Reavivados por Sua Palavra


SALMO 45 by jquimelli
15 de dezembro de 2016, 1:00
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Comentário devocional:

O coração do salmista se encontra repleto de louvor jubiloso para o seu rei. Enquanto esta canção provavelmente tenha sido composta para uma celebração de um casamento real, o nível de louvor claramente excede algo que possa ter sido composto para comemorar a chegada de uma das esposas de Salomão ou qualquer uma das princesas de outros reis subsequentes em Jerusalém. Na verdade, esta é a mesma linguagem usada no Apocalipse para descrever a vinda de Cristo no esplendor da vitória sobre o pecado, para receber Sua noiva, a igreja.

A cada celebração humana, seja ela um casamento, o nascimento de uma criança, a dedicação de um filho, uma formatura, a nomeação de um novo líder, temos novos motivos para louvar o doador da vida, a fonte de tudo que é bom, Aquele que é totalmente desejável, cujas vestes são a verdade e a justiça.

Acima de qualquer outra coisa pela qual possamos nos alegrar, podemos estar contentes com o “casamento” que acontecerá em breve, quando o Senhor sairá de Seus “palácios de marfim” do Céu em poder, majestade e glória. Nenhum noivo jamais esteve tão ansioso para reclamar a sua escolhida ou pagou um preço tão elevado para obter o amor de sua amada. Nenhuma noiva humana jamais foi tão feliz como a Igreja será feliz quando Jesus a levar para Sua casa.

Helen Pyke
Universidade Adventista do Sul

Texto original: blog Conferência Geral em inglês
Tradução anterior expandida: https://reavivadosporsuapalavra.org/2013/09/21/
Tradução: Jeferson Quimelli/Pr Jobson Santos
Texto bíblico: Salmo 45 NVI
Comentário em áudio Pr Valdeci
Leitura da semana programa Crede em Seus Profetas: blog Conferência Geral e blog Crede em Seus Profetas



Vestido em Linho – Salmo 45:8 by jquimelli
15 de dezembro de 2016, 0:55
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No rodapé do conhecido hino “Vestido em Linho”, nº 52 do Hinário ASD, se encontra o seguinte comentário:

“Este hino foi inspirado em um sermão do afamado evangelista Wilbur Chapman, sobre o Salmo 45:8, onde Cristo é apresentado saindo de Seu palácio de marfim, trajando vestes perfumadas de mirra (significando beleza), aloés (amargura) e cássia (cura).”

Todas as tuas vestes exalam aroma de mirra, aloés e cássia; nos palácios de marfim ressoam os instrumentos de corda que te alegram.” Salmo 45:8

Vestido em Linho

Vestido em linho Jesus desceu,
Trazendo salvação;
De mirra o bálsamo traz do Céu,
Beleza e perfeição.

CORO: Vindo ao mundo, deixou no Céu
Palácios de marfim;
Glória não quis; em dor morreu.
A cruz suportou por mim.

Trazendo em Si de aloés o odor,
A morte atroz sofreu;
Provou aqui amargura e dor;
Ao mundo abriu o Céu

Olor de cássia as vestes têm:
Sim, Ele ressurgiu;
E junto ao Pai Se assentou no além;
Ao homem redimiu.



SALMO 45 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS by jquimelli
15 de dezembro de 2016, 0:50
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O Salmo 45 é um hino de casamento, que celebra a união de um rei com uma princesa. Alguns comentaristas afirmam que este salmo é inteiramente messiânico. Não há dúvida de que partes dele o são. Os v. 6 e 7 são citados em Hebreus 1:8 e 9 como as palavras que Deus, o Pai, dirigiu ao Filho. O v. 2 também é considerado messiânico: “A divina beleza do caráter de Cristo […] de quem Davi, vendo-O em profética visão disse: “Tu é mais formoso do que os filhos dos homens” (MDC, 49). Além disso, essa declaração corrobora o fato de que Davi foi o autor do salmo. Visto que a profecia messiânica com muita frequência se mescla com declarações de natureza local, muitas vezes é impossível definir os limites entre uma aplicação local e o sentido futuro de uma determinada passagem. Um caminho seguro é considerar como messiânicas apenas as passagens que a inspiração declara como tais. Outras passagens, embora possam parecer ter aplicação messiânica, devem ser interpretadas em primeiro lugar no seu contexto local. Se são ou não messiânicas é apenas suposição. CBASD – Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 3, p. 834.

