Reavivados por Sua Palavra


JÓ 37 by jefersonquimelli
28 de janeiro de 2020, 1:00
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Texto bíblico: https://pesquisa.biblia.com.br/pt-BR/NVI/job/37

Neste último capítulo antes de Deus falar, o último argumento de Eliú é registrado. Em grande parte, ele está certo. Deus é poderoso e justo. Ele deve ser respeitado e, por ser tão incrível, nunca o entenderemos completamente. Seu argumento é resumido no versículo 23: “O Todo-Poderoso está além do nosso alcance e é exaltado em poder; em Sua justiça e grande retidão, Ele não oprime.”

Mas neste último capítulo continua a suposição de Eliú de que, como Deus é justo, Jó deve ter feito coisas horríveis para estar nessa condição. Eliú e seus amigos estão certos de que existe um mal na equação. E estão certos ao afirmar de que não está com Deus. Mas eles erram em culpar Jó. Nós tivemos um vislumbre dos bastidores, no início da história, de que foi Satanás quem instigou a coisa toda. É aqui que está o mal. E isso explica por que coisas ruins acontecem a pessoas boas.

Estamos inseridos numa batalha entre o bem e o mal. Saber isso nos dá mais informações do que tinham todos os amigos sábios de Jó. Saber isso nos permite ainda acreditar que Deus é justo e nos relacionarmos com aqueles que estão passando por momentos difíceis de uma maneira compassiva e não condenatória.

Lonnie Wibberding
Pastor, Igrejas Adventistas do Sétimo Dia de Glide e Turning Point
Oregon, EUA

Texto mundial: https://www.revivalandreformation.org/?id=719
Tradução: Jobson Santos, Jeferson e Gisele Quimelli



JÓ 37 – COMENTÁRIO PR. ADOLFO SUÁREZ by Maria Eduarda
28 de janeiro de 2020, 0:55
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JÓ 37 – COMENTÁRIO PR HEBER TOTH ARMÍ by jefersonquimelli
28 de janeiro de 2020, 0:45
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JÓ 37 – Aqui se encerram as discussões humanas. Fica mais que provado que a sabedoria, filosofia e teologia sem a revelação direta de Deus são insuficientes para lidar com a verdade, a realidade e a espiritualidade.

Até agora, nenhum dos amigos sábios de Jó conseguiu dar uma resposta convincente sobre seu terrível sofrimento. Nem mesmo o jovem Eliú, com sua intrepidez, indo um pouco além dos veteranos, conseguiu colocar um ponto final na questão do sofrimento de Jó.

Abaixo estão os tópicos deste último discurso elaborado detalhadamente por John E. Hartley:

Quarto discurso de Eliú (36:1-37:24) 1. Introdução (36:1-4); 2. Métodos disciplinadores usados por Deus: a) O ensino principal (36:5-15); b) Advertência a Jó (36:16-25). 3. A grandeza de Deus: a) Glória visível de Deus na tempestade (36:26-37-13); b) Advertência a Jó (37:14-20). 4. O esplendor divino (37:21-24).

Warren W. Wiersbe destaca os seguintes tópicos da preleção de Eliú sobre o poder de Deus. Ele fala sobre o…

• Outono (36:27-37:7); • Inverno (vs. 6-10); • Primavera (vs. 11-13); • Verão (vs. 14-18).

“No entanto”, continua Wiersbe, “Eliú estava fazendo muito mais do que dar uma palestra científica sobre as quatro estações. Seu desejo era que Jó refletisse sobre a grandeza de Deus e as maravilhas da natureza e percebesse quão pouco sabia, de fato, sobre Deus e sua operação no mundo”.

Eliú enfatiza a grandeza de Deus para fazer Jó se calar. Consequentemente apresenta uma “beleza” que flui de Deus, mas essa beleza é “temível”. Por isso, ele diz: “Poderoso Deus, tão longe do nosso alcance!”

