Reavivados por Sua Palavra


ESDRAS 1 by jquimelli
20 de novembro de 2019, 1:00
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Texto bíblico: https://pesquisa.biblia.com.br/pt-BR/NVI/ed/1

Você já se questionou se o Senhor está conduzindo você? Talvez você tenha feito uma dessas orações “Gideão”. Como posso saber a vontade do Senhor para mim? Este capítulo oferece três pistas para responder a essa pergunta.

Primeiro, Deus faz o que promete. Deus disse através de Jeremias que Israel retornaria a Jerusalém. Isaías profetizou especificamente que Ciro seria fundamental para permitir o retorno deles. E assim como Deus prometeu, aconteceu. O que Deus prometeu a você?

“O Senhor despertou o espírito” de Ciro e “moveu os espíritos” do povo para retornar. Quando Deus quer que algo aconteça, Ele se faz conhecido. O Espírito Santo sussurra no ouvido, faz cócegas nos pensamentos e impressiona o coração. Você notou alguma “cócegas” ultimamente? O que o Espírito Santo está lhe dizendo?

As pessoas começaram a fazer as malas. O rei, assim como seus vizinhos, começou a “incentivá-los” com presentes. Incrível como Deus trabalha. Siga o plano dEle e Ele não apenas dirige seu caminho, mas lhe dá mais do que você pediu. Com que presentes inesperados Deus o surpreendeu ultimamente?

Servimos a um Deus que cumpre Suas promessas, nos move para frente e nos recompensa abundantemente ao servi-Lo. Quão grande é isso!

Merle Poirier
Gerente de Operações
Revistas Adventist Review / Adventist World

Fonte: https://www.revivalandreformation.org/?id=650
Equipe de tradução: Pr. Jobson Santos, Jeferson e Gisele Quimelli



Esdras 1 – Comentário pr Heber Toth Armí by jquimelli
20 de novembro de 2019, 0:45
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ESDRAS I – A instituição da escravidão no mundo é a instituição do sofrimento, pois Deus criou as pessoas para serem livres. O pecado é o maior carcereiro. Por isso, os piores castigos são as prisões e nelas estão. Israel ficou exilado em Babilônia por 70 anos por causa de suas transgressões. Embora o pecado escravize, as pessoas não largam dele; talvez porque ignoram que o sofrimento seja oriundo deles. É a Bíblia que revela isso. Se não querem ouvi-la, continuam criando seus próprios sofrimentos. Por outro lado, movido de compaixão, bondade e misericórdia o próprio Deus intervém para restaurar o pecador; Ele exerce Seu poder, anuncia libertação e liberta de fato quem se dispõe a ouvi-Lo. Depois do período disciplinador de 70 anos, o rei Ciro da Pérsia conquistou Babilônia e emitiu um decreto de liberdade, cumprindo, assim, a profecia proferida por Jeremias muitos anos antes (Esdras 1:1-3). Jesus é a solução de Deus para libertar o pecador da escravidão do pecado; portanto, o cristão genuíno não se firma no que ele afirma ser, mas no que Cristo fez por ele. Você precisa aprender a confiar plenamente em Deus, em Seus planos e propósitos, pois eles nunca podem ser frustrados; Deus é soberano e tem o mundo inteiro em Suas mãos. Imaginou a tua vida nas poderosas mãos de um Deus Soberano?! Se você assim o fizer, saiba que experimentarás a maior de todas as libertações e alcançarás a maior de todas as vitórias possível neste mundo!

