízos [são] como um abismo profundo (ARA; NVI: “as tuas decisões [são] insondáveis como o grande mar”).  O salmista retrata os juízos de Deus como inesgotáveis e insondáveis. CBASD, vol. 3, p. 808.

preservas os homens e os animais. Desde o ser humano, coroa da criação, até o animal selvagem, Deus cuida de todas as criaturas (ver Sl 145:9). … Em vista disso, é preciso tratar os animais com bondade (ver PP, 443). CBASD, vol. 3, p. 808.

a Tua benignidade (ARA; NVI: “o Teu amor”). Do heb. chesed, traduzido como misericórdia, no v. 5 (ARC; ver Nota Adicional [CBASD] a este salmo). CBASD, vol. 3, p. 808.

Fartam-se de abundância. Do heb. rawah, literalmente, “beber até saciar-se”. O que Deus dá ao ser humano o satisfaz, pois ele encontra em Deus o que precisa, e em abundância (ver Ef 3:20; cf. Lc 6:38). Deus é o bom anfitrião (Sl 23:5). CBASD, vol. 3, p. 808.

torrente. A metáfora era expressiva para o habitante da Palestina, onde a água é escassa. CBASD, vol. 3, p. 808.

das tuas delícias. As delícias de Deus, não as que o ser humano considera como delícias. Albert Barnes encontra neste versículo as seguintes verdades: (1) Deus é feliz; (2) A religião faz o ser humano feliz; (3) essa felicidade é de natureza divina; (4) satisfaz a necessidade da alma; (5) não deixa de satisfazer nenhuma delas; e (6) está estreitamente relacionada com a adoração na casa de Deus (ver PP, 413). CBASD, vol. 3, p. 808.

o manancial da vida. Deus não é apenas fonte de vida, mas de tudo que dá sentido à vida (ver Sl 34:12; Jo 1:4; 4:10; 5:26; Ed 97, 198; ver com.de Pv 9:11). CBASD, vol. 3, p. 808.

na Tua luz. Visto que Deus é a fonte de luz, somente nEle se pode ver luz. … Nossa oração deveria ser: “Ilumina o que é escuro em mim” (ver Jo 3:19, 20; 1Jo 1:5-7; 1Pe 2:9). CBASD, vol. 3, p. 808.

10 benignidade (ARA; NVI: “o Teu amor”). Do heb. chesed. É a terceira ocorrência deste termo (ver com. do v. 7; cf v. 5). CBASD, vol. 3, p. 809.

11 nem me repila a mão dos ímpios (ARA; NVI: “Não permitas … que a mão do ímpio me faça recuar”). O salmista pede que não seja pisado pelo insolente, nem afastado do lugar onde Deus o estabeleceu. CBASD, vol. 3, p. 809.

12 O salmista vê a resposta à sua oração e chama a atenção para a revelação da justiça divina na completa destruição dos ímpios. O salmo começa com tristeza e termina com triunfo. CBASD, vol. 3, p. 809.



SALMO 36 – COMENTÁRIO PR HEBER TOTH ARMÍ  by Ivan Barros
6 de dezembro de 2016, 0:45
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SALMO 36 – Há contraste gritante entre a pecaminosidade humana e a santidade divina; entre a imoralidade humana e a moralidade divina – talvez, por isso, muitos ficam distantes de Deus para não deixar mais evidente sua podridão de alma. 

O salmo em apreço nos revela… 

  • …as características do pecador sem juízo (vs. 1-4);
  • …as características do soberano Deus do juízo (vs. 5-9);
  • …as características do pecador que procura e se compromete com o amoroso Deus do juízo (vs. 10-12).

Por mais terrível que seja nossa situação, Deus tem a solução para nossos problemas. Ele não quer que estejamos algemados nas grossas e fortes correntes do mal. Seu amor é indescritível, Seu desígnio é sempre bom e, Suas ações sempre visam nossa salvação. 

“Língua nenhuma é capaz de expressar de modo pleno a imensidão do amor de Deus, e mente nenhuma é capaz de compreendê-lo: ele ‘excede todo entendimento’ (Ef 3:19). As ideias mais grandiosas concebidas pela mente finita acerca do amor divino ficam infinitamente aquém da sua verdadeira natureza. O céu não dista tanto da terra quanto a bondade de Deus está longe dos conceitos mais sublimes que somos capazes de formar a seu respeito. É um oceano que se eleva acima de todas as montanhas de oposição naqueles que são objeto desse amor. É uma fonte da qual jorra todo bem necessário para todos os que se interessam por ele” (John Brine).

Os rebeldes que expressam palavras ferinas e atos violentos vivem a vida que não merecem, sujeitos pela graciosa graça divina, dependendo da misericórdia do Deus do juízo até para respirar; até o dia do acerto de contas.

“‘Deus é amor’. Sua natureza, Sua lei, são amor. Assim sempre foi; assim sempre será”, destacou Ellen G. White. Mas, e quanto à destruição dos perversos e do mal? “A história do grande conflito entre o bem e o mal, desde o tempo em que a princípio se iniciou no Céu até à derrocada final da rebelião e extirpação total do pecado, é também uma demonstração do imutável amor de Deus”.

