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SALMO 40 – Deus está sempre com você, mas isso não significa que você está com Ele. É possível ser indiferente em Sua presença!
Leia, estude e reflita nas Escrituras até testemunhar com Davi: “Quando a Palavra de Deus entrou em minha vida, ela se tornou parte do meu ser”.
O Salmo em questão tem muito a ensinar-nos do que Deus pode fazer até mesmo quando estamos no fundo do poço sem saber o quê fazer.
• Deus surpreende aos que O buscam com sinceridade, intensidade e exclusividade. Suas obras são magníficas na vida daqueles que esperam pacientemente pelo Seu agir; motivando-os a louvar para testemunhar do Seu poder e atenção. Assim canta o salmista: “Abençoado são vocês, que se dão ao Eterno, que viram as costas para as ‘coisas certas’ do mundo e ignoram o que o mundo adora!” (vs. 1-4).
• As maravilhosas obras de Deus neste mundo escuro e contaminado pelo pecado são inumeráveis e imensuráveis; Suas ações, planos e palavras são bênçãos neste mundo de maldições promovidas pelo mal. O salmista revela que religião é muito mais do que muitos pensam: “Fazer algo para ti, levar algo para ti: não é isso que procuras. Ser religioso, agir com devoção: não é o que estás pedindo”, é caminhar para a eternidade com Deus (vs. 5-8).
• As surpreendentes ações misericordiosas e graciosas de Deus são proclamadas com poder e empolgação pelos que reconhecem Sua mão agindo neste mundo imundo; são apoios que sustentam na jornada cristã ao frágil pecador arrependido; e são também a base para orar com a certeza do auxílio frente aos empecilhos impostos pelos inimigos dos filhos de Deus (vs. 9-17).
Se você crê verdadeiramente que Deus é capaz de atuar poderosamente neste mundo deprimente, o salmista te incluiu na oração: “que cantem e sejam felizes todos os que te buscam com sede. Os que sabem do que És capaz contem ao mundo que És nobre e não desistes” (v. 16).
Seja você a resposta desta oração!
Quem não espera em Deus pode esperar calamidades; mas quem confia nEle para tudo, experimentará grande felicidade!
Rick Warren observou que: “Você nunca saberá que Deus é tudo o que você precisa até que Ele seja tudo o que você tiver”.
Experimente Deus! Priorize Deus! – Heber Toth Armí.
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“Esperei confiantemente pelo SENHOR; Ele se inclinou para mim e me ouviu quando clamei por socorro” (v. 1).
Quantas vezes não já lemos esta divina orientação: “Espere em Deus“. E quantas vezes percebemos o mesmo resultado: vitória. Esperar em Deus em meio à nossa realidade, onde tudo precisa ser extremamente rápido é realmente uma grande prova de fé. Mas são estes testemunhos de fé e de confiança que levarão muitos outros a temer e a confiar no SENHOR (v. 3).
Agora prestem muita atenção: a bem-aventurança do verso quatro são para os que põem “no SENHOR a sua confiança” (v. 4) e não se assemelham aos arrogantes. A arrogância, na verdade, é uma consequência de uma atitude anterior: o egoísmo. Em II Timóteo 3:1-5, Paulo nos advertiu quanto à natureza humana nos últimos dias. E a primeira ação destacada pelo apóstolo foi o egoísmo. Pessoas egoístas certamente serão “avarentos, orgulhosos, arrogantes…” e assim por diante. A partir do momento em que alguém age em favor próprio em detrimento do próximo, está sendo egoísta. Se nossas ações não condizem com nossas intenções, pode até ser que, aparentemente, aquelas sejam boas, mas são as intenções que revelarão quem somos de verdade. Deus não requer de nós “sacrifícios e ofertas” (v. 6), e sim a nossa entrega diária: “eis aqui estou” (v. 7). Só assim poderemos reconhecer a nossa real situação (v. 12), nos arrepender e folgar de júbilo (v. 16) diante do Deus que é o nosso amparo e o nosso libertador (v. 17).
Entregar-se nas mãos do SENHOR não tem a ver com inércia, mas com total dependência: “Eu sou pobre e necessitado, porém o SENHOR cuida de mim” (v. 17). Então, diante das inúmeras maravilhas que Ele tem operado (v. 5), nada nos fará mais felizes do que ter a Sua lei em nosso coração (v. 8) e proclamar diante de todos a justiça, a fidelidade, a salvação, a graça e a verdade provenientes do SENHOR (v. 10). Quem se entrega nas mãos dAquele que tudo entregou, não conhece o egoísmo, mas vive o altruísmo.
Espere no SENHOR e Ele fará de você um arauto das “boas-novas de justiça” (v. 9)!
Feliz sábado, arautos do SENHOR!
Desafio do dia: Você está sendo reavivado pela Palavra. Viva o evangelho e faça a diferença na vida de alguém hoje.
*Leiam #Salmo40
Rosana Garcia Barros
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Este lamento é mais pessoal e autobiográfico do que a maioria das lamentações. O autor parece ser uma pessoa já idosa, cheia de reflexões, tal como o autor de Eclesiastes. Bíblia de Genebra.
Jedutum. Mencionado aqui e nos títulos dos salmos 62 e 77. Um dos três líderes dos corais de Davi (1Cr 16:41-42; 25:1, 6; 2Cr 5:12), provavelmente o compositor das melodias destes salmos. Andrews Study Bible.
1-3 Davi resolveu livrar-se do pecado; Ou seja, ele decidiu não queixar-se a outras pessoas sobre o tratamento de Deus a ele. Davi certamente tinha razão para reclamar. Davi era o rei de Israel, mas teve que esperar muitos anos antes de assumir o trono. Então um de seus filhos tentou matá-lo e tornar-se rei em seu lugar. Mas quando Davi não pôde ficar quieto por mais tempo, levou suas queixas diretamente a Deus. Life Application Study Bible Kingsway.
2 O salmista reprimiu seus sentimentos, mas não podia livrar-se deles. Finalmente, falou. Bíblia de Genebra.
4 A vida é curta não importa quanto tempo nós vivamos. Se há algo importante que queiramos fazer, não devemos deixá-lo fora para um dia melhor. Pergunte a si mesmo: “Se eu tivesse apenas seis meses de vida, o que eu faria?” Dizer a alguém que você o/a ama? Lidar com uma área indisciplinada na sua vida? Contar a alguém a respeito de Jesus? Porque a vida é curta, não negligencie o que é verdadeiramente importante. Life Application Study Bible Kingsway.
5, 6 A brevidade da vida é um tema abordado nos livros dos Salmos, Provérbios e Eclesiastes. Jesus também falou sobre isso (Lucas 12:20). É irônico que as pessoas gastam tanto tempo investindo suas vidas na Terra e gastam pouco ou nenhum pensamento sobre onde passarão a eternidade. Davi percebeu que acumular riquezas e realizar tarefas mundanas não faria diferença na eternidade. Poucas pessoas entendem que sua única esperança está no Senhor. (Para outros versos sobre a brevidade da vida, ver Eclesiastes 2:18 e Tiago 4:14). Life Application Study Bible Kingsway.
6 em vão. Essa mesma palavra, no hebraico, é traduzida por “vaidade” no v. 5. O sentimento é similar àquele encontrado em Eclesiastes (5.8-20). Bíblia de Genebra.
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SALMO 39 – Quem não coloca Deus em primeiro lugar em tudo na vida, dificilmente dará algum lugar para Ele durante o dia.
Deus não deve ser apêndice para ninguém, todos devem priorizar um compromisso íntimo com Ele. Após Merrill Frederick Unger intitular este salmo de “A fragilidade humana”, ele o sintetiza assim: “O vazio da vida [vs. 1-6], deve conduzir ao autojulgamento e à oração [vs. 7-13]”.
Somos frágeis. Nossos dias de vida são efêmeros. Nossas habilidades são extremamente limitadas. Nossa fraqueza é grande. Nossos defeitos, incalculáveis. Somos carentes, necessitamos admitir nossa dependência de um Ser superior. Precisamos mais de Deus do que imaginamos!
1. Nossa língua pode nos colocar em confusão, precisamos vigiar; nossas palavras podem ser pedras de tropeços aos justos e ímpios, precisamos controlá-las (v. 1).
2. Calar-se diante do mal é ser indiferente diante do bem; a situação, o ambiente e a sociedade ficam piores sem a promoção e execução do bem (v. 2).
3. Quando a frustração em relação à situação caótica, nossa frustração com nossa condição, e nosso desânimo por nossas fraquezas tornam-se evidentes, precisamos abrir o coração e com sinceridade e transparência desabafar com o Autor de nossa existência (vs. 3-6).
