Reavivados por Sua Palavra


ESDRAS 2 by jquimelli
21 de novembro de 2019, 1:00
Filed under: Sem categoria

Texto bíblico: https://pesquisa.biblia.com.br/pt-BR/NVI/ed/2

Eu nasci em circunstâncias adversas e fui criada por minha mãe. Não conheci meu pai até quando me tornei adulta. Quando descobri o nome dele, imediatamente comecei a pesquisar tudo sobre ele. Fui motivada pela necessidade de pertencer – para me identificar com esse homem que eu não conhecia, mas estava conectado através do meu DNA.

Este capítulo revela algo semelhante. O decreto foi emitido permitindo que os judeus voltassem a Jerusalém. Imediatamente, muitos se levantaram para serem contados entre os que retornariam. Ansiosamente, eles se prepararam para uma jornada para este lugar a que pertenciam – sua tribo, sua família, seu DNA. Embora alguns nunca tivessem visto Jerusalém, estavam em casa.

Embora você possa estar – e assim espero – conectado à sua família terrena, lembre-se de que você também é contado entre a família de Deus. Você é filho dEle. Deus emitiu um chamado através da Sua Palavra para você retornar a Ele. Assim como os judeus se preparavam para uma jornada que os reconectaria ao lar ancestral, você também precisa seguir seu caminho – uma jornada liderada pelo Espírito que o levará de volta para casa, não apenas para o seu Pai celestial, mas para o seu lar eterno.

Merle Poirier
Gerente de Operações
Revistas Adventist Review / Adventist World

Fonte: https://www.revivalandreformation.org/?id=651
Equipe de tradução: Pr. Jobson Santos, Jeferson e Gisele Quimelli



ESDRAS 2 – COMENTÁRIO PR. ADOLFO SUÁREZ by Maria Eduarda
21 de novembro de 2019, 0:55
Filed under: Sem categoria



ESDRAS 2 – COMENTÁRIO PR HEBER TOTH ARMÍ by jquimelli
21 de novembro de 2019, 0:45
Filed under: Sem categoria

ESDRAS 2 – Nem tudo é como queremos. Até mesmo a liberdade pode ser ruim em consequência de nossas escolhas erradas. Israel foi liberto do exílio babilônico, mas a dura realidade que encontraram não foi nada agradável.

“A história não foi favorável para o povo de Israel, por isso, a nação estava em declínio. A Babilônia, uma superpotência militar, havia derrotado Israel, deixando suas cidades e templo em ruínas, e havia levado a população para o exílio. Agora, cento e vinte oito anos depois, alguns judeus estão de volta a Jerusalém e tentam recomeçar tudo: uma árdua tarefa que se arrasta por décadas. Mas a situação não era boa. Estavam se segurando pelas pontas dos dedos. Até que chegou Esdras”.
Estas são palavras introdutórias escritas por Eugene H. Peterson. Ele continua, e, suas explicações merecem nossa atenção:
“Esse é um caso extremo de uma história muito familiar, que se repete de diversas maneiras na maioria das épocas e em diversos lugares do mundo. Homens e mulheres que encontram sua identidade básica em Deus, à medida que Deus se revela em Israel e no Messias, não estão obtendo muito êxito. De fato, nunca tiveram. E nunca terão. A identidade deles está sob constante desafio e ameaça, às vezes por ataque frontal, outras por sedução sutil e sorrateira. Seja por ataque, seja por sedução, o povo de Deus chegou, várias vezes e muito perigosamente, próximo da extinção. Nunca estamos fora de perigo”.

O capítulo em questão pode ser assim dividido (conforme F. Charles Fensham) para facilitar nossa compreensão:

  1. Introdução (vs. 1-2a);
  2. Leigos identificados pela relação familiar (vs. 2b-20);
  3. Leigos identificados pelos nomes dos lugares (vs. 21-25);
  4. Sacerdotes (vs. 36-39);
  5. Levitas, cantores e porteiros (vs. 40-42);
  6. Serventes do templo (vs. 43-54);
  7. Serventes de Salomão (vs. 55-58);
  8. Os que não podem provar sua linhagem (vs. 59-63);
  9. Totais (vs. 64-67);
  10. Localização dos repatriados (v. 70).

