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Texto bíblico: https://pesquisa.biblia.com.br/pt-BR/NVI/2cr/29
O primeiro versículo do capítulo pode nos dar uma dica de por que Ezequias estava tão ansioso para servir ao Senhor. Sua mãe, Abia, é mencionada, e as seguintes palavras são: “Ele fez o que era certo aos olhos do Senhor.” Temos o exemplo em 2 Crônicas 29 de que uma boa criação não tem preço e que a liderança é fundamental. Ezequias começou abrindo e consertando as portas, depois convidou os sacerdotes a se santificarem pela obra no templo.
O sacerdote veio, purificou o templo e se preparou para restaurar os seus serviços. Ezequias levantou-se cedo e trouxe consigo os governantes da cidade e o povo reunido para adorar a Deus como Ele havia ordenado. As ofertas começaram, a música tocou, o rei, os governantes e o povo se curvaram em adoração. O último versículo compartilha conosco: “Ezequias e todo o povo se alegraram por Deus ter preparado o povo.” Que maravilhoso! Uma mãe fiel criou um líder que levou o povo de volta a Deus. Então “Deus preparou o povo”. O resultado foi alegria!
Que grandes coisas podem acontecer quando os líderes de nossas igrejas são fiéis a Deus e quando Deus prepara o povo!
David Ripley
Pastor aposentado
Fredericksburg, Texas EUA
Fonte: https://www.revivalandreformation.org/?id=642
Equipe de tradução: Pr. Jobson Santos, Jeferson e Gisele Quimelli
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Antes de um reavivamento geral, é fundamental que haja individual reavivamento espiritual.
A vida e atos de Ezequias servem para despertar-nos para a necessidade de reavivamento pessoal a fim de alcançar um reavivamento coletivo… – Por que não universal?
1. Reconhecer a necessidade de reavivamento é o primeiro passo individual a ser dado. Ezequias notou muitas práticas sagradas negligenciadas; então, tomou a iniciativa de restaurá-las entre seu povo (vs. 1-4).
2. A santificação deve ser tema relevante, elementar mas importante para que haja reavivamento individual e se torne mundial. Ezequias reconheceu os erros e os expôs com categoria chamando o povo à santificação/consagração (vs. 5-9).
3. Alguém deve começar com determinação e ousadia a fazer o que realmente a Bíblia orienta; e então, pelo exemplo e palavras, influenciar outros a fazerem o mesmo. Ezequias liderou com sua influência e chamou o povo à reconciliação com Deus (vs. 10-11).
Dar um fim a práticas anti-bíblicas é essencial para que se desperte um reavivamento total. Isso jamais será possível sem um investimento intenso no estudo sistemático da Bíblia. Também é indispensável o papel do Espírito Santo no coração de quem lidera um reavivamento espiritual (v. 15).
4. A santificação recomendada deve ser ativa e prática. É preciso tomar atitude radical para que não predomine um avivamento superficial. Ao entender o recado do Céu, é urgente partir para a ação assim como fizeram os pastores da época de Ezequias – levitas, sacerdotes (vs. 12-19).
5. O plano da redenção, o sacrifício de Cristo, o perdão e a libertação dos pecados devem ser temas essenciais no processo de reavivamento e reforma espirituais. Estes temas estão ilustrados aqui pelos sacrifícios e ofertas no templo (vs. 20-24).
6. Instrumentos musicais devem fazer parte do fervor diante do Senhor. A alegria, a emoção e os sentimentos farão parte de um culto de adoração orientado pela Palavra de Deus, os quais perdurarão mesmo após o término dos serviços cúlticos (vs. 25-36).
Sem consagração não há reavivamento. Sem abandono das práticas espúrias não é possível experimentar a profusão da alegria da presença divina. O reavivamento virá quando tomarmos a atitude correta em relação a tudo na vida, e priorizarmos a vontade de Deus acima de tudo! Aceitas?
Avancemos no reavivamento pela Palavra! – Heber Toth Armí.
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“Ezequias e todo o povo se alegraram por causa daquilo que Deus fizera para o povo, porque, subitamente, se fez esta obra” (v.36).
Após um período sofrido de uma ímpia dinastia, subiu ao trono de Judá um rei que governou a nação “segundo tudo quanto fizera Davi” (v.2). Apesar da pouca idade, Ezequias revelou a maturidade espiritual necessária para dar início ao reavivamento e reforma “de todo o Israel” (v.24). Havia, porém, a necessidade primária de realizar esta obra entre os sacerdotes e os levitas. Como líderes espirituais da nação, precisavam assumir a sua própria culpa e negligência, e prontamente buscar santificar-se para reassumir seu sagrado ofício.
