Reavivados por Sua Palavra


II CRÔNICAS 28 by jquimelli
11 de novembro de 2019, 1:00
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Texto bíblico: https://pesquisa.biblia.com.br/pt-BR/NVI/2cr/28

No capítulo 28, Acaz assume o trono aos 20 anos de idade. Ele era jovem, cheio de energia e tinha tudo para ser um bom rei. Ele cresceu tendo uma boa educação e os melhores exemplos a seguir. O reino era rico, forte e a religião estava firmemente estabelecida. Mas, apesar disso, vemos já nos versos de abertura que o rei se corrompeu miseravelmente. Acaz teve a chance de fazer um reinado de impacto, deixando um poderoso exemplo para séculos vindouros. Mas, ao invés isto, ele dirigiu a nação por um obscuro caminho idólatra e degradou a mente do povo de Deus.

Ele abandonou o Templo do Senhor, sacrificou e queimou incenso nos montes, como se isso fosse colocá-lo mais perto do céu. Ele ainda fez ídolos e os adorou, sacrificando no fogo seus filhos a eles. Ele estava completamente e totalmente possuído pelo príncipe das trevas. Então, desde que Acaz abandonou a Deus e Sua proteção, o Senhor também o abandonou, deixando-o nas mãos de seus inimigos. Devido a isso, o povo sofreu e muito sangue foi derramado, famílias foram arruinadas e o país foi desolado.

Durante a leitura deste capítulo, várias lições se destacaram para mim: 1) bons pais e uma boa educação não garantem a salvação; 2) a decisão de um único líder em desobedecer a Deus pode levar milhares a se desviar e 3) quando alguém se coloca voluntariamente nas mãos do diabo, essa pessoa voluntariamente se afasta do plano de proteção de Deus.

A trágica história de Acaz é uma advertência solene de que, no final, é a graça de Deus que salva a alma, e não o meio ambiente, a educação ou até mesmo o exemplo de pais piedosos.

Grace Shim

Geração Juventude para Cristo

Fonte: https://www.revivalandreformation.org/?id=641
Equipe de tradução: Pr. Jobson Santos, Jeferson e Gisele Quimelli



II CRÔNICAS 28 – VÍDEO COMENTÁRIO PR. ADOLFO SUÁREZ by Maria Eduarda
11 de novembro de 2019, 0:55
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II CRÔNICAS 28 – Comentário Pr Heber Toth Armí by jquimelli
11 de novembro de 2019, 0:45
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II CRÔNICAS 28 – A interpretação teológica é fundamental para entender corretamente os eventos históricos. Visando essa interpretação, o cronista fundamenta-se em II Reis 16 para fazer sua teologia inspirada.

Crônicas é uma recapitulação teológica da história do povo de Deus, um processo inverso de Deuteronômio, o qual refletia olhando para o futuro. Deuteronômio alerta ao povo que adentrava na Terra Prometida a fim de que não a perdesse; Crônicas explica aos que retornaram recentemente do cativeiro a razão de Israel passar por tantas adversidades.

• Reflita: O que você acha que Deus diria se Ele recapitulasse tua história?

Baseando-me no esboço de Richard Pratt Jr. apresento-lhes os pontos do capítulo em análise:

INÍCIO DO REINADO DE ACAZ (vs. 1-5)
I. Fidelidade de Israel do norte para com Deus (vs. 6-15)
1. Israel vitorioso toma despojos e prisioneiros (vs. 6-8)
a) Israel recebe repreensão profética (vs. 9-11)
b) Israel responde à repreensão profética (vs. 12-13)
2. Israel vitorioso devolve os despojos e os prisioneiros (vs. 14-15)
II. Infidelidade de Acaz para com Deus (vs. 16-25)
1. Acaz falha em receber ajuda da Assíria (vs. 16-21)
a) Apelo inicial de Acaz à Assíria (v. 16)
• Acaz busca ajuda dos assírios (v. 16)

EXPLICAÇÃO DOS ATOS DE ACAZ (vs. 17-19)
• Acaz recebe resposta negativa (v. 20)
2. Acaz apela novamente à Assíria (v. 21)
a) Acaz busca intensamente a ajuda dos assírios (v. 21)
b) Acaz recebe resposta negativa novamente (v. 21)
3. Acaz fracasse em receber ajuda dos deuses siros (v. 22-25)
a) O aumento da infidelidade de Acaz (v. 22)
• Acaz adora os deuses siros (v. 23)

A RUÍNA DE ACAZ É EXPLICADA (v. 23)
• Mais adoração de outros deuses por Acaz (vs. 24-25)
b) Juízo sobre Acaz (v. 25)

FIM DO REINADO DE ACAZ (vs. 26-27)

O cronista faz teologia da história sagrada. Nenhuma liderança é significativa se Deus for desconsiderado.

• O líder político que não tem Deus como seu Líder não conseguirá fazer o melhor por sua nação.

