Reavivados por Sua Palavra


JÓ 15 by jefersonquimelli
6 de janeiro de 2020, 1:00
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Texto bíblico: https://pesquisa.biblia.com.br/pt-BR/NVI/job/15

O que Elifaz não entende é que alguém que está ligado a Deus e Seus planos está em contraste gritante com aquele que se limita apenas ao pensamento terreno. Pensadores cristãos corretamente concluem que quando uma pessoa se “liberta” da Bíblia o seu quadro de compreensão acerca da realidade diminui.

Ninguém pode afirmar ser puro sobre a terra, diz Elifaz: “ninguém nascido de mulher é justo” (v. 14). Mas Cristo era justo. Ele é a nossa justiça. Esta experiência de receber a justiça de Cristo, experimentada por Jó, Elifaz não consegue entender. Em certo sentido, Elifaz é um porta-voz de Lúcifer, ao dizer que Deus não confia em ninguém – a mesma acusação de Lúcifer contra Deus durante a rebelião no Céu (v. 15-16). E segue uma segunda acusação contra Deus: “E nem os céus são puros aos Seus olhos”. Esta alegação é contrária a Gênesis 1-2 e está mais próxima de Gênesis 3 e da serpente.

Querido Deus,
Ajude-nos a não depositarmos a nossa confiança apenas naquilo que vemos ao nosso redor, mas no Alto, de onde vem toda a nossa ajuda. Guarde-nos em segurança em Seu coração antes que dias de sofrimento surjam em nosso caminho. Amém.

Koot van Wyk
Kyungpook National University
Sangju, Coreia do Sul

Texto mundial: https://www.revivalandreformation.org/?id=697
Equipe de tradução: Pr. Jobson Santos, Jeferson e Gisele Quimelli



10 DIAS DE ORAÇÃO – EDIÇÃO MUNDIAL – DIA 8 – SUBMISSÃO AO ESPÍRITO SANTO by jefersonquimelli
6 de janeiro de 2020, 0:57
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DIA 8 — SUBMISSÃO AO ESPÍRITO SANTO

TEMA GERAL: BUSCANDO O ESPÍRITO DE DEUS

“Por esse motivo eu lhes digo: todo pecado e blasfêmia serão perdoados aos homens, mas a blasfêmia contra o Espírito não será perdoada.” (Mateus 12:31, NVI).

Testemunho

“Ninguém precisa considerar o pecado contra o Espírito Santo como algo misterioso e indefinível. O pecado contra o Espírito Santo é o pecado da recusa persistente em responder ao convite para o arrependimento” (Ellen White, SDA Bible Commentary, vol. 5, p. 1093).

Até pessoas cheias do Espírito às vezes cometem erros. Abraão, Moisés, Davi e Pedro tiveram defeitos de caráter e falhas momentâneas na hora da tentação. Até Jesus foi tentado (Mateus 4), embora nunca tenha caído em pecado. Então, só porque estamos andando no Espírito neste momento não significa que estamos além da possibilidade de cometer erros, e um erro não é o mesmo que endurecer nosso coração no pecado.

Nos últimos anos, uma mulher ficou insensível, desanimada e zangada. Ela tinha pouca paciência com os outros, exceto com seus amigos mais próximos de antigamente. Quando os visitantes iam à igreja, ela costumava fazer comentários ofensivos acerca de seus filhos, seus trajes ou qualquer outra coisa. Membros recém-batizados e outros ficavam ofendidos por suas críticas rudes. Alguns ficavam tão desanimados que não voltavam mais à igreja. Eu não estava sabendo nada a respeito até uma reunião com os anciãos. Perguntei aos anciãos se eles sabiam por que as pessoas não estavam retornando à igreja. Vários baixaram a cabeça em silêncio. Finalmente, um ancião falou: “Pastor, temos uma senhora em nossa congregação que não sabe controlar a sua língua. Ela fofoca e critica quase todo mundo. É por isso que as pessoas não retornam à nossa igreja. – Há quanto tempo isso acontece? – perguntei. “Por muitos anos”, foi a resposta. “Por que ninguém fez algo a respeito?”, Continuei. “Alguns pastores tentaram, mas nunca acontece nenhuma mudança.” “Isso simplesmente não pode continuar”, eu disse, “então aqui está o que estou propondo. Vou visitar essa senhora e exigir que ela mude de comportamento dentro de duas semanas. Se ela não estiver disposta a mudar, seu nome será trazido para a próxima reunião da comissão da igreja para disciplina. Vocês anciãos irão me apoiar nisso?” Os anciãos por unanimidade apoiaram o plano.