Ao abrir “as portas da Casa do Senhor” e repará-las (v.3), Ezequias demonstrou o seu fiel compromisso com as Escrituras. Não ousou fazer o que não lhe era lícito, mas procurou reunir aqueles que o Senhor havia separado para O servir no templo. Mas ainda que estes não correspondessem ao chamado divino, Ezequias estava “resolvido a fazer aliança com o Senhor, Deus de Israel” (v.10). Sua decisão não estava condicionada à decisão dos líderes. Sua firme decisão foi um poderoso testemunho que motivou os levitas e sacerdotes a agir conforme o seu mandado.
Então, os levitas reuniram “a seus irmãos, santificaram-se e vieram segundo a ordem do rei pelas palavras do Senhor, para purificarem a Casa do Senhor” (v.15). Primeiro houve um preparo pessoal, ou seja, reavivamento, para depois haver uma reforma. Antes da limpeza do templo físico deve haver uma purificação do templo do coração. E, seguindo essa sequência, “tiraram para fora… toda imundícia que acharam no templo do Senhor” (v.16). Só então foi restabelecido o verdadeiro culto a Deus.
Ao som das trombetas e “dos instrumentos de Davi” (27), “o rei e todos os que se achavam com ele prostraram-se e adoraram” (v.29). “Eles o fizeram com alegria, e se inclinaram, e adoraram” (v.30). Além dos levitas e sacerdotes, todo o povo foi convocado para consagrar-se a Deus, “e todos os que estavam de coração disposto trouxeram holocaustos” (v.31). “Assim se estabeleceu o ministério da Casa do Senhor” (v.35).
As mudanças promovidas por Ezequias estão carregadas de útil ensino que não caduca e nem deve ser ignorado. Há uma urgente necessidade de líderes espirituais que sejam “retos de coração, para se santificarem” (v.34). Homens que não negligenciem a sua eleição divina de estarem perante Deus para O servir, para serem Seus ministros (v.11); que antes de buscar lançar fora as imundícias da Casa do Senhor, busquem a santificação da própria vida; de modo que, mediante um viver eloquente, com propriedade possam dizer: “Já purificamos toda a Casa do Senhor” (v.18).
Assim como havia ordem e decência no serviço do santuário terrestre, com leis referentes às cerimônias, ao vestuário dos levitas, à música, Deus nos chama a vivermos à altura de nossa vocação. Contudo, antes importa que nosso coração esteja disposto a servi-Lo com retidão e alegria. Como os discípulos, precisamos ir até Jesus com humildade e pedir: “Senhor, ensina-nos a orar” (Lc.11:1). Foi após um fervoroso e perseverante período de oração que o Espírito Santo desceu sobre eles. E será assim que o remanescente do Senhor encontrará forças para enfrentar o último e bom combate.
Diante de um tempo de apostasia e predominante letargia, “não sejais negligentes” (v.11), mas que a nossa vida esteja constantemente “diante do altar do Senhor” (v.19), e Ele “subitamente” (v.36) fará a Sua perfeita obra em nós. Vigiemos e oremos!
Bom dia, santificados pela Palavra!
Desafio da semana: Faltam poucos dias para iniciarmos o estudo do livro de Esdras. Convide pelo menos uma pessoa para estudar a Bíblia conosco e ore por ela.
Rosana Garcia Barros
#PrimeiroDeus #2Crônicas29 #RPSP
Comentário em áudio: youtube.com/user/nanayuri100
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6 A confissão de pecados é parte integrante do reavivamento (cf Tg 5.16) (Bíblia Shedd).
11 Os levitas, escolhidos por Deus para servir no templo, tinham sido afastados de suas tarefas pela perversidade de Acaz (28:24). Mas Ezequias os chamou de volta ao serviço, lembrando a eles que o Senhor os havia escolhido para o ministério. Talvez não enfrentemos um rei perverso, mas pressões ou responsabilidades podem nos deixar inativos ou não efetivos. Quando você receber a responsabilidade de ministrar, não negligencie sua tarefa. Se você se tornou inativo no serviço cristão, seja por escolha ou circunstância, preste atenção e aproveite as oportunidades (e escute os “Ezequias”). Deus conduzirá o seu caminho para que você retorne às suas responsabilidades. Então, como os levitas, esteja pronto para a ação (Life Applications Study Bible Kingsway NIV).