Na verdade, Deus está acessível a nós através de Jesus (lembrando que a teologia é progressiva e Eliú possuía poucos raios da verdade, ele engatinhava no conhecimento de Deus).

Ao findar Eliú o seu discurso podemos destacar que…

• Não há descoberta da verdade independente de Deus. Deus é a fonte do conhecimento pleno, somente podemos saber o que é certo mediante Sua revelação.
• As opiniões humanas diferem da revelação divina; a compreensão humana é falha diante da revelação divina, assim, os supostos sábios querem intimidar os fracos com argumentos retumbantes.

Por insuficiente informação verdadeira, atualmente muitos, assim como Eliú, veem o juízo, o encontro com Deus e o Seu agir como algo perigoso. Estude por si mesmo(a) e veja que é diferente! – Heber Toth Armí.



JÓ 37 – Comentado por Rosana Barros by Ivan Barros
28 de janeiro de 2020, 0:30
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“Inclina, Jó, os ouvidos a isto, para e considera as maravilhas de Deus” (v.14).

Mesmo sem saber, Eliú preparou o coração de Jó para o discurso divino. Exaltando a majestade de Deus e o Seu poder criador, suas palavras foram uma espécie de prelúdio ao que estava por vir. De um modo especial, Eliú destacou as obras do firmamento: o céu, as nuvens, a chuva, a geada, a neve, os relâmpagos, os trovões, o sol. Certamente, ele tinha uma fascinação por estas “maravilhas de Deus” (v.14) e, em estudá-las, deparou-se com um conhecimento que está acima da capacidade humana de compreender ou explicar.

Com o coração a tremer, imagino Eliú olhando para o céu, e quem sabe até estivesse no período de inverno, contemplando o clima da região nesta estação. Apesar de não haver uma opinião concreta acerca da localização da “terra de Uz” (Jó 1:1), o fato de Eliú se referir não somente às chuvas, mas também “à neve” (v.6), pode ser um forte indício de que Uz ficava “nas vizinhanças de Damasco. Em realidade, uma área 65 km a sudoeste de Damasco ainda mantém o nome de Deir Eiyurb, perpetuando o nome de Jó” (CBASD, v.3, p.554). Mas também poderia estar localizada às margens de um grande rio, com base em outra de sua fala, quando ele diz: “e as largas águas se congelam” (v.10).

Ainda que incerta a localização de Uz, aquele lugar foi o cenário para a composição do que é considerado um dos maiores tesouros literários da cultura hebraica. O que precisamos admirar nesta obra, porém, não tem que ver apenas com poemas ou riqueza literária, mas com a essência espiritual contida na experiência de Jó. A integridade deste patriarca e sua fé inabalável deve inculcar na mente de todo o sincero pesquisador das Escrituras que a verdadeira adoração não depende e está acima das circunstâncias.

Jó foi abatido em todos os aspectos de sua vida, menos um: o espiritual. E recebeu como primeira recompensa a aparição do Senhor e manifestação de Sua voz e sabedoria. Sabem, amados, as nossas palavras são falíveis, bem como muitas de nossas ações. Às vezes falamos do que não sabemos ou fazemos as coisas por impulso. Mas o Senhor conhece com exatidão cada uma de nossas intenções ou motivações. Ser fiel ao Senhor não significa que nunca iremos errar, mas que, mesmo quando erramos, há um Deus no Céu que já experimentou ser tentado e que Se inclina para ouvir cada sussurro e para erguer os de coração quebrantado e contrito.

Deus “não olha para os que se julgam sábios” (v.24), mas “sacrifícios agradáveis a Deus são o espírito quebrantado; coração compungido e contrito, não o desprezarás, ó Deus” (Sl.51:17). Que na palavra direta de Deus nos próximos capítulos, ainda que o lugar em que estamos não nos seja favorável, ainda que existam “grandes coisas, que nós não compreendemos” (v.5), que a essência “de toda palavra que sai da boca de Deus” (Mt.4:4) seja para nós alimento sólido, eficaz e suficiente. Vigiemos e oremos!

