Reavivados por Sua Palavra


JÓ 31 by Jeferson Quimelli
22 de janeiro de 2020, 1:00
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Texto bíblico: https://pesquisa.biblia.com.br/pt-BR/NVI/job/31

No primeiro versículo deste capítulo, Jó declara que fez uma aliança com os olhos. O uso do termo “aliança” indica quão sério ele considerava seu compromisso e o limite que havia imposto a si mesmo. Vários versículos depois, Jó se refere ao seu coração seguindo seus olhos, seu passo se afastando e suas mãos manchadas de impureza. Muitos séculos depois, no Sermão da Montanha, Jesus também enfatizou a importância dos olhos e o cuidado com o olhar que pode levar o coração a se desviar.

Tem sido dito que não importa o que uma pessoa pensa – que este é um assunto particular e ninguém deve julgar a ninguém pelo que se passa na sua cabeça e que o importante é o que a pessoa faz.

Jó discordaria desse conceito. Jesus e Tiago e Salomão também: Uma árvore é conhecida por seus frutos; uma fonte envia água do mesmo caráter; o modo como a pessoa pensa é um bom preditor de como irá agir. Nosso comportamento trai nossa identidade … mas apenas até certo ponto. Nós somos rebeldes por natureza. Lutamos, caímos, choramos por nossos deslizes morais. Então Deus nos oferece um novo coração e graça enquanto crescemos até o Seu ideal para nós.

Virginia Davidson
Artista (projetista e construtora de vitrais)
Spokane Valley, Washington USA

Texto mundial: https://www.revivalandreformation.org/?id=713
Tradução: Jeferson e Gisele Quimelli



JÓ 31 – COMENTÁRIO PR. ADOLFO SUÁREZ by Maria Eduarda
22 de janeiro de 2020, 0:55
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JÓ 31 – COMENTÁRIO PR HEBER TOTH ARMÍ by Jeferson Quimelli
22 de janeiro de 2020, 0:45
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JÓ – Nem todo sofrimento é colheita de pecados. O justo, às vezes, sofre mais que o ímpio, o sábio mais que o tolo, o bom mais que o mau…

Em seu indescritível sofrimento, Jó faz uma defesa judicial de sua integridade, ele revela que…

1. Não se envolveu com nenhuma imoralidade. Jó foi veementemente contra o adultério; desde o simples olhar à mulher alheia até consumação, o ato lhe é repugnante. Como seria diferente nossa sociedade se todo homem estivesse disposto a ser punido por algum tipo de imoralidade praticada! (vs. 1-12).

2. Não se rendeu à rudeza e nem à frieza. Jó era justo com seus funcionários e compassivo com todos os seus semelhantes mesmo quando poderia tirar vantagens. Como seria diferente se nossos dirigentes, políticos e patrões tivessem um senso de bondade, justiça e equidade como Jó! (vs. 13-22, 31-32).

3. Não se apegou às riquezas. Jó não amou bens materiais mais que a Deus, nem idolatrou qualquer coisa no lugar de Deus. Quem dera todos os ricos fossem como Jó em suas atitudes (vs. 23-28).

4. Não se curvou às algemas do ódio. O ódio escraviza, promove sentimentos ruins e ações impuras. Quão bom seria se toda população odiasse mortalmente o ódio e almejasse apenas o bem a todos! (vs. 29-30).

5. Não se ateve diante da hipocrisia. Jó sabia claramente que era inocente dos pecados de que seus amigos o acusaram; ele não temia ser investigado. Nenhuma das “carapuças” indicadas serviram nele. Que maravilha seria se fôssemos mais íntegros e menos hipócritas! (vs. 33-40).

Jó emite um documento judicial de sua integridade. “Este testamento de inestimável valor é uma conclusão apropriada ‘das palavras de Jó’ (v. 40). É um juramento de liberação na forma de uma confissão negativa. O procedimento era bem-conhecido no sistema judiciário antigo. Um crime podia ser compensado se a pessoa criminosa rogasse sobre si uma maldição […]. Jó 31 alista crimes específicos, negando-os todos. A fórmula que Jó emprega é: ‘Se fiz X, então me aconteça Y!’ X é o crime; Y é a penalidade” (Francis I. Andersen).