Fiz arranjos para visitar a senhora em questão. “Eu sei por que você está aqui”, disse ela quando me sentei em sua sala de estar. “Você sabe?”, Respondi. “Sim”, ela continuou, “você veio aqui para falar sobre o modo como falo com as pessoas.” “Absolutamente correto”, eu disse, “mas como você sabia disso?” “Porque dois outros pastores vieram à minha casa para falar sobre a mesma coisa.” “E você atendeu ao pedido dos pastores? ”eu perguntei. “Não, não atendi.” “Por quê?”, Perguntei. “Porque tenho o direito de dizer o que eu quiser e as pessoas são muito sensíveis. Eles se dóem por qualquer coisa”.

Discuti o comportamento cristão usando versículos como Efésios 4:29-31, mas a mulher ainda não estava disposta a mudar. Com uma oração em meu coração, eu disse: “Você tem duas semanas para mudar o seu comportamento, ou serei forçado a levar seu nome à comissão da igreja para disciplina, e tenho o apoio de todos os anciãos nisso.” “Você não faria isso! – ela exclamou. “Ah, sim, eu farei, a menos que você decida mudar a maneira de falar com as pessoas.” “Não acredito que os anciãos irão lhe apoiar neste sentido”, ela disse. “Eles já me apoiaram, e você pode verificar com eles, se quiser, mas é assim que as coisas são”, afirmei. Essa revelação fez com que a mulher sentasse e refletisse solenemente em silêncio. Eu disse gentilmente: “Todos nós amamos você e queremos que você faça parte da nossa congregação, mas esse comportamento precisa mudar.”

No sábado seguinte, ela não foi à igreja. Os amigos dela me evitaram. Eu sabia que todos estavam sofrendo com a situação. No sábado seguinte, pouco antes das duas semanas terminarem, ela foi à igreja. Eu fui até ela para cumprimentá-la. Seu rosto estava sóbrio, mas ela me cumprimentou e segurou a minha mão com firmeza. “Pastor”, ela disse, “pensei sobre tudo o que você disse. Quero que saiba que agora vejo claramente que estive errada todos esses anos. Espero que você me perdoe, e pretendo pedir perdão aos anciãos e ao resto da igreja. Com a ajuda de Deus, serei uma mulher diferente. Os olhos dela brilharam com lágrimas diante dessa admissão, e fico feliz em dizer que ela foi fiel à sua promessa. As pessoas começaram a voltar para a igreja e a congregação cresceu rapidamente.

Textos bíblicos para orar

  • Mateus 12:31, 32 – A blasfêmia contra o Espírito é achar desculpas para o pecado e assumir o lugar de Deus (Marcos 2:7-11; João 10:33).
  • Hebreus 6:4-6 – Pessoas verdadeiramente convertidas podem se afastar de Jesus.
  • Hebreus 4:7 – O melhor momento para obedecer à voz do Espírito Santo é a primeira vez que Ele falar com você.
  • Atos 7:51 – Não resista às orientações e advertências do Espírito Santo.
  • Lucas 13:34 – Entregue sua vida a Jesus antes que seja tarde demais. Para a amada cidade de Jerusalém foi tarde demais.

