Reavivados por Sua Palavra


II CRÔNICAS 35 by jquimelli
18 de novembro de 2019, 1:00
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Texto bíblico: https://pesquisa.biblia.com.br/pt-BR/NVI/2cr/35

Josias escolheu celebrar a Páscoa, a primeira das festas e festas judaicas. Josias também instruiu os levitas a colocar a arca no templo, significando o retorno da presença de Deus entre Seu povo. Então Josias gentilmente forneceu milhares de cordeiros, cabras e gado para o povo apresentar como oferendas. Nunca foi celebrada uma Páscoa em Israel como aquela, desde os dias de Samuel.

Logo depois disso, “o Faraó Neco, rei do Egito, avançou até o rio Eufrates, ao encontro do rei da Assíria” (2Rs 23:29). O objetivo de Neco era ajudar os assírios contra as forças da Babilônia. … pois, em última análise, essas forças se tornariam uma ameaça ao Egito (Comentário Adventista, vol. 3, p. 335). Mas, em vez de seguir o conselho de Neco: “Não interfiras nisso, ó rei de Judá … para de te opores a Deus, que está comigo” (v. 21, NVI), Josias foi contra ele. Possivelmente por presunção, excesso de confiança ou talvez inexperiência, Josias não teve tempo para pesar as palavras de Neco, ou considerar que elas poderiam realmente ser de Deus. Josias se disfarçou e foi à guerra contra Neco e foi morto.

Sua própria presunção ou excesso de confiança te causaram problemas? Reserve um tempo hoje para ouvir a voz de Deus, seja qual for a forma que lhe falar, e ouça humildemente Seus conselhos antes que seja tarde demais.

Jackie Ordelheide Smith
Diretor assistente
Escola Sabatina e Ministérios Pessoais, Conferência Geral dos Adventistas do Sétimo Dia

Fonte: https://www.revivalandreformation.org/?id=648
Equipe de tradução: Pr. Jobson Santos, Jeferson e Gisele Quimelli



II CRÔNICAS 35 – COMENTÁRIO PR. ADOLFO SUÁREZ by Maria Eduarda
18 de novembro de 2019, 0:55
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II CRÔNICAS 35 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS by jquimelli
18 de novembro de 2019, 0:45
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892 palavras

3 Ponham a arca sagrada no templo. Subentende que tenha sido retirada, talvez para proteção, durante os reinados maus de Manassés e de Amom, que antecederam a Josias (Bíblia de Estudo NVI Vida).

14 Até à noite. O esforço especial era para garantir que ninguém ficasse sem o cordeiro pascal.

15 Os cantores … não necessitaram de se desviarem. No momento da necessidade tinham acudido na construção do templo (34.13), mas agora, no culto, seus talentos são mais eficientemente empregados nos cânticos de louvor de declarações da Palavra de Deus, através dos salmos. A música no culto deve ter mensagem tão importante quanto a do sermão (Bíblia Shedd).

17 A Festa dos Pães Asmos era uma celebração de sete dias que se iniciava no dia seguinte à Páscoa. Como a Páscoa, ela comemorava o êxodo do Egito. Por sete dias o povo comia pão sem fermento do mesmo modo como seus ancestrais faziam quando saindo do Egito porque poderia ser feito rapidamente em preparação para sua súbita partida (Ex 12:14-20). Esta festa lembrava o povo de que eles haviam deixado a escravidão para trás e tinham vindo à terra que Deus lhes prometera (Life Application Study Bible Kingsway NIV).

20-27 Carquemis. Uma importante cidade da antiguidade localizada na margem ocidental do rio Eufrates na atual Turquia (Andrews Study Bible).