A dúvida é a mãe da incredulidade, a fé é a mãe da certeza. Deus, em sua economia divina, jamais permitirá passar por experiências desnecessárias aqueles que Lhe pertencem. O decreto de Ciro permitiu que os judeus, que tiveram a experiência cruel da escravidão no exílio babilônico, agora no Império Persa retornassem a Jerusalém para reconstruir o templo (Esdras 1). Da mesma forma, o Edito de Cristo, assinado com sangue, ofereceu-nos um decreto de libertação da escravidão do pecado. Semelhantemente aos presentes que os judeus receberam ainda na terra do cativeiro, quem aceita a verdade de que Cristo pagou a Sua libertação, já receberá preciosos dons e riquezas ainda na terra, mas tudo somente será pleno quando Jesus voltar para levar os libertos para o Céu. Jesus desceu ao nível dos seres humanos, para resgatá-los das mãos do diabo e torná-los livres para Deus; portanto, como aconteceu aos judeus da época de Esdras, nem todos aceitam deixar a escravidão, o exílio, para viver a libertação. Tem gente que prefere a prisão do pecado à liberdade oferecida pela graça de Cristo; talvez por acomodação, dúvida ou por cauterização da consciência por não querer aprender com as duras experiências da vida. Quem verdadeiramente aceitou a libertação não caminha ao acaso, mas para o alvorecer da história deste mundo. No glorioso advento de Cristo, os fieis terão a posse completa de Sua herança com Cristo no Céu, com ruas de ouro, mar de cristais, etc.

Um olhar escatológico a Esdras 1. Destaco as palavras de Hans K. LaRondelle em seu livro “Armagedom”, um dos mais expoentes teólogos do século XXI em escatologia: “O Deus de Israel concedeu a Ciro os honoríficos títulos de ‘ungido’ e ‘Meu pastor’ (Isa. 45:1; 44:28), honrarias que sugerem claramente que os atos militares de libertação e conquista por Ciro eram tipos da guerra santa de Cristo contra a Babilônia apocalíptica”. E acrescenta, “nessa obra de livramento, Ciro serviu como um tipo da missão messiânica de libertação”. Como Ciro veio da Pérsia e conquistou Babilônia, “não podemos esperar que a libertação da humanidade venha por ações da sociedade. Ela virá de fora, do espaço exterior, do retorno de Cristo como Senhor onipotente. Ele procederá dos Céus orientais juntamente com miríades de Seus anjos, para resgatar todos os que Lhe pertencem mediante viva fé (Mateus 24:31)”. Estamos diante de uma libertação Universal, a maior da história acompanhada do maior espetáculo liderado pelo Rei dos reis e Senhor dos senhores, Jesus Cristo. Para participar desta extraordinária experiência é preciso se render diariamente aos pés do Salvador, que morreu na Cruz para libertar todo aquele que crê. Esse dia está chegando, o mal está com os dias contados, o desespero deve ser substituído pela grande esperança que logo se tornará na maior realidade. Enquanto a sociedade está amadurecendo para a destruição, os crentes vão amadurecendo, esperando o pleno livramento! – Heber Toth Armí.



ESDRAS 1 – Comentado por Rosana Barros by Ivan Barros
20 de novembro de 2019, 0:30
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“Quem dentre vós é, de todo o Seu povo, seja seu Deus com ele, e suba a Jerusalém de Judá e edifique a Casa do Senhor, Deus de Israel; Ele é o Deus que habita em Jerusalém” (v.3).

Ainda que não esteja em ordem cronológica, o livro de Esdras apresenta fatos históricos de grande relevância na história de Israel, e inclui datas e acontecimentos que se encaixam perfeitamente no cenário profético histórico-mundial. Antes mesmo de cumprir-se a invasão babilônica, o profeta Jeremias já havia predito a libertação do povo após os setenta anos de cativeiro: “Assim diz o Senhor: Logo que se cumprirem para a Babilônia setenta anos, atentarei para vós outros e cumprirei para convosco a Minha boa palavra, tornando a trazer-vos para este lugar” (Jr.29:10).

De forma mais precisa, Isaías já havia profetizado acerca disso, recebendo de Deus a revelação quanto ao nome do rei libertador: “Assim diz o Senhor ao Seu ungido, a Ciro, a quem tomo pela mão direita, para abater as nações ante a sua face, e para descingir os lombos dos reis, e para abrir diante deles as portas, que não se fecharão” (Is.45:1). Lembrando que o profeta Isaías foi conterrâneo de Ezequias e de Manassés, muitos anos antes do domínio de Babilônia e da queda deste império pelo reino Persa.