Orações sugeridas

  • Querido pai, que eu sempre dê ouvidos à Tua voz. Perdoa-me pelas ocasiões em que fui teimoso. Abra meus olhos e ouvidos para discernir a Tua vontade e dê-me coragem para obedecer.
  • Querido Jesus, perdoa-me pela dor que lhe causei quando não quis renunciar aos meus pecados. Por favor, não retire teu Espírito Santo de mim e amoleça meu coração para receber as Tuas instruções.
  • Por favor, perdoa a nossa igreja quando não ouvimos a Tua voz na Bíblia. Ajuda-nos como congregação a purificar-nos do pecado e restaurar a presença do Teu Espírito entre nós.
  • Cria em nós um coração puro, ó Deus, e renova dentro de nós um espírito estável.
  • Não nos expulses da tua presença, nem tires de nós o teu Santo Espírito. Devolve-nos a alegria da tua salvação e sustenta-nos com um espírito pronto a obedecer. Então ensinaremos os teus caminhos aos transgressores, para que os pecadores se voltem para ti. (Salmos 51:10-13).
  • Pai, intercedemos por aqueles que podem ser vítimas de circunstâncias ou controlados por vícios. Quebra as correntes que os prendem! Que possamos trazê-los de volta para Ti através do nosso amor e interêsse por eles.
  • Por favor, ensina-nos a proclamar as crenças fundamentais da nossa igreja com clareza, criatividade e autenticidade bíblica. Que o amor de Jesus esteja no centro de tudo o que cremos.
  • Pedimos que o Senhor prepare jovens para plantar igrejas entre os 789 grupos de pessoas nos 9 países da Divisão Norte-Americana.
  • Pedimos que o Senhor levante missionários médicos para plantar igrejas entre os 830 grupos de pessoas nos 11 países da Divisão África Centro-Oriental.
  • Pedimos que o Senhor levante guerreiros de oração para interceder pelos 2.568 grupos de pessoas nos 4 países da Divisão Sul da Ásia.
  • Pedimos que o Senhor levante novos líderes jovens e abençoe a nossa iniciativa de treinamento de uma Liderança Jovem Sênior.
  • Obrigado, pai, por enviar o Espírito Santo para converter as sete pessoas das nossas listas de oração.
  • Pedidos de Oração Locais:

 

Músicas sugeridas

Manancial de Toda Bênção (Hino 214); Minha Entrega (Hino 287); Tudo Entregarei (Hino 295); Jesus é Melhor (Hino 91).

 

Em inglês:

Thank You, Lord; Give Me Jesus (Hymn #305); I Will Bow to You; Lord, I Need You.

 

https://reavivadosporsuapalavra.org/dia8/



JÓ 15 – COMENTÁRIO PR. ADOLFO SUÁREZ by Maria Eduarda
6 de janeiro de 2020, 0:55
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JÓ 15 – COMENTÁRIO PR HEBER TOTH ARMÍ by jefersonquimelli
6 de janeiro de 2020, 0:45
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CAP. 15 – No capítulo anterior, Jó havia deixado seus amigos de lado e voltado para Deus em oração, em busca de consolo relevante, concreto e restaurador. Jó é exemplo de um ser humano de oração. Além disso, Jó é um ícone na Bíblia e na história de que doenças, prejuízos, miséria e crises não são sinônimos de deficiências da fé em Deus ou consequências diretas de algum pecado pessoal. Finalmente, Jó prova que mesmo perdendo todos os recursos, inclusive família e saúde, é possível a um ser humano ser fiel a Deus.

Apesar disso, os amigos de Jó não mudavam de opinião. Agora, na segunda rodada de discursos, Elifaz provoca novamente a Jó por ser uma ameaça a suas crenças. Matthew Henry esboça sua fala em três tópicos, como segue:

1. Elifaz repreende a Jó por se justificar, e o responsabiliza por muitas coisas más que são, injustamente, deduzidas disto (vs. 1-13);
2. Elifaz persuade Jó a se humilhar perante Deus e se envergonhar (vs. 14-16);
3. Elifaz faz a Jó uma longa preleção a respeito do lamentável estado dos ímpios, que endurecem seus corações contra Deus e os juízos que são preparados para eles (vs. 17-35).

Elifaz prova que, sem discernimento espiritual até mesmo os sábios dizem coisas equivocadas ou aplicam verdades de forma errada. Qualquer apologética [defesa persistente de alguma doutrina, teoria ou ideia] baseada em fontes de sabedoria humana está fadada ao erro.