Após uma introdução de um versículo, o poeta inspirado se dirige ao noivo (v. 2-9) e em seguida à noiva (v. 10-17); os dois últimos versículos constituem uma bênção sobre a união. CBASD, vol. 3, p. 834.

1 transborda. Davi está tão comovido pela beleza de sua visão (ver MDC, 49) que não consegue deixar de expressá-la. A pregação que comove, como uma linda poesia, vem de uma alma que está agitada (ver Mt 12:34). CBASD, vol. 3, p. 834.

2 O mais formoso. Davi descreve sua visão profética de Jesus, o fulgor da glória do Pai (MDC, 49). Pode-se observar na paráfrase aramaica deste versículo que os judeus atribuíam a ele um significado messiânico: “Tua beleza, ó Rei Messias, é maior do que a dos filhos dos homens”. Nos v. 2 a 9, o rei é retratado como um homem, como um guerreiro, como um governante, e finalmente como um noivo no dia de seu casamento. CBASD, vol. 3, p. 834.

por isso. Os dons da beleza e da eloquência persuasiva são considerados como prova da bênção divina. CBASD, vol. 3, p. 834.

3 cinge a espada. O rei não é apenas bonito e tem o dom de falar bem, ele também é forte em batalha. CBASD, vol. 3, p. 834, 835.

4 O reino devia ser estabelecido não com orgulho e arrogância, mas com humildade e mansidão. CBASD, vol. 3, p. 835.

6 para todo o sempre. O reinado do Messias não terá fim (ver Ap 11:15). CBASD, vol. 3, p. 835.

7 ungiu. Do heb. mashach, raiz da palavra “Messias” (ver com. de Êx 29:7; Nm 3:3). CBASD, vol. 3, p. 835.

8 Todas as tuas vestes recendem a mirra, aloés e cássia. A frase é, literalmente, “mirra, aloés  e cássia, todas as tuas vestes”. Suas vestes estavam tão saturadas de perfumes que parecia estar vestido de perfume. CBASD, vol. 3, p. 835.

mirra. Resina aromática de uma árvore encontrada na Arábia (ver Gn 43:11; Et 2:12; Cr 4:6; Mt 2:11; Jo 19:39). CBASD, vol. 3, p. 835.

aloés. Substância flagrante produzida pela queima de uma madeira aromática da Índia e do Ceilão (ver Pv 7:17; Ct 4:14). Não deve ser confundida com a planta medicinal amarga chamada aloe vera. CBASD, vol. 3, p. 835.

cássia. Casca semelhante à canela, porém menos aromática, proveniente da Índia. CBASD, vol. 3, p. 835.

palácios de marfim. Palácios adornados com marfim, como o famoso palácio de Acabe, em Samaria (ver com. de 1Rs 22:39; cf. Am 3:15). CBASD, vol. 3, p. 835.

9 Filhas de reis. Uma vez que o casamento era realizado na opulência da corte, seria apropriado que as convidadas fossem mulheres fossem mulheres de sangue real. CBASD, vol. 3, p. 835.

de ouro finíssimo de Ofir. Em vestes bordadas ou ornamentadas com o mais fino ouro (sobre a localização de Ofir, ver com. de 1Rs 9:28; cf. Jó 28:16). CBASD, vol. 3, p. 835.

10 esquece… a casa de teu pai. O salmista adverte a noiva: “Não anele pela casa de teu pai, não compare o novo com o antigo, não tente trazer ideias estranhas a seu novo ambiente; rompa todas as associações que possam se interpor entre você e seu rei; identifique-se totalmente com seu marido.” Um belo exemplo de lealdade encontra0se na história de Rute e Noemi (ver Rt 1:16-18). CBASD, vol. 3, p. 836.

