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SALMO 38 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS by jquimelli
8 de dezembro de 2016, 0:50
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Esse é chamado de salmo penitencial, porque nele Davi expressa tristeza por seu pecado (38:18). Ele declara que seu pecado causou problemas de saúde (38:1-8) e o separou de Deus e de outros, causando extrema solidão (38:9-14). Ele então confessa seu pecado e se arrepende (38:15-22). Life Application Study Bible Kingsway.

O Salmo 38 é uma oração de arrependimento (ver Sl 6; ver também p. 703[CBASD]). O salmista retrata um sofrimento intenso, tanto físico quanto mental. Ele descreve seu corpo sendo atormentado pela dor, e sua mente, pela angústia, porque se sente condenado ou porque teme seus inimigos. O sofrimento se intensifica ao perceber que os que deveriam ser seus amigos o abandonaram quando ele mais precisa da compreensão e do consolo deles. CBASD – Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 3, p. 816.

Título ARA: “Em memória”; NKJV: “Para trazer à lembrança”; NVI: “Uma petição”.

2 Tuas setas. Símbolos do castigo divino (ver Sl 7:13). CBASD, vol. 3, p. 816.

3 Não há parte sã. Ver Is 1:6. Os sintomas descritos, somados ao fato de seus amigos o deixarem sozinho (ver v. 7, 11), dão a entender que a doença era extremamente repulsiva. CBASD, vol. 3, p. 817.

saúde. Do heb shalom, “paz”, fim do sofrimento. CBASD, vol. 3, p. 817.

não há saúde. O pecado do salmista exercera efeitos sérios sobre a sua saúde. em alguns casos, o pecado e a culpa são a causa das enfermidades, mas nem sempre as enfermidades resultam de pecados cometidos pela pessoa que sofre (Livro de Jó; Jó 9:1-12). Bíblia de Genebra.

por causa do meu pecado. O salmista sente que seu sofrimento é uma punição por seus pecados. Todo sofrimento é resultado da entrada do pecado no universo e, muitas vezes, o sofrimento pessoal é resultado direto de atos errados. … Deus não faz um milagre para impedir que o ser humano sofra as consequências de violar as leis da natureza (ver CRA, 29). Se fossem protegidos dos resultados desastrosos de se praticar o mal, os pecadores se sentiriam encorajados na iniquidade. Porém, nem todo sofrimento é resultado direto do pecado pessoal da parte do sofredor. Antigamente, muitos consideravam que toda aflição era castigo de algum erro, fosse do sofredor ou de seus pais (ver Jo 9:2). Julgavam o grau de culpabilidade pela intensidade de sofrimento. … Eis a verdadeira filosofia do sofrimento: “O sofrimento é infligido por Satanás, mas Deus predomina sobre ele para fins misericordiosos” (DTN, 471). A razão por que Deus nem sempre protege Seus filhos da enfermidade e do sofrimento é que, se fizesse isso, Satanás O acusaria como fez no relato do livro de Jó. … Deus deve dar a Satanás a oportunidade de afligir os justos, para que no fim seja provado que todas as acusações de injustiça não possuem fundamento. Assim, o sofredor pode encontrar conforto na ideia de que,embora um “mensageiro de Satanás” o esbofeteie (ver 2Co 12:7), Deus está no controle para fins misericordiosos e fará com que a aflição se transforme em bênção (ver Rm 8:28). CBASD, vol. 3, p. 817.

5-10 Uma descrição do sofrimento físico e o sofrimento moral que sempre acompanham a prática do pecado (cf Is 1.5-6). Bíblia Shedd.

Ardem-me os ombros. Os sintomas parecem indicar uma enfermidade repulsiva com inflamação intensa. CBASD, vol. 3, p. 817.

Na Tua presença, SENHOR, estão os meus desejos todos. O salmista reconhece que Deus sabe de seu desejo de perdão e cura, e que não há necessidade de repetir a oração. A oração mais débil é ouvida no Céu. Não precisamos falar muito para que Deus ouça a nossa oração. Ele observa os propósitos do coração e nossa devoção a Ele. “A verdadeira oração requer as energias da alma e afeta a vida” (T4, 535). Este versículo é o único lampejo de conforto nos v. 1 a 14. Para o salmista é suficiente saber que pode derramar seu coração a um Deus que o conhece e que Se importa com ele. CBASD, vol. 3, p. 817, 818.

11 Os meus amigos. Comparar com Sl 31:11. Eles não estão dispostos a se aproximarem do enfermo, provavelmente por temer o contágio (ver Jó 19:13-20). Talvez esse distanciamento seja uma das setas do v. 2. CBASD, vol. 3, p. 818.

13, 14 É extremamente difícil ficar em silêncio quando outros nos destroem porque queremos proteger a nossa reputação. Achamos difícil não fazer nada enquanto eles atacam algo tão precioso para nós. Mas não precisamos contra atacar em vingança ou justificar nossa posição; Podemos confiar em Deus para proteger nossa reputação. Jesus ficou calado diante dos Seus acusadores (Lucas 23: 9, 10); Ele deixou Seu caso nas mãos de Deus (1 Pedro 2: 21-24). Este é um bom lugar para deixar o nosso caso também! Life Application Study Bible Kingsway.

Quando somos esbofeteados e humilhados, a atitude correta é a do Senhor. Como a ovelha muda perante seus tosquiadores, ele não abriu a Sua boca! Comentário Bíblico Devocional – Velho Testamento, F. B. Meyer.

O salmista não leva em conta a calúnia de seus inimigos e permanece em silêncio ao ser perseguido. CBASD, vol. 3, p. 818.

15 No versículo 15 o tom se torna mais calmo. A alma volta a voltar ao seu centro de gravidade em Deus. … A fé dispõe os seus argumentos. … Como Sansão, ela acha mel na carcaça do leão. Mas Deus não nos abandonará, Nunca, nem por um momento retirará de nós sua atenção. O Refinador se assenta junto ao crisol, e resfriará o calor no momento em que a obra estiver terminada. Comentário Bíblico Devocional – Velho Testamento, F. B. Meyer.

19, 20 Pecou contra o Senhor, mas é inocente de qualquer injustiça cometida contra os que atacam. Bíblia de Estudo NVI Vida.

Mas os meus inimigos. O salmista está perplexo com o fato de os ímpios continuarem prosperando e com boa saúde. CBASD, vol. 3, p. 818.

20 porque eu sigo o que é bom. A razão por trás da conduta dos inimigos é que ele era um homem bom, que fazia o bem. O pecado não tolera o que é bom. A depravação total abomina a justiça (ver iJo 3:12). CBASD, vol. 3, p. 818.

22 salvação minha. Ver Sl  27:1. As últimas palavras do salmo mostram os resultados positivos do sofrimento do salmista. As provas fizeram com que clamasse com fervor a Deus, a quem reconhece como sua única esperança de salvação. CBASD, vol. 3, p. 818.


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