Reavivados por Sua Palavra


JÓ 34 by jefersonquimelli
25 de janeiro de 2020, 1:00
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Texto bíblico: https://pesquisa.biblia.com.br/pt-BR/NVI/job/34

Eliú esperou para falar até que os mais velhos terminassem de repreender Jó. Irritado com Jó por ele se justificar, o jovem atacante, arrogantemente, deixa escapar: “Ouça-me. Ensinarei a você a sabedoria.” Assumindo o papel de advogado de defesa da divindade, Eliú insiste que Deus sempre retribui as pessoas com justiça, por suas ações. O sofrimento de Jó seria decorrente de algum pecado que ele havia cometido.

Essa ética causal da justiça de Deus era comum nos tempos do Antigo Testamento. Bom comportamento significava bênçãos. Mau comportamento era igual a sofrimento. Era uma abordagem “dente-por-dente” da vida, lógica e gerenciável. Essa crença ainda permeia religiões cármicas como hinduísmo e budismo.

No entanto, o livro de Jó destrói essa ilusão equivocada. Descobrimos que o sofrimento pode ocorrer sem causas conhecidas. O sofrimento nem sempre é o resultado direto de nossos pecados. Uma visão tão mal informada do sofrimento omite a realidade do Grande Conflito e cria uma angústia espiritual desnecessária.

Os que sofrem não devem ser castigados por algum pecado não identificado que lhes possa ter causado o sofrimento. Afogando-se em dores misteriosas e imerecidas, os doentes precisam de amigos amáveis e ouvintes que não os julguem. Eles precisam da presença de um Salvador que também sofreu imerecidamente. O sofrimento nem sempre vem com uma explicação clara de 2 + 2 = 4.

Lori Engel Capelã (atualmente com deficiências),
Eugene, Oregon EUA

Texto mundial: https://www.revivalandreformation.org/?id=716
Tradução: Jeferson e Gisele Quimelli



JÓ 34 – COMENTÁRIO PR. ADOLFO SUÁREZ by Maria Eduarda
25 de janeiro de 2020, 0:55
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JÓ 34 – COMENTÁRIO PR HEBER TOTH ARMÍ by jefersonquimelli
25 de janeiro de 2020, 0:45
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JÓ 34 – Precisamos do auxílio do Espírito Santo para interpretar bem a Palavra divina, do contrário, favoreceremos ao diabo e desprezaremos a Deus.

Examine atentamente cada ponto deste capítulo:

1. O “sábio” pede “humildemente” que outros sábios avaliem suas palavras pensando serem incontestáveis (vs. 1-4).

2. O sábio segundo o mundo retrata indevidamente a situação de um sofredor; Eliú colocou na boca de Jó palavras que ele nunca disse. Jó nunca disse que agradar a Deus era perda de tempo (vs. 5-9).

3. O “sábio” fala o que pensa ser verdade sobre Deus, mas é apenas sua mera opinião. Para Eliú,

• Deus não faz nenhum mal a ninguém, mas cobra e faz cada indivíduo pagar por todos os seus atos (vs. 10-15);
• Deus não faz acepção de pessoas, Ele é justo a tal ponto de fazer cada devedor de justiça pagar até o último centavo (vs. 16-20);
• Deus é onisciente e está como um juiz perscrutador pronto a punir e humilhar àquele que fez por merecer (vs. 21-30).

4. O “sábio” que pensa que está com a razão se prevalece dos mais fracos e doentes (vs. 31-33).

5. O “sábio” desprovido do Espírito Santo ataca veementemente visando nocautear seu alvo com argumentos consistentes (vs. 34-37).

Para vencer argumentos que desafiam nossas crenças adulteramos as palavras ditas pela pessoa que estamos atacando. Para parecer mais coerente, sábio e lógico que nosso oponente tendemos a atacar os mais fracos com frases argumentativas que ferem ao invés de curar, que humilham ao invés de elevar, que oprimem ao invés de redimir.

Sun Tzu orienta: “Diante de uma larga frente de batalha, procure o ponto mais fraco e, ali, ataque com sua maior força”; já Agni Shakti alerta: “Na falta de argumento a ignorância usufrui da agressividade e da ofensa como modo de ataque”. Precisamos ir além de Eliú!

O livro em que estamos mergulhados em suas páginas não é o relato de um Deus cruel que provocou Satanás para infernizar a vida do coitado Jó. Sua mensagem vai muito além de um Deus que incita contendas, que permite o sofrimento por mera distração ou que instiga o inimigo a um duelo sem causa, ocasionando caos na existência humana.

Reflita: Obtenha sabedoria segundo Deus, não segundo o mundo! – Heber Toth Armí.



JÓ 34 – Comentado por Rosana Barros by Ivan Barros
25 de janeiro de 2020, 0:30
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“Os olhos de Deus estão sobre os caminhos do homem e veem todos os seus passos” (v.21).

Diferente de seu discurso inicial mais brando e, aparentemente, sem a intenção de engrandecimento próprio, Eliú aumentou o volume de sua indignação. Apesar de ter incitado Jó a falar, ele prosseguiu com seus discursos mediante o silêncio de Jó e de seus amigos. Não consigo ver Eliú como quem esperava aplausos, mas, certamente, ele esperava que suas palavras fossem bem compreendidas, e aceitas as suas razões. Contudo, ele acabou caindo no mesmo erro dos demais, em interpretar o sofrimento de Jó como um castigo merecido e suas palavras como uma afronta “contra Deus” (v.37).

