Reavivados por Sua Palavra


JÓ 26 by jquimelli
17 de janeiro de 2020, 1:00
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Texto bíblico: https://pesquisa.biblia.com.br/pt-BR/NVI/job/26

Jó responde a seus amigos com desânimo: “Como sabes aconselhar ao que não tem sabedoria e revelar plenitude de verdadeiro conhecimento! Com a ajuda de quem proferes tais palavras? “ (v. 3, 4a).

Jó parece escarnecer da abordagem teológica egípcia expressa por seus interlocutores. Jó ironiza no v. 5: “A alma dos mortos treme debaixo das águas com seus habitantes. [ou: “Por que vocês continuam pensando sobre os deuses e a voz sagrada que leva os homens para longe sob as águas? Quando os homens ouvem isso, eles tremem“*].

Jó quer saber os detalhes da origem desta teologia egípcia do que acontece aos mortos após a morte. Não há monstros à espreita no Nilo celeste tentando roubar as almas dos falecidos da voz sagrada do [Deus Sol] Ra enquanto, à meia-noite, ele viaja e atravessa os doze portões que dão acesso à sala de julgamento de Osíris, o juiz dos mortos.

Querido Deus,
À semelhança de Moisés e Jó, nós também cremos que Deus criou os céus e a terra e, por fim, erradicará Satanás e seus anjos. Sabemos que os grandes eventos finais da história deste mundo estão perto de ocorrer. Ajude-nos a permanecer firmes ao Teu lado. Amem.

Koot van Wyk
Kyungpook National University
Sangju, Coreia do Sul

 

* tradução livre do texto do autor

Texto mundial: https://www.revivalandreformation.org/?id=708
Equipe de tradução: Pr. Jobson Santos, Jeferson e Gisele Quimelli



JÓ 26 – COMENTÁRIO PR. ADOLFO SUÁREZ by Maria Eduarda
17 de janeiro de 2020, 0:55
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JÓ 26 – COMENTÁRIO PR HEBER TOTH ARMÍ by jquimelli
17 de janeiro de 2020, 0:45
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JÓ 26 – Uma fé rasa vacila frente a qualquer vento; porém, uma fé viva resiste até aos mais fortes vendavais que solapam toda nossa estabilidade. A forma como alimentamos nossa fé determinará como lidaremos com as calamidades que assaltam este mundo corrompido pelo pecado.

Os amigos de Jó esgotaram seus depósitos de conhecimento teológico ligado ao sofrimento. Jó ergue sua voz para confrontá-los, mostrando a fragilidade dos que criam ser sábios. O teólogo Paul R. House observa que a resposta de Jó teve três partes:
• …contesta o sistema de crença dos seus amigos, argumentando que as pessoas más nem sempre sofrem (21:1-34); Deus os deixa prosperar.
• …confessa que busca saber por que a justiça parece invertida, mas que ainda não conseguiu uma resposta adequada (23:1-24:23).
• …se recusa a confessar os pecados que não cometeu (26:1-27:23).

O mesmo teólogo, após sistematizar estes pontos, analisa e conclui que até aquele momento, com todos aqueles diálogos filosóficos, ainda “os caminhos de Deus permanecem sob julgamento; o caráter divino ainda está sob escrutínio. As confissões de fé não interromperam a busca inexorável de Jó por uma completa compreensão”.

“Esta é a mensagem religiosa do livro: o homem deve persistir na fé até mesmo quando seu espírito não encontra sossego”, explica o comentário introdutório da Bíblia de Jerusalém.

Este capítulo demonstra que:
1. A filosofia e a teologia sem discernimento espiritual é deliberadamente inútil para consolar, confortar e salvar o sofredor de suas dores (vs. 1-4).
2. Às vezes é preciso ser sarcástico com aqueles que pensam serem donos da verdade, quando, na verdade, estão falando um monte de bobagens (vs. 2-4);
3. Há situações em que é necessário mostrar aos interlocutores equivocados que além de suas proposições há mais informações do que imaginam (vs. 5-14).

Os versículos 12 e 13 falam que Deus “abate o adversário” e “fere o dragão veloz [Leviatã]”. Parece que Jó tem uma ideia de que seu caso envolvia forças misteriosas do mal. A teologia do Grande Conflito ainda era embrionária na mente dos servos de Deus, mas já fazia sentido para explicar o que nenhuma outra teoria explicava satisfatoriamente.