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Texto bíblico: https://pesquisa.biblia.com.br/pt-BR/NVI/2cr/28
No capítulo 28, Acaz assume o trono aos 20 anos de idade. Ele era jovem, cheio de energia e tinha tudo para ser um bom rei. Ele cresceu tendo uma boa educação e os melhores exemplos a seguir. O reino era rico, forte e a religião estava firmemente estabelecida. Mas, apesar disso, vemos já nos versos de abertura que o rei se corrompeu miseravelmente. Acaz teve a chance de fazer um reinado de impacto, deixando um poderoso exemplo para séculos vindouros. Mas, ao invés isto, ele dirigiu a nação por um obscuro caminho idólatra e degradou a mente do povo de Deus.
Ele abandonou o Templo do Senhor, sacrificou e queimou incenso nos montes, como se isso fosse colocá-lo mais perto do céu. Ele ainda fez ídolos e os adorou, sacrificando no fogo seus filhos a eles. Ele estava completamente e totalmente possuído pelo príncipe das trevas. Então, desde que Acaz abandonou a Deus e Sua proteção, o Senhor também o abandonou, deixando-o nas mãos de seus inimigos. Devido a isso, o povo sofreu e muito sangue foi derramado, famílias foram arruinadas e o país foi desolado.
Durante a leitura deste capítulo, várias lições se destacaram para mim: 1) bons pais e uma boa educação não garantem a salvação; 2) a decisão de um único líder em desobedecer a Deus pode levar milhares a se desviar e 3) quando alguém se coloca voluntariamente nas mãos do diabo, essa pessoa voluntariamente se afasta do plano de proteção de Deus.
A trágica história de Acaz é uma advertência solene de que, no final, é a graça de Deus que salva a alma, e não o meio ambiente, a educação ou até mesmo o exemplo de pais piedosos.
Grace Shim
Geração Juventude para Cristo
Fonte: https://www.revivalandreformation.org/?id=641
Equipe de tradução: Pr. Jobson Santos, Jeferson e Gisele Quimelli
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II CRÔNICAS 28 – A interpretação teológica é fundamental para entender corretamente os eventos históricos. Visando essa interpretação, o cronista fundamenta-se em II Reis 16 para fazer sua teologia inspirada.
Crônicas é uma recapitulação teológica da história do povo de Deus, um processo inverso de Deuteronômio, o qual refletia olhando para o futuro. Deuteronômio alerta ao povo que adentrava na Terra Prometida a fim de que não a perdesse; Crônicas explica aos que retornaram recentemente do cativeiro a razão de Israel passar por tantas adversidades.
• Reflita: O que você acha que Deus diria se Ele recapitulasse tua história?
Baseando-me no esboço de Richard Pratt Jr. apresento-lhes os pontos do capítulo em análise:
INÍCIO DO REINADO DE ACAZ (vs. 1-5)
I. Fidelidade de Israel do norte para com Deus (vs. 6-15)
1. Israel vitorioso toma despojos e prisioneiros (vs. 6-8)
a) Israel recebe repreensão profética (vs. 9-11)
b) Israel responde à repreensão profética (vs. 12-13)
2. Israel vitorioso devolve os despojos e os prisioneiros (vs. 14-15)
II. Infidelidade de Acaz para com Deus (vs. 16-25)
1. Acaz falha em receber ajuda da Assíria (vs. 16-21)
a) Apelo inicial de Acaz à Assíria (v. 16)
• Acaz busca ajuda dos assírios (v. 16)
EXPLICAÇÃO DOS ATOS DE ACAZ (vs. 17-19)
• Acaz recebe resposta negativa (v. 20)
2. Acaz apela novamente à Assíria (v. 21)
a) Acaz busca intensamente a ajuda dos assírios (v. 21)
b) Acaz recebe resposta negativa novamente (v. 21)
3. Acaz fracasse em receber ajuda dos deuses siros (v. 22-25)
a) O aumento da infidelidade de Acaz (v. 22)
• Acaz adora os deuses siros (v. 23)
A RUÍNA DE ACAZ É EXPLICADA (v. 23)
• Mais adoração de outros deuses por Acaz (vs. 24-25)
b) Juízo sobre Acaz (v. 25)
FIM DO REINADO DE ACAZ (vs. 26-27)
O cronista faz teologia da história sagrada. Nenhuma liderança é significativa se Deus for desconsiderado.
