Reavivados por Sua Palavra


SALMO 32 letra canção Daniel Ludtke by jquimelli
2 de dezembro de 2016, 21:56
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Confissão
Daniel Ludtke

Bem-aventurado é aquele
Cuja iniquidade é perdoada
Cujo o pecado é coberto
E o Senhor não atribui maldade
Enquanto eu calei os meus pecados
O meu corpo todo padeceu
Dia e noite a culpa me cercou
E toda a minha força levou
Mas eu
Confessei-te meu pecado
A minha iniquidade não mais ocultei
Perdoaste minhas faltas
E ao cercarem-me as águas livre estarei.



SALMO 32 by jquimelli
2 de dezembro de 2016, 1:00
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Comentário devocional:

O perdão sempre tem um custo! O custo é o arrependimento e a confissão, mas poucos de nós estamos dispostos a pagar esse preço. A maioria de nós, prefere pagar as suas dívidas espirituais por outros meios. O problema é que a dívida que temos é simplesmente grande demais para ser paga.

Muitos se sentem oprimidos pela culpa devido a seus pecados. Alguns dos pensamentos que os atormentam são: Se uma pessoa souber das coisas que eu fiz, conseguirá me amar? Existe alguma chance de alguém me perdoar? Já fui longe demais para receber misericórdia? É simplesmente muito tarde para mim.

O salmista estava muito consciente do seu pecado e da culpa resultante. Ele não era nenhum santo. Era culpado de homicídio e adultério, mas Deus foi misericordioso para com ele e não o abandonou.

Davi reconheceu seus pecados, confessou-os a Deus e arrependeu-se do que havia feito. Ele descobriu a calma alegria que vem após as tempestades furiosas da culpa passarem. Ele experimentou a sequidão que vem de tentar esconder os pecados com mentiras e enganos, e a refrescante paz que vem de saber que você está perdoado.

Não há maior alegria do que saber que Deus já lhe perdoou a dívida daquele pecado que você nunca poderia pagar. Não há nada mais doce do que saber que, enquanto outros podem julgá-lo como culpado, você foi posto em liberdade pelo próprio juiz.

Nossa oração de hoje é para que o Senhor nos conceda a coragem para confessarmos os nossos pecados e a força para nos afastarmos deles. Ajuda-nos, Senhor, a experimentarmos a alegria do perdão, para que possamos ser felizes em Seu amor e cantemos alegremente a respeito de quão gracioso e amável você tem sido para nós.

Richard McNeil
Andrews University

 

Texto original: blog Conferência Geral em inglês
Tradução anterior expandida: https://reavivadosporsuapalavra.org/2013/09/08/
Tradução: Pr Jobson Santos
Texto bíblico: Salmo 32 NVI
Comentário em áudio Pr Valdeci
Leitura da semana programa Crede em Seus Profetas: blog Conferência Geral e blog Crede em Seus Profetas



SALMO 32 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS by jquimelli
2 de dezembro de 2016, 0:50
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O Salmo 32 é de arrependimento. Ele une arrependimento pessoal com instrução. O poema tem o profundo propósito de mostrar as bênçãos do perdão. Foi escrito depois de Davi ter cometido o grave pecado com Bate-Seba e é um registro de sua confissão e do perdão obtido (ver 2Sm 11;12). Os v. 1 a 5 tratam da experiência pessoal de Davi; e os v. 6 a 11 dão conselhos. Afirma-se que este salmo foi um dos favoritos de Agostinho até sua morte. O teólogo tinha o salmo escrito na parede, para que o pudesse ver desde seu leito onde se encontrava enfermo.

O salmo conta a história de um homem que pecou, recusou-se por um tempo a confessar o pecado, foi torturado pela culpa, mas que finalmente reconheceu seu erro e o confessou, obtendo o perdão. Este salmo pode ser chamado de o “Salmo da justificação pela fé”.