A humilhação que Deus permitiu Judá passar foi para despertar a humildade em Acaz; contudo, Deus não obteve sucesso – humildade é uma questão pessoal. Tudo o que Deus faz (ou permite) visa nossa salvação; porém, a decisão de aceitar ou não é de cada indivíduo.

Reavivemo-nos! – Heber Toth Armí.



2Crônicas 28 – Comentado por Rosana Barros by Ivan Barros
11 de novembro de 2019, 0:30
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“No tempo da sua angústia, cometeu ainda maiores transgressões contra o Senhor; ele mesmo, o rei Acaz” (v.22).

O capítulo de hoje me fez lembrar de duas brincadeiras de infância: a gangorra e “O seu rei mandou dizer”. Na primeira, o brinquedo promove a divertida sensação de subir e descer rapidamente. Porém, aplicando este movimento na vida real, a sensação e os resultados não são nada divertidos. A sucessão dos reis de Judá se deu mediante efeito gangorra. Entre altos e baixos, o povo experimentava a bênção e a maldição em intervalos intercalados de anos ou até mesmo de décadas.

Na segunda brincadeira, havia um “rei” que liderava os demais, e todos deviam fazer exatamente o que ele pedia. A nação que mais havia testemunhado os milagres e os livramentos divinos, era a que mais rejeitava a voz do “Senhor, seu Deus” (v.5). Trocaram a liderança divina por seus falíveis líderes terrenos. O reinado de Acaz pode facilmente servir como modelo de governo maldito. E foi por seguir os passos deste rei ímpio que Judá caiu “em dissolução” (v.19), retornando à condição de escravidão.

Humilhados, nus, machucados e famintos, os filhos da desobediência foram vistos pelos olhos da misericórdia. Por intermédio de Seu profeta, Deus falou ao coração dos filhos de Israel, que “levaram presos de Judá, seu povo irmão, duzentos mil” (v.8). Temendo “o brasume da ira do Senhor” (v.13), “alguns homens dentre os cabeças dos filhos de Efraim” (v.12) falaram a favor dos cativos, que após serem vestidos, calçados, alimentados e ungidos, foram mandados de volta “a seus irmãos” (v.15).

Ao invés de reconhecer a intervenção de Deus e Sua terna misericórdia, o rei Acaz foi “pedir aos reis da Assíria que o ajudassem” (v.16) e, “de todo, se entregou à transgressão contra o Senhor” (v.19). Mas um dos reis da Assíria “mandou dizer” que Acaz fez uma péssima escolha, pois ele “o pôs em aperto, em vez se fortalecê-lo” (v.20). E mesmo entregando nas mãos do inimigo os mais valiosos tesouros, “isso não o ajudou” (v.21). Em lhe sobrevindo grande angústia, “cometeu ainda maiores transgressões contra o Senhor”, selando seu destino eterno, “ele mesmo, o rei Acaz” (v.22).

Sabem, amados, quando estudamos a Bíblia sem aplicá-la à nossa vida corremos o risco de perder de vista o seu propósito original: “Toda a Escritura é inspirada por Deus, e útil para o ensino, para a repreensão, para a correção, para a educação na justiça” (2Tm.3:16). Em cada sentença da Bíblia há utilidade, há ensino, há correção, há educação, há vida. Seja por testemunhos inspiradores, seja por exemplos de apostasia, todo crente, que busca ao Senhor de todo o coração, é santificado pelo “está escrito”.

Toda liderança exerce poderosa influência, mas isso não significa que os liderados tenham que submeter-se em tudo. Como os fiéis apóstolos da igreja primitiva, diante da corrupção humana seja esta a nossa resoluta decisão: “Antes, importa obedecer a Deus do que aos homens” (At.5:29). Perto como estamos do “tempo de angústia, qual nunca houve” (Dn.12:1), que na angústia não façamos como Acaz, mas como o salmista: “Na minha angústia, clamo ao Senhor, e Ele me ouve” (Sl.120:1). O Reis dos reis lhes “mandou dizer”: “Dizei aos desalentados de coração: Sede fortes, não temais. Eis o vosso Deus… Ele vem e vos salvará” (Is.35:4). Vigiemos e oremos!

Bom dia, alvos do amor de Deus!

Rosana Garcia Barros

#PrimeiroDeus #2Crônicas28 #RPSP

Comentário em áudio: youtube.com/user/nanayuri100



II CRÔNICAS 28 – VÍDEO COMENTÁRIO PR. RONALDO DE OLIVEIRA by Maria Eduarda
11 de novembro de 2019, 0:10
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II CRÔNICAS 28 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS by jquimelli
11 de novembro de 2019, 0:05
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713 palavras

1-27 O reino de Acaz foi um dos pontos mais baixos na história da dinastia de Davi. Este capítulo tem paralelo em 2Rs 16 (Andrews Study Bible).