Este evento ocorreu em 609 a.C. Nínive, a capital assíria, havia sido destruída três anos antes pelos babilônios. Os assírios derrotados se reagruparam em Aram [Síria] e Carquemis, mas a Babilônia enviou seus exércitos para destruí-los de uma vez por todas. O faraó Neco, querendo fazer do Egito um poder mundial, estava preocupado com o crescimento da força da Babilônia , então marchou com seu exército ao norte através de Judá para ajudar os assírios em Carquemis. Mas o rei Josias de Judá tentou evitar que Neco passasse pela suas terras a caminho de Carquemis.  Josias foi morto e Judá se tornou sujeito ao Egito (2Rs 23.25-30 ajuda a entender a tragédia. Mesmo com Josias servindo a Deus, Deus não mudou o Seu julgamento sobre Judá por causa do pecado de Manassés e do arrependimento superficial de Israel). Neco chegou a Carquemis e a defendeu dos babilônios por quatro anos, mas em 605 ele foi completamente derrotado e a Babilônia se moveu para o foco das atenções como o poder mundial dominante (Life Application Study Bible Kingsway NIV). [ver 2Rs 28.28-30.

Josias não era amigo dos assírios, desejava-lhes a total destruição (Bíblia Shedd).

21-24. Josias ignorou a mensagem de Neco por aquilo que Neco era – rei de uma nação pagã. A suposição errônea de que Neco não era parte do plano de Deus custou a vida a Josias. Enquanto nem todos que afirmam ter uma mensagem de Deus realmente a tenham, a mensagem de Deus pode vir de modos inesperados. Deus falou para reis pagãos no passado (Gn 12:17-20; 20:3-7; ver tb Dn 4:1-3). Não deixe que o preconceito ou falsas suposições ceguem você à mensagem de Deus (Life Application Study Bible Kingsway NIV).

21 outro reino com o qual estou em guerra. Referência aos babilônios; Nabopolassar estava no trono da Babilônia, ao passo que seu filho Nabucodonosor comandava os exércitos no campo da batalha. Nabucodonosor passaria a ser sucessor do seu pai depois de outra batalha em Carquemis contra
o Egito em 605 a.C. Josias pode ter sido um aliado da Babilônia (v. 32.31; 33.11) (Bíblia de Estudo NVI Vida).

Josias não quis esperar que Deus vingasse Seu povo das invasões que sofria, segundo Seu método escolhido, utilizando-se de um exército estrangeiro. Josias quis tirar desforra contra seu inimigo político, em vez de confiar em Deus e procurar entender Sua vontade. Isto foi fatal (Bíblia Shedd).

não te opores a Deus. Esta foi uma ocasião em que a coragem deveria se manifestar pela prudência, e na qual Josias teria se demonstrado um homem mais sábio se tivesse reconhecido nas palavras de Neco uma mensagem de Deus (CBASD – Comentário Bíblico Adventista do 7º Dia, vol. 3, p. 335).

22 da parte de Deus. De alguma maneira, Deus tinha transmitido seus propósitos ao rei estrangeiro, tal como tinha falado a Abimeleque por meio de um sonho (Gn 20.3), mas Josias não lhe deu ouvidos (Bíblia de Genebra).

Deus fala ao ser humano de muitas maneiras, e a sabedoria sempre inclui o estar alerta à voz do Céu, quer venha de um leigo ou de um profeta, se um compatriota ou de um mensageiro de terras distantes. Obviamente seria justificável que Josias questionasse se as palavras realmente procediam de Deus, mas ele tinha à disposição a orientação profética [Jeremias, p. ex.], pela qual poderia averiguar a questão. Na verdade, ele nunca devia ter empreendido essa aventura sem a aprovação do Céu. Ao recusar-se a dar ouvidos às palavras de neco, Josias rejeitou a voz de Deus e assim precipitou a própria morte (CBASD, vol. 3, p. 335).

25 Jeremias compôs um cântico de lamento em homenagem a Josias. Jeremias tinha Josias em alta estima (Jr 22.15,16). Esse cântico de lamento que compôs já não existe. A declaração de que Jeremias compunha lamentações é uma das razões por que o livro de Lamentações tem sido tradicionalmente associado a ele (Bíblia de Estudo NVI Vida).

Este profeta foi um dos principais apoiadores das reformas de Josias (Andrews Study Bible).

Nas suas lamentações. Jeremias solicitou que os homens não chorassem por Josias, mas por seu sucessor Salum (Jr 22:10-12), isto é, Jeoacaz, que após um reinado de apenas três meses, foi levado para o Egito (2Rs 23:30-34) (CBASD, vol. 3, p. 336).



