Reavivados por Sua Palavra


JÓ 30 by Jeferson Quimelli
21 de janeiro de 2020, 1:00
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Texto bíblico: https://pesquisa.biblia.com.br/pt-BR/NVI/job/30

Este capítulo nos ensina mais sobre Jó. A geração mais jovem ri dele agora na sua doença. Jó nada fez de errado para esses jovens trabalhadores não qualificados e uma vez que eles precisavam de sustento, Jó deu a seus pais um lugar para trabalhar. Jó seguiu práticas de trabalho adequadas e tratava seus empregados melhor do que o que era habitual nos seus dias. Acreditar em Deus e ainda oprimir seus funcionários é algo que não pode ser atribuído a Jó.

A oração é parte da terapia de Jó, mas aqui ele a usa para lamentar: “Clamo a Ti, Senhor, mas Tu não me respondes” (v. 20). Em tudo isso, a fé de Jó manteve-se inalterada e ele testemunha, mesmo sabendo que passará pela morte (v. 23). Jó sabe sobre a ressurreição e da reunião de todos os santos no mundo por vir [eschaton, no original].

Querido Deus,
O que podemos aprender com Jó é que ele permaneceu fiel apesar da sua tribulação. Que possamos também permanecer inabaláveis. Amém.

 

Koot van Wyk
Kyungpook National University
Sangju, Coreia do Sul

Texto mundial: https://www.revivalandreformation.org/?id=711
Tradução: Jeferson e Gisele Quimelli



JÓ 30 – COMENTÁRIO PR. ADOLFO SUÁREZ by Maria Eduarda
21 de janeiro de 2020, 0:55
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JÓ 30 – COMENTÁRIO PR HEBER TOTH ARMÍ by Jeferson Quimelli
21 de janeiro de 2020, 0:45
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JÓ 30 – Quando a vida vira de “cabeça para baixo” a reviravolta vivida pelo indivíduo não é nada agradável. A desgraça ofusca a graça. O sofrimento rouba o contentamento. A angústia promove a lamúria. As canções se transformam em reclamações.

Das boas recordações cheias de nostalgia do capítulo anterior, Jó mergulha fundo num mar de lamentações devido a sua situação caótica do presente (vs. 1-15):

1. Alvo de piadas de jovens arrogantes e mal-educados;
2. Considerado o excluído dos excluídos pelos pais dos jovens mal-educados, pior que cachorro velho de donos insensíveis, enxotado pelas pessoas, faminto;
3. Sua reputação foi atirada ao chão, sua honra tornou-se desprezo, insulto e zombaria;
4. O apreço que tinham por ele virou ódio, todos o desprezam.

Jó interpreta que Deus é causador dessa desgraça terrível que lhe acometera (vs. 16-19). Mesmo assim, ele ora a Deus, conta-Lhe como está sentindo, expressa com sinceridade a frustração de sua alma (vs. 20-31).

Jó…

• …recebe o mal depois de ter feito o bem;
• …foi encoberto de trevas, quando só buscava a luz;
• …planta sementes boas, e tem uma colheita de ervas daninhas;
• …viveu o amor, recebeu toneladas de dor;
• …promoveu a paz, e foi jogado no meio da tempestade;
• …ajudou aos outros quando podia, porém quando precisou ninguém o acudia.

A lei da vida estava invertida para Jó, assim como esteve para Abel, Daniel, Jesus Estevão, Paulo e todos aqueles que viveram/vivem piedosamente neste mundo injusto e deprimente (II Timóteo 3:12).

Injustiça! Na Bíblia, a pergunta “Até quando?” aparece aproximadamente 50 vezes. O Salmo 13 expressa quatro vezes:

• Até quando, ó Senhor, esquecer-te às de mim para sempre?
• Até quando esconderás de mim o teu rosto?
• Até quando consultarei com a minha alma, tendo tristeza no meu coração a cada dia?
• Até quando se exaltará sobre mim o meu inimigo?

Até quando veremos o bem encurralando o mal, a injustiça suplantando a justiça, o ódio pisando no amor… crianças/moças inocentes sendo estupradas, estranguladas…?

Em Apocalipse 6:9-10 os mártires clamam por justiça: “Até quando, ó verdadeiro e santo Soberano, não julgas e vingas o nosso sangue dos que habitam na terra?”

Resposta: Até Jesus voltar! Ele virá fazer justiça, nenhuma injustiça será negligenciada, nenhum ato de amor desconsiderado. Jó e todo piedoso serão recompensados! Reavivemo-nos! – Heber Toth Armí.



