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GÊNESIS 46 – A Palavra de Deus, em sua totalidade, é impressionante; merece nossa atenção. Este capítulo é importante; o qual pode ser divido assim:
1. Jacó abandona Canaã e viaja ao Egito com toda sua família (vs. 1-27);
2. Jacó e José se reencontram após mais de duas décadas (vs. 28-34).
Antes, porém, de considerar alguns pontos teológicos, reflita: José conseguiu, pela graça divina, reunir e restaurar toda sua família. Mas, o que aconteceria se…
• …Ele se vingasse de Potifar e sua esposa assim que tornou-se governador?
• …Ele se vingasse de seus irmãos depois de toda injustiça que fizeram contra ele?
• …Ele usasse o poder que agora tinha nas mãos para oprimir àqueles que lhe oprimiram outrora?
É facilíssimo estragar tudo; por tal facilidade que a atitude de Jacó em relação a José provocou ciúmes, inveja e ódio em seus outros filhos; os quais ganharam dinheiro vendendo José – estragando ainda mais.
Contudo, a parte positiva é que, embora a maioria esteja empenhada em fazer estragos, se apenas um membro da família colocar-se nas mãos de Deus, tornar-se-á instrumento que restaurará tudo que está arruinado.
Este capítulo confirma a realidade dos dois sonhos de infância de José. O primeiro: 11 feixes de trigo se inclinavam diante do dele (representava seus irmãos); o segundo: O sol, a lua e as estrelas inclinavam-se diante dele (incluía seus pais – embora sua mãe já estivesse falecida, 37:6-11).
José é governador do Egito, que, além de ser a maior potência política da época, era a única nação que tinha sua economia estável quando todas as outras enfrentavam uma crise de alimento. Graças a José, o sonhador e intérprete de sonhos, o Egito estava “nadando no dinheiro” enquanto a economia do mundo despencava abruptamente.
Aliás, o foco é Deus! Não podemos ignorar esta verdade. Se não fosse Ele, José seria um mimado, ou um frustrado escravo amargurado.
Deus já havia profetizado a Abraão tempos atrás que sua descendência peregrinaria em terra estrangeira, e seria reduzida à escravidão; entretanto, após 400 anos e o julgamento divino, sairia com muitas riquezas. Esta profecia está registrada em Gênesis 15:13-14.
Deus conhece não só detalhes sobre o futuro, Ele cumpre tudo que promete! Este capítulo fortalece nossa certeza/confiança/fé em Sua Palavra!
“Senhor, reaviva-nos profusamente. Amém” – Heber Toth Armí.
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“Então disse: Eu sou Deus, o Deus de teu pai; não temas descer para o Egito, porque lá Eu farei de ti uma grande nação” (v.3).
Sem demora, Israel partiu em direção ao Egito. Seu coração, porém, apesar de ansioso pela expectativa de reencontrar seu amado filho, estava temeroso pelo fato de ter de deixar de novo a terra das peregrinações de seus antepassados. Perplexo pelos últimos acontecimentos, Deus lhe falou através de “visões, de noite” (v.2). Chamando-lhe pelo nome de nascimento, o Senhor o confortou com a confirmação da promessa outrora dada a seus pais e com a certeza de que veria José novamente. Então, prosseguiram viagem “para o Egito, Jacó e toda a sua descendência” (v.6).
De um grupo de setenta pessoas, o Senhor suscitaria uma inumerável nação. Mas à cada genealogia contida na Bíblia encontramos o desejo de Deus de relacionar-Se pessoalmente com cada indivíduo. O encontro de José com seu pai deveria ser vivido entre nós e o Pai todos os dias em nossos lugares de oração. Assim como Jacó foi ao encontro de José e este, assim que o soube, correu ao seu encontro, quando compreendemos que Deus vem ao nosso encontro primeiro a nossa reação deveria ser a mesma de José, “lançando sobre Ele toda a [nossa] ansiedade, porque Ele tem cuidado de [nós]” (1Pe.5:7).