O que me chama a atenção destes que voltaram é a disposição de doar recursos para a reconstrução do templo: Quinhentos quilos de ouro, três toneladas de prata e cem vestes sacerdotais.

A situação caótica em que se encontra o povo de Deus nunca deve tirar Deus do centro e do primeiro lugar de nossa vida! – Heber Toth Armí.



ESDRAS 2 – Comentado por Rosana Barros by Ivan Barros
21 de novembro de 2019, 0:30
Filed under: Sem categoria

“Estes procuraram o seu registro nos livros genealógicos, porém o não acharam; pelo que foram tidos por imundos para o sacerdócio” (v.62).

Quando nos deparamos com a leitura de uma genealogia bíblica ou, como no capítulo de hoje, uma grande lista de nomes incomuns, temos a tendência de pular o capítulo e acabamos perdendo uma importante parcela da bênção para nós reservada. Confesso que sou tentada a fazer uma leitura superficial e rápida, mas, estando em oração, o Espírito Santo nunca permite que as Escrituras deixem de cumprir a sua fiel utilidade.

No capítulo anterior, vimos que nem todos os hebreus retornaram da terra do cativeiro. Se isso tivesse acontecido, provavelmente não teria uma lista destacando os que “voltaram para Jerusalém e para Judá” (v.1). Certamente, estaria escrito que todos regressaram “para Jerusalém e para Judá”. Os “exilados” (v.1), portanto, eram um remanescente, uma pequena porção dos filhos de Israel; aproximadamente cinquenta mil pessoas que reconheceram ser aquele o momento de voltar para casa.

Alguns, porém, “não puderam provar que as suas famílias e a sua linhagem eram de Israel” (v.59). Seus nomes, ou o nome de seus pais, não constavam “nos livros genealógicos” (v.62), causando um grande desconforto. Mesmo que alguns defendessem uma linhagem sacerdotal, sem registro não poderiam assumir tão sagrada função. No processo de reconstrução do templo e de restabelecimento do verdadeiro culto a Deus, era necessário “que se levantasse um sacerdote com Urim e Tumim” (v.63), ou seja, o sumo sacerdote para ministrar diante do Senhor e revelar a Sua vontade.

Neste capítulo percebemos de uma forma mais clara a importância das genealogias. Era ali que os filhos de Israel encontravam a sua identidade. Sem esta prova, sua filiação era considerada ilegítima. Como Israel de Deus, há um registro no qual nosso nome deve estar escrito. Serão “tidos por imundos” (v.62), “aqueles cujos nomes não foram escritos no Livro da Vida do Cordeiro” (Ap.13:8). A nossa identidade celestial consiste em conservá-la nos anais da eternidade, vivendo aqui de modo a não restar dúvidas a Quem pertencemos e para onde estamos indo.

Fazemos parte das digitais do nosso Criador: “Eis que nas palmas das Minhas mãos te gravei” (Is.49:16); um registro que não pode ser perdido ou esquecido, a menos que desejemos isso. Se permanecemos em Deus, nunca seremos considerados indigentes ou filhos ilegítimos, mas recebemos o privilégio de ser guiados por Ele, glorificando o Seu nome (Is.63:14). Agora, pois, mantenham “exemplar o vosso procedimento no meio dos gentios, para que, naquilo que falam contra vós outros como de malfeitores, observando-vos em vossas boas obras, glorifiquem a Deus no dia da visitação” (1Pe.2:12). Vigiemos e oremos!

Bom dia, autênticos filhos de Deus!

Rosana Garcia Barros

#PrimeiroDeus #Esdras2 #RPSP

Comentário em áudio: youtube.com/user/nanayuri100



ESDRAS 2 – COMENTÁRIO PR. RONALDO DE OLIVEIRA by Maria Eduarda
21 de novembro de 2019, 0:10
Filed under: Sem categoria



ESDRAS 2 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS by jquimelli
21 de novembro de 2019, 0:05
Filed under: Sem categoria

573 palavras

Resumo: Os exilados retornam para Jerusalém com Zorobabel. Um total de 42.360 pessoas retornam. Alguns dos chefes das famílias dão ofertas voluntárias para a reconstrução do templo de Deus no seu antigo local.