Contudo, ao findar seu livro, Jó muda de ideia sobre si mesmo: “Retrato-me e arrependo-me”. Só avançando em nosso estudo entenderemos tal mudança de atitude que também devemos ter! – Heber Toth Armí.



JÓ 31 – Comentado por Rosana Barros by Ivan Barros
22 de janeiro de 2020, 0:30
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“Tomara eu tivesse quem me ouvisse! Eis aqui a minha defesa assinada! Que o Todo-Poderoso me responda! Que o meu adversário escreva a sua acusação!” (v.35).

O fim das palavras de Jó descreve um resumo de sua defesa. Ponto por ponto, ele declarou a sua integridade conforme a sua consciência lhe permitia. Jó trouxe à tona os pecados aos quais estava exposto e revelou o segredo de sua integridade: “Fiz aliança com meus olhos” (v.1). Ou seja, ele fez uma resolução de não contemplar o mal, de desviar os olhos de qualquer ameaça que pudesse corromper o seu coração. Para Jó, o pecado do adultério e da lascívia começava pela contemplação, uma verdade que foi confirmada por Jesus: “Ouvistes que foi dito: Não adulterarás. Eu, porém, vos digo: qualquer que olhar para uma mulher com intenção impura, no coração, já adulterou com ela” (Mt.5:27-28).

A obediência aos mandamentos de Deus requer constante vigilância e oração. Jó sabia disso, e como um homem temente ao Senhor, mas também como um falho ser humano, conhecendo suas limitações, se desviava do mal. Semelhante a Jó, precisamos fazer uma aliança com os nossos olhos, pois eles são “a lâmpada do corpo” (Mt.6:22). De nada vale para Deus a aparência de piedade a mascarar uma mente pervertida e dominada pelas baixas paixões. Somos transformados à imagem do que contemplamos. Precisamos, portanto, fixar os nossos olhos no único lugar seguro: “olhando firmemente para o Autor e Consumador da fé, Jesus” (Hb.12:2).

Selar um compromisso com os nossos olhos significa entregá-los aos cuidados do Espírito Santo. E, certamente, sempre que vier a tentação e o perigo de nos desviarmos do caminho eterno, ouviremos a Sua voz a nos dizer: “Este é o caminho, andai por ele” (Is.30:21). Mas isto não se refere apenas ao pecado do adultério. Jó mesmo prosseguiu em sua defesa com relação a outros pecados em que poderia ter caído. Podemos dizer que Jó 31 é o “louvor do homem virtuoso” se compararmos com a descrição da mulher virtuosa em Provérbios 31.

Quantos têm se enveredado por caminhos tortuosos com a desculpa de que suas inclinações não podem ser vencidas, desonrando a Deus com o falso testemunho de que existem pecados que o poder divino não é capaz de subjugar. Outros têm considerado como mínimo os abusos que o inimigo utiliza para corromper o caráter do homem, e julgam como extremistas aqueles que não compartilham de seus hábitos nocivos. As maldições ditas por Jó não foram invocadas para seus inimigos, mas para ele mesmo, caso fosse achado em falta diante de Deus. Será que teríamos, agora, a mesma ousadia?

Amados, fomos chamados para sermos “raça eleita, sacerdócio real, nação santa, povo de propriedade exclusiva de Deus”, para que a nossa vida seja uma declaração das “virtudes dAquele que [nos] chamou das trevas para a Sua maravilhosa luz” (1Pe.2:9). Precisamos buscar uma vida santa assim como o nosso Deus é santo (1Pe.1:16). Naquele Grande Dia, ninguém terá a desculpa de dizer que não sabia disso. Não é hora de olharmos para os lados, mas como Jó, olharmos para nós mesmos, e, como Davi, clamarmos: “vê se há em mim algum caminho mau e guia-me pelo caminho eterno” (Sl.139:24). Vigiemos e oremos!

Bom dia, nação santa de Deus!