1 iniquidade…pecado. O salmista usa três palavras para descrever o pecado nos v. 1 e 2: iniquidade, pecado, dolo (ver Êx 34:7). Além disso ele toca no tema da justificação pela fé.

iniquidade. Ho heb. pesha’, que indica “rebelião”, afastamento de Deus, e, portanto, implica pecado voluntário.

pecado. Do heb chata’ah. Pecado do ponto de vista de errar o alvo, falhar no cumprimento do dever.

coberto. A partir de então, oculto. O pecado não será mais posto diante do pecador (ver Sl 85:2). A transgressão não é coberta no sentido de ser ignorada. Há apenas uma base para o perdão do pecado: arrependimento. A confissão tem valor somente quando é acompanhada do arrependimento (1Jo 1:9). Alguns cristãos confundem os dois processos [confissão
e arrependimento] e reivindicam o perdão com base apenas no reconhecimento da culpa. No entanto, Deus está interessado nos aspectos práticos do caso. Além da tristeza por ter pecado, o arrependimento inclui expulsar o pecado. Essa expulsão é ato da própria pessoa fortalecida pelo poder divino (DTN, 466). O perdão acontece de forma automática após essa experiência. Deus perdoa todos os pecados que são eliminados da vida.

Muitos cristãos parecem estar mais preocupados em obter perdão do que em libertar-se de todo pecado. Eles se esforçam para confessar os pecados, um objetivo nobre, mas que tem mérito apenas se a confissão for acompanhada da eliminação do pecado.

“A justiça de Cristo não encobrirá pecado algum acariciado” (PJ, 316). Antes que esse precioso dom seja concedido, as velhas inclinações para o mal herdado e cultivado devem ser rejeitadas. Essa foi a experiência de Davi. Foi assim que ele obteve perdão para seu grave pecado. Seu arrependimento foi genuíno. Ele chegou a abominar o pecado do qual foi culpado.

2 a quem o Senhor não atribui iniquidade. Isto é, o Senhor não mantém o pecado na conta do pecador. Ele não só perdoa o pecado, mas também aceita o pecador arrependido como se nunca tivesse pecado (CC, 67). O pecado foi posto sobre Jesus, nosso substituto, e, portanto, “não devemos estar ansiosos acerca do que Cristo e Deus pensam sobre nós, mas do que Deus pensa de Cristo, nosso substituto” (GCB, 420; ME2 32-33).

inquidade. Do heb ‘awon, “distorção moral”, “perversidade”, “culpa”.

dolo. Do heb. remiyyah, “engano”, ou seja, nenhuma falsidade em si mesmo da qual tenha conhecimento e nenhuma culpa aos olhos de Deus ou dos outros. Sua confissão é sincera (cp Ap 14:5).

3 enquanto calei. Davi se recusou a confessar seu pecado até para si mesmo. Ele viveu em aparente segurança (PP, 723) por um ano inteiro após ter se envolvido com Bate-Seba e ordenado a morte de Urias. Ele, contudo, não ficou livre de severos conflitos mentais e do sofrimento físico originado disso (ver Sl 6:2, 3; 31:9).

4 Tua mão pesava. Davi está se referindo ao peso de sua consciência.

5 Confessei-Te o meu pecado. O perdão veio depois do reconhecimento e da confissão.

6 Em tempo de poder encontrar-Te. Esta declaração implica que haverá um tempo quando o ser humano buscará perdão e não o encontrará. Como isso pode ser verdade se Deus é “compassivo, clemente e longânimo” (Êx 34:6) e “rico em perdoar” (Is 55:7)? […] Muitos sentem que podem continuar pecado, ao menos por um tempo, sem sérias consequências para si mesmos, e depois, quando for conveniente, podem se arrepender e obter o perdão. A tragédia do pecado, porém, é que ele se apodera de tal modo da pessoa e se torna uma parte tão essencial da vida, sobretudo quando se sabe que é pecado, que com frequência não há o desejo de, mais tarde, se livrar dele. Sem esse desejo, não pode haver perdão. Em muitos casos, pode surgir um desejo exterior pela salvação e um pedido aparentemente sincero para libertação do pecado. Mas, se não houver o desejo de abandonar os pecados acariciados, a busca pela salvação é vã. […] o pecado voluntário e persistente pode levar a uma condição em que não haja mais o desejo de ser purificado dele. É esse tipo de condição que descreve Hebreus 10:26, onde o tempo verbal grego permite a seguinte tradução: “Se vivermos deliberadamente em pecado […] já não resta sacrifício pelos pecados.”