1-70 A lista dos exilados que retornaram talvez não pareça teologicamente importante, mas a repetição da mesma lista, com algumas variações em Ne 7, sugere outra coisa: Em primeiro lugar, o Senhor conhece pessoalmente o seu povo. A aliança entre o Senhor e o Seu povo é um laço de amizade íntima. Em segundo lugar, as pessoas comuns são vitais para a realização do plano divino da redenção. Não somente os líderes religiosos e políticos são importantes na reconstrução da Casa de Deus, mas também o povo comum o é. De fato, “o restante do povo” contribuiu mais para a reconstrução do que fizeram os “cabeças das famílias” ou o governador (Ne 7.70-72). Em terceiro lugar, a numeração se assemelha àquelas que existem em Números e em Josué (Nm 1.26; Js 18,19). Assim como o Senhor formou a comunidade da aliança depois do êxodo do Egito, assim também Ele a recria após o retorno da Babilônia (Bíblia de Genebra).

Zorobabel. O líder político dos exilados. […] Ageu (1.1) fala de Zorobabel, neto do rei Jeoaquim, como governador de Judá. Ciro, portanto, nomeou um descendente de um antigo rei de Judá para governar em nome de um rei persa, uma escolha com a qual Ciro esperava agradar os judeus. (CBASD-Comentário Bíblico Adventista do 7º Dia, vol. 3, p. 356).

Jesua. ‘Yeshua’ é a forma aramaica do nome hebraico geralmente traduzido como Josué. Este Jesua era o líder espiritual dos exilados que retornaram, o “sumo sacerdote” (Ag 1;1; Zc 3:1), além de outras referências (Ed 3:2; Ne 12:1;etc). Era descendente direto de Arão, por seu pai Josadaque, sumo sacerdote no tempo do cativeiro de Nabucodonosor (1Cr 6:3-15; Ed 3:2). […] Assim, dois homens da antiga nobreza judaica lideraram o movimento de restauração de Judá: um descendente da antiga casa real [Zorobabel] foi nomeado líder político e o outro, um filho do último sacerdote antes do cativeiro [Jesua/Josué], como líder espiritual. Seus nomes podem ter sido sugeridos a Ciro por um conselheiro confiável como Daniel, e ambos, sem dúvida, foram escolhidos por seu caráter idôneo e por desfrutarem da confiança do povo (CBASD, vol. 3, p. 356 e 357).

59 – 63 As genealogias eram muito importantes para o povo hebreu. Se eles não pudessem provar que eram filhos de Abraão, eles não eram considerados judeus e eram excluídos da plena participação da vida comunal judaica (Life Application Study Bible Kingsway NIV).

63 Urim e Tumim. Eram dois objetos, provavelmente com a forma de pedras planas, que originalmente faziam parte da vestimenta [no peitoral] do sumo sacerdote. Eram utilizados para buscar a vontade de Deus em questões importantes (Lev 8:8) (Life Application Study Bible Kingsway NIV).

65 afora os seus servos e as suas servas. É surpreendente descobrir que depois de 50 anos de cativeiro, alguns judeus melhoraram sua posição social a ponto de adquirirem escravos – um para cada seis judeus (CBASD, vol. 3, p. 357).

69 deram quinhentos quilos de ouro, três toneladas de prata (NVI). O dinheiro dado era suficiente para iniciar a reconstrução do templo. O povo doou os recursos de que dispunham para o seu melhor uso. Eles foram entusiastas e sinceros, mas o templo nunca alcançaria o esplendor do templo de Salomão. O dinheiro que Davi reuniu para começar a construção do templo de Salomão era mil vezes maior (1Cr 22:14). Algumas pessoas choraram quando lembraram o glorioso templo que havia sido destruído (3:12) (Life Application Study Bible Kingsway NIV).




%d blogueiros gostam disto: