Reavivados por Sua Palavra


ESTER 7 by Jeferson Quimelli
16 de setembro de 2016, 1:00
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Comentário devocional:

O segundo banquete de Ester foi um grande sucesso e foi a continuação do banquete do dia anterior. Mais uma vez, o rei perguntou-lhe qual era o pedido de Ester e prometeu que ele seria atendido. Desta vez, Ester respondeu e o destino de Hamã foi selado.

O caráter do rei Assuero era duvidoso. Sua única qualidade redentora era a sua afeição por Ester. Ele autorizou o extermínio de mulheres e crianças inocentes, sem questionar o menor detalhe. Ele também não teve dúvidas se devia ou não lucrar financeiramente com isso. Ele era um líder egocêntrico, arrogante, e desinteressado. Os eunucos no banquete sabiam a respeito da forca de Hamã e estavam mais conscientes dos movimentos políticos no reino do que o próprio rei.

A incapacidade do rei liderar, de prestar atenção aos detalhes e de pensar por si mesmo permitiram que Hamã emitisse seu decreto. Entretanto, estas mesmas falhas de caráter trabalharam em favor de Ester. O rei prontamente acreditou que a versão dela dos acontecimentos era a verdade. Não foi por acaso que Deus permitiu que a bela e sábia Ester estivesse onde estava naquele momento da história.

Ore para que Deus use você como parte do Seu plano para salvar pessoas.

Jean Boonstra
Voz da Profecia

 

Também disponível em: http://www.revivalandreformation.org/bhp/pt/biblia/est/7/ e https://www.facebook.com/ReavivadosPorSuaPalavra/
Texto original: http://www.revivalandreformation.org/bhp/en/bible/est/7/
Publicação anterior: https://reavivadosporsuapalavra.org/2013/06/23/
Tradução Jeferson Quimelli/Jobson Santos/Cindy Tutsch
Texto bíblico: Ester 7
Comentário em áudio Pr Valdeci
Leituras da semana programa Crede em Seus Profetas:
http://www.revivalandreformation.org/bhp/pt/sop/pp/53 e https://credeemseusprofetas.org/



ESTER 7 – Comentários selecionados by Jeferson Quimelli
16 de setembro de 2016, 0:50
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1 banquete. No livro de Ester, acontecimentos importantes acontecem durante banquetes (Andrews Study Bible).

2 disse o rei a Ester. Pela terceira vez, Assuero solicita que Ester torne conhecido seu pedido. A esta altura ele deveria estar curioso para saber do que se tratava (CBASD, vol. 3, p. 536).

3 Ester aborda o problema crítico de uma maneira inteligente: ela liga o destino de seu povo à sua própria vida. A identificação com alguém ou algo envolve assumir riscos (Andrews Study Bible).

Pouco importava ao rei que milhares de seus súditos seriam mortos; ele não se preocupava com eles. […] Mas, se o decreto tocava a Ester, isto era outra questão. Seu caráter, lealdade e devoção estavam muito acima de qualquer suspeita. […] A rainha tratou o assunto com tato e habilidade, introduzindo o problema de forma calculada para apelar pessoalmente ao rei. Sua vida estava ameaçada; ela, a rainha, estava em perigo mortal (CBASD, vol. 3, p. 537).

4 vendidos. Ester referia-se à propina que Hamã ofereceu ao rei (3.9; 4.7) (Bíblia de Estudo NVI Vida).

6 A resposta de Ester é bastante dramática e mostra de forma contundente o caráter de Hamã. A reação de Hamã é imediata: ele vê agora que o seu plano para destruir os judeus não apenas afetava seu arquiinimigo e algumas pessoas dispersas, mas atingia diretamente o centro nervoso do poder persa (Andrews Study Bible).

8 sobre o assento onde Ester estava reclinada. Os persas tomavam suas refeições reclinados em divãs, como também os gregos e os romanos (Bíblia Shedd) [ver tb Am 6.4-7; Jo 13.23].

Hamã se comportou diante de Ester de um modo que foi interpretado pelo rei como uma quebra deliberada da etiqueta da corte e mesmo uma violação da dignidade da rainha (Andrews Study Bible).