11 cobiçará. A devoção ao marido a tornará mais bela e atraente aos seus olhos. Afeição sincera une marido e mulher. CBASD, vol. 3, p. 836.

12 Filha de Tiro. Pessoas abastadas trariam presentes, considerando um privilégio honrar desta forma o casamento. Na época do salmista, Tiro era provavelmente a cidade comercial mais próspera conhecida pelos judeus (sobre a riqueza de Tiro, ver Is 23:1-8; Ez 26, 27). CBASD, vol. 3, p. 836.

13 no interior. Aqui não se refere à glória e bondade de coração, mas à noiva adornada para o casamento que vai desde o interior de sua morada ao encontro do noivo. CBASD, vol. 3, p. 836.

14 Em roupagens bordadas. Do heb. riqamoth, tecidos ou vestidos de cores variadas (ver Jz 5:30; Ez 16:10). CBASD, vol. 3, p. 836.

15 Com alegria. A comitiva da noiva sai para se encontrar com o noivo e ser conduzida ao palácio do rei. Com este versículo se encerram as palavras dirigidas à noiva. CBASD, vol. 3, p. 836.

16 teus filhos. Os descendentes do rei ocuparão posições importantes. A glória do reino futuro substituirá a do reino anterior. Os v. 16 e 17 constituem uma bênção sobre o casamento real, dirigida ao rei. CBASD, vol. 3, p. 836.

17 celebrado. As palavras deste versículo devem ser compreendidas como o louvor devido a Deus (ver CBV, 101). CBASD, vol. 3, p. 836.



SALMO 45 – COMENTÁRIO PR HEBER TOTH ARMÍ by jquimelli
15 de dezembro de 2016, 0:45
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SALMO 45 – Casamento é importante para Deus. O matrimônio é honroso e glorioso caso seja pautado pelos princípios do céu desde seu início.

O comentário Moody distinguiu as seguintes partes deste Salmo real e nupcial:

1. Dedicação do hino: Ao rei (v. 1);
2. Panegírico ao Noivo (vs. 2-9):
• Ele tem boa aparência;
• Suas palavras são cheias de graça;
• Seu porte é majestoso;
• Seu governo é justo;
• Seu poder militar é grande;
• Sua escolha espiritual é certa;
• Suas vestes e suas cortes são régias.
3. Conselhos à noite: Ela precisaria encontrar seu devido lugar na família real, sendo submissa ao rei, como também leal ao seu povo (vs. 10-12).
4. Entrada da noiva: Destaca-se a cena da marcha processional. Suas roupas e séquitos são adequados para a ocasião (vs. 13-15).
5. Antecipação do casamento: Filhos (príncipes) que abençoarão a união e perpetuarão o nome da família (vs. 16-17).

O texto inspirado, aparentemente antiquado para nosso contexto, tem muitas lições de vida a nos oferecer:

• Todo homem deve ser rei de seu lar, assim como toda mulher deve ser rainha de sua casa. Consequentemente, os filhos serão príncipes.

• Não apenas o rei, mas todo noivo (ou futuro marido) deve ter qualidades e virtudes espirituais que impressionam ao público; assim como a noiva deve ter a postura de uma dama descente, pura e honrosa.

• Se todo marido tratasse sua esposa como rainha, ela o trataria como rei. Somos filhos e filhas de Deus, temos vestígios de realeza (apesar de o pecado nos ter deteriorado). Podemos elevar nosso padrão de tratamento conjugal.

• O noivo deve elogiar a noiva antes, durante e depois da cerimônia nupcial (vs. 1-5).

• A noiva deve reconhecer as características do caráter divino em seu noivo, antes, durante e após a festa de casamento (vs. 6-9).

• Deve haver um compromisso mútuo, uma entrega mútua e uma submissão mútua para que o matrimônio seja uma bênção; para isso, deve haver humildade e amor incondicional (vs. 10-12).

