Reavivados por Sua Palavra


II CRÔNICAS 19 by jquimelli
2 de novembro de 2019, 1:00
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Texto bíblico: https://pesquisa.biblia.com.br/pt-BR/NVI/2cr/19

Ontem, vimos que os planos de Deus prevalecem, mesmo com as consequências e baixas resultantes de falhas na sua implementação pelos seres humanos.

Ao retornar a Jerusalém, o profeta Jeú repreendeu Jeosafá por ajudar os iníquos e amar aqueles que odeiam o Senhor. Jeú disse que ele suportaria consequências por suas decisões, embora houvesse algo bom nele, como evidenciado ao livrar o país dos bosques onde a adoração pagã ocorria. Josafá continuou seu programa de reforma por toda Judá, visitando cada cidade pessoalmente para demonstrar seu compromisso em realizar a vontade de Deus. Este programa incluiu a criação de sistemas eclesiásticos e civis separados de justiça. Cada juiz foi exortado a se ver a si mesmo como um representante de Deus em seus julgamentos e a julgar cuidadosamente “porque com o Senhor nosso Deus não há injustiça, parcialidade ou suborno”.

O capítulo conclui com Jeosafá pedindo que eles “ajam com coragem, e que o Senhor esteja com aqueles que fazem o bem.” É preciso coragem para realizar a vontade de Deus; a falta de coragem geralmente nos impede de fazer as coisas que sabemos que precisam ser feitas. Agir com coragem e fazer o bem são sinônimos. Quanto mais cedo começarmos a agir com coragem em nossas vidas, mais cedo estaremos fazendo o bem e experimentando as bênçãos completas de Deus.

Tobias Elias
Professor de História em Escola Pública
Michigan EUA

Fonte: https://www.revivalandreformation.org/?id=632
Equipe de tradução: Pr. Jobson Santos, Jeferson e Gisele Quimelli



II CRÔNICAS 19 – VÍDEO COMENTÁRIO PR. ADOLFO SUÁREZ by Maria Eduarda
2 de novembro de 2019, 0:55
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II CRÔNICAS 19 – COMENTÁRIO PR HEBER by jquimelli
2 de novembro de 2019, 0:45
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II CRÔNICAS 19 – Todos querem ter razão, ninguém aceita estar errado. Ninguém gosta de ser repreendido, nem mesmo pelo Senhor. Isso revela o orgulho humano. Por isso, repreender nunca é tarefa fácil, porém, Deus espera que Seus servos ajudem uns aos outros na jornada ao Céu. O rei Josafá cometeu uma falta diante do Rei do Universo. Desagradou-O com suas atitudes; e, mereceu repreensão de Jeú, que disse: “Devias tu ajudar o ímpio, e amar aqueles que odeiam ao Senhor? Por isso virá sobre ti grande ira da parte do Senhor” (vs. 1-2). Reflita: Como reagirias se tais palavras duras fossem dirigidas a você por ter ajudado alguém que não amava a Deus? Quais seriam tuas justificativas, desculpas e explicações? Você aceitaria passivamente tal repreensão? Veja que não é fácil ser um porta-voz de Deus, nem antes e nem agora. Como, porém, os transgressores saberiam de seus erros se alguém não os repreendessem? Depois da notícia ruim o profeta deixou uma notícia boa, a qual fez a diferença na vida do rei. O profeta concluiu dizendo-lhe: “Boas coisas, contudo se acharam em ti, pois tiraste os postes-ídolos da terra, e dispuseste o coração para buscar a Deus” (v. 3). Assim, seguindo uma sábia sequência Jeú despertou uma reação positiva em Josafá, que fez grandes coisas boas entre o povo de Deus. Aprenda a ser humilde e a reagir positivamente quando um servo de Deus te repreender com mansidão, desejando o teu bem!

A prosperidade de uma nação depende de uma boa política administrativa. É bem difícil hoje acreditar que a política seja positiva diante de tanta corrupção, mas segundo a Bíblia é possível! Se os políticos seguissem o exemplo do rei Josafá, o resultado político floresceria positivamente em toda a nação. Ele constituiu juízes justos (prefeitos) por toda a terra, advertindo-os a lidar de forma justa em tudo o que fizessem (vs. 4-11). O povo de Deus precisa ajudar aos políticos de sua cidade, não só orando, como alguns fazem, mas mostrando princípios administrativos descritos na Sagrada, Santa e Perfeita Palavra de Deus! Os políticos devem saber que existe um Livro superior aos mais diversos livros da terra. Precisam crer que existe um Deus que é Soberano que não quer apenas punir o erro, mas quer ajudar a consertar erros. Eles precisam buscar conselhos do Legislador e Administrador de todo o infinito Universo; pois Ele sabe como evitar o erro e promover o que é certo. Leiam a Bíblia, tanto pessoas privadas quanto públicas e, cada um exerça sua função segundo os mais sábios princípios revelados na Bíblia pelo Deus que amou o mundo de tal maneira que deu Seu Filho unigênito, para que todo aquele que nEle crer não pereça, mas tenha a vida eterna (João 3:16). Não fique aí pensativo, parado e ocioso, faça alguma coisa de útil! Faça teu dia valer a pena! Faça esta mensagem ir aonde ela deve chegar!