Ao retornar, Assuero interpreta mal a postura de Hamã como sendo um ataque planejado sobre a rainha, ou, em sua ira, simula interpretá-la desta forma (CBASD, vol. 3, p. 537).

cobriram o rosto de Hamã. A exclamação do rei revelara sua ira implacável contra Hamã, e os seus servos bem sabiam que isto significava a pena de morte; cobriram-lhe o rosto conforme o costume aplicado às pessoas que iam ser executadas (Bíblia Shedd).

Escritores gregos e romanos confirmam este costume (CBASD, vol. 3, p. 537).

Um véu era colocado sobre a cara de alguém condenado à morte porque os reis persas se recusavam a olhar para a fase de um condenado (Life Application Study Bible).

9 Harbona. Ver Et 1:10. Talvez Harbona fosse um dos eunucos que o rei enviou mais cedo naquele mesmo dia para chamar Hamã ao banquete (ver Et 6.14). Sendo assim, ele viu a forca pessoalmente (ver Et 5.14) (CBASD, vol. 3, p. 537).

A referência de Harbona à forca [feita para Mordecai] introduz, com efeito, uma segunda acusação contra Hamã – sua tentativa de exterminar o benfeitor do rei (Bíblia de Estudo NVI Vida).

Provérbios 26:27 ensina que uma pessoas que cava um poço para outros, cairá ele próprio neste poço. Aquilo que aconteceu a Hamã mostra os quase sempre violentos resultados de armar qualquer tipo de armadilha para outros (Life Application Study Bible).



ESTER 7 – COMENTARIO PR HEBER TOTH ARMÍ by Maria Eduarda
16 de setembro de 2016, 0:45
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ESTER 7 – A morte prematura rouba toda a vaidade do orgulhoso e dos inimigos do bem. O fim de Hamã ilustra o fim de todos os que se opuseram ao povo de Deus durante toda a história.

O capítulo pode sumariado em dois pontos:

• Paciente e estrategicamente Ester apresenta sua intrigante petição ao rei, seu marido (vs. 1-6);
• O promotor da morte dos inocentes morre na forca que ele preparou para Mardoqueu – que ironia do destino! (vs. 7-10).

Deus triunfará miraculosamente sobre os inimigos de Seu povo. Quem intenta frustrar os planos divinos terminará frustrado. Note o que escreveu Hans K. LaRondelle:

“A destruição final é chamada de ‘obra estranha’ de Deus (Isa. 28:21), porque Deus não nos destinou para sermos receptáculos de Sua ira, mas, pelo contrário, de Sua salvação pela fé no Senhor Jesus Cristo. I Tess 5:9. […] Por mais confusas que sejam as circunstâncias, por mais hostis que sejam as forças que se opõem ao povo do concerto de Deus, não importa quão desanimadora sejam as deficiências do povo escolhido, nosso Criador fará triunfar o Seu plano e Seus desígnios divinos [Sal. 33:10-12]”.

E ainda mais: “Esse desígnio da vontade divina se aplica tanto ao bem-estar presente como ao futuro do povo de Deus dentro dos movimentos complexos da história do mundo […]. Deus não é meramente um expectador dos eventos terrestres ou um vaticinador do que a humanidade fará. Sua providência, de um modo misterioso, porém efetivo, leva avante o que o eterno conselho de Deus determinou e prometeu que deveria ocorrer no planeta Terra [Isa. 14:27]”.

Ellen G. White declarou categoricamente: “Nos anais da história humana o crescimento das nações, o levantamento e queda dos impérios, aparecem como dependendo da vontade e façanhas do homem. O desenvolver dos acontecimentos em grande parte parece determinar-se por seu poder, ambição e capricho. Na Palavra de Deus, porém, afasta-se a cortina, e contemplamos ao fundo, em cima, e em toda a marcha e contramarcha dos interesses, poderio e paixões humanas, a força de um Ser todo misericordioso, a executar, silenciosamente, pacientemente, os conselhos de Sua própria vontade”.

Creia que Deus é…

1. …Senhor da História;
2. …Soberano no Universo;
3. …Salvador/vindicador do ser humano;
4. …Supremo juiz.

Tenhamos fé nEle! Reavivemo-nos! – Heber Toth Armí.



ESTER 7 – #RPSP – Comentário Rosana Barros by Ivan Barros
16 de setembro de 2016, 0:30
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“Respondeu Ester: O adversário e inimigo é este mau Hamã. Então, Hamã se perturbou perante o rei e a rainha” (v. 6).