• O nome da família é preservado quando o caráter dos seus membros colabora com o bem da sociedade; os filhos são educados para serem bênçãos e, juntos revelam serem súditos do eterno reino divino (vs. 13-17).

Enfim, eleve teu nível familiar meditando nos planos de Deus para o matrimônio! – Heber Toth Armí.



SALMO 45 – #RPSP – COMENTÁRIO ROSANA BARROS by Ivan Barros
15 de dezembro de 2016, 0:30
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“O Teu trono, ó Deus, é para todo o sempre; cetro de equidade é o cetro do Teu Reino” (v. 6).

Disse Jesus: “… a boca fala do que está cheio o coração” (Mateus 12:34). O coração do salmista transbordava “de boas palavras” (v. 1) e essas palavras foram consagradas a Deus. Uma composição inspirada segundo a melodia celeste. A celebração de um casamento tornou-se a ilustração mais adequada para descrever o amor inigualável do Ungido de Deus por sua noiva. Afinal, Quem é “o mais formoso entre os filhos dos homens?“. Quem “dos lábios extravasou graça” (v. 2)? Quem é Aquele cujo trono é eterno (v. 6)? Quem foi ungido “com o óleo da alegria, como a nenhum” outro (v. 7)? A Quem os povos “louvarão para todo o sempre” (v. 17)

Apesar de não ser considerado por inteiro como um Salmo messiânico, é bem notória a utilização da figura de Cristo em muitas passagens. A Bíblia compara a união entre Cristo e Sua igreja com a união matrimonial entre um homem e uma mulher: “porque o marido é o cabeça da mulher, como também Cristo é o cabeça da igreja… Maridos, amai vossa mulher, como também Cristo amou a igreja e a Si mesmo Se entregou por ela” (Efésios 5:23, 25).

Observe novamente o verso dez. Ele é como um amoroso convite à igreja de Deus de todos os tempos, mas que também não deixa de ser um chamado urgente: —”Ouve, filha; vê, dá atenção. Dá atenção a Quem se despiu da glória de um Rei e vestiu-se de humanidade para que um dia possa celebrar as Suas bodas contigo. Desperta para dar ouvidos à voz do teu SENHOR! Ouve, vê e obedece! Menina dos meus olhos, “dá-me ouvidos e não te desvies das palavras da minha boca” (Provérbios 5:7).

O Natal está chegando, onde celebramos o amor, a paz e a união. Parece que o mundo se torna mais solidário e humano nesta data. E, apesar de não ser a data real do nascimento de Cristo, aproveitamos este espírito natalino para lembrar ao mundo o verdadeiro sentido do Natal: Jesus Cristo. De Gênesis Apocalipse, as Escrituras testificam dEle (João 5:39). A “Palavra que sai da boca de Deus” (Mateus 4:4) nos serve de aio para que as palavras de nossa boca sejam resultado de um coração em que Cristo reina soberano (Efésios 3:17). O convite do Príncipe da Paz é que possamos dar ouvidos à Sua voz por meio do Espírito Santo (Apocalipse 2:7), observemos a Sua Palavra (I Timóteo 4:9,13) e a obedeçamos (Apocalipse 14:12).

Estamos muito perto, amados, das bodas do Cordeiro! E a Bíblia também aponta a noiva como sendo a Cidade Santa (Apocalipse 21:9-10), e nós, as virgens (Mateus 25:1-13). As virgens prudentes serão “as virgens…” (v. 14) que “serão dirigidas com alegria e regozijo; entrarão no palácio do Rei” (v. 15). Se tão-somente aceitarmos o convite do SENHOR (v. 10) faremos parte deste grupo seleto e dia após dia Ele derramará sobre nós gotas do Espírito até que venha a Sua chuva de poder (Joel 2:28). 

“Jesus vem logo! Estais vós prontos?”

Bom dia, convidados às bodas do Cordeiro!

Desafio do dia: Medite na letra deste lindo louvor: “O coração não se turbe” (Arautos do Rei). https://youtu.be/PHunnRBqW48

*Leiam #Salmo45

Rosana Garcia Barros




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