Julgando precisar Deus de um defensor, Eliú arguiu sobre o que não sabia e lançou sobre Jó o opróbrio da ignorância. Em uma coisa, porém, ele tinha razão: “Os olhos de Deus estão sobre os caminhos do homem e veem todos os seus passos” (v.21). Esta verdade, por si só, deveria fazê-lo calar. A tentativa de Jó em justificar-se, e as palavras de todos os que o acusavam, era totalmente desnecessário visto que “todas as coisas estão descobertas e patentes aos olhos dAquele a Quem temos de prestar contas” (Hb.4:13). Não há nada que seja oculto a Deus. Aquele que nos criou sabe exatamente do que somos formados e lê cada intenção camuflada.

Permanecendo fiel em sua integridade, Jó representa todas as gerações de fiéis que permanecem íntegros ainda que duramente provados. A prova não representa perigo àqueles que mantém uma íntima ligação com Deus, que confiam na perfeita provisão de seu Redentor. Mesmo cercados por inveja, crítica e perseguição, como José no Egito, Daniel em Babilônia e Jó entre acusadores, cheios do temor do Senhor, seus corações vibram pela fé viva nAquele que é poderoso nas batalhas e justo para, no tempo determinado, levantar-Se para defendê-los.

A nossa luta, amados, não consiste em vestir a armadura de Deus e usá-la com a autoridade que não nos foi dada. A armadura não é para atacar ninguém, nem tampouco para justificação própria. A armadura é Cristo! “Mas revesti-vos do Senhor Jesus Cristo” (Rm.13:14). Revestidos de Cristo, de Sua verdade, Sua justiça, Sua pregação, Sua fé, Sua salvação, Sua Palavra, estamos tão somente aceitando a vitória que Ele já nos conquistou. Qual é então o nosso papel, hoje, como o povo que aguarda a Sua promessa? “Se o Meu povo, que se chama pelo Meu nome, se humilhar, e orar, e Me buscar, e se converter dos seus maus caminhos, então, Eu ouvirei dos céus, perdoarei os seus pecados e sararei a sua terra” (2Cr.7:14). Vigiemos e oremos!

Feliz sábado, fiéis à toda prova!

Rosana Garcia Barros

#PrimeiroDeus #Jó34 #RPSP

Comentário em áudio: youtube.com/user/nanayuri100



JÓ 34 – COMENTÁRIO PR. RONALDO DE OLIVEIRA by Maria Eduarda
25 de janeiro de 2020, 0:10
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JÓ 34 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS – atualizado 25/01/2020 18:15 by jefersonquimelli
25 de janeiro de 2020, 0:05
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370 palavras

O segundo discurso de Eliú – sobre a maldade de Jó e o poder de Deus. Bíblia de Estudo Andrews.

Resumo: 1 Eliú acusa Jó de atribuir injustiça a Deus. 10 O Deus todo-poderoso não pode ser injusto. 31 O homem deve humilhar-se diante de Deus. 34 Eliú repreende Jó. CBASD – Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 3, p. 663.

1-9 Eliú condensa os discursos de Jó em duas queixas: a de acusar a Deus de ser injusto por desferir golpes de puro capricho contra um homem justo, (5,6), idéia esta rejeitada por Eliú (7) e de declarar que de nada aproveita ao homem o comprazer-se em Deus. Bíblia Shed).
8 Jó é acusado de andar em más companhias. Bíblia de Estudo Andrews.
De nada aproveita … comprazer-se em Deus. Uma distorção; Jó havia dito que os perversos pensam que a vida é assim (21:15). Bíblia de Estudo Andrews.

10-33 Eliú afirma que Deus é justo, e que colocou o homem num universo moral, no qual colhe o fruto daquilo que semeia, seja coisa boa ou má (10-12). Declara que a autoridade absoluta só pertence a Deus (13-15), e que o domínio de Deus é perpétuo por ser um domínio de justiça (17-19). A onisciência de Deus é outra garantia de Sua justiça (20-18). [Segundo Eliú,] Jó revelara ignorância ao queixar-se de Deus, pois o Deus justo só envia sofrimento para o benefício do homem, motivo para Lhe prestarmos culto (29-33). Bíblia Shedd.

11 segundo as suas obras. Crença comum de que as pessoas recebem o que merecem (Gl 6:7). Bíblia de Estudo Andrews.

14, 15 A inversão da criação divina (Gn 2:7). Bíblia de Estudo Andrews.

17 aborrecesse. Não se importar com algo. Bíblia de Estudo Andrews.

20 por força invisível. Subentende ação divina (Dn 2:34, 45). Bíblia de Estudo Andrews.

23 Jó desejava ser julgado pelo tribunal divino (23:3, 4; 24:1), mas Eliú afirma que os juízos de Deus dispensam os processos característicos das cortes terrenas. Bíblia de Estudo Andrews.

34-37 Eliú invoca o veredito dos homens de entendimento em relação às palavras rebeldes de Jó, pois considera que sua atitude rebelde é mais terrível do que as próprias tribulações, que decerto continuarão até Jó se arrepender de sua rebeldia. Bíblia Shedd.

35-37 Explosão de hostilidade da parte de Eliú a Jó. Bíblia de Estudo Andrews.

36 provado até ao fim. Sujeito a mais pressão ou castigo. Bíblia de Estudo Andrews.




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