Reavivados por Sua Palavra


II CRÔNICAS 32 by jquimelli
15 de novembro de 2019, 1:00
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Texto bíblico: https://pesquisa.biblia.com.br/pt-BR/NVI/2cr/32

Ezequias em suas reformas espirituais procurou eliminar as falsas religiões da terra. Senaqueribe em suas ameaças não reconheceu nenhuma diferença entre as falsas religiões e a verdadeira. Ele compara Deus a qualquer outro deus: “Agora, pois, não vos engane Ezequias, nem vos incite assim, nem lhe deis créditos; porque nenhum deus de nação alguma, nem de reino algum pôde livrar o seu povo das minhas mãos, nem das mãos de meus pais, quanto menos vos poderá livrar o vosso Deus das minhas mãos? “ (v. 15).

Senaqueribe chama a atenção para sua experiência passada – suas vitórias sobre as outras nações – para tentar convencer o povo de que o seu Deus também será derrotado. Entretanto, as previsões do mundo nem sempre se cumprem. Deus, como revelado nas Escrituras, é o nosso único Guia confiável. Apegue-se ao que Deus diz que é correto, independente do que o mundo esteja dizendo a respeito.

Hoje e a cada dia, peçamos a Deus que nos ajude a ter claro discernimento do que é certo e errado e nos faça fortes nas verdades da Sua Palavra, independente da descrença que vemos e ataques que sofremos do mundo ao nosso redor.

Michel Lee
Geração Juventude para Cristo

Fonte: https://www.revivalandreformation.org/?id=645
Equipe de tradução: Pr. Jobson Santos, Jeferson e Gisele Quimelli



II CRÔNICAS 32 – VÍDEO COMENTÁRIO PR. ADOLFO SUÁREZ by Maria Eduarda
15 de novembro de 2019, 0:55
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II CRÔNICAS 32 – Comentário pr Heber Toth Armí by jquimelli
15 de novembro de 2019, 0:45
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II CRÔNICAS 32 – Covardes retrocedem quando percebem a mais simples dificuldade. Servos do Senhor avançam com fé frente ao obstáculo mais pavoroso. Ezequias exemplifica esse tipo de servo que enfrenta um poderoso exército que ameaça dizimar o povo de Deus.

Diz Barbey d’Aurevilly que “grandes homens são como flores bonitas. Crescem, apesar dos excrementos que lhes atiram os invejosos e os imbecis”. O rei Ezequias foi este homem, um grande líder, um poderoso servo do Senhor.

Deste capítulo em apreço, destacamos os seguintes ensinamentos:

• Diante de ameaças, afrontas e desafios, o líder responsável preocupa-se em fazer o que está ao seu alcance. O que está além de sua capacidade, ele entrega a Deus em oração, e crê que Deus fará coisas incríveis (vs. 1-20).
• Não é a perseguição à igreja que a desperta para a consagração; pelo contrário, é a consagração do povo de Deus que suscita a oposição do inimigo. A igreja que diz firmar-se na Bíblia, e não é perseguida, pode não estar dando trabalho para o diabo; por isso, ele a deixa em paz (veja o contexto nos capítulos anteriores).
• Quem serve ao Senhor sabe a enrascada em que se mete todo aquele que mexe com o povo de Deus, a menina de Seus olhos. O contraste entre o líder espiritual e o líder carnal é gritante, nítido (vs. 8, 11-14, 21-23);
• Quando aquele que confia em Deus cumpre com sua responsabilidade e depois deixa tudo aos cuidados de Deus, experimenta resultados tremendos, extraordinários. Deus não faz só o resto que o homem não pode fazer, tem vezes que Deus faz tudo. Deus surpreendeu Seu povo do passado e a nós enviando apenas um anjo para dar fim a um exército arrogante (v. 21).
• Pessoas piedosas não estão livres de cair em tentação: Ezequias “fez corpo mole”. Ele poderia ter testemunhado de Seu poderoso Deus “quando embaixadores dos príncipes da Babilônia lhe foram enviados para se informarem do prodígio que se dera naquela terra” (vs. 24-31; conf. Isaías 38:1-8; II Reis 20:1-11).
• É terrivelmente perigoso exaltar-se, porém é louvável cair em arrependimento e, humildemente procurar pelo perdão divino (vs. 25-26).
• Temos poucos anos de vida para aproveitá-los para testemunhar de Deus. Não testemunhar é tomar a glória dEle para si (vs. 31-33).

Reavivemo-nos! – Heber Toth Armí.



2Crônicas 32 – Comentado por Rosana Barros by Ivan Barros
15 de novembro de 2019, 0:30
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“Porém o rei Ezequias e Isaías, o profeta, filho de Amoz, oraram por causa disso e clamaram ao céu” (v.20).

Todo o Judá e muitos dos filhos de Israel renovaram sua aliança com Deus e uniram-se a Ezequias e a seus líderes na obra de reavivamento e reforma. Sob a influência da celebração da Páscoa, das mudanças realizadas e da restauração do altar do Senhor, o povo estava vivendo um momento de glória, que há muito não vivia. Foi quando lhes sobreveio repentina tribulação. E o cenário de festa e de celebração, deu lugar à atmosfera de guerra e de angústia.

Satanás não pôde conter o seu ódio frente ao movimento que despertou a nação eleita à verdadeira adoração. Usando seus agentes humanos, tentou lançar por terra a fé de Ezequias e de todo o povo. Senaqueribe e seus subordinados cercaram as cidades fortificadas de Judá intentando “pelejar contra Jerusalém” (v.2). E comparando o Deus de Israel aos “deuses dos povos da terra, obras das mãos dos homens” (v.19), através de palavras escritas e faladas ao “povo de Jerusalém, que estava sobre o muro”, fizeram de tudo “para os atemorizar e os perturbar” (v.18).

A fama da fidelidade de Ezequias ao Deus de Israel havia chegado à Assíria, como se vê nas palavras de Senaqueribe aos filhos de Judá: “Não é Ezequias o mesmo que tirou os seus altos e os seus altares e falou a Judá e a Jerusalém, dizendo: Diante de apenas um altar vos prostrareis e sobre ele queimareis incenso?” (v.12). Mas o rei ímpio não contava com a unidade estabelecida entre Ezequias, os líderes e o povo.

Quando o rei propôs uma estratégia para bloquear o abastecimento de água para os exércitos inimigos, “eles o ajudaram… muito povo se ajuntou” (v.3-4). Ezequias “cobrou ânimo” (v.5) e “lhes falou ao coração, dizendo: Sede fortes e corajosos, não temais, nem vos assusteis… porque Um há conosco maior do que o que está com ele. Com ele está o braço de carne, mas conosco, o Senhor, nosso Deus, para nos ajudar e guerrear nossas guerras” (v.6-8). Unido ao profeta Isaías, Ezequias orou ao Senhor, e Ele “enviou um anjo que destruiu” (v.21) todo o exército inimigo, e cobriu de vexame a Senaqueribe, que foi morto por seus próprios filhos.

Mesmo diante de uma grande reforma espiritual, de uma vitória sobrenatural e de uma cura milagrosa, Ezequias “não correspondeu… aos benefícios que lhe foram feitos; pois o seu coração se exaltou” (v.25). Isso nos revela o perigo de baixar a guarda da vigilância do coração. Mesmo o cristão mais consagrado pode tornar-se o mais orgulhoso na proporção das bênçãos recebidas. Afrouxar, nem que seja por um momento, as rédeas da comunhão com o Céu pode significar prejuízos para esta vida ou até mesmo para a eternidade.

“Ezequias, porém, se humilhou por se ter exaltado o seu coração” (v.26). Um tempo oportuno lhe foi concedido e ele soube aproveitá-lo, terminando os seus dias em paz e sendo honrado pelo povo que com “obras de misericórdia” (v.32) governou. Sabem, amados, em tempos de guerra ou de paz o Senhor requer de nós idêntica fidelidade. Estamos todos envolvidos em um grande conflito que se encaminha para o fim, enquanto o inimigo de Deus usa das mesmas estratégias:

1. Na guerra, ele tenta nos intimidar: “quanto menos vos poderá livrar o vosso Deus das minhas mãos” (v.15).

2. Na paz e na prosperidade, ele nos tenta a pensar mais nas conquistas do que no Senhor das conquistas.

Que nas batalhas desta vida, quando o inimigo ameaça nos destruir, tenhamos a firme convicção de que conosco está “o Senhor, nosso Deus, para nos ajudar e para guerrear nossas guerras” (v.8). E que em tempos de bonança, em que Satanás busca envaidecer o nosso coração, nos humilhemos perante a face de Deus, reconhecendo-O como o nosso Senhor e Mantenedor. Estejamos, pois, unânimes, fortalecendo-nos uns aos outros, nesta lida diária. Vigiemos e oremos!

Bom dia, povo cujo Deus é o Senhor!

Rosana Garcia Barros

#PrimeiroDeus #2Crônicas32 #RPSP

Comentário em áudio: youtube.com/user/nanayuri100



II CRÔNICAS 32 – VÍDEO COMENTÁRIO PR. RONALDO DE OLIVEIRA by Maria Eduarda
15 de novembro de 2019, 0:10
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II CRÔNICAS 32 – Comentários selecionados by jquimelli
15 de novembro de 2019, 0:05
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728 palavras

1 Quando Ezequias se viu à frente da apavorante possibilidade de uma invasão assíria, ele tomou duas decisões importantes: Ele fez tudo que poderia para lidar com a a situação e ele confiou o resultado para Deus. Isto é exatamente o que devemos fazer quando enfrentamos dificuldades ou situações apavorantes. Faça tudo que estiver ao seu alcance para resolver o problema ou melhorar a situação. Mas também leve a situação a Deus, confiando nEle para a solução (Life Application Study Bible Kingsway NIV).