Enquanto Hamã tentava esquecer suas mágoas no banquete preparado por Ester, não sabia que estava diante de uma judia. O rei não suportando mais o mistério de Ester, pergunta-lhe pela terceira vez: “Qual é a tua petição, rainha Ester?” (v. 2). E finalmente ela revela o seu propósito em forma de súplica; súplica por sua vida e pela vida de seu povo. Hamã é desmascarado e, perturbado, comete o desatino de lançar-se aos pés da rainha; ato esse que causou maior fúria ainda no coração de Assuero. Sem imaginar, Hamã havia preparado a própria forca.

Impressionante as palavras de Ester no versículo quatro, outra prova de que foi realmente uma serva do Altíssimo: “… se ainda como servos e como servas nos tivessem vendido, calar-me-ia, porque o inimigo não merece que eu moleste o rei”. A preocupação de Ester não foi com a perda do bem-estar ou status real, mas com a vida. Não deve ser esta a nossa maior preocupação também? E aqui eu não me refiro à vida deste mundo que como um sopro se esvai (Salmo 146:4), mas à vida eterna. Ester não teria aborrecido o rei e tomado o seu tempo se não fosse em defesa da VIDA. E o quanto não temos nos importado em aborrecer a Deus com nossas queixas sem sentido, com orações repletas de pedidos egocêntricos e cheias de orgulho próprio! Enquanto Hamã queria a glória para si, Ester manifestou total desinteresse pela exaltação própria não fazendo caso de tornar-se serva se fosse preciso. O fim de Hamã foi apenas a colheita do que ele mesmo cultivou. Pois quem planta ódio colhe morte, e quem planta amor colhe vida.

Um inimigo está lhe oprimindo? Alguém lhe faz sofrer? Afixei na parede de meu quarto uma frase que me marcou e que procuro lembrar sempre que me sinto ofendida por alguém: “Graças, ó Deus, por me permitires ser humilhado(a), pois é exatamente assim que quero tornar-me humilde como Jesus” (O Décimo Primeiro Mandamento, p. 34).

Jesus nos deixou a mais preciosa lição de humildade. Sua vida de serviço abnegado e de amor altruísta foi o maior dos exemplos de que podemos sim ter uma vida de serviço ainda que para isso tenhamos que sofrer insultos, perseguições e humilhações. Cristo passou por tudo isso para que você e eu pudéssemos ter vida. Ele deixou o Céu para que possamos estar lá um dia.

Que nossas orações estejam repletas de gratidão a Deus e de súplicas de uns pelos outros. Que ainda que a nossa vida seja uma afronta àqueles que não desfrutam de um relacionamento pessoal com o Salvador, nossa atitude seja a de “revidar” com os joelhos no chão. E que, pela graça de Deus, essas pessoas arrependam-se enquanto há tempo e não recebam como salário (Vide Romanos 6:23) o mesmo que recebeu Hamã.

Bom dia, servos do Deus Altíssimo!

Desafio do dia: Se puder, separe um quilo de alimento não perecível e um item de higiene pessoal em uma sacola e deixe em um lugar onde você possa ver. No desafio de amanhã direi qual será o destino desta doação.

*Leiam #Ester7

Rosana Garcia Barros



ESTER 6 by Jeferson Quimelli
15 de setembro de 2016, 1:00
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Comentário devocional:

Hamã correu para casa, com a cabeça coberta de vergonha e humilhação por haver honrado a Mordecai por toda a cidade. Sua mulher, apesar de não ser uma crente, conhece o poder de Deus. Ela percebe, um pouco tarde demais, que se Mordecai é judeu, Hamã não o poderá vencer. Ainda se recuperando de sua humilhação, recebe um funcionário que chega para levá-lo para o segundo banquete de Ester. Seu dia não aconteceu exatamente como ele planejara.

Neste capítulo chave, Ester não desempenha nenhum papel. Ela estava preparando o banquete. Embora não seja mencionado, Deus é o ponto focal deste capítulo. O fato do rei ouvir acerca do heroísmo de Mordecai não foi mera coincidência. Deus pode não ter sido diretamente mencionado no livro de Ester, mas ele nunca deixou de estar em evidência.