“Bendito seja Deus pelos magistrados e ministros, escribas e estadistas, literatos e empresários” – eis as palavras expressivas do teólogo Matthew Henry. Todos deveriam ter a atitude deste teólogo. Além disso, baseado no texto de II Crônicas 19, todos, nas palavras do teólogo, deveriam trabalhar e fazer tudo “no temor do Senhor, com um coração perfeito e reto. E deviam fazer que sua preocupação constante fosse impedir o pecado, que é ofensa a Deus e traz ira sobre o povo”. Todos devem realizar bem suas funções administrativas. Precisamos lutar por uma reforma política, nas empresas, nos comércios, nas fazendas, etc. não somente para o nosso bem, mas também pelo bem das pessoas dotadas por Deus com capacidades administrativas. Deus quer salvar a todos os grandes administradores, executivos, presidentes, governadores, prefeitos, senadores, deputados, congressistas, legisladores, reis, rainhas, príncipes, etc. Como povo de Deus temos de fazer mais por eles, ainda que sejam quase inacessíveis para nós, para Deus nada é impossível. Ore, reflita, tome uma atitude. Precisamos fazer o que deve ser feito, Deus nos deixou uma missão e nos capacita para isso. Dedique-se a fazer o que é importante e urgente. Jesus está voltando, anuncie isso a fim de que mais pessoas se preparem para encontrar-se com o Soberano Juiz de toda a Terra. Veja a ênfase bíblica: “Esforçai-vos, e o Senhor seja com os bons” (v. 11).Aceite hoje esse apelo e essa promessa de Deus a você!
– Heber Toth Armí.



2CRÔNICAS 19 – Comentado por Rosana Barros by Ivan Barros
2 de novembro de 2019, 0:30
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“Agora, pois, seja o temor do Senhor convosco; tomai cuidado e fazei-o, porque não há no Senhor, nosso Deus, injustiça, nem parcialidade, nem aceita Ele suborno” (v.7).

Depois de voltar “para sua casa em paz” (v.1), Josafá se deparou com as palavras de repreensão do profeta “Jeú, filho de Hanani” (v.2), aquele que anteriormente fora usado por Deus para repreender o seu pai. Foi-lhe dito: “Devias tu ajudar ao perverso e amar aqueles que aborrecem o Senhor?” (v.2). Josafá havia se unido a Acabe não somente em batalha, mas estabeleceu uma aliança de resultados duradouros e desastrosos ao permitir o casamento de seu filho Jeorão com Atalia, filha de Acabe com Jezabel. Josafá se mostrou como um homem de coração bondoso, mas também ingênuo no quesito relacionamentos.

Não podemos confundir o princípio bíblico de amar os inimigos, com a insensatez de nos tornarmos cúmplices deles. Não podemos confundir compaixão com condescendência. Compaixão é colocar-se no lugar do outro; é sofrer junto. Já a condescendência, de acordo com o dicionário, é “atitude de quem concorda com algo, embora tenha vontade de o recusar”. Josafá tolerou as ações de Acabe, embora soubesse que eram contra a vontade de Deus. Ele foi conivente. Foi isso que provocou “a ira da parte do Senhor” (v.2). No entanto, Josafá não recebeu apenas uma repreensão, mas uma admoestação plena de misericórdia: “Boas coisas, contudo, se acharam em ti; porque tiraste os postes-ídolos da terra e dispuseste o coração para buscares a Deus” (v.3).

A partir de então, Josafá deu início a uma nova reforma em seu reino, estabelecendo juízes para que julgassem o povo “da parte do Senhor” (v.6). Ao aceitar a repreensão profética, buscou admoestar as autoridades locais a andar no “temor do Senhor” (v.7). A Bíblia diz que “o temor do Senhor é a sabedoria” (Jó 28:28). Temer a Deus seria o sustentáculo da justiça no ofício daqueles juízes. E a mesma coisa Josafá ordenou aos levitas, sacerdotes e cabeças das famílias de Israel: “Assim, andai no temor do Senhor, com fidelidade e inteireza de coração” (v.9). Se o temor de Deus é sabedoria, então, se tememos a Ele, fazemos o que Ele nos pede; se tememos a Deus, nossa vida é governada pelo “assim diz o Senhor”; se tememos a Deus, temos amor e compaixão pelo próximo, e não nos tornamos participantes de seus pecados; se tememos a Deus, não levantamos falso juízo contra nossos semelhantes; se temos o temor de Deus, o Senhor nos torna bons (v.11) assim como Ele é.

