Reavivados por Sua Palavra


II CRÔNICAS 31 by jquimelli
14 de novembro de 2019, 1:00
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Texto bíblico: https://pesquisa.biblia.com.br/pt-BR/NVI/2cr/31

O capítulo 31 fala de um tempo de grande avivamento e mudança em toda a terra governada por Ezequias. Por meio de sua liderança, pessoas em todos os lugares destruíram os ídolos falsos e locais de adoração falsa. Isto foi reavivamento e reforma na melhor acepção do termo! Não foi uma reorganização superficial.

Todos sabiam que Ezequias falava sério e que assim deveria continuar no futuro. Todos deveriam fazer parte desse reavivamento e reforma.

As pessoas estavam ansiosas para responder ao chamado por dízimos e ofertas! O convite era que se trouxessem esses dízimos e ofertas para que a obra no templo pudesse prosseguir sem problemas, sem carência de sacerdotes ou descontinuidade dos serviços. As pessoas responderam ao chamado trazendo tantas dádivas que se formaram grandes montes no terreno do templo. O necessário para servir ao Senhor no templo foi suprido.

Ainda hoje, nossa fidelidade nos  dízimos e ofertas voluntárias atenderão às necessidades da igreja e a obra de Deus avançará!

David Ripley
Pastor aposentado
Fredericksburg, Texas EUA

Fonte: https://www.revivalandreformation.org/?id=644
Equipe de tradução: Pr. Jobson Santos, Jeferson e Gisele Quimelli



II CRÔNICAS 31 – VÍDEO COMENTÁRIO PR. ADOLFO SUÁREZ by Maria Eduarda
14 de novembro de 2019, 0:55
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II CRÔNICAS 31 – Comentário Pr Heber Toth Armí by jquimelli
14 de novembro de 2019, 0:45
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II CRÔNICAS 31 – As bênçãos advindas de Deus com a consagração de um povo, devem inspirar a cada pessoa nos dias atuais como devia inspirar os judeus que retornaram do cativeiro babilônico.
O caminho da prosperidade física, emocional, social e espiritual é apresentado neste capítulo de forma bem clara e simples. Vale a pena refletir:

1. O voltar-se integralmente para Deus que resulta na erradicação da idolatria e da infidelidade, motiva Deus a abençoar-nos em todos os aspectos(vs. 10, 21);
2. A idolatria e a infidelidade a Deus caracterizam os religiosos que não priorizam Deus e Sua Palavra; mas, quando alguém se dispõe a conduzir adoradores desviados a Deus e a Sua Palavra, a idolatria e a infidelidade desaparecem radicalmente (vs. 1-5);
3. A irresponsabilidade para com Deus só é corrigida quando o povo se volta integralmente ao Deus verdadeiro (de todo coração), como fez Ezequias (vs. 20-21);
4. Quando uma comunidade prioriza a Deus em sua vida, colocando não somente como o primeiro, mas como tudo e único em todas as coisas, a idolatria é banida e a fidelidade é promovida na comunidade (vs. 1, 6-19);
5. Um povo consagrado que entende e experimenta a misericórdia divina se torna generoso no ofertar e dizimar a fim de honrar, preservar e avançar a obra de Deus na terra (vs. 6-16);
6. Aqueles que colocam o coração integralmente em Deus e em Sua obra vivem experiências que nunca viverão os indiferentes espirituais, os negligentes no estudo da Bíblia, e os ateus (vs. 3-4, 10, 21);
7. Quando há reavivamento e reforma espirituais os valores da sociedade são invertidos, altera-se o foco religioso da comunidade e prioriza-se mais a obra de Deus que o dinheiro (vs. 2-19);
8. Onde há reflorescimento espiritual o povo de Deus reflete uma vida tão atraente como um belo jardim em dias de primavera.

Deus é dono de tudo, Ele não precisa de nosso dinheiro. Ele quer mesmo é nosso coração; porém, quando Lhe entregamos completamente nosso coração, o bolso vai junto – do contrário, a entrega não foi completa.
Deus é dono de tudo, quando Lhe entregamos tudo (que é nada diante de tudo o que Ele tem), Ele compartilha conosco os Seus bens.
Atenção: Volte-se para Deus e viva uma experiência inigualável! – Heber Toth Armí



2Crônicas 31 – Comentado por Rosana Barros by Ivan Barros
14 de novembro de 2019, 0:30
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“Assim fez Ezequias em todo o Judá; fez o que era bom, reto e verdadeiro perante o Senhor, seu Deus” (v.20).

Celebrada a Páscoa e encerradas as atividades, todas as estátuas, postes-ídolos e altares pagãos que se achavam em Judá foram destruídos. Como um só homem, os israelitas que se humilharam e dispuseram o coração para buscar o Senhor eliminaram tudo aquilo que fazia de Judá um lugar de adoração dividida. Deitando abaixo os objetos de culto abominável, deram início a um tempo semelhante aos dias de Salomão (2Cr.30:26).

Restabelecido o verdadeiro culto a Deus, Ezequias precisava reaver o pleno e ordenado funcionamento da Casa do Senhor. Divididos por turnos, os sacerdotes e levitas retornariam às suas funções, recebendo o que lhes era devido, “como está escrito na Lei do Senhor” (v.3). Este encargo, no entanto, não se deu inicialmente pelas mãos do povo, mas do seu rei. Ezequias, “da sua própria fazenda” (v.3), destinava a sua devida contribuição para o serviço de Deus. Não exigiria do povo algo que ele mesmo não cumprisse com rigor e com tremor.