*Deixe nos comentários o seu pedido de oração. #EuOroPorVocê

Rosana Garcia Barros

#PrimeiroDeus #Jó31 #RPSP

Comentário em áudio: youtube.com/user/nanayuri100



JÓ 31 – COMENTÁRIO PR. RONALDO DE OLIVEIRA by Maria Eduarda
22 de janeiro de 2020, 0:10
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JÓ 31 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS by Jeferson Quimelli
22 de janeiro de 2020, 0:05
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1097 palavras

A mais importante questão na mente de Jó no cap. 31 é a falsa acusação de que fosse homem de iniquidade excepcional, não sofrendo mais do que o merecido. … Ele apela para Deus com um juramento para o nome divino, desafiando as sanções divinas se estivesse mentindo. … Jó é vítima de falsas acusações, por isso a sua defesa lhe era uma obsessão. Bíblia de Genebra.

1-4 Jó não tinha apenas evitado o grande pecado do adultério; ele não tinha tomado nem os primeiros passos em direção ao pecado ao olhar para uma mulher com desejo. Jó sabia que ele era inocente de pecados internos e externos. No cap. 29, Jó revisou suas boas ações. Aqui, no cap. 31, ele lista os pecados que ele não cometeu – em seu coração (v. 1-12), contra seus vizinhos (v. 13-23) e contra Deus (v. 24-34). Life Application Study Bible Kingsway.

Fiz aliança com meus olhos. Prometi solenemente para mim mesmo. Andrews Study Bible.

como, pois, os fixaria eu numa donzela? A fim de estar à altura do padrão divino, tanto os pensamentos quanto os atos deviam ser puros. Jó enfrentou o problema fazendo um pacto consigo de que não permitiria sua mente demorar-se na sedução da lascívia. Na linguagem figurada do texto, foi feita uma aliança entre a consciência e os olhos, um acordo que impunha aos olhos uma obrigação definitiva de não se demorar sobre o que sugerisse pensamentos impuros. CBASD – Comentário Bíblico Dventista do Sétimo Dia, vol. 3, p. 654.

não tenho culpa. Não subentende perfeição impecável. Bíblia de Estudo NVI Vida.

às minhas mãos se apegou qualquer mancha. Esta é a conhecida ilustração das mãos limpas. Não é preciso entender que Jó estava afirmando nunca ter havido qualquer mancha em suas mãos, mas ele nega que qualquer mancha tenha se apegado a suas mãos. CBASD, vol. 3, p. 655.

12 seria fogo. A condescendência com este pecado [“seduzir por causa de mulher”, v. 9] tende a destruir tudo que é bom num homem. Ela é desoladora em seus efeitos. CBASD, vol. 3, p. 655.

desarraigaria toda a minha renda. A experiência revela como a imoralidade frequentemente leva à pobreza (ver Lc 15:11-32). CBASD, vol. 3, p. 655.

13-23 Jó revela entender de modo genuíno as questões da justiça social: a igualdade entre os seres humanos baseia-se na criação(v. 13-15); é essencial a compaixão pelos necessitados (v. 16-20), e não deve haver abuso de poder e de influência (v. 21-23). Bíblia de Estudo NVI Vida.

15 Aquele que me formou … não é o mesmo que nos formou…? Este verso revela clara compreensão da igualdade dos seres humanos diante de Deus (ver At 17:26). Jó estava muito á frente de sua época no reconhecimento da atitude apropriada de um senhor para com um escravo. O fato de Deus ser o criador de todos, tanto senhores como escravos, é uma das grandes revelações da Bíblia. CBASD, vol. 3, p. 655.

18 desde o ventre CBASD, vol. 3, p. 655. Uma hipérbole [exagero]que indica que Jó não se lembrava de não ter atendido às necessidades dos indefesos. CBASD, vol. 3, p. 655.

19 por falta de roupa. Jó precedeu Dorcas (At 9:36-42) em muitos séculos (ver Is 58:7; Ez 18:7,16; Mt 25:36). CBASD, vol. 3, p. 655.