Josafá agiu corretamente ao consultar um profeta de Deus antes de ir à batalha, mas falhou ao aliar-se com Acabe. Como está escrito: “Não vos ponhais em jugo desigual com os incrédulos; porquanto que sociedade pode haver entre a justiça e a iniquidade? Ou que comunhão, da luz com as trevas?” (2Co.6:14). Isso não significa que devemos viver isolados do mundo, mas que temos a escolha de rejeitar o que ele nos oferece. Jesus nos deixou escrito o que devemos fazer para alcançar este propósito: “Eis que Eu vos envio como ovelhas para o meio de lobos; sede, portanto, prudentes como as serpentes e símplices como as pombas” (Mt.10:16). Então, amados, “fazei assim e não vos tornareis culpados” (v.10).

A primeira voz angélica anuncia a plenos pulmões: “Temei a Deus e dai-Lhe glória, pois é chegada a hora do Seu juízo; e adorai Aquele que fez o céu, e a terra, e o mar, e as fontes das águas” (Ap.14:7). Muito em breve os juízes desta terra darão lugar ao Justo Juiz, e Ele não julgará as ações de nossas mãos, mas as intenções de nosso coração. O princípio apresentado no livro de Jó, reforçado por Josafá e proclamado pela primeira voz angélica, deve ser a nossa motivação e escolha diária: temer a Deus, “com fidelidade e inteireza de coração” (v.9). “Sede fortes no cumprimento disso, e o Senhor será com os bons” (v.11). Vigiemos e oremos!

Feliz sábado, bons filhos de Deus!

Rosana Garcia Barros

#PrimeiroDeus #2Crônicas19 #RPSP

Comentário em áudio: youtube.com/user/nanayuri100



II CRÔNICAS 19 – VÍDEO COMENTÁRIO PR. RONALDO DE OLIVEIRA by Maria Eduarda
2 de novembro de 2019, 0:10
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II CRÔNICAS 19 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS by jquimelli
2 de novembro de 2019, 0:05
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316 palavras

4 O próprio rei Josafá liderara a obra reformadora, que induziu o povo à fé e à obediência ao Senhor. As instruções deixadas aos juízes e aos sacerdotes (v.5-9) servem para qualquer líder civil ou eclesiástico: 1) Tudo deve ser feito com dedicação e cuidado (v.6 e 7); 2) Deve ser feito num espírito de reverência e de fé (v.7 e 9); 3) reconhecendo que todo poder emana de Deus, e em Seu nome deve ser usado (v.6); 4) Deus, em tudo, é o grande Exemplo de justiça e imparcialidade (v. 7); 5) Deus está presente junto aos que realmente O amam, para inspirá-los, corrigi-los e consolá-los (v. 6) (Bíblia Shedd).

5 nomeou juízes. O nome Josafá (que significa “o Senhor julga”) é apropriado para o rei que instituiu essa reforma judiciária. A organização dos tribunais de justiça por Josafá (v. 5-11) seria de interesse especial para o cronista do período pós-exílico quando os tribunais da comunidade restaurada teriam sua existência e estrutura legitimadas por esse precedente (Bíblia de Estudo NVI Vida).

5-10 Josafá nomeou sacerdotes e levitas para ajudar a administrar a lei civil. Muitos anos antes, Moisés tinha escolhido homens capazes, fiéis e honestos para ajudá-lo a julgar as disputas entre as pessoas (ex. 18.21,22). Obviamente o melhor tipo de líder é o que sempre age com reverência a Deus. Líderes efetivos fazem que o trabalho seja feito; líderes fiéis garantem que o trabalho seja feito do modo de Deus e no tempo de Deus. Ele procuram incutir a sabedoria de Deus em futuros líderes e construir os valores de Deus em toda a comunidade (Life Application Study Bible Kingsway NIV).

10 sentença contestada. Isto é, casos que poderiam chegar ao tribunal central em Jerusalém, provenientes de outras cidades. Fica claro a partir desta passagem que o tribunal da capital era um supremo tribunal de apelação (Comentário Adventista do 7º Dia,vol. 3, p. 274).

entre sangue e sangue. Para definir os casos de morte “acidental”, em “legítima defesa”, ou “assassínio” (Bíblia Shedd).




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