4. Ao orarmos a Deus, nossa percepção torna-se mais aguçada, nosso discernimento mais acurado e, nossa visão mais ampliada; consequentemente, percebemos o bem que existe nas provações, a limpeza que faz no coração: Eliminado vaidades, extraindo o orgulho e, arrancando os ídolos que veneramos (vs. 7-11).
5. Intimidade com Deus através da oração e sinceridade em relação à nossa fragilidade faz com que o indivíduo priorize Deus em sua vida, agarre à fé com ousadia e busque ao Senhor com perseverança (vs. 12-13).
Somos pecadores. Nossos pecados nos deterioram, nossos erros nos despedaçam, nossas transgressões nos desmascaram, e nossos defeitos nos destroem; contudo, para tudo o que está desgraçadamente arruinado, Deus tem solução.
• Deus transforma o que o pecado deforma!
• Deus restaura o que o pecado destrói.
• Deus salva! Davi soube disso, e você?
Por mais entulho que se abrigue na alma, nunca estaremos satisfeitos se Deus não ocupar o vazio do coração. Não haverá nenhum conserto em ninguém que rejeitar a obra de Deus em sua alma.
Portanto, desistamos do orgulho para humilharmo-nos perante Deus! – Heber Toth Armí.
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“… Na verdade, todo homem, por mais firme que esteja, é pura vaidade” (v. 5).
A vaidade da vida destacada por Davi no Salmo de hoje encontra um paralelo com o que o seu filho Salomão escreveria mais tarde, em Eclesiastes. Tanto o pai quanto o filho, chegaram a uma conclusão: a vida é um sopro. A vida neste mundo é passageira, mas a forma como a vivemos é o que chancelará o nosso destino final.
O salmista inicia com um monólogo. É Davi falando consigo mesmo mais ou menos assim em uma linguagem contemporânea:
—Preciso estar vigilante para não falar demais. Vou fechar a minha boca diante dos que não são tementes a Deus.
O resultado disto foi dor de coração e angústia. Ele passou a ter uma real noção da brevidade da vida e de tudo o que o homem acumula nesta terra (v. 6). É tudo “pura vaidade” (v. 11).
Enquanto a esperança de muitos estiver depositada na vida e nas coisas desta vida, eles passarão “como uma sombra” (v. 6). Mas se o SENHOR for a nossa esperança podemos ter a certeza de que ainda que tenhamos que passar pelo fogo das provações (v. 11), Ele ouvirá a nossa oração (v. 12).
Apesar de ter iniciado o Salmo como a figura de um homem emudecido (v. 2), Davi o encerrou com um “grito por socorro” (v. 12). Podemos até nos calar para evitar falar o desnecessário, mas não podemos negligenciar o diálogo com o Eterno. Antes que o nosso prazo de vida chamado NADA (v. 5) se esgote, antes que seja tarde demais, que o nosso “grito por socorro” alcance os ouvidos misericordiosos de Deus. Reconhecer que somos seres finitos nos faz olhar na direção do Único que é eterno e declarar: “Tu és a minha esperança” (v. 7). Entregue a sua vida nas mãos dAquele que é a própria VIDA (Vide João 14:6) e, ainda que ela finde aqui, logo será transformada de “nada” (v. 5) em tudo, de “alguns palmos” (v. 5) em dias incontáveis.
Bom dia, forasteiros neste mundo!
Desafio do dia: Pense em algo que você tem valorizado além do que deveria. Clame a Deus por socorro, para que lhe ajude a se desfazer disto.
*Leiam #Salmo39
Rosana Garcia Barros
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Comentário devocional:
Davi é apresentado como um rei exemplar, um homem que seguia e honrava a Deus. No entanto, ele muitas vezes foi imprudente e tolo. Por duas vezes seus pecados públicos foram repreendidos por profetas. Dois de seus pecados exigiram arrependimento público: por ter se envolvido sexualmente com Bate-Seba e assassinado o seu marido (2Sm 12) e por ele ter ordenado o censo dos homens de guerra, cerca de 15 anos mais tarde, perto do fim do seu reinado (2Sm 24).
O Salmo 32 e o Salmo 38 tanto registram a tristeza de Davi sobre um pecado específico como oferecem a outros pecadores o exemplo de uma oração suplicando perdão.
Imaginemos que o Salmo 38 tenha sido composto para acompanhar a oferta penitencial de Davi após a repreensão do profeta Gade. Davi diz: “Prefiro cair nas mãos do SENHOR […] a cair nas mãos dos homens” (2Sm 24:14, NVI). As feridas feitas por um amigo, ele sabe, trazem cura, não importa o quanto elas machuquem.