É importante ir além da superfície teológica e ser um observador do todo, para não se apegar a ideias minúsculas! Reavivemo-nos! – Heber Toth Armí.



JÓ 26 – Comentado por Rosana Barros by Ivan Barros
17 de janeiro de 2020, 0:30
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“Eis que isto são apenas as orlas dos Seus caminhos! Que leve sussurro temos ouvido dEle! Mas o trovão do Seu poder, quem o entenderá?” (v.14).

Conforme o dicionário, a palavra “conselho” significa “aviso oferecido sobre o que alguém deve ou não fazer em alguma situação; recomendação”; geralmente associada a alguém prudente, sensato e de bom senso. No capítulo de hoje, Jó ironizou o conselho de Bildade e questionou a origem de suas palavras. Mencionando o conhecimento científico da época, Jó mostrou que também era um homem dedicado ao estudo da natureza e como esta é uma revelação do Criador. Através de símbolos naturais, Jó exaltou a soberania de Deus e a limitação humana em entendê-la.

A profecia de Isaías quanto à primeira vinda do Senhor declara o nome de Deus em alguns de seus infinitos aspectos. Dentre eles, Jesus é chamado de “Maravilhoso Conselheiro” (Is.9:6). E dentre os atributos do Espírito Santo, está o “conselho” (Is.11:2; Pv.8:14). Quando depositamos a nossa confiança em Deus e em Sua Palavra, estamos pisando em terreno sempre seguro e estável. Ainda que as coisas do alto sejam grandes demais para a nossa mente limitada, o Senhor nos deixou revelado tudo o que precisamos saber: “As coisas encobertas pertencem ao Senhor, nosso Deus, porém as reveladas nos pertencem, a nós e a nossos filhos, para sempre, para que cumpramos todas as palavras desta lei” (Dt.29:29).

Mesmo que a comparação feita por Jó seja uma realidade até mesmo para os mais fervorosos cristãos: “Que leve sussurro temos ouvido dEle!” (v.14), a garantia de Deus de que a revelação que nos foi dada é suficiente, deve encher o nosso coração de paz e da certeza de que temos um Criador cujo conselho é infalível. Assim como nos sentimos seguros em aprender um determinado assunto de quem seja um especialista, devemos confiar nAquele que é especialista em transformar e salvar vidas. Mas, semelhante aos degraus acadêmicos, o Senhor também deseja que subamos cada dia mais alto os degraus de Seu conhecimento.

Que nenhum conselho humano seja colocado acima do perfeito conselho das Escrituras. Temos à nossa disposição a Palavra de Deus e o seu Intérprete, o Espírito Santo. Se nos apegarmos com confiança ao “assim diz o Senhor”, nenhuma palavra humana de origem duvidosa (ou maligna) poderá abalar a nossa fé. Como Jó, olhemos também para o segundo livro de Deus: a natureza. “Porque os atributos de Deus, assim o Seu eterno poder, como também a Sua própria divindade, claramente se reconhecem, desde o princípio do mundo, sendo percebidos por meio das coisas que foram criadas” (Rm.1:20). Vigiemos e oremos!

Bom dia, estudantes do conhecimento que salva!

Rosana Garcia Barros

#PrimeiroDeus #Jó26 #RPSP

Comentário em áudio: youtube.com/user/nanayuri100



JÓ 26 – COMENTÁRIO PR. RONALDO DE OLIVEIRA by Maria Eduarda
17 de janeiro de 2020, 0:10
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JÓ 26 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS by jquimelli
17 de janeiro de 2020, 0:05
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703 palavras

Aqui começa o longo discurso de Jó, que termina no cap. 31. Neste discurso, após descartar rapidamente o último discurso de Bildade, Jó passa a explicar seus pontos de vista. Ele fala, em primeiro lugar, do poder e da majestade de Deus (Jó 26:5-14); depois, lida com as questões que dizem a respeito a sua própria integridade e à forma como Deus trata os seres humanos. Ele admite que, no final, a retribuição sobrevém aos ímpios (Jó 27). No cap. 28, depois de prestar um merecido tributo à inteligência e à engenhosidade do ser humano no que respeita às coisas terrenas, Jó diz que o mundo espiritual e os princípios do governo divino são para ele inescrutáveis […] Finalmente, após dar uma descrição de sua antiga vida próspera (cap. 29), em contraste com sua vida desditosa atual (cap. 30), ele conclui com uma declaração de sua integridade nos vários deveres e obrigações da vida (cap. 31) (CBASD, vol. 3, p. 636).