Deus é o personagem central não apenas do capítulo 6, mas de todo o livro de Ester e também de nossas vidas. Não importa se O escutemos ou não, Ele ainda nos fala.

 

Jean Boonstra
Voz da Profecia

 

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Texto original: http://www.revivalandreformation.org/bhp/en/bible/est/6/
Publicação anterior: https://reavivadosporsuapalavra.org/2013/06/22/
Tradução Jeferson Quimelli/Jobson Santos/Cindy Tutsch
Texto bíblico: Ester 6
Comentário em áudio Pr Valdeci
Leituras da semana programa Crede em Seus Profetas:
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ESTER 6 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS by Jeferson Quimelli
15 de setembro de 2016, 0:50
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1 naquela noite o rei não conseguiu dormir. Se o capítulo 4 marca a vida pessoal de Ester, o capítulo 6 marca o ponto de virada da história inteira (Andrews Study Bible).

O rei decidiu rever a história de seu reino e seus servos leram para ele sobre a boa ação de Mordecai. Isto pode parecer coincidência, mas Deus está sempre trabalhando. Deus tem estado trabalhando quieta e pacientemente em sua vida do mesmo modo. Os eventos que ocorrem ao mesmo tempo para o bem não são coincidência; eles são o resultado do controle  soberano de Deus sobre a vida das pessoas (Life Application Study Bible).

Literalmente, “o sono do rei fugiu.” Talvez ele estivesse tentando adivinhar qual seria o pedido de Ester. Uma vez ela havia se apressado a dar informações surpreendentes a Assuero (2.21,22).  Não é provável, também, que naquela ocasião, também, Ester tenha se contentado em esperar uma convocação real; o assunto era urgente. À medida que as horas da noite passavam, a curiosidade e a imaginação do rei inventavam todos os tipos de possíveis conspirações contra sua vida. Para refrescar sua memória do incidente, e talvez com medo de que alguns dos conspiradores tivessem escapado, o rei pediu que se fizesse a leitura do registro. Além disso, o fato de que Ester havia convidado Hamã indicava fortemente que ele estava envolvido de alguma forma – como amigo ou inimigo, o rei não poderia saber. Não é de se estranhar que o rei não conseguisse dormir (CBASD, vol. 3, p. 532).

Esse versículo marca o centro literário da narrativa. Quando tudo parecia tenebroso em absoluto, uma série de aparentes insignificantes coincidências marcam o ponto crucial que começa a apresentar soluções à história. A insônia do rei, seu pedido para ouvir a leitura dos registros históricos, a abertura no trecho que relata a lealdade de Mardoqueu no passado, a obra barulhenta de carpintaria de Hamã logo de madrugada (5.14), sua entrada repentina no pátio do palácio e sua pressuposição de ser ele o homem a quem o rei desejava honrar – tudo isso testemunha da soberania de Deus sobre todos os acontecimentos da narrativa. As circunstâncias que pareciam meramente secundárias passam a assumir relevância fundamental. Assim como na história de José (Gn 41.1-45), o destino do herói é revertido pelo fato de o sono do monarca ter sido perturbado (cf Dn 2:1; 6.18 (Bíblia de Estudo NVI Vida).

2 foi lido. Nessa ocasião, o escriba estava lendo registros históricos de acontecimentos de cinco anos antes (cp 3.7 com 2.16) (Bíblia de Estudo NVI Vida).

Provavelmente, o próprio rei não podia ler. É mais provável que servos especiais foram designados para a tarefa de leitura. Naqueles dias, a escrita e a leitura eram artes altamente especializadas, e somente aqueles que dedicavam seu tempo a elas poderiam se tornar proficientes(CBASD, vol. 3, p. 532).

3 honras. Havia entre os persas um ordem chamada “ordem dos benfeitores do rei”, constituída por indivíduos que prestaram algum serviço excepcional ao rei, os quais passaram a ser sobejamente recompensados. Mordecai, tendo denunciado uma conspiração contra o rei, deveria ter sido enquadrado naquele grupo, mas não foi (Bíblia Shedd).

5 Nem Hamã poderia entrar sem o convite do rei (4.11) (Bíblia Shedd).

6 De novo, fica evidente a ironia: assim como Hamã deixara de revelar ao rei a identidade de “certo povo” (3.8), também o rei deixa de mencionar a Hamã a identidade do “homem que o rei tem prazer de honrar” (v. 6) (Bíblia de Estudo NVI Vida).