II CRÔNICAS 35 – COMENTÁRIO PR HEBER TOTH ARMÍ by jquimelli
18 de novembro de 2019, 0:45
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II CRÔNICAS 35 – As pessoas não doam aparentemente nada de ofertas a Deus em comparação com o povo de Israel quando se consagravam. Levar o resto do troco que sobrou da compra do mercado para oferecer de oferta a Deus revela que na tua vida Ele não tem prioridade nenhuma. Oferta é questão de adoração, gratidão e reconhecimento de quem somos em relação a quem Ele é. Veja a quantidade de oferta relatada em II Crônicas 35:
• O rei Josias dá 30.000 cordeiros e bodes e 3.000 novilhos para oferecer de oferta em sacrifício a Deus;
• Os oficiais do rei doam 7.600 cordeiros e bodes e 800 novilhos.
Ao todo foram 41.400 sacrifícios, uma fazenda foi oferecida em um dia a Deus. A oferta revela o precioso e generoso sacrifício de Cristo; quem entende a teologia da oferta não será mesquinho ao ofertar. Jamais questionará tal ato, pois ele é sagrado, santo e ligado ao plano de salvação. Quem faz uma pesquisa séria no Novo Testamento perceberá que há mais sobre administração financeira e contabilidade de dinheiro (2.084 versículos) do que fé (215 versículos) e salvação (218 versículos). Das 38 parábolas de Jesus, 16 tratam de dinheiro. O dinheiro interfere na fé, na salvação e na teologia. Nesse tempo o terceiro rei de Israel já havia escrito com sabedoria: “Honra ao Senhor com a tua fazenda, e com as primícias de toda a tua renda; então se encherão os teus celeiros abundantemente, e transbordarão de vinho os teus lagares” (Provérbios 3:9-10).

Por que tanta oferta para celebrar a Páscoa? Essa pergunta nos leva a outra pergunta: Por que o Novo Testamento possui muito mais versículos sobre o dinheiro do que sobre a fé e a salvação juntas? A Bíblia responde:
1. A nossa maneira de relacionar com o dinheiro demonstra a condição de nosso coração: Escravo do dinheiro ou servo de Cristo (Mateus 6:21);
2. Ao ofertar a Deus demonstramos quem de fato é nosso Deus: O dinheiro o Jeová (Mateus 6:24);
3. Através do dinheiro revelamos onde está focado nosso amor, em Deus ou no dinheiro (I Timóteo 6:10);
Sempre que o povo está voltado a Deus, ele abre mão de tudo o que tem no mundo porque Ele se torna mais importante que qualquer coisa (II Crônicas 30:24; 31:5-6; 35:7-9). Ao nos dar Jesus, Deus se deu totalmente aos seres humanos e espera o nosso tudo. Claro que Deus não quer o nosso dinheiro, mas onde colocamos o nosso dinheiro revela onde está o nosso coração. Então, fique alerta, pense biblicamente, não permita que o dinheiro interfira em tua religiosidade! Não permita que o capitalismo, o materialismo e a ambição ou mesmo o egoísmo moldem o teu conceito de dinheiro e oferta. Diz o apóstolo: “E não vos conformeis com este mundo, mas transformais-vos pela renovação de vosso entendimento para que experimenteis qual seja a boa, agradável e perfeita vontade de Deus”. Como você tem ofertado a Deus? Ele é prioridade em teu bens materiais? Ele está acima de tuas riquezas e lucros? Você O considera dono de tudo?