Davi era um guerreiro que havia visto e, provavelmente, infligido, terríveis massacres sobre tropas inimigas. Em diversas ocasiões provavelmente tenha também se ferido. Ele usa imagens do campo de batalha para descrever suas feridas espirituais: setas de Deus atravessaram o seu corpo. Sua carne está fraca, seus ossos estão quebrados. O pecado é um fardo muito pesado de carregar. Suas feridas estão infeccionadas. Ele geme e urra de dor. Ele tropeça, ofegante, exausto.
A mais terrível experiência de Davi é aquela em que seus amigos, companheiros por toda a vida em batalhas, se distanciam dele, revoltados com suas ações. Seus verdadeiros amigos irão perdoá-lo, assim como Deus o perdoará. Mas seus inimigos aproveitam esta ocasião para lançar ignomínia sobre ele e seu Deus.
Miquéias 7:8 e Provérbios 24:17 ecoam a angústia de Davi: “Não se alegre a minha inimiga com a minha desgraça”; “Não se alegre quando o seu inimigo cair, nem exulte o seu coração quando ele tropeçar” (NVI). Provérbios 24:16 traz esperança: “pois ainda que o justo caia sete vezes, tornará a erguer-se, mas os ímpios são arrastados pela calamidade” (NVI). O homem só se levanta após a queda porque o juízo de Deus é um ato de graça, um meio de salvação que leva o pecador ao arrependimento.
Pai, você testemunhou o meu pecado e feriu fortemente o meu coração – fiéis feridas de um amigo. Eu não preciso implorar por compaixão, pois a Sua compaixão já me alcançou. Em Sua misericórdia, lembre-me muitas vezes que quando eu confio na minha própria opinião e sigo os meus próprios caprichos, eu O desonro e trago sobre mim desastre após desastre. Sustenha-me em Seus braços. Amém.
Helen Pyke
Professora aposentada
Universidade Adventista do Sul
Traduzido por Pr Jobson Santos/Jeferson Quimelli
Texto original em: http://revivedbyhisword.org/en/bible/Psa/38/
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Esse é chamado de salmo penitencial, porque nele Davi expressa tristeza por seu pecado (38:18). Ele declara que seu pecado causou problemas de saúde (38:1-8) e o separou de Deus e de outros, causando extrema solidão (38:9-14). Ele então confessa seu pecado e se arrepende (38:15-22). Life Application Study Bible Kingsway.
O Salmo 38 é uma oração de arrependimento (ver Sl 6; ver também p. 703[CBASD]). O salmista retrata um sofrimento intenso, tanto físico quanto mental. Ele descreve seu corpo sendo atormentado pela dor, e sua mente, pela angústia, porque se sente condenado ou porque teme seus inimigos. O sofrimento se intensifica ao perceber que os que deveriam ser seus amigos o abandonaram quando ele mais precisa da compreensão e do consolo deles. CBASD – Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 3, p. 816.
Título ARA: “Em memória”; NKJV: “Para trazer à lembrança”; NVI: “Uma petição”.
2 Tuas setas. Símbolos do castigo divino (ver Sl 7:13). CBASD, vol. 3, p. 816.
3 Não há parte sã. Ver Is 1:6. Os sintomas descritos, somados ao fato de seus amigos o deixarem sozinho (ver v. 7, 11), dão a entender que a doença era extremamente repulsiva. CBASD, vol. 3, p. 817.
saúde. Do heb shalom, “paz”, fim do sofrimento. CBASD, vol. 3, p. 817.
não há saúde. O pecado do salmista exercera efeitos sérios sobre a sua saúde. em alguns casos, o pecado e a culpa são a causa das enfermidades, mas nem sempre as enfermidades resultam de pecados cometidos pela pessoa que sofre (Livro de Jó; Jó 9:1-12). Bíblia de Genebra.