A reconstrução do templo consistiu na primeira obra que o Senhor idealizara que Seu povo fizesse, como um meio de resgatar o relacionamento outrora quebrado. Movidos pelo despertamento espiritual divinamente obtido, alguns decidiram voltar, obedecendo às orientações estabelecidas no decreto de Ciro. A maioria dos judeus, porém, havia criado raízes na terra do cativeiro, e rejeitando o chamado de retornar ao seu lar original, preferiram enviar parte de seus recursos para ajudar o pequeno grupo que subiria a Jerusalém.

O Senhor estabeleceu os marcos da história da humanidade e os firmou com o selo de Sua fidelidade. Assim como nenhuma de Suas promessas jamais falhou (Js.21:45), as pontuais profecias acerca dos tempos têm se cumprido com assombrosa precisão. Mas acima de datas e escatologia, há uma mensagem central e cuidadosamente delineada para o Seu povo de todas as épocas: “edifique a Casa do Senhor” (v.3). Pois, está escrito: “Não sabeis que sois santuário de Deus e que o Espírito de Deus habita em vós? Se alguém destruir o santuário de Deus, Deus o destruirá; porque o santuário de Deus, que sois vós, é sagrado” (1Co.3:16-17).

Em tempos de última igreja (Ap.3:14-22) e às vésperas da última trombeta (Ap.11:15-19), Deus está despertando o espírito de um povo apercebido ao Seu chamado. Ao tempo em que o Espírito Santo está sendo retirado da Terra, também está sendo derramado “sobre toda a carne… E acontecerá que todo aquele que invocar o nome do Senhor será salvo” (Jl.2:28 e 32). Tão perto como estamos de subir ao Lar, não se apegue a este mundo, mas permita que o Espírito Santo aja em sua vida de forma que você faça o que Ele “pede de ti: que pratiques a justiça, e ames a misericórdia, e andes humildemente com o teu Deus” (Mq.6:8). Vigiemos e oremos!

Bom dia, santuário do Espírito Santo!

• Deixe nos comentários o seu pedido de oração. #euoroporvocê

Rosana Garcia Barros

#PrimeiroDeus #Esdras1 #RPSP

Comentário em áudio: youtube.com/user/nanayuri100



ESDRAS 1 – COMENTÁRIO PR. RONALDO DE OLIVEIRA by Maria Eduarda
20 de novembro de 2019, 0:10
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ESDRAS 1 – COMENTÁRIO PR. ADOLFO SUÁREZ by Maria Eduarda
20 de novembro de 2019, 0:10
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Esdras 1 – Comentários selecionados by jquimelli
20 de novembro de 2019, 0:05
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763 palavras

Contexto do livro:  Historicamente damos, agora, um salto de 70 anos, tratando do retorno do povo judeu (que incluía agora israelitas de todas as tribos) de Babilônia para Jerusalém. Neste meio termo (desde um pouco antes da ida ao exílio) Jeremias, Isaías e o demais profetas escreveram suas exortações à volta à fidelidade e Daniel relatou suas profecias.

Resumo do capítulo: O rei persa Ciro diz: “Que o povo do Senhor retorne para Jerusalém e reconstrua o templo”. Ele entregou os utensílios do templo para Sesbazar, governador de Judá, que os trouxe para Jerusalém.

Esdras era um judeu da linhagem de Arão e descendia do sumo sacerdote que fora assassinado por ocasião da tomada de Jerusalém (2 Rs 25.18-21). Esse livro não é uma narrativa contínua. Na verdade consiste de duas partes entre as quais há um hiato de vários anos. A primeira parte, capítulos 1 a 6, contém uma narrativa da volta da primeira caravana de judeus da Babilônia, sob a liderança de Zorobabel e Jesua. A segunda parte, capítulos 7 a 10, é um relato de uma expedição, sessenta anos depois da primeira, conduzida pelo próprio Esdras, acompanhado por grande número de concidadãos e autorizado a restabelecer a ordem e a religião (Comentário Bíblico Devocional – Velho Testamento, F. B. Meyer).