8 uma roupa do próprio rei. Na antiguidade, atribuía-se muito sentido das vestes reais; vestir as roupas do rei era sinal de grande favor concedido (1Sm 18.4). Usar vestes de outra pessoa era participar de seu poder, de sua estatura, de sua honra ou de sua santidade (2Rs 2.13,14; Is 61.3,10; Zc 3; Mc 5.27). A sugestão de Hamã, além de ser grande honraria para o contemplado, também bajulava bastante o rei; escolheu-se envergar uma veste dele em vez de suas riquezas (Bíblia de Estudo NVI Vida).

Que o rei costuma usar. Ou, “o rei vestiu”. Usar uma peça de roupa anteriormente usada pelo rei, em circunstâncias normais, era uma violação da lei persa punível com a morte. Isto sugeriria que o portador pensava assumir a autoridade real. O rei, é claro, poderia autorizar uma exceção como uma indicação especial de favor pessoal (CBASD, vol. 3, p. 535).

10-13 Mordecai expôs um complô para assassinar Assuero – portanto ele salvou a vida do rei (2.21-23). Apesar do seu bom ato estar registrado no livro históricos, Mordecai não tinha sido recompensado. Mas Deus estava guardando a recompensa de Mordecai para o momento certo. Exatamente quando Hamã estava para enforcar Mordecai injustamente, o rei estava pronto para dar a recompensa. A despeito das promessas de Deus em recompensar nossas boas ações, nós às vezes sentimos que nossa “retribuição” está demorando demais. Sejamos pacientes. Deus sabe quando Ele fará o melhor para nós (Life Application Study Bible).

10 apressa-te. O rei não admite demora em um assunto que já esperou tempo demais (CBASD, vol. 3, p. 536).

o judeu Mordecai. A nacionalidade e ocupação de Mordecai foram, sem dúvida, anotadas no Livro das Crônicas de onde o servo tinha lido naquela noite, e a partir delas o rei soube dos fatos que, então, declarava. Ele pode ter usado a expressão exata que encontrou no relato (CBASD, vol. 3, p. 535).

10,11 O arrogante Hamã teve que conduzir seu arquiinimigo montado no cavalo real e proclamar a apreciação real sobre Mordecai. O orgulho leva à destruição mesmo que leve um longo tempo (Andrews Study Bible).

12 voltou. Mordecai coltou à sua antiga condição e ao emprego. O rei considerou a honra assim demonstrada a Mordecai uma recompensa suficiente. Do ponto de vista oriental, isto seria de valor mais simbólico e prático do que uma recompensa em dinheiro (CBASD, vol. 3, p. 535).

cabeça coberta. Um sinal de tristeza [luto, CBASD. Ver 2Sm 15:30] e vergonha (2Sm 15:30; Jer 13:3) (Andrews Study Bible).

14 Um dos grande propósitos do autor é mostrar que aquele que põe um laço para a vida de seu vizinho está em grave perigo de ele mesmo cair na armadilha. As pessoas muitas vezes encontram os mesmos males que procuraram infligir a outros (ver Mt 7:2) (CBASD, vol. 3, p. 536).



ESTER 6 – COMENTARIO PR HEBER TOTH ARMÍ by Maria Eduarda
15 de setembro de 2016, 0:45
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ESTER 6 – Perceba a providência do Salvador mesmo que o pecador haja com negligência. A existência de Hamã era devido à negligência de Saul no passado (I Samuel 15:7-9); assim como a aflição dos judeus era devido à negligência de retornar a Jerusalém.

• Cuidado com negligências!

Intitulado por Warren Wiersbe “Sinais de Perigo” o capítulo oferece os seguintes pontos:

1. Uma noite de revelação (vs. 1-5):
• A insônia do rei (v. 1a);
• O entretenimento que o rei escolheu (v. 1b);
• O livro que o servo escolheu (v. 1c);
• A demora do rei em recompensar Mordecai (vs. 2-3)
• A chegada oportuna de Hamã (v. 4).
2. Uma manhã decisiva (vs. 6-10);
3. Um dia de desonra (vs. 11-14).