22 caia a omoplata. Que o juízo caia particularmente sobre as partes do corpo que fizeram o mal ou que se recusaram a fazer o bem. CBASD, vol. 3, p. 656.

23 o castigo de Deus…enfrentar Sua majestade. Jó declara temor e respeito por Deus,os quais apresenta como razões por que não poderia ter sido culpado dos atos cruéis a ele atribuídos. CBASD, vol. 3, p. 656.

24-28 Jó afirma que depender da riqueza para a felicidade é idolatria e nega ao Deus do Céu. Nós desculpamos a obsessão de nossa sociedade por dinheiro e posses como se fossem um mal necessário ou o “modo como tudo funciona” no mundo moderno. Mas todas as sociedades em todas as eras tem valorizado o poder e o prestigio que o dinheiro traz. Os verdadeiros crentes devem se despojar do profundamente arraigado desejo por mais poder, prestígio e posses. Eles não devem negar seus recursos a vizinhos de perto e de longe que tem necessidades físicas desesperadas. Life Application Study Bible Kingsway.

26 se olhei para o sol. Uma referência específica à idolatria. O culto ao sol era comum no antigo Oriente e dominante no Egito havia longo tempo. A adoração à Lua era subordinada à adoração ao Sol. Parecia haver uma tendência natural para se adorar aquilo que fornecia luz (ver Dt 4:19; 2Rs 23:5; Ez 8:16). CBASD, vol. 3, p. 656.

27 beijos lhes atirei com a mão. Era costume beijar os ídolos (1Rs 19:18; Os 13:2). Os corpos celestes estavam tão longe que os adoradores não podiam ter acesso a eles e, portanto, expressavam sua adoração beijando a mão. O que Jó quer dizer é que nunca participou dessa idolatria. CBASD, vol. 3, p. 656.

28 infiel a Deus (NVI). A prática da idolatria nega a Deus. Andrews Study Bible.

29-32 O pecado de se alegrar com a desgraça do inimigo era condenado por Moisés (Êx 23.4, 5) e por Cristo (Mt 5.43-47). Bíblia de Estudo NVI Vida.

33-34 Forte repúdio à hipocrisia. Bíblia de Estudo NVI Vida.

Jó declarou que ele nem mesmo tentou esconder seus pecados , como os homens costumeiramente fazem. O medo de que nossos pecados sejam descobertos nos leva ao engano. Nos cobrimos de mentiras para que pareçamos bons aos outros. Mas não podemos nos esconder de Deus. … Quando você reconhece seus pecados, você se liberta para receber perdão e uma nova vida. Life Application Study Bible Kingsway.

35-37 O clímax: Jó coloca a sua assinatura de compromisso (“Eis aqui a minha defesa assinada!” e desafia que alguém lhe faça uma acusação específica. Bíblia de Genebra.

37 mostrar-Lhe-ia. Jó não tinha nada a esconder de Deus. Ele está disposto a divulgar todos os atos de sua vida. Irá responder à acusação de Deus em todos os pormenores. CBASD, vol. 3, p. 657.

38 Se a minha terra clamar contra mim. a razão para a reclamação da terra é dada no v. 39: práticas antiéticas nas fazendas [roubo ou morte/apropriação indébita]. Andrews Study Bible.

39 Jó está seguro de que não cometeu um dos pecados comuns dos grandes proprietários de terra. CBASD, vol. 3, p. 657.

40 Fim das palavras de Jó. Jó encerra seu caso com a sua assinatura. Agora o resto depende do juiz. Bíblia de Genebra.

Suas queixas e seus argumentos chegaram ao fim. Só voltará a fazer declarações breves de arrependimento (40:4, 5; 42:2-6) depois dos discursos divinos. Bíblia de Estudo NVI Vida.

Assim termina o argumento do patriarca em seu próprio favor. Até o fim ele protesta sua integridade. Jó oscila entre a esperança e o desespero. Sua atitude para com Deus é a de alguém ferido, que busca ser curado. Houve avanço ruma a uma solução, mas os fios emaranhados só são alinhados quando Deus se revela (Jó 38:1). CBASD, vol. 3, p. 657.




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