• O líder político que não tem Deus como seu Líder não conseguirá fazer o melhor por sua nação.
A humilhação que Deus permitiu Judá passar foi para despertar a humildade em Acaz; contudo, Deus não obteve sucesso – humildade é uma questão pessoal. Tudo o que Deus faz (ou permite) visa nossa salvação; porém, a decisão de aceitar ou não é de cada indivíduo.
Reavivemo-nos! – Heber Toth Armí.
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“No tempo da sua angústia, cometeu ainda maiores transgressões contra o Senhor; ele mesmo, o rei Acaz” (v.22).
O capítulo de hoje me fez lembrar de duas brincadeiras de infância: a gangorra e “O seu rei mandou dizer”. Na primeira, o brinquedo promove a divertida sensação de subir e descer rapidamente. Porém, aplicando este movimento na vida real, a sensação e os resultados não são nada divertidos. A sucessão dos reis de Judá se deu mediante efeito gangorra. Entre altos e baixos, o povo experimentava a bênção e a maldição em intervalos intercalados de anos ou até mesmo de décadas.
Na segunda brincadeira, havia um “rei” que liderava os demais, e todos deviam fazer exatamente o que ele pedia. A nação que mais havia testemunhado os milagres e os livramentos divinos, era a que mais rejeitava a voz do “Senhor, seu Deus” (v.5). Trocaram a liderança divina por seus falíveis líderes terrenos. O reinado de Acaz pode facilmente servir como modelo de governo maldito. E foi por seguir os passos deste rei ímpio que Judá caiu “em dissolução” (v.19), retornando à condição de escravidão.
Humilhados, nus, machucados e famintos, os filhos da desobediência foram vistos pelos olhos da misericórdia. Por intermédio de Seu profeta, Deus falou ao coração dos filhos de Israel, que “levaram presos de Judá, seu povo irmão, duzentos mil” (v.8). Temendo “o brasume da ira do Senhor” (v.13), “alguns homens dentre os cabeças dos filhos de Efraim” (v.12) falaram a favor dos cativos, que após serem vestidos, calçados, alimentados e ungidos, foram mandados de volta “a seus irmãos” (v.15).
Ao invés de reconhecer a intervenção de Deus e Sua terna misericórdia, o rei Acaz foi “pedir aos reis da Assíria que o ajudassem” (v.16) e, “de todo, se entregou à transgressão contra o Senhor” (v.19). Mas um dos reis da Assíria “mandou dizer” que Acaz fez uma péssima escolha, pois ele “o pôs em aperto, em vez se fortalecê-lo” (v.20). E mesmo entregando nas mãos do inimigo os mais valiosos tesouros, “isso não o ajudou” (v.21). Em lhe sobrevindo grande angústia, “cometeu ainda maiores transgressões contra o Senhor”, selando seu destino eterno, “ele mesmo, o rei Acaz” (v.22).
Sabem, amados, quando estudamos a Bíblia sem aplicá-la à nossa vida corremos o risco de perder de vista o seu propósito original: “Toda a Escritura é inspirada por Deus, e útil para o ensino, para a repreensão, para a correção, para a educação na justiça” (2Tm.3:16). Em cada sentença da Bíblia há utilidade, há ensino, há correção, há educação, há vida. Seja por testemunhos inspiradores, seja por exemplos de apostasia, todo crente, que busca ao Senhor de todo o coração, é santificado pelo “está escrito”.
Toda liderança exerce poderosa influência, mas isso não significa que os liderados tenham que submeter-se em tudo. Como os fiéis apóstolos da igreja primitiva, diante da corrupção humana seja esta a nossa resoluta decisão: “Antes, importa obedecer a Deus do que aos homens” (At.5:29). Perto como estamos do “tempo de angústia, qual nunca houve” (Dn.12:1), que na angústia não façamos como Acaz, mas como o salmista: “Na minha angústia, clamo ao Senhor, e Ele me ouve” (Sl.120:1). O Reis dos reis lhes “mandou dizer”: “Dizei aos desalentados de coração: Sede fortes, não temais. Eis o vosso Deus… Ele vem e vos salvará” (Is.35:4). Vigiemos e oremos!
Bom dia, alvos do amor de Deus!
Rosana Garcia Barros
#PrimeiroDeus #2Crônicas28 #RPSP
Comentário em áudio: youtube.com/user/nanayuri100