por causa do meu pecado. O salmista sente que seu sofrimento é uma punição por seus pecados. Todo sofrimento é resultado da entrada do pecado no universo e, muitas vezes, o sofrimento pessoal é resultado direto de atos errados. … Deus não faz um milagre para impedir que o ser humano sofra as consequências de violar as leis da natureza (ver CRA, 29). Se fossem protegidos dos resultados desastrosos de se praticar o mal, os pecadores se sentiriam encorajados na iniquidade. Porém, nem todo sofrimento é resultado direto do pecado pessoal da parte do sofredor. Antigamente, muitos consideravam que toda aflição era castigo de algum erro, fosse do sofredor ou de seus pais (ver Jo 9:2). Julgavam o grau de culpabilidade pela intensidade de sofrimento. … Eis a verdadeira filosofia do sofrimento: “O sofrimento é infligido por Satanás, mas Deus predomina sobre ele para fins misericordiosos” (DTN, 471). A razão por que Deus nem sempre protege Seus filhos da enfermidade e do sofrimento é que, se fizesse isso, Satanás O acusaria como fez no relato do livro de Jó. … Deus deve dar a Satanás a oportunidade de afligir os justos, para que no fim seja provado que todas as acusações de injustiça não possuem fundamento. Assim, o sofredor pode encontrar conforto na ideia de que,embora um “mensageiro de Satanás” o esbofeteie (ver 2Co 12:7), Deus está no controle para fins misericordiosos e fará com que a aflição se transforme em bênção (ver Rm 8:28). CBASD, vol. 3, p. 817.
5-10 Uma descrição do sofrimento físico e o sofrimento moral que sempre acompanham a prática do pecado (cf Is 1.5-6). Bíblia Shedd.
7 Ardem-me os ombros. Os sintomas parecem indicar uma enfermidade repulsiva com inflamação intensa. CBASD, vol. 3, p. 817.
9 Na Tua presença, SENHOR, estão os meus desejos todos. O salmista reconhece que Deus sabe de seu desejo de perdão e cura, e que não há necessidade de repetir a oração. A oração mais débil é ouvida no Céu. Não precisamos falar muito para que Deus ouça a nossa oração. Ele observa os propósitos do coração e nossa devoção a Ele. “A verdadeira oração requer as energias da alma e afeta a vida” (T4, 535). Este versículo é o único lampejo de conforto nos v. 1 a 14. Para o salmista é suficiente saber que pode derramar seu coração a um Deus que o conhece e que Se importa com ele. CBASD, vol. 3, p. 817, 818.
11 Os meus amigos. Comparar com Sl 31:11. Eles não estão dispostos a se aproximarem do enfermo, provavelmente por temer o contágio (ver Jó 19:13-20). Talvez esse distanciamento seja uma das setas do v. 2. CBASD, vol. 3, p. 818.
13, 14 É extremamente difícil ficar em silêncio quando outros nos destroem porque queremos proteger a nossa reputação. Achamos difícil não fazer nada enquanto eles atacam algo tão precioso para nós. Mas não precisamos contra atacar em vingança ou justificar nossa posição; Podemos confiar em Deus para proteger nossa reputação. Jesus ficou calado diante dos Seus acusadores (Lucas 23: 9, 10); Ele deixou Seu caso nas mãos de Deus (1 Pedro 2: 21-24). Este é um bom lugar para deixar o nosso caso também! Life Application Study Bible Kingsway.
Quando somos esbofeteados e humilhados, a atitude correta é a do Senhor. Como a ovelha muda perante seus tosquiadores, ele não abriu a Sua boca! Comentário Bíblico Devocional – Velho Testamento, F. B. Meyer.
O salmista não leva em conta a calúnia de seus inimigos e permanece em silêncio ao ser perseguido. CBASD, vol. 3, p. 818.
15 No versículo 15 o tom se torna mais calmo. A alma volta a voltar ao seu centro de gravidade em Deus. … A fé dispõe os seus argumentos. … Como Sansão, ela acha mel na carcaça do leão. Mas Deus não nos abandonará, Nunca, nem por um momento retirará de nós sua atenção. O Refinador se assenta junto ao crisol, e resfriará o calor no momento em que a obra estiver terminada. Comentário Bíblico Devocional – Velho Testamento, F. B. Meyer.
19, 20 Pecou contra o Senhor, mas é inocente de qualquer injustiça cometida contra os que atacam. Bíblia de Estudo NVI Vida.
Mas os meus inimigos. O salmista está perplexo com o fato de os ímpios continuarem prosperando e com boa saúde. CBASD, vol. 3, p. 818.
20 porque eu sigo o que é bom. A razão por trás da conduta dos inimigos é que ele era um homem bom, que fazia o bem. O pecado não tolera o que é bom. A depravação total abomina a justiça (ver iJo 3:12). CBASD, vol. 3, p. 818.