muitas águas. A pessoa que recebe o perdão fica segura, no alto da rocha da salvação que é Deus. Esta metáfora impressionava os judeus, que sabiam bem como inundavam de súbito os vales e canais depois de uma forte chuva, e o decorrente pânico dos habitantes.

8 instruir-te-ei. os v. 8 e 9 são […] a resposta de Deus à experiência descrita nos v. 1 a 8. Davi tinha se desviado porque havia abandonado o caminho de Deus e Sua direção. A fim de impedir que, no futuro, se repetisse sua trágica experiência ou que houvesse uma queda moral de qualquer natureza, o que ele mais precisava era de uma reconsagração da vontade para que Deus pudesse guiá-lo desse momento em diante. A promessa divina deu a certeza necessária da vitória futura e lhe inspirou esperança.

A segurança contra as quedas morais se encontra no procedimento aqui esboçado. O cristão deve ser constantemente instruído nos caminhos divinos, a fim de poder discernir com clareza o bem do mal. Ele deve conhecer a vontade divina a respeito de tudo, caso contrário não será capaz de reconhecer o tentador em seus diversos disfarces. Devido às complexidades da vida e às inúmeras maneiras como o adversário pode introduzir seus argumentos enganosos, é necessário receber instrução dia após dia. Isso pode ser feito por meio do estudo dirigido da Bíblia acompanhado de oração. Um cristão instruído dessa forma e que se propões a nada fazer que desagrade a Deus saberá qual o caminho certo a seguir.

Fonte: CBASD – Comentário Bíblico Adventista do 7º Dia, vol. 3, p. 794 a 797.



SALMO 32 – COMENTÁRIO PR HEBER TOTH ARMÍ by Maria Eduarda
2 de dezembro de 2016, 0:45
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SALMO 32 – Pastores, papas, bispos, presbíteros, prostitutas, ladrões, empresários, desempregados, funcionários, etc. todos são pecadores. Toda raça humana está contaminada com pecados.

“Evidências da iniquidade de nossa raça estão em todo lugar. Estão publicadas nas manchetes dos jornais; são exibidas nos noticiários da televisão; e estão escritas por toda a história humana. Ninguém entre nossos conhecidos está livre de pecados. Além disso, se formos sinceros, as provas mais cabais de nossa depravação nos são mostradas por nossa própria consciência” (John MacArthur).

Embora o segundo rei de Israel fosse o homem segundo o coração de Deus, caiu em pecados hediondos. Ele, que venceu um grande gigante, caiu em pecado sexual e, assassinato. Davi sentiu e expressou o peso da culpa e a alegria da libertação operada pelo perdão divino.

Seu filho Salomão deve ter aprendido observando os devaneios do pai, por isso escreveu em Provérbios 28:13 as seguintes palavras:

“Não dá para encobrir os pecados e ir vivendo com eles;
mas, quando você os reconhece e abandona, encontra misericórdia”.

Observe, agora, o testemunho de Davi, que falou por experiência própria, mais do que por teoria:

• O pecador perdoado introduz sua fala, canção ou oração com alegria e gratidão (vs. 1-2);
• Davi relata que não existe alegria verdadeira no coração daqueles que não confessam com sinceridade a Deus todos os seus pecados (vs. 3-4);
• Davi declara que a tristeza deprimente só vai embora para dar espaço à alegria quando o culpado confessa e deixa seu pecado para obter o perdão divino (vs. 5-8);
• O pecador perdoado que conta seu testemunho apela para que os pecadores se alegrem no Senhor como ele (vs. 10-11).