Jó responde ao discurso de Bildade, mas realmente considera sua contribuição sem utilidade e, mesmo, fora de propósito, pois o Jó nunca havia negado a grandeza e a majestade de Deus e, agora, passa a dar sua visão do poder insondável de Deus (Bíblia Shedd).

2-4 Como sabes ajudar […]! As palavras de Jó são sarcásticas, pois Bildade não contribuíra com nenhuma luz às considerações de Jó, feitas no cap. 4 (Bíblia Shedd).
[…] série de exclamações e perguntas objetivam revelar a fraca lógica do discurso de Bildade (CBASD, vol. 3, p. 636).

de quem é o espírito […]? Jó questiona: de onde procede a sua autoridade? Certamente, não havia evidências da inspiração divina (CBASD, vol. 3, p. 636).

A alma dos mortos. No original não há a palavra “alma”. A frase diz: “os mortos”. […] O contexto de Jó 26:5 sugere que a referência é aos mortos. Bildade enfatizou a soberania de Deus nos céus. Jó acrescenta que o poder de Deus se estende até aos habitantes do she’ol (ver v. 6) (CBASD, vol. 3, p. 637).

além. Do heb. she’ol, um lugar figurativo onde os mortos são descritos como se estivessem juntos (ver Is 14:9, 10) (CBASD, vol. 3, p. 637).
o abismo. Do heb. ‘abaddon. Um substantivo empregado paralelamente ashe’ol e que o retrata como um lugar de ruína e destruição. A palavra ocorre seis vezes no AT (Jó 26:6; 28:22; 31:12;Sl 88:11; Pv 15:11; 27:20; cf Ap 9:11) (CBASD, vol. 3, p. 637).

faz pairar a terra sobre o nada. As lindas fotos coloridas tiradas pela Apolo 10 dão realce empolgante a esta doutrina (Bíblia Shedd).
Em vez de visualizar a Terra como se repousasse sobre colunas, como criam os alguns antigos, sua concepção era a de ser ela sustentada pelo poder do Deus que ele adorava (CBASD, vol. 3, p. 637).

8-14 A grandeza do universo visível, a sabedoria e o poder de Deus revelados na sua criação, não se comparam com a glória de tudo o que o olhar humano nem sequer pode sondar (Bíblia Shedd).

Prende as águas. A metáfora é provavelmente extraída dos odres de água tão conhecidos no antigo Oriente, e especialmente na Arábia, para o armazenamentp deste líquido. Esses odres podiam se romper com o peso do conteúdo, mas as nuvens podiam conter grandes quantidades de água sem tais riscos (ver Jó 38:37; Pv 30:4) (CBASD, vol. 3, p. 637).

“Uma tempestade comum contém cerca de 100 mil toneladas de água. Imagine 100 mil toneladas de água flutuando no céu! Toda essa água está simplesmente ali, sem cair ou ‘rasgar’ a nuvem. (Richard Gunther, emBíblia Evangelismo em Ação NVI Vida).

Enconde a face do Seu trono. Isto é, ele cobra Seu trono de nuvens. O significado desta declaração pode ser de que Deus Se oculta aos sentimentos físicos do ser humano. Deus acha por bem manter Sua comunhão com as pessoas em nível espiritual, em vez de em nível sensorial. Embora as nuvens possam esconder Seu trono da visão humana (ver 1Rs 8:12; Sl 18:11; 97:2), este existe, e um dia os redimidos o verão (Ap 22:1-1) (CBASD, vol. 3, p. 637).

10 Traçou um círculo. A referência parece ser a forma do horizonte, que tem a aparência de um círculo e parece ser traçado com um compasso (CBASD, vol. 3, p. 638).

13 sopro. Do heb. ruach, que também pode ser traduzido como “espírito” ou “vento”, como em dezenas de casos no AT. O contexto precisa determinar a escolha do significado.




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