Com um amor tão grande… só vai se perder quem não tiver coração receptivo para acolher o amor oferecido por Deus!
Deus quer transformar nossa vida e alterar nosso destino. Vamos permitir tal operação? – Heber Toth Armí.



SALMO 36 – #RPSP – COMENTÁRIO ROSANA BARROS by Ivan Barros
6 de dezembro de 2016, 0:30
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“Continua a Tua benignidade aos que Te conhecem, e a Tua justiça, aos retos de coração” (v. 10).

Há uma barreira intransponível entre a malícia humana e a benignidade de Deus. A maldade é inerente ao coração do homem desde a entrada do pecado no mundo. Já a benignidade do SENHOR é de eternidade a eternidade. A malícia humana tem prazo de validade. A benignidade de Deus é eterna. Mas Davi não se refere aqui à nossa situação pecaminosa em si, e sim ao ímpio que é guiado pela “voz da transgressão” (v. 1). Prestem atenção que há uma ligação muito forte deste Salmo com a que tipo de voz estamos ouvindo. E, a depender da escolha, as palavras, mais cedo ou mais tarde, revelam o que vai no coração (v. 3). 

“A transgressão o lisonjeia” (v. 2), ou seja, o mal, na maioria das vezes vem mascarado, trazendo uma falsa sensação de segurança: “e lhe diz que a sua iniquidade não há de ser descoberta, nem detestada” (v. 2). Só que a Bíblia faz com que este conceito enganoso caia por terra: “Porque Deus há de trazer a juízo todas as obras, ATÉ AS QUE ESTÃO ESCONDIDAS, quer sejam boas, quer sejam más” (Eclesiastes 12:14). Compreendem como funciona a voz da transgressão? Ela distorce a verdade e ainda jura que sua mentira nunca vai ser revelada. Meus irmãos, a que voz temos dado ouvidos?

A benignidade do SENHOR permanece SOMENTE na vida daqueles que O conhecem (v. 10). E quem são aqueles que O conhecem? Jesus nos responde: “… vai adiante delas, e elas O seguem, porque Lhe reconhecem a voz” (João 10:4). Percebem? Os que conhecem a Deus são aqueles que são guiados por Sua voz.

Os maus, por sua vez, que obstinadamente (v. 4) seguem a voz da transgressão, não podem ouvir a voz de Deus porque “não há temor de Deus diante de seus olhos” (v. 1). Começa, portanto, com o dar ouvidos à voz estranha à divina. Então, os olhos são obscurecidos para as coisas do Alto. Daí, “as palavras de sua boca” (v. 3) tornam-se maliciosas e dolosas. Por fim, até o tato é afetado: “não se despega do mal” (v. 4). Quando uma janela da alma é aberta à influência do mal, é só uma questão de tempo para que todas as outras sejam afetadas também. E todo o perigo está quando o mal se instala no coração (v. 1).

É interessante que o quadro de maldade descrito por Davi dá uma ideia de uma pessoa completamente maléfica, um assassino em série ou coisa do tipo. Mas o salmista se refere a todo aquele que não conhece a Deus. Quando vamos à primeira carta do discípulo do amor, encontramos uma resposta contundente e muito clara sobre como reconhecer os que não conhecem a Deus: “Aquele que não ama não conhece a Deus, pois Deus é amor” (I João 4:8). E Jesus afirmou que o amor de quase todos esfriaria nestes últimos dias (Vide Mateus 24:12). O pastor Ivan Saraiva disse algo que deveria nos fazer refletir constantemente. Ele disse que quando Jesus voltar nos fará uma única pergunta: “Você amou?”

A justiça de Deus não seria justiça se Ele permitisse entrar pelos portais de pérola um mentiroso: “Se alguém disser: Amo a Deus, e odiar a seu irmão, é mentiroso” (I João 4:20). Oh, amado ou amada, o que há com você que ainda insiste em ouvir a voz da transgressão? Como esperas a salvação de um Deus que te amou mesmo sem você merecer, se você não consegue amar o seu irmão? Ainda há esperança. A porta da graça ainda está aberta. Em nome de Jesus, feche as janelas da tua alma e a porta do teu coração para a malícia. Jesus está à porta e bate, aguardando que você abra e que juntos se alegrem (Vide Apocalipse 3:20).

Os que seguem a voz do estranho (Vide João 10:5) certamente serão derrubados para não mais se levantar (v. 12). Mas os que ouvem a voz do Bom Pastor, O seguirão porque O conhecem (Vide João 10:14).Não seja aquele que maquina o mal nas trevas (v. 4), e sim aquele que vê e que segue a luz de Deus (v. 9).

Bom dia, amados de Deus!

Desafio do dia: Há algum pecado acariciado em tua vida? HOJE é o dia de abandoná-lo! AGORA é hora de arrepender-se no pó! Pode ser o último chamado de Deus para a tua vida, portanto, não perca tempo e siga a voz do Bom Pastor: “Vai e não peques mais” (João 8:11).

*Leiam #Salmo36

Rosana Garcia Barros




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