“Elifaz não apenas ouviu as palavras de Jó, mas viu para onde elas levavam [v. 4]. Se todo mundo cresse, como Jó, que Deus nem sempre castiga os perversos e recompensa os justos, então que motivo haveria para obedecer a Deus? A religião não valeria a pena! Mas essa é a teologia do diabo, justamente aquilo que Deus estava refutando por meio de Jó”, diz Warren Wiersbe.

Reflita: “Se as pessoas servem a Deus pensando apenas no que irão ganhar com isso, na verdade não estão servindo a Deus coisa nenhuma, estão apenas servindo a si mesmas e colocando Deus a seu serviço” (Wiersbe).

• Quando não dependemos de Deus para elaborar nossos conceitos (filosofias e doutrinas), podemos distorcer o caráter de Deus e favorecer a obra do diabo. Nossa interpretação, julgamento e preconceitos podem ser os obstáculos para a aceitação da verdade.

Portanto, reavivemo-nos! – Heber Toth Armí.



JÓ 15 – Comentado por Rosana Barros by Ivan Barros
6 de janeiro de 2020, 0:30
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“Porventura, fazes pouco caso das consolações de Deus e das suaves palavras que te dirigimos nós?” (v.11).

Acusações nunca tiveram o poder de corrigir. Elas simplesmente apontam situações negativas que podem ser verdade, ou não. Elifaz acusou a Jó de impiedade. E ele foi além, afirmando que Jó estava em iniquidade (v.5), acusando-o de ser um transgressor da lei do Senhor, “porque o pecado é a transgressão da lei” (1Jo.3:4). Percebemos neste discurso de Elifaz, a presença do orgulho e da presunção, a ponto de considerar as suas palavras e de seus amigos como “consolações” e “suaves palavras” (v.11).

As palavras que proferimos só podem resultar em duas coisas: bênção ou maldição. Está escrito que da boca que profere bênção, não pode haver maldição; pois, “pode a fonte jorrar do mesmo lugar o que é doce e o que é amargoso? (Tg.3:11). “A sabedoria, porém, lá do alto é, primeiramente, pura; depois, pacífica, indulgente, tratável, plena de misericórdia e de bons frutos, imparcial, sem fingimento” (Tg.3:17). Precisamos buscar essa sabedoria, e a fonte é Cristo.

Jesus mesmo nos deixou escrito que: “pelas tuas palavras, serás justificado e, pelas tuas palavras, serás condenado” (Mt.12:37). Deus ama para salvar. Satanás acusa para destruir. De que lado da batalha estamos hoje? Não façamos como os amigos insensatos de Jó. Que de nossa boca não saiam palavras de acusação, e sim a atitude que eles deveriam ter praticado com Jó: “E a oração da fé salvará o enfermo, e o Senhor o levantará; e, se houver cometido pecados, ser-lhe-ão perdoados” (Tg.5:15).

Jesus não condenava. Jesus exortava. E Ele nos deixou o perfeito exemplo de uma vida de oração e de serviço abnegado. Sigamos as pegadas do Mestre, e nossas palavras e ações refletirão sempre em verdadeiras consolações, para a nossa salvação e do nosso próximo. Vigiemos e oremos!

Bom dia, sábios consoladores!

Rosana Garcia Barros

#PrimeiroDeus #Jó15 #RPSP

Comentário em áudio: youtube.com/user/nanayuri100



JÓ 15 – COMENTÁRIO PR. RONALDO DE OLIVEIRA by Maria Eduarda
6 de janeiro de 2020, 0:10
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JÓ 15 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS by jefersonquimelli
6 de janeiro de 2020, 0:05
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629 palavras

1-16 O primeiro ciclo de debates deixou os quatro interlocutores bastante contrariados: os três amigos, pela obstinação de Jó, e este último, pela absoluta falta de compreensão de sua dificuldade da parte daqueles. Aqui começa o segundo ciclo do debate, com uma palestra de Elifaz. Este se sente profundamente ferido ao verificar que Jó espezinhou as pérolas de sabedoria que os seus amigos lhe lançaram. Aparentemente foram vãos todos os seus esforços no sentido de obrigar Jó a humilhar-se perante o Deus de toda a sabedoria e de todo o poder, e agora protesta contra as atitudes de Jó.