A resposta do povo revela a importância de uma liderança influente: “os filhos de Israel trouxeram em abundância as primícias do cereal, do vinho, do azeite, do mel e de todo produto do campo; também os dízimos de tudo trouxeram em abundância” (v.5). Sob a liderança de Ezequias, seu firme caráter e eloquente exemplo, “todos os que vieram de Israel, como também os estrangeiros” (2Cr.30:25), compreenderam um chamado além da coroa. Não questionaram sobre o destino das ofertas, mas “com fidelidade se houveram santamente com as coisas sagradas” (v.18).

Ao ver aqueles “montões e montões” (v.6) de ofertas, Ezequias e os príncipes de Judá “bendisseram ao Senhor e ao Seu povo de Israel” (v.8), porque houve liberalidade na fidelidade. Ainda que aqueles montões correspondessem a uma quantidade que sobrava, não era o volume que importava, mas a entrega voluntária de suas vidas a Deus. O egoísmo deu lugar ao altruísmo. A idolatria que os afligia deu lugar à adoração que os satisfazia.

Quando falamos de mordomia cristã ou de dízimos e ofertas, a última coisa que importa é o valor econômico. Ezequias não viu naquelas ofertas montões de riquezas perecíveis. Ele não disse: “Benditas sejam estas ofertas”, e sim, “Bendito seja Deus e o povo que Ele escolheu”. O que nos leva à seguinte reflexão: O que ofertamos a Deus, nossos talentos, nossos tesouros, nosso tempo e nosso templo (1Co.6:19-20), glorificam a Deus e revelam que pertencemos ao Seu povo eleito?

Naquele período memorável, Judá, e até mesmo o reino do Norte, foi privilegiado com um líder que “fez o que era bom, reto e verdadeiro perante o Senhor, seu Deus” (v.20); um rei que os governou com o firme e infalível fundamento, “na lei e nos mandamentos, para buscar a seu Deus”, pois “de todo o coração o fez e prosperou” (v.21). Há um restante agora. Alguns que escolheram se humilhar diante de Deus e invocá-Lo com inteireza de coração. A estes foi dada a última e urgente missão de “dedicar-se à Lei do Senhor” (v.4) e dela falar de sua casa para o mundo.

Em um tempo sobremodo curto, precisamos nos dedicar a viver o evangelho eterno e, então, anunciá-lo com propriedade. O Senhor tem levantado Seus atalaias atuais que, com poder e discernimento têm apelado ao Israel de Deus que quebrem os ídolos do lar e busquem viver uma experiência pessoal com o alto. Músicas, filmes, entretenimentos em geral e até mesmo determinados alimentos ainda são considerados aceitáveis e, ignorando os testemunhos que nos foram escritos, muitos estão bloqueando suas mentes à atuação divina.

Oh, amados, o Senhor deseja abrir depósitos de montões de bênçãos em nossa vida! Aceitemos o Seu apelo por intermédio do apóstolo Paulo: “Rogo-vos, pois, irmãos, pelas misericórdias de Deus, que apresenteis o vosso corpo por sacrifício vivo, santo e agradável a Deus, que é o vosso culto racional. E não vos conformeis com este século, mas transformai-vos pela renovação da vossa mente, para que experimenteis qual seja a boa, agradável e perfeita vontade de Deus” (Rm.12:1-2). Vigiemos e oremos!

Bom dia, templos do Espírito Santo!

Rosana Garcia Barros

#PrimeiroDeus #2Crônicas31 #RPSP

Comentário em áudio: youtube.com/user/nanayuri100



II CRÔNICAS 31 – VÍDEO COMENTÁRIO PR. RONALDO DE OLIVEIRA by Maria Eduarda
14 de novembro de 2019, 0:10
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II CRÔNICAS 31 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS by jquimelli
14 de novembro de 2019, 0:05
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289 palavras

1 Porque a adoração a ídolos é tão terrível? Os israelitas tinham acesso ao único Deus verdadeiro, mas eles constantemente se rebaixavam ao adorar ídolos feitos de madeira ou de pedra. Eles colocaram de lado a adoração ao Criador para adorar a criatura. Nós somos igualmente culpados quando Deus não ocupa o primeiro lugar em nossas vidas. Quando pensamos mais sobre saúde, prazer ou posses materiais do que sobre Deus, estamos, na verdade, adorando estas coisas como deuses. Por causa da adoração de ídolos, o povo de Judá foi levado em cativeiro para terras estrangeiras (36:14-17). Nós podemos não ser levados cativos, mas disciplina aguarda a todos que continuamente colocam desejos terrenos acima das prioridades espirituais (Life Application Study Bible Kingsway NIV).

5, 10 abundância … o Senhor abençoou.Quando o povo começou a observar a lei dos dízimos (Lv 27.30-33), Deus derramou sobre ele as Suas bênçãos, segundo Sua promessa (Ml 3.10) (Bíblia Shedd).

20,21 Porque Ezequias fez “o que era bom e reto e fiel perante o Senhor,” ele levou o povo de Judá a uma renovação espiritual. Suas ações servem como modelo de renovação para nós: (1) ele lembrou a compaixão de Deus (30:9); (2) ele se manteve em frente apesar de ser ridicularizado (30:10); (3) ele removeu agressivamente influências maléficas de sua vida (30:14; 31:1); (4) ele intercedeu pelo povo, pedido pelo perdão de Deus (30:15-20); (5) ele estava aberto à espontaneidade na adoração (30:23); (6) ele contribuiu generosamente para a obra de Deus (31:3). Se algumas destas coisas está faltando em sua vida, pense em como colocá-las em vida e renove seu comprometimento com Deus (Life Application Study Bible Kingsway NIV).

21 prosperou. A melhor garantia de prosperidade foi a justiça, equidade e integridade. Ezequias foi fiel a Deus e justo com seu povo, e, como resultado, ele prosperou, bem como a nação (CBASD, vol. 3, p. 317).




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