Bom dia, nutridos pela Palavra de Deus!

Desafio da semana: Estão se aproximando os dez dias de oração e jejum. Ore, pedindo ao Espírito Santo para lhe indicar pelo menos cinco pessoas que precisam voltar ao aprisco do Senhor e comece a interceder por elas.

Rosana Garcia Barros

#PrimeiroDeus #Jó37 #RPSP

Comentário em áudio: youtube.com/user/nanayuri100



JÓ 37 – COMENTÁRIO PR. RONALDO DE OLIVEIRA by Maria Eduarda
28 de janeiro de 2020, 0:10
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JÓ 37 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS by jefersonquimelli
28 de janeiro de 2020, 0:05
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479 palavras

Sobre isto. Não há uma divisão natural entre os cap. 36 e 37. Eliú continua usando  a figura de uma tempestade para descrever o poder de Deus. CBASD – Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 3, p. 673.

Dai ouvidos ao … que sai da Sua boca. Muitas vezes nos atrevemos a falar em nome de Deus (como o fizeram os amigos de Deus), colocar palavras em Sua boca, ter certeza de Sua vontade ou interpretar seu silêncio significando que Ele está ausente ou não interessado. Mas Deus Se importa. Ele está no controle e falará. Esteja pronto para ouvir Sua mensagem – na Bíblia, na Sua vida através do Espírito Santo e através de circunstâncias e relacionamentos. Life Application Study Bible.

trovão de Deus. Literalmente, “o estrondo da Sua voz” (ver NVI). CBASD, vol. 3, p. 673.

torna Ele inativas. …cessação do trabalho ao ar livre durante o inverno, devido à neve, ao gelo e às chuvas pesadas. Esta pausa na atividade do homem dá tempo para reflexão e, assim, promove um conhecimento mais claro de Deus. CBASD, vol. 3, p. 673.

entram nos seus esconderijos. É no inverno que os animais hibernam. Isto … é para Eliú uma prova da sabedoria de Deus. Ele fez provisão para que os animais fossem protegidos do frio e subsistissem com pequenas quantidades de alimento durante a estação da escassez. CBASD, vol. 3, p. 673.

 dos ventos do norte, o frio. … fortes ventos que dispersam as nuvens e deixam o tempo claro e frio. CBASD, vol. 3, p. 673.

10 sopro de Deus. Aqui, metáfora do vento gelado. Bíblia de Estudo NVI Vida.

16 equilíbrio das nuvens. O balanço das várias forças naturais, que permitem a presença da água na atmosfera; cf o que Jó fala, 26.7. Bíblia Shedd.

O fenômeno das nuvens suspensas no céu, carregadas de chuva sem que nada as sustente, provocou a admiração de Eliú (ver Jó 26:8). CBASD, vol. 3, p. 673.

17 vento sul. O siroco, que, na área do Mediterrâneo, provoca um calor paralisante, um mormaço opressor, diante do qual até os pássaros se escondem, e toda a vida animal e vegetal dão a impressão de estar murchas. Bíblia Shedd.

18 duros como … bronze. Em Dt 28.23 os céus de bronze simbolizam calor sem alívio. Bíblia de Estudo NVI Vida.

21 para o sol, que brilha. Os seres humanos não conseguem olhar para o sol ofuscante; quanto menos seriam capazes de ficar frente a frente com Deus!  CBASD, vol. 3, p. 674.

24 não dá Ele atenção a todos os sábios de coração. Ou “pois Ele não tem consideração por ninguém que se ache sábio”. Nota Bíblia NVI.

os que se acham sábios. Isto é, os convencidos. Certamente é verdadeiro o que Eliú declara como um princípio. É tolice um homem pensar em comparar sua insignificante sabedoria com a de Deus. O erro de Eliú está em tentar aplicar o princípio a Jó. O problema com Eliú e com os outros protagonistas foi que eles ousaram julgar a Jó. CBASD, vol. 3, p. 674.




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