“Deus soa o alarme, mas Hamã não escuta”, observa Wiersbe: “A humilhação nas ruas da cidade e essas palavras [de sua família] deveriam ter alertado Hamã para o perigo e o levado a mudar o rumo de seus atos. Deus estava avisando Hamã, mas, em seu orgulho, o primeiro-ministro não deu ouvidos. Se tivesse se arrependido de todo o coração e clamado por misericórdia, é bem provável que tivesse salvado a própria vida e a de seus dez filhos”.

Negligência! Hamã rejeitou a graça conscientemente! Contudo, sua família pagã “ecoa um dos temas centrais do livro: aqueles que tentam subverter os planos de Deus para seu povo certamente cairão em ruína” (Bíblia Andrews).

Saber que Deus tem um povo…

• …e, tentar destruí-lo, é loucura – rejeição da graça;
• …é insuficiente para a salvação;
• …sem unir-se a esse povo age estupidamente;
• …e negligenciar o Deus do povo significa desprezar a própria vida.

Providência reverte negligências: “Ao passo que o cap. 4 marca o ponto de virada pessoal na vida de Ester, o cap. 6 é o ponto de virada da história inteira. Reis que não conseguem dormir costumam estar prestes a ser surpreendidos por Deus (Dn 2:1; 6:18). Todo o capítulo parece ser uma série de coincidências que levam o leitor reflexivo a se perguntar: ‘Quem está por trás de tudo isso?’. Só há uma resposta válida: o mesmo Deus que designa reis, que os demove de seus propósitos (Dn 2:21) e que controla os corpos celestes (Jr 31:35)” (Bíblia Andrews).

Providência resulta da graça, não da negligência! Reavivemo-nos! – Heber Toth Armí.



ESTER 6 – #RPSP – Comentário Rosana Barros by Ivan Barros
15 de setembro de 2016, 0:30
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“… Se Mordecai, perante o qual já começaste a cair, é da descendência dos judeus, não prevalecerás contra ele; antes, certamente, cairás diante dele” (v. 13).

Lembram de como terminou o capítulo de ontem? Zeres e os amigos de Hamã o aconselharam a construir uma forca para que nela, pela manhã, enforcassem Mordecai (5:14). Aparentemente, mais uma situação sem saída. Ester nem estava sabendo desta nova trama e só tomaria conhecimento no banquete quando já fosse tarde demais. Mas aos Seus amados, Deus provê Seus cuidados enquanto dormem (Vide Salmo 127:2). “Naquela noite, o rei não pôde dormir, então, mandou trazer o Livro dos Feitos Memoráveis, e nele se leu diante do rei” (v. 1). Em uma espécie de leitura de ninar, Assuero tentava dormir quando algo que estava ali escrito ao invés de sossegá-lo, lhe despertou a atenção: Mordecai, que denunciou uma trama contra a sua vida (v. 2), não havia sido honrado como deveria; pelo contrário, “nada lhe foi conferido” (v. 3). Provavelmente o dia ainda nem tivesse raiado quando o rei procura sanar a sua ingratidão. E quem estava já no pátio à espera do rei? Hamã. O seu ódio por Mordecai era tão grande que ele madrugou para ser o primeiro a falar com o rei e pedir a ordem de enforcamento. Qual não foi a sua surpresa, ao invés de pedir permissão para falar com Assuero, ele mesmo o chamou. Imagino o seu coração exultante e pensando que só poderia ser a confirmação de que mais uma vez seus planos seriam satisfeitos. Hamã não via a hora de ver o alvo de sua ira sendo condenado e morto. Aos seus olhos, tudo estava conspirando a seu favor. Mal sabia que seus planos malignos estavam prestes a se voltar contra ele mesmo. Ao ouvir que o rei desejava honrar alguém, pensou: – Ora, quem mais o rei honraria, senão a mim? (v. 6). Então dá início a uma lista de tudo o que desejava receber. Mas, oh que tremendo tombo! Rapidamente, Hamã caiu da terra da ilusão e sentiu-se como esmigalhado ao saber que tudo aquilo seria feito ao homem que queria ver morto. Ele teve que vestir Mordecai com as vestes reais, coroá-lo, montá-lo no cavalo do rei e conduzi-lo pela praça principal da cidade gritando em alto e bom som: “Assim se faz ao homem a quem o rei deseja honrar” (v. 11). Ao terminar a sua sessão de ‘tortura’, Hamã saiu correndo para casa para despejar a sua raiva, e aquelas mesmas pessoas que sugeriram a morte de Mordecai agora percebem que não estavam lidando com qualquer homem, mas um homem que pertencia à nação “cujo Deus é o SENHOR” (Vide Salmo 33:12).