3 Vale dos filhos de Hinom. Este vale ficava a sudoeste de Jerusalém (ver Js 15:8; 18:16). Foi palco de alguns dos ritos mais cruéis e revoltantes (CBASD – Comentário Bíblico Adventista do 7º Dia, vol. 3, p. 304).

queimou a seus próprio filhos. Na história bíblica esta forma de sacrifício humano, o aspecto mais vil da decadência pagã, está ligada a Moloque, divindade amonita equivalente ao Baal dos fenícios, cujo culto foi introduzido em Israel por Jezabel, esposa de Acabe e filha do rei e sumo sacerdote dos sidônios (Bíblia Shedd).

6 abandonado o Senhor. Quando a proteção do Senhor é removida, o ser humano descobre, para sua tristeza, que o senhor escolhido pode ser terrivelmente cruel. Depois de perdas tão grandes, não havia nada que pudesse impedir a Síria e Israel de sitiarem Jerusalém. Contudo, não a tomaram (2Rs 16:5). O objetivo dos aliados era depor Acaz e estabelecer um novo governante de sua própria escolha (Is 7:6). O pânico de Acaz é vividamente descrito em Isaías 7:2) (CBASD, vol. 3, p. 304).

8 duzentos mil. Eram mulheres e crianças levadas como escravas (CBASD, vol. 3, p. 304).

O exército de Israel ganhou a vitória não pela superioridade das armas, mas como consequência do julgamento divino. Se o povo de Judá tivesse confiado nas promessas vindas de Deus pelo próprio profeta Isaías, nada teria acontecido, mas Acaz as recusou, Is 7.1-16 (Bíblia Shedd).

10-11 Deus irou-se porque Israel foi além da comissão que recebera, de punir a Judá praticando a crueldade e escravizando seus irmãos (Bíblia Shedd).

15 vestiram … ungiram. Este ato de amor para com os inimigos é singular no antigo testamento. É um exemplo daquilo que Cristo ordena em Mt 5.44, e que ensina mediante a parábola do bom samaritano em Lc 10.25-37. É raro uma vitória bélica resultar em virtude, ou uma conquista resultar em consideração (Bíblia Shedd).

A bondade com que os captores do norte trataram seus prisioneiros de Judá, sobretudo conforme os pormenores registrados nos v. 14, 15, talvez seja o antecedente histórico para a a parábola do Bom Samaritano, contada por Jesus (Bíblia de Estudo NVI Vida).

16 Assíria. Durante o reinado de Acaz, Judá foi reduzido à condição de vassalo da Assíria (Andrews Study Bible).

No seu desespero, Acaz apelou para os reis pagãos, em vez de recorrer a Deus pela fé e pela oração (Bíblia Shedd).

17 Edomitas. Descendentes de Esaú que habitavam a sudeste do mar Morto (Andrews Study Bible).

20 em vez de fortalecê-la. O rei da Assíria não estava interessado no bem estar de Acaz ou do povo de Judá. Quando atacou a Filístia e a Síria, o que buscava era promover seus próprios interesses e os de sua nação. Os assírios estavam tão prontos a destruir a nação hebraica como a qualquer outra nação. E Acaz e Ezequias logo descobririam isso (CBASD, vol. 3, p. 305).

21 As pessoas do mundo agem sempre assim: exigem tudo quanto se lhes pode dar, retribuindo com angústias e dificuldades ao doador (Bíblia Shedd).

22 ainda maiores transgressões. Em vez de aprender lições de sua angústia, Acaz se tornou mais amargo e obstinado. Ele passou de um pecado para outro, conduzindo seu povo por um caminho descendente que só poderia terminar em ruína (CBASD, vol. 3, p. 305).

23 deuses de Damasco. Acaz chegou ao cúmulo de dar maior valor aos ídolos dos inimigos do seu povo do que ao próprio grande profeta nacional, Isaías, no decurso daquela crise (vide Is 7) (Bíblia Shedd).

Em vez de cair em si e perceber que a aflição se devia a ter abandonado o Senhor, Acaz se tornou mais enraivecido e amargo contra Deus, e seguiu um procedimento que atraiu juízos ainda mais severos sobre si e a nação. Quando Tiglate-Pileser conquistou Damasco, Acaz foi a essa cidade para prestar homenagem ao rei assírio. Enquanto estava lá, viu um altar do qual fez uma cópia e a colocou em frente ao templo de Jerusalém, tirando o altar de bronze de seu lugar (ver 2Rs 16:9-16) (CBASD, vol. 3, p. 305).

24 altares em todos os cantos. Um único grande altar de holocaustos era um método poderoso para impressionar a mente do povo com a doutrina de um único Deus verdadeiro. Numerosos altares em todas as partes de Jerusalém mostravam inequivocamente o politeísmo que Acaz promovia (CBASD, vol. 3, p. 305 e 306).




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