JÓ 30 – Comentado por Rosana Barros by Ivan Barros
21 de janeiro de 2020, 0:30
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“Clamo a Ti, e não me respondes; estou em pé, mas apenas olhas para mim” (v.20).

Quantas vezes não já nos sentimos como Jó. Quem sabe você esteja se sentindo assim neste momento. A miséria em que Jó havia caído o levou a um sentimento de abandono. Em sua ignorância acerca do conflito cósmico, chegou a dizer: “Deus… Tu foste cruel comigo” (v.19, 21). Além de tudo, por mais que em sua prosperidade ele tenha tratado as pessoas com misericórdia (v.25), em sua angústia foi tratado como um ser abominável (v.10). Clamava a Deus e a Sua resposta era o silêncio (v.20). Os dias de aflição que se apoderaram de Jó iam além do sofrimento físico; ele chorava com o coração. O seu canto converteu-se em lágrimas (v.31) e os seus discursos aprazíveis em gritos de socorro (v.28).

Sem dúvida, além de ter interferido na vida de Jó pessoalmente, Satanás ainda levantou seus agentes para atormentá-lo. Se ele não havia caído após ter perdido tudo, e nem mesmo quando perdeu a saúde, “então”, pensou o adversário, “pode ser que ele blasfeme contra Deus se eu colocar pessoas que o atormentem ainda mais”, “gente para quem já não há socorro” (v.13). Isto é, gente de coração obstinado. Assim como, antes, Jó era cercado por pessoas que o admiravam, em sua miséria, se viu rodeado por escarnecedores.

A história de Jó nos esclarece o fato de que há sim uma batalha espiritual cujo objetivo é a conquista do meu e do seu coração. Isso explica a causa de tantas tristezas e decepções pelas quais passamos ou havemos de passar. Enquanto, muitas vezes, questionamos o silêncio de Deus, ao mesmo tempo está acontecendo uma guerra que nossos olhos não podem enxergar, mas que o coração pode sentir (v.16). E o nosso destino eterno depende do desfecho desta peleja; da nossa decisão diária de que lado da batalha escolhemos estar.

Hoje, Satanás está irado com um povo em particular: “Irou-se o dragão contra a mulher e foi pelejar com os restantes da sua descendência, os que guardam os mandamentos de Deus e têm o testemunho de Jesus” (Ap.12:17). A identidade do povo remanescente de Deus é objeto da fúria do inimigo. Assim como a integridade de Jó causou indignação a Satanás, todo aquele que permanece sendo fiel a Deus, também torna-se alvo do ódio do adversário. Não se engane, a obediência aos mandamentos de Deus não salva, mas é o resultado na vida de todo aquele que já foi salvo pela fé em Cristo Jesus. A ira do inimigo contra Jó foi passageira, enquanto a recompensa de Jó será eterna. A cólera do inimigo contra os santos do Altíssimo também é provisória, pois ele bem sabe “que pouco tempo lhe resta” (Ap.12:12). “Resisti-lhe firmes na fé” (1Pe.5:9) e “ele fugirá de vós” (Tg.4:7). Lancemos sobre Cristo toda a nossa ansiedade e Ele, certamente, cuidará de nós, até o fim (1Pe.5:7)! Vigiemos e oremos!

Bom dia, remanescente do Senhor!

Desafio da semana: Em um pedaço de papel escreva ou digite o seguinte verso: “Entrega o teu caminho ao Senhor, confia nEle e o mais Ele fará” (Salmo 37:5) e, em oração, coloque embaixo da porta do teu vizinho.

Rosana Garcia Barros

#PrimeiroDeus #Jó30 #RPSP

Comentário em áudio: youtube.com/user/nanayuri100



JÓ 30 – COMENTÁRIO PR. RONALDO DE OLIVEIRA by Maria Eduarda
21 de janeiro de 2020, 0:10
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JO 30 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS by Jeferson Quimelli
21 de janeiro de 2020, 0:05
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254 palavras

1-31 Jó lamenta sua miséria atual. Andrews Study Bible.