Amados, NINGUÉM pode prevalecer contra aquele que pertence ao povo de Deus! NINGUÉM planeja o mal dos filhos de Deus sem que Ele já tenha anteriormente traçado planos de vitória para os Seus. Existem situações em que Ele nos revela e nos dá sabedoria para sabermos como sair ilesos. Mas também existem aquelas que nós nem fazemos ideia, assim como Mordecai não tinha a mínima noção do porque que estava sendo homenageado somente naquele dia, depois de tanto tempo do ocorrido. Pois “o SENHOR guarda a todos os que O amam; porém os ímpios serão exterminados” (Salmo 145:20). Podem acreditar, existem momentos em que Deus nos mostra, através das circunstâncias, que existem pessoas que não querem o nosso bem e que até, de uma forma muito sutil, desejam e planejam o nosso mal. Como escapar, então? Lembremos da atitude de Ester e do povo: eles oraram. Em primeiro lugar, busquemos ao SENHOR, e pela força de Seu poder Ele nos dará livramento na hora certa, quer seja sem nem ao menos notarmos, quer seja por ações motivadas pelo Espírito Santo, porque “Perto está o SENHOR de todos os que O invocam, de todos os que O invocam em verdade” (Salmo 145:18). Se você se curvar diante de Deus, certamente, como Mordecai, estará em pé diante dos homens. O relacionamento pessoal com Deus nos eleva à atmosfera pura de Seu caráter de nos prepara para agir ou deixarmos de agir, sabendo que “todas as coisas cooperam para o bem daqueles que amam a Deus” (Romanos 8:28). Ore, confie e espere! A vitória é sempre certa para aqueles que são chamados segundo o propósito divino (Vide Romanos 8:28, final).

Bom dia, amados do SENHOR!

Desafio do dia: Ore por aqueles que lhe perseguem ou que não gostam de você. Siga a orientação de Cristo (Vide Mateus 5:44). Entregue-os nas mãos de Deus, pois “Justo é o SENHOR em todos os Seus caminhos” (Salmo 145:17).

*Leiam #Ester6

Rosana Garcia Barros



ESTER 5 by Jeferson Quimelli
14 de setembro de 2016, 1:00
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Comentário devocional:

Hamã saiu do banquete alegre. Mas, ao passar pelas portas do palácio, sua indignação se inflamou. Mordecai estava no seu posto e, destemido, não se levantou para ele. O orgulho de Hamã foi ferido e toda a alegria se desfez.

Hamã era um homem orgulhoso, e sua maior fraqueza era a sua incapacidade de apreciar as coisas boas da vida por causa de uma única pessoa que o irritava: Mordecai.

Quantas vezes nos parecemos com Hamã! A maioria de nós somos imensamente abençoados, e ainda assim, permitimos que fatos isolados, grandes ou pequenos, nos impeçam de sermos felizes. Pensamos assim: serei feliz quando…  …concluir esta tarefa…; encontrar a minha alma gêmea;;;; o câncer da minha irmã estive curado…; eu ganhar dinheiro suficiente…; a minha saúde melhorar…

As dificuldades da vida não deveriam nos impedir de sermos felizes e apaixonados por Deus agora. Uma vida unida a Cristo pode fazer-nos felizes, mesmo em meio a lutas e dificuldades – algo que o orgulho e as circunstâncias favoráveis jamais podem proporcionar.

Jean Boonstra
Voz da Profecia

 

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Publicação anterior: https://reavivadosporsuapalavra.org/2013/06/21/
Tradução Jeferson Quimelli/Jobson Santos/Cindy Tutsch
Texto bíblico: Ester 5
Comentário em áudio Pr Valdeci
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ESTER 5 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS by Jeferson Quimelli
14 de setembro de 2016, 0:50
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1 terceiro dia. O terceiro dia é geralmente um momento decisivo das histórias bíblicas (Gên 22:4; 31:22; 34:25; Êx 19:11; Jz 20:30; Mt 16:21; Mc 9:31; Lc 9:22, etc.) (Andrews Study Bible).