Existem erros na vida que são simples, porém, vitais. A provocação é como tentar apontar a arma para a cabeça dos outros sem perceber que a tua cabeça é o alvo. Josias provocou guerra ao enfrentar Neco, sem necessidade alguma no momento (II Crônicas 35:20-27); então, foi ferido mortalmente por arqueiros inimigos. Atos de imprudência são apresentam grande risco; por isso, quaisquer atitudes, por mais simples que sejam, devem ser bem pensadas. Ninguém deve falar nada se não tem certeza, e, nem fazer nada sem antes pensar muito bem. Já é sabido o ditado que diz, “quem fala o que quer ouve o que não quer”, quando não causa uma desgraça em sua própria vida. Josias morreu numa batalha que não era dele, no campo de Megido, sem que precisasse estar ali. Todo o Judá lamentou a sua morte. Há importantes lições aplicáveis em teu dia a dia; veja: apesar de Josias ter sido advertido pelo próprio Neco a mudar de atitude, a abandonar suas ideias, ele não lhe deu atenção; assim, quando Deus envia alguém para te corrigir, não titubeie, aceite a correção, não seja orgulhoso; para o teu próprio bem! É preciso ter sabedoria para decidir, falar e fazer qualquer coisa. Josias deveria ter consultado a Deus ou dado ouvidos a Neco que falou-lhe em nome de Deus com tanta convicção antes dele provocar aquela situação. A verdadeira sabedoria, prudência e humildade só tem quem depende de Deus em tudo na vida. Busque a Deus, “não sejas sábio aos teus próprios olhos; teme ao Senhor e aparta-te do mal” (Provérbios 3:7) – Heber Toth Armí



2Crônicas 35 – Comentado por Rosana Barros by Ivan Barros
18 de novembro de 2019, 0:30
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“Nunca, pois, se celebrou tal Páscoa em Israel, desde os dias do profeta Samuel; e nenhum dos reis de Israel celebrou tal Páscoa…” (v.18).

A culminância dos atos de Josias como rei reformador destaca uma atitude insensata e impulsiva. Antes das flechas do Egito, Josias foi flechado pelo orgulho. Através do rei do Egito, Deus buscou frustrar-lhe os planos. Não lhe competia ir a uma guerra que não era dele. “Porém Josias não tornou atrás” (v.22) e à semelhança de Acabe, quando se disfarçou para enganar o exército de Ramote-Gileade (2Cr.18:29), usou da mesma estratégia selando a própria destruição.

O fim da vida de Josias não precisava ser assim. Em algum momento do caminho, permitiu que o seu enganoso coração o corrompesse e o levasse a esquecer de todos os benefícios do Senhor para com ele. A ascendente queda de uma Páscoa jamais vista para uma guerra sem sentido precisa abrir os nossos olhos para uma necessidade que é diária: “Examinai-vos a vós mesmos se realmente estais na fé; provai-vos a vós mesmos. Ou não reconheceis que Jesus Cristo está em vós? Se não é que já estais reprovados” (2Co.13:5).

A necessidade de líderes que se empenhem na obra do ensino das Escrituras e que sejam consagrados ao Senhor é urgente e real. Contudo, maior do que esse serviço é a obra de cunho pessoal que cada um de nós precisa experimentar. A ordem que estabeleceu uma celebração sem precedentes é a ordem dada pelo Céu a nós, hoje: “Preparai-vos segundo as vossas famílias” (v.4). Cada membro do lar é convidado a celebrar a Páscoa do Senhor diariamente, dando graças a Deus pelo verdadeiro Cordeiro que foi imolado em nosso lugar. Desta forma, lançamos mão de nossa auto-suficiência e nos colocamos “sobre o altar do Senhor” (v.16).

Andar com Deus é uma experiência possível e que move o coração do Pai do Céu para todo aquele que busca tal comunhão. Da mesma forma que existe esse desejo divino em operar em nós a Sua santificadora influência, há um inimigo nos sugerindo disfarces letais. Não tombará, porém, o soldado que reconhece a sua limitação e a sua necessidade vital da infalível armadura. “Portanto, tomai toda a armadura de Deus, para que possais resistir no dia mau e, depois de terdes vencido tudo, permanecer inabaláveis” (Ef.6:13).

Como a vitória de Josias estava em se abster da guerra, a nossa vitória consiste em confiar no “Cordeiro que foi morto desde a fundação do mundo” (Ap.13:8). Que nossa vida não seja lembrada com “uma lamentação” (v.25), mas como quem deixou no mundo o precioso legado de “que não andamos segundo a carne, mas segundo o Espírito” (Rm.8:4). Vigiemos e oremos!

Bom dia, guiados pelo Espírito de Deus!

Rosana Garcia Barros

#PrimeiroDeus #2Crônicas35 #RPSP

Comentário em áudio: youtube.com/user/nanayuri100



II CRÔNICAS 35 – COMENTÁRIO PR. RONALDO DE OLIVEIRA by Maria Eduarda
18 de novembro de 2019, 0:10
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