Sofrer extrema perda, como Jó sofreu, era humilhante. Mas encarar abuso na mão de jovens acrescentava insulto à injúria. Jó havia perdido sua família, posses, saúde, posição e seu bom nome. Ele nem era respeitado por sofrer bravamente. Infelizmente pessoas mais jovens podem zombar e se aproveitar de pessoas mais velhas e daquelas que possuem alguma limitação de qualquer forma. Em vez disso, ele deviam perceber que suas capacidades e habilidades físicas tem vida curta e que Deus ama igualmente todas as pessoas. Life Application Study Bible Kingsway.

malvas … zimbro (ARA; NVI: “giesta”). Plantas usualmente não comidas. Andrews Study Bible.

zimbro. Os beduínos, muitas vezes, acampam-se onde ela cresce, a fim de usá-la como abrigo do vento e do sol. Seria usada como alimento apenas por quem estivesse na mais absoluta penúria. CBASD – Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 3, p. 650. 

15 felicidade. Do heb. yeshu’ah, “salvação”, “livramento”; aqui, provavelmente “prosperidade”. A dissolução de uma nuvem pelo vento é um símbolo apropriado da suspensão da prosperidade e do bem-estar de Jó. CBASD, vol. 3, p. 651.

18 a gola de minha veste (NVI). Colarinho muito apertado. Bíblia de Estudo NVI Vida.

29 chacais… corujas (NVI; ARA: “avestruzes”). Dois animais do deserto que se expressam em sons de lamentos.  Andrews Study Bible.

31 minha harpa se tornou em prantos de luto. O que antigamente emitia sons alegres passa a emitir apenas notas de queixa e lamentação. Este é um agudo contraste entre a passada e a presente experiência de Jó. CBASD, vol. 3, p. 651.



JÓ 29 by Jeferson Quimelli
20 de janeiro de 2020, 1:00
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Texto bíblico: https://pesquisa.biblia.com.br/pt-BR/NVI/job/29

É muito natural para os seres humanos pensarem que grandes calamidades em uma vida são um claro indicador de grandes crimes e enormes pecados; mas os homens erram ao assim medir um caráter. Nós não estamos vivendo no tempo do juízo retributivo. O bem e o mal se misturam e calamidades vem sobre todos. Às vezes os homens cruzam o limite do cuidado protetor de Deus; então Satanás exerce seu poder sobre eles e Deus não intervirá. Jó foi duramente atingido e seus amigos tentaram fazê-lo reconhecer que seu sofrimento foi o resultado do pecado e levá-lo a sentir-se sob condenação. Eles apresentavam o seu caso como o de um grande pecador; mas o Senhor os repreendeu por este julgamento de Seu fiel servo.

Ellen G. White (Manuscrito 56, 1894).

Texto mundial: https://www.revivalandreformation.org/?id=711
Tradução: Jeferson e Gisele Quimelli



JÓ 29 – COMENTÁRIO PR. ADOLFO SUÁREZ by Maria Eduarda
20 de janeiro de 2020, 0:55
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JÓ 29 – COMENTÁRIO PR HEBER TOTH ARMÍ by Jeferson Quimelli
20 de janeiro de 2020, 0:45
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JÓ 29 – O livro de Jó apresenta personagens como nós em busca do verdadeiro Deus e de explicação para a vida. A vida humana de pecado carece de sentido e é preciso buscar a Deus para encontrar o sentido para viver neste mundo de sofrimento. O problema é a distorção da teologia, dos preceitos préformados ou deturpados a que chegamos.

O problema de Jó e seus amigos continuou no cristianismo. Veja esta análise de Augusto Cury: “Mais de um terço da população mundial se diz cristã. Entretanto, a grande maioria tem a imagem de um Deus que não existe. Por possuirmos um rico imaginário, é muito fácil construir um palco de inverdades no inconsciente e propagá-las”, como fizeram os personagens do livro de Jó.

Pior ainda quando se usa os conceitos equivocados sobre Deus para tentar consolar o sofredor; nesta situação, é melhor nem falar. Esta frase de Augusto Cury é uma lição que podemos destacar da atitude dos amigos filósofos de Jó: “Às vezes é muito melhor dar o ombro para alguém chorar e mostrar uma solidariedade silenciosa do que fazer grandes discursos”.

Por não se compadecerem, chorar e o consolarem de fato, Jó não tinha nada para agradecer a seus amigos. Assim, em tom nostálgico, ele relembra seu passado, ajudando-nos a conhecer melhor seu caráter antes dos ataques de Satanás:

1. Boas lembranças com Deus (vs. 1-3);
2. Recordações das aventuras da mocidade como fruto da amizade com Deus (vs. 4-6);
3. Alguém de respeito, sábio, justo no fórum da cidade (vs. 7-10);
4. De bom testemunho, honrado por suas inúmeras investidas sociais (vs. 11-20)
• Ajudava pessoas em dificuldades;
• Motivava os desanimados;
• Guiava os cegos e aleijados;
• Era pai aos órfãos;
• Defendia os injustiçados;
• Fez justiça confrontando um ladrão e fazendo-o devolver o que havia roubado…