Nos cap 15-21, os amigos de Jó ficam cada vez mais exasperados, apegando-se às suas doutrinas, e sendo sempre mais prontos a lançar acusações contra Jó, enquanto este vai avançando em sua busca angustiante da paz de espírito, virando as costas a homens cegos e à crueldade do destino, para achar o Deus de justiça e misericórdia, que será seu Vindicador na sua luta pela verdade (Bíblia Shedd).

De acordo com Elifaz, a experiência e a sabedoria de seus ancestrais tem mais valor do que os pensamentos Jó. Elifaz assume que suas palavras são tão sábias quanto as de Deus. É fácil detectar sua arrogância. (Life Application Study Bible Kigsway).

1-35 Elifaz começa o segundo ciclo de discursos (15.1 – 21.34), afastando-se da abordagem cheia de tato que usara nos caps. 4 – 5 (Bíblia de Genebra).

Elifaz inicia o segundo ciclo de diálogos com insultos e orgulho. (Andrews Study Bible).

vento. Trata-se do vento oriental quente (v. 27.21; 38.24), o siroco, que vem soprando do deserto. (Bíblia de Estudo NVI Vida).

Era considerado o pior dos ventos. Era um vento seco  que soprava através do deserto com efeitos devastadores.  (CBASD – Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 3, p. 604).

4 Os amigos de Jó receiam que, se Jó nega a doutrina de que todo pecado provoca imediato sofrimento, que que todo sofrimento pressupõe um pecado cometido, isto será um atentado contra a moralidade, além do que, isto motivará o pensamento de que se pode pecar impunemente (Bíblia Shedd).

8 Só o fato de Jó não ter concordado com seus “consoladores”, foi o suficiente para estes se desinteressarem da consolação e adotarem um tom ofensivo e sarcástico; mas Jó nunca dissera ser mestre em sabedoria (Bíblia Shedd).

10 A ironia de Jó em 12.12 foi bem percebida por Elifaz. Ele assegura a Jó que todos os anciãos estavam a favor deles, e não a favor de Jó. (Bíblia de Genebra).

11 suaves palavras. Parece que Elifaz se considera portador de inspirada consolação (cf 4.12-21), (Bíblia Shedd).

15 santos. Aqui, evidentemente, os anjos. De acordo com Elifaz, até o Céu e os anjos parecem impuros em comparação com a infinita santidade de Deus. (CBASD, vol. 3, p. 604).

19 nenhum estranho. Entre os povos orientais, desde os tempos mais remotos, a pureza da etnia era considerada um sinal da mais alta nobreza. (CBASD, vol. 3, p. 605).

27 enxúndia. Heb pmã, “gordura”, da idéia de “encher” – “abundância” (Bíblia Shedd).
v. 27 na NVI: “Apesar de ter o rosto coberto de gordura e a cintura estufada de carne”.

20-35 A caricatura que Elifaz pinta de Jó continua, usando várias figuras de linguagem: pecador beligerante que ataca a Deus (v. 24-26); ímpio gordo e rico que finalmente recebe o que merece (v. 27-32); videira despojada de frutos antes de se formar (v. 33a); “oliveira que perde a sua floração” (v. 33b). Enquanto Elifaz rejeitar a insistência de Jó, afirmando que os ímpios continuam prosperando, não precisará lidar com o corolário perturbador: o mistério de por que os inocentes às vezes sofrem. (Bíblia de Estudo NVI Vida).

29-35 Acumulam-se as nuvens, preparando a tempestade que rebentará para dar fim à prosperidade do ímpio; seu destino é como o da planta que murcha e seca prematuramente. Indiretamente, tudo isto é aplicado a Jó, a quem seus amigos começam a considerar como um ímpio (Bíblia Shedd).




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