22 salvação minha. Ver Sl 27:1. As últimas palavras do salmo mostram os resultados positivos do sofrimento do salmista. As provas fizeram com que clamasse com fervor a Deus, a quem reconhece como sua única esperança de salvação. CBASD, vol. 3, p. 818.
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SALMO 38 – Este é um dos salmos penitenciais, os quais são o Salmo 6, 32, 51, 102, 130, 143 e, este em apreço.
Derek Kidner separa estes versos penitenciais em três partes:
1. O fardo repugnante (vs. 1-8).
2. A vítima solitária (vs. 9-14).
3. A única esperança (vs. 15-22).
Não precisa ter muito discernimento para saber que o pecado aflige, sufoca, esmaga e mata; o salmista Davi clama pela graciosa misericórdia divina devido ao terrível castigo que sofria pelo seu pecado.
• Ao recorrer a Deus é preciso ser humilde e reconhecer Sua intolerância ao pecado devido a Sua santidade (vs. 1-2).
• Ao orar é necessário admitir ser um causador de problemas, um transgressor da Lei divina, traçando uma existência pautada pela loucura do pecado (vs. 3-5).
• Ao confessar pecados a Deus é imprescindível relatar tudo, o fedor das feridas na alma, o ardor dos lombos, a franqueza física, seus órgãos débeis e o abandono – uma vida miserável por causa do pecado (vs. 6-12).
• Ao colocar o caso nas mãos do Deus que sabe todas as coisas e livra aos que O buscam, não é necessário gastar energia física e mental para fazer justiça com as próprias mãos (vs. 13-15).
• Ao entregar as questões da existência nas mãos do Autor da vida, nosso único foco deve ser o nome de Deus. Como representantes dEle, não devemos sujar Seu caráter com nossos atos contaminados com pecados para lidar com os que se acham superiores e pisam nos outros (vs. 16-20).
• Ao encerrar a oração de aflição diante de um Deus que possui todas as soluções, é preciso apegar-se a Ele como uma criança apega-se a seu pai quando corre perigo (vs. 21-22).
O pecado nos faz enfermar total e mortalmente, já a oração que nos liga a Deus que é o Médico dos médicos, tem poder de nos reavivar.
A saúde perdida por causa do pecado pode ser recuperada através da busca incessante dÀquele que atende as nossas orações em quaisquer situações.
Aqueles moribundos, capengando espiritualmente, devem entrar de cabeça num ministério fervoroso de oração a fim de ser reavivados e fortalecidos na fé.
A falta de vigor resulta de uma vida desprovida de oração; pois, a oração restaura fisicamente, revigora emocionalmente e fortalece espiritualmente! – Heber Toth Armí.
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“Mas eu, como surdo, não ouço e, qual mudo, não abro a boca” (v. 13).
Diante do quadro apresentado no Salmo de hoje, você pode pensar: 💭Mas como manter-me inerte e silente diante de tão grande maldade? 💭
A descrição da situação de Davi com certeza lhe fez lembrar um outro personagem que há pouco estudamos: Jó. Percebam como o salmista descreveu a sua degradação física e compare com a história de Jó: “não há saúde nos meus ossos” (v. 3);
“não há parte sã na minha carne” (v. 3, 7);
“Tornam-se infectas e purulentas as minhas chagas” (v. 5);
“ando de luto o dia todo” (v. 6);
“dou gemidos por efeito do desassossego do meu coração” (v. 8);
“Os meus amigos e companheiros afastam-se da minha praga e os meus parentes ficam de longe” (v. 11).
Porém, ao contrário de Jó, Davi faz uma ligação entre seu sofrimento e suas iniquidades (v. 4). Sabemos que nem todo caso se dá desta forma. Jó, apesar de pecador, foi considerado justo e íntegro aos olhos do próprio Deus, por duas vezes (Jó 1:8; 2:3). Outra diferença está na reação: Jó replicou as duras palavras de seus amigos. Já Davi, buscou na sabedoria do silêncio (v. 14) esperar uma resposta que viesse do SENHOR (v. 15). Mas, em ambos os casos, podemos perceber o mesmo espírito de entrega e de confiança. Jó sabia em Quem cria (Jó 19:25). Sua fé estava alicerçada em Deus, e, apesar de todo o sofrimento, a sua esperança não era depositada neste mundo, mas naquele que sabia que herdaria.