5. Era valorizado por jovens, adultos e idosos (vs. 21-25), por…

• …suas palavras sapienciais;
• …suas reflexões impressionantes;
• …seus conselhos certeiros;
• …seus sorrisos;
• …sua liderança;
• …seu exemplo…

Tudo isso dava sentido à existência de Jó, fazendo dele o homem mais poderoso do Oriente. O certo é que quem não vive para servir, não serve para viver. O sentido da vida é ser bênção ao próximo, o que só é possível mediante o priorizar da amizade com Deus. Reavivemo-nos! – Heber Toth Armí.



JÓ 29 – Comentado por Rosana Barros by Ivan Barros
20 de janeiro de 2020, 0:30
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“Eu me cobria de justiça, e esta me servia de veste; como manto e turbante era a minha equidade” (v.14).

Em sua sincera confissão, Jó trouxe à lembrança os dias de sua prosperidade. Sentindo-se como um alvo da inimizade de Deus, recordava com saudades do tempo em que Deus era seu amigo e da alegria em ter seus filhos ao redor de si. A referência feita por Jó de um período de “meses” revela que ele ainda estava em um luto recente, principalmente considerando o fato de que havia perdido todos os seus filhos. Em mencioná-los, ele acrescentava aos seus discursos a dor irreparável da perda.

O primeiro homem nas Escrituras que foi chamado de justo, foi Noé: “Noé era homem justo e íntegro entre os seus contemporâneos; Noé andava com Deus” (Gn.6:9). Mas quem afirmou isto foi o Senhor, e não o próprio Noé. Enquanto as virtudes de Jó foram ditas e confirmadas por Deus, e não por ele mesmo, não havia o perigo de cair no erro da justiça própria. Suas obras testificavam de que a sua vida era relevante para a sua família e para a comunidade. Jó relatou uma série de ações sociais, onde atendia as necessidades materiais, espirituais e emocionais das pessoas, e “até as causas dos desconhecidos” (v.16) ele examinava.

Através de suas palavras de sabedoria, de sua boa vontade em ajudar e de seus recursos, Jó foi um dos maiores, senão o maior, filantropo do antigo Oriente. Mas uma coisa lhe faltava, um conhecimento que lhe abriria os olhos para contemplar a salvação: a justiça que provém da fé. Está escrito que “não há justo, nem um sequer” (Rm.3:10). Como, pois, explicar o fato de que alguns personagens na Bíblia foram denominados de justos? A questão é que ninguém pode ser chamado de  justo por mérito próprio, mas confiado nos méritos do único que é justo: “Jesus Cristo, o Justo” (1Jo.2:1), “visto que ninguém será justificado diante dEle por obras da lei” (Rm.3:20), mas “justificados, pois, mediante a fé, temos paz com Deus por meio de nosso Senhor Jesus Cristo” (Rm.5:1).

Todas as virtudes que o homem possa ter são adquiridas. O amor, a alegria, a mansidão, a fidelidade e qualquer tipo de bondade não provém de nós, é dom de Deus. Jó não havia perdido a amizade de Deus, nem tampouco sua terrível condição o havia privado da privilegiada companhia do Senhor do Universo. O Deus que estava ao lado dele sustentando-lhe a vida, era O mesmo que um dia caminharia “pelas trevas” (v.3) deste mundo e andaria lado a lado com “publicanos e pecadores” (Lc.15:1).

Por preceito e por exemplo, Jó refletia a glória de Deus e era uma viva exposição do caráter divino. Mas precisava reconhecer que tudo isto só era possível mediante a fé nAquele a quem representavam os holocaustos que constantemente oferecia. Nem mesmo o arrependimento vem de nós mesmos, mas é proveniente da bondade de Deus (Rm.2:4), que nos salva “mediante a redenção que há em Cristo Jesus” (Rm.3:24). As obras devem ser o resultado da fé e da salvação que já nos foi outorgada.

Olhemos para Jesus, o Autor e Consumador de nossa fé, e nosso perfeito exemplo da harmonia que deve haver entre fé e obras. Aceitemos, hoje, o Seu convite: “aprendei de Mim” (Mt.11:29). Vigiemos e oremos!

Bom dia, justificados pela fé em Cristo!

Rosana Garcia Barros

#PrimeiroDeus #Jó29 #RPSP

Comentário em áudio: youtube.com/user/nanayuri100