1 O livro de Esdras se inicia em 538 a.C., 48 anos após Nabucodonosor ter destruído Jerusalém, derrotado o reino de Judá e levado os judeus em cativeiro (2Rs 25.2; 2Cr 36). Nabucodonosor morreu em 562 e, porque seus sucessores não foram fortes, a Babilônia foi derrubada pela Pérsia em 539, logo antes dos eventos registrados neste livro. Tanto os babilônios quanto os persas tinham políticas condescendentes com seus cativos, permitindo que eles tivessem suas próprias terras e exercessem trabalhos comuns. Muitos judeus, como Daniel, Mardoqueu e Ester galgaram a posições de destaque na nação. O rei Ciro da Pérsia foi um passo além: ele permitiu que muitos grupos de exilados, inclusive os judeus, retornassem a suas pátrias. Ao fazer isto, ele esperava conseguir a sua lealdade e, portanto, proporcionar uma zona de segurança em torno das fronteiras do império. Para os judeus, este era um dia de esperança, um novo começo (Life Application Study Bible Kingsway NIV).

2 Ciro não era um judeu, mas Deus trabalhou através dele para que os exilados judeus retornassem a sua pátria. Ciro emitiu a proclamação autorizando o seu retorno e deu a eles proteção, dinheiro e os itens do templo levados por Nabucodonosor. Quando você enfrentar situações difíceis e se sentir cercado, em desvantagem, sem capacidade ou inferiorizado, lembre-se que o poder de Deus não é limitado aos teus recursos. Ele é capaz de utilizar qualquer um para executar Seus propósitos (Life Application Study Bible Kingsway NIV).

5 Ciro era rei sobre a inteira região que anteriormente fora a Assíria e a Babilônia. A Assíria havia deportado os israelitas do reino do norte (Israel) em 722 a.C. A Babilônia, o novo poder mundial, levou cativos israelitas do reino do sul (Judá) em 586 a.C. Portanto, quando o império Medo Persa chegou ao poder, a proclamação de liberdade do rei Ciro incluiu todas as 12 tribos originais, mas somente Judá e Benjamim responderam e retornaram para reconstruir o templo de Deus. As dez tribos do reino do norte haviam sido tão fraturadas e dispersas pela Assíria e tanto tempo havia se passado desde o seu cativeiro, que muitos não estavam seguros de sua verdadeira herança. Portanto eles não estavam desejosos de compartilhar a visão de reconstruir o templo (Life Application Study Bible Kingsway NIV).

[Nota: Deve ser lembrado que um dos objetivos de Crônicas era mostrar que toda a nação de Israel estava incluído em Judá, tanto no cativeiro babilônico quanto no retorno do exílio, como vimos em comentários anteriores.]

5,6 Muitos judeus escolheram voltar a Jerusalém, porém muitos escolheram ficar na Babilônia em vez de retornar a sua pátria. A jornada de retorno a Jerusalém era difícil, perigosa, cara e demorava cerca de quatro meses. As condições de viagem eram deploráveis e as pessoas que viviam na área eram hostis. Registros persas indicam que muitos judeus acumularam grande riqueza no cativeiro. Retornar a Jerusalém significava desistir de tudo e recomeçar do nada. Muitas pessoas não conseguiram fazer isto; eles preferiram a riqueza e a segurança ao sacrifício que o trabalho de Deus requer. Suas prioridades estavam invertidas (Mc 4:18, 19). Não devemos deixar que o nosso conforto, segurança ou bens materiais nos impeçam de fazer a vontade de Deus (Life Application Study Bible Kingsway NIV).

9-11 Os totais registrados nos v. 9 e 10 somam 2.499 e não os 5.400 que constam do v. 11. É possível que somente os utensílios maiores tenham sido especificados na lista. Bíblia de Estudo NVI Vida.




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