Fábio de Melo fez esta observação: “Uma coisa é a gente se arrepender do que fez! Outra coisa é a gente se sentir culpado. Culpa nos paralisam. Arrependimentos não! Eles nos lançam pra frente, nos ajudam a corrigir os erros cometidos”.

O verso 9 é um forte apelo para nós, independente de nossa situação: “Não sejas teimoso como o cavalo ou a mula que precisam de freio e rédea para se manter no caminho”.

• Por que não reconhecer e abandonar nossos pecados?
• Que vantagem tem apegar-se aos pecados sendo que apegar-se a Deus é bem melhor?

Jesus morreu para libertar-nos da culpa! Reavivemo-nos! – Heber Toth Armí



SALMO 32 – #RPSP – COMENTÁRIO ROSANA BARROS by Ivan Barros
2 de dezembro de 2016, 0:11
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“Bem-aventurado aquele cuja iniquidade é perdoada, cujo o pecado é coberto” (v. 1)

O perdão é um dos mais preciosos dons de Deus. Não temos, naturalmente, o perdão. Ele é um atributo divino que o SENHOR nos oferece se tão-somente houver genuíno arrependimento. Deus tanto nos concede o perdão pelos nossos pecados, quanto nos ajuda a perdoar a quem nos ofendeu. Esta bem-aventurança, no entanto, precisa funcionar nos dois sentidos. Não há perdão verdadeiro quando ele fica apenas na esfera entre criatura e Criador. Cristo foi bem claro quando afirmou no Pai Nosso que o perdão só será concedido de forma vertical, se também estivermos dispostos a praticá-lo de forma horizontal (Vide Mateus 6:14, 15).

Davi, por ser um homem de guerra, possuía muitos inimigos, mas os seus piores inimigos saíram de onde ele menos poderia imaginar. Quando ele teve que fugir de Saul, por exemplo, não fugiu com rancor em seu coração, mas com o coração aflito pois não conseguia compreender a razão de tanta ira. Imagino a angústia de Davi ao questionar: “Que fiz eu? Qual é a minha culpa? E qual é o meu pecado… ?” (Vide I Samuel 20:1). Com sinceridade, Davi gostaria de saber se tinha feito algum mal a Saul para que pudesse pedir perdão. Se ele tinha tanto interesse em se redimir diante de alguém que lhe perseguia sem causa, imagina diante de Deus.

Sabemos que não havia dolo da parte de Davi para com Saul. Porém, Saul, tomado por espírito maligno (Vide I Samuel 19:9), infeliz pela bênção de Deus na vida de Davi, “continuamente foi seu inimigo” (I Samuel 18:29). Ele escolheu aquela situação, e não Davi.

Amados, a bem-aventurança de hoje só pode ser concedida aqueles que, como Davi, estão dispostos a ter o coração governado por Deus, e não por um espírito maligno. Por isso que “muito sofrimento terá de curtir o ímpio” (v. 10), pois enquanto os pecados são calados (v. 3) e o coração endurecido, como no caso de Saul, a aparência pode até ser de um rei e representante de Deus, mas a ausência do perdão o consome dia após dia (v. 3). Quando confessamos os nossos pecados a Deus e entendemos a essência do perdão divino, a consequência natural é perdoar aqueles que nos ofendem. Ainda que eles sejam como Saul, que possamos escolher ser como Davi. Pois só assim Deus nos preservará da tribulação, nos cercará “de alegres cantos de livramento” (v. 7; Vide II Samuel 22) e nos instruirá e nos ensinará o caminho que devemos seguir (v. 8).

Não se deixe levar por maus sentimentos. Não permita que o teu coração se feche para o perdão. Lembre que você também não é merecedor do perdão e da graça divina. Mas Jesus escolheu te amar primeiro e tomar sobre Si os teus pecados (Vide Isaías 53:6). Portanto, “aquele que ama a Deus ame também a seu irmão” (I João 4:21), e será sempre um bem-aventurado.

Bom dia, “retos de coração” (v. 11)

Desafio do dia: Deixe de lado o orgulho, crie coragem e peça perdão a quem você ofendeu.

*Leiam #Salmo32

Rosana Garcia Barros




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