Mais uma vez podemos observar a preocupação do salmista com os que sem causa o odiavam (v. 19), pois estes eram os seus reais adversários (v. 20). O bem que lhes fazia, sempre lhe tornava em mal e, o incompreensível acontecia: “os meus inimigos são vigorosos e fortes” (v. 19). A atitude de Davi também pode nos parecer incompreensível. Como se manter calado diante da injustiça? Difícil, não é mesmo? Mas foi exatamente por uma atitude assim que hoje podemos ter confirmado no coração a mesma esperança que tinha Jó: “Porque eu sei que o meu Redentor vive e por fim se levantará sobre a terra” (Jó 19:25).
Cristo Se entregou como ovelha muda (Vide Isaías 53:7), por amor a mim e por amor a você. No maior ato de amor da história deste mundo, praticou o mais sublime ato de bondade e só recebeu o mal como paga. Curou, sorriu, perdoou e amou a quem O rejeitou, O dilacerou, O maltratou e O matou.
Diante das injustiças da vida, lembre-se que você foi comprado a preço de sangue inocente. Se aqueles a quem você fez o bem só lhe retribuíram com o mal, como Davi, e como Cristo que nos amou até o fim, persevere na seguinte resolução: “eu sigo o que é bom” (v. 20). Arrepende-te dos teus pecados, confie em Deus e siga a bondade que dEle procede. Ainda que a injustiça grite aos seus ouvidos, escolha ouvir a voz do SENHOR e ser prudente, pois, “o homem prudente, este se cala” (Provérbios 11:12).
Bom dia, prudentes do SENHOR!
*Leiam #Salmo38
Rosana Garcia Barros
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Comentário devocional:
O Salmo 37 produziu uma profunda impressão em mim quando o descobri durante meu primeiro ano na Mount Vernon Academy, uma escola em Ohio. Eu memorizei os seus oito primeiros versos e posso repeti-los até hoje.
Sua mensagem pode ser resumida pela canção que se tornou o hino não oficial da Jamaica após o furacão Gilbert atingir a ilha em 1988: “Não se preocupe, seja feliz” [Don’t worry, be happy].
Em vários momentos o Salmo 37 aconselha: “Não se preocupe…”. “Não se preocupe por causa de malfeitores. . .”; “Não se preocupe por causa daquele que prospera em seu caminho . . .”; “Não se preocupe, ele só causa danos” .
Eu não conhecia malfeitores na Academia, mas eu tinha algo preocupante a superar. Meus pais não eram ricos. Eu tive que trabalhar muitas horas por semana para pagar minhas despesas escolares. Minhas roupas eram poucas e bastante simples. Eu não invejava os alunos que tinham roupas mais chiques do que as minhas. Era difícil, contudo, dizer para mim mesma para não se preocupar com aqueles poucos que não tinham que trabalhar e olhar para o nosso grupo que não se vestia tão bem como eles. Sim, eu tive um problema preocupante que eu precisava superar .
Mais importante do que o conselho do Salmo sobre O QUE NÃO FAZER é o conselho sobre O QUE FAZER. O Salmo 37 me ajudou a não me preocupar através das ordens positivas: “Seja feliz”; “Confia no Senhor e faze o bem…”; “Deleita-te também no SENHOR…”; “Entrega o teu caminho ao SENHOR…”; “Descansa no SENHOR e espera nele…” Enquanto eu meditava nos conselhos positivos do Salmo 37, o Senhor me ajudou a parar de me preocupar e ser feliz .
As promessas feitas para aqueles que seguem os mandamentos do Senhor também me ajudaram: “Deleita-te também no Senhor e Ele te concederá os desejos do teu coração.”
Eu reclamei aquela promessa. Um dos desejos do meu coração era que eu fosse uma boa aluna. Apesar de ter que trabalhar muitas horas por semana, o Senhor ajudou-me a aprender e conseguir boas notas. Isso continuou até a faculdade e pós-graduação.
“Aqueles que esperam no Senhor herdarão a terra […] E se deleitarão na abundância de paz.” Os conselhos e as promessas do Salmo 37 que eu descobri meu primeiro ano na Academia podem ajudar a todos nós através de todas as dificuldades e nos encher de paz agora e sempre.
Helen E. Sauls
Professora Associada Aposentada
Universidade Adventista do Sul
Traduzido por Jeferson Quimelli
Texto original em: http://revivedbyhisword.org/en/bible/Psa/37/
Texto bíblico: Salmo 37