3,4 As cidades precisam ser construídas próximas a fontes confiáveis de águas. Nascentes naturais eram a maior fonte de águas de Jerusalém. Em uma brilhante ação militar, Ezequias canalizou as nascentes abaixo da cidade através de um túnel subterrâneo (30); portanto, Jerusalém teria água, mesmo quando sofrendo um longo cerco. O túnel de Ezequias foi descoberto com a inscrição descrvendo como ele foi construído: dois grupos de trabalhadores começaram a cavar sob a terra, um em Jerusalém e outro na fonte de Giom e eles se encontraram no meio (Life Application Study Bible Kingsway NIV).

6, 7 “O Sermão de Ezequias”. Falou ao coração, mostrou grande fé em Deus e inspirou calma e coragem ao povo, que confiou plenamente no socorro do Senhor. Alvos esses dignos de todo pregador (Bíblia Shedd).

7,8 Ezequias pôde ver com os olhos da fé. O número de seus oponentes não significavam nada enquanto ele permanecesse ao lado do Senhor. A vitória ocorre “não por força, nem por violência, mas pelo Meu Espírito, diz o Senhor Todo-Poderoso” (Zacarias 4:6). Ezequias podia confiantemente encorajar seus homens porque ele não tinha dúvidas de que ele estava ao lado de Deus. Você está do lado do Senhor? Pode ser que você nunca enfrente um exército armado, mas as batalhas que você enfrenta cada dia podem ser vencidas com a força de Deus (Life Application Study Bible Kingsway NIV).

31 para se informarem do prodígio que se dera. O retrocesso da sombra no relógio do sol (2Rs 20.11; Is 38:8) foi de especial interesse para os astrólogos e astrônomos de Babilônia e deve ter sido de assunto de indagação especial por parte dos enviados. A ocorrência desse milagre proporcionou a Ezequias uma oportunidade única de dar testemunho do poder e da bondade de Deus. Se Ezequias tivesse sido fiel e contasse aos representantes de Merodaque-Baladã exatamente como havia ocorrido esse incidente, e como Deus havia operado um milagre tanto de cura quanto na natureza, esses homens poderiam ter voltado para Babilônia com uma mensagem que teria feito com que muitos naquela terra idólatra se familiarizassem com a verdadeira natureza de Deus. Assim o caminho teria sido aberto para levar muitos ao conhecimento e à adoração do Deus que fez o céu e a Terra (CBASD, vol. 3, p. 322).

O historiador abrevia o registro de 2Rs 20.12-19 (cf Is 39) no qual Isaías disse a Ezequias que seus tesouros seriam tomados pela Babilônia. Ao que parece, o autor supôs que seus leitores estavam familiarizados com o relato deR eis e deixou de lado a dura reprimenda de Isaías  (Bíblia de Genebra).

para prová-lo. O teste não foi para informação de Deus, mas para benefício de Ezequias. O orgulho que levou ao fracasso do rei já se havia enraizado em seu coração. Em misericórdia, Deus permitiu surgirem circunstâncias que revelassem a Ezequias a verdadeira condição de seu coração (CBASD, vol. 3, p. 322).

O teste visava fortalecer Ezequias, desenvolver seu caráter e prepará-lo para as tarefas à frente. Em tempos de sucesso, a maioria de nós vive vidas confortáveis. Mas pressão, problemas ou sofrimento rapidamente removerão nosso frágil verniz de bondade, a não ser que nossa força venha de Deus. Como você é quando se encontra sob pressão ou quando as coisas vão mal? Você se afasta ou se aproxima de Deus? Aquele que está solidamente conectado a Deus não precisa se preocupar sobre o que as pressões irão revelar sobre ele (Life Application Study Bible Kingsway NIV).

Babilônia. Babilônia estava crescendo lenta e quietamente e se tornando um poder mundial. Ao mesmo tempo, o império assírio estava declinando lentamente devido a lutas internas e uma sucessão de reis fracos. Quando a Assíria finalmente caiu em 612 a.C., a Babilônia, sob Nabucodonosor, ocupou o seu lugar de proeminência (Life Application Study Bible Kingsway NIV).

Segundo parece, os emissários da Babilônia queriam um esforço conjunto contra os assírios, que se abrisse duas frentes de guerra contra eles simultaneamente  (Bíblia de Estudo NVI Vida).




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