2 tocou a ponta. Estender o cetro indicava favor real e aceitação; tocar o cetro significava o reconhecimento do favor assim exibido. Ao entrar no pátio interior, Ester já havia violado a lei (Et 4:11; cf. Et 6:4). Assuero deve ter reconhecido que só uma emergência teria levado Ester a se aproximar do trono sem ser convocada (CBASD, vol. 3, p. 530).

3 até metade do reino. Fórmula usual para uma promessa sem limites (Mc 6.23). O rei era facilmente induzido, pelas paixões, a fazer estravagâncias, tanto para o bem como para o mal (Bíblia Shedd).

4 Sabedora do caráter volúvel do rei, Ester quis se assegurar de estar em situação favorável, antes de tocas naquele delicadíssimo assunto. Era este o rei que mandou algemar o oceano que sacudira seus navios! (Bíblia Shedd).

6 qual é a tua petição?. Assuero entendeu, é claro, que não foi pelo simples prazer de agradar a ele e a seu primeiro-ministro num banquete que Ester se arriscou a vida se aproximando do trono sem ser convocada (CBASD, vol. 3, p. 530).

8 Por que Ester não falou naquela mesma hora? Será que ela perdera a coragem? Possivelmente este segundo banquete fazia parte do seu plano. Ela precisava preparar bem o coração do rei porque o seu pedido seria ambicioso. Ela iria pedir ao rei para reverter um decreto irreversível, desistir de uma soma enorme de dinheiro, reconhecer que seu braço direito era um assassino manipulador, e ao mesmo tempo admitir que ela o havia enganado sobre sua origem durante os últimos 5 anos. Uma boa noite de sono e um pouco mais de tempo eram sua única esperança de suavizar o que ela tinha a certeza que seria um duro golpe. (Jean Boonstra, em https://reavivadosporsuapalavra.org/2013/06/21/)

Você já convidou o próprio Rei para sua mesa de banquete? (Comentário Bíblico Devocional VT, FBMeyer).

9 não se levantara, nem se movera. Ou, “não se levantara nem tremia” (AA). (CBASD, vol. 3, p. 530).

Hamã enfurece-se tanto com o fato de uma única pessoa não lhe prestar homenagem, que as demais, que lhe tratam com reverência e honra, não lhe servem como consolo algum (cf 13) (Bíblia Shedd).

O ódio e a amargura são como ervas daninhas com raízes profundas que crescem no coração e corrompem toda a vida. Hamã estava tão consumido pelo ódio contra Mordecai que não podia nem mesmo desfrutar a honra de ter sido convidado para o banquete de Ester. Hebreus 12:13 nos adverte que não “haja alguma raiz de amargura que, brotando, vos perturbe, e, por meio dela, muitos sejam contaminados.” Não permita que o ódio e sua consequente amargura se estabeleçam em seu coração. Como Hamã você terá este fogo virando-se contra você (ver 6:13; 7:9,10). Se a simples menção do nome de alguém provoca a sua ira, admita que a sua amargura é pecaminosa. Ignorar a amargura, escondê-la de outros ou fazer mudanças de aparência não são suficientes. Se a amargura não é totalmente eliminada, ela voltará a crescer, tornando as coisas ainda piores (Life Application Study Bible).

11 muitos filhos. Hamã tinha dez filhos (9.7-10). Heródoto (1.136) relata que os persas davam mais valor a ter muitos filhos que a qualquer outra coisa, a não ser o heroísmo na batalha; o rei persa mandava presentes ao súdito que tivesse o maior número de filhos (cf. Sl 127.3-5) (Bíblia de Estudo NVI Vida).

13 tudo isso não me satisfaz. A alegria que este mundo dá está à mercê de circunstâncias desfavoráveis, “aquele, porém, que beber da água que eu lhe der, nunca mais terá sede, para sempre” (Comentário Bíblico Devocional VT, FBMeyer).

14 lhe sugeriram: ”Mande fazer uma forca de mais de 22 metros de altura…” (NVI). Eles queriam que todas as pessoas da cidade vissem a morte de Mordecai e fossem lembradas das consequências de desobedecer a Hamã. Ironicamente, este mesmo cadafalso permitiu que todos vissem a morte de Hamã (Life Application Study Bible).