Oh, amados, não foram os carros de Faraó, a abundância de cereais e nem as terras férteis do Egito que proporcionaram aquele emocionante encontro, mas a fidelidade de um Deus que não muda (Ml.3:6). Há um encontro marcado entre Deus e todo aquele que O busca e O invoca (Jl.2:32); todo aquele que descobriu em Jesus um precioso Amigo. Eu creio que se cumprirá em minha vida a promessa de Apocalipse 21:4, de forma pessoal. Muito em breve, poderei me lançar nos braços do meu Salvador e chorar “assim por longo tempo” (v.29), enquanto Ele enxuga as minhas lágrimas com Suas fortes mas suaves mãos, e enquanto minhas lágrimas Lhe escorrem por entre as marcas da cruz, Ele olhará com o mesmo olhar de graça com que olhou Pedro após negá-Lo e me dirá: “Pronto, minha filhinha, agora você está segura para sempre!”
Você deseja por este encontro?
Então, dia após dia, olhe para Jesus e você viverá para contemplá-Lo para sempre!
Bom dia, salvos pela contemplação de Cristo!
Desafio do dia: Medite nas cenas finais da vida de Jesus, Sua morte e ressurreição. Faça disto um hábito diário.
Rosana Garcia Barros
#PrimeiroDeus #Gênesis46 #RPSP
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588 palavras
1-4 O movimento para o Egito se inicia com um serviço sacrifical em Berseba (veja 26:23-24; 28:13). Após um longo período de silêncio divino, Deus fala novamente a Jacó (pelo menos de acordo com o texto bíblico). Deus fala de novo a Jacó, assegurando a ele a Sua presença (mesmo fora da terra prometida) e Seu compromisso de fazer de suas promessas a Abraão uma realidade (Andrews Study Bible).
1 ofereceu sacrifícios. Berseba foi o lugar da adoração de Abraão (21.32-33), Isaque (26.23-25) e Jacó (28.10-15) (Bíblia de Genebra).
3 É provável que Jacó se estivesse mostrando tão relutante em ir para o Egito pelo fato de ter em mente a aliança vinculada com Abraão mediante a qual a terra de Canaã estava prometida a seus descendentes. em virtude da certeza que Deus lhe dera de que, não somente seria preservada a família (cf 45.7), mas haveria de multiplicar-se e tornar-se numa poderosa nação, a qual haveria de voltar e entrar na posse da terra e da herança, Jacó resolveu partir. Bíblia Shedd.
4 A mão de José fechará os teus olhos. Lit. “José fechará teus olhos quando morreres”. Uma palavra de conforto para o idoso Jacó, de que ele morreria em paz, na presença de José (50.1, cf 15.15) (Bíblia de Genebra).
6 Toda a descendência de Jacó foi para o Egito, em cumprimento do plano divino (cf v 3). Dois eram os propósitos: 1) Estabelecendo-se em Gósen, os filhos de Israel estariam isolados das influências paganizadoras, tanto de Canaã como do Egito; 2) Por outro lado, porém, o povo de Deus entrava em contato, daquela maneira, com a mais avançada civilização contemporânea. Entre outros benefícios, encontram-se os seguintes: regime governamental sem o qual a nação nem mesmo chegaria a existir, administração baseada em estatutos legais, além da escrita, sem a qual Moisés jamais poderia ter escrito os cinco primeiros livros da Bíblia. Bíblia Shedd.
8-27 A lista dos nomes dos descendentes de Jacó até a terceira geração identifica todos que foram ao Egito. As crianças e netos de Lia vem primeiro (vs. 8-15), seguidos pelos de Zilpa (vs. 16-18), Raquel (vs. 19-22) e Bila (vs. 23-25) (Andrews Study Bible).
estes são os nomes dos israelitas…que foram para o Egito. Repetido palavra por palavra em Êx 1.1 … em que apresenta o cenário da história do Êxodo. Bíblia de Estudo NVI Vida.
26 todos eram sessenta e seis pessoas. O número sessenta e seis corresponde aos constituintes da família de Jacó, não incluindo o próprio Jacó, José e os dois filhos deste. … De acordo com a Septuaginta, o número dos que partiram para o Egito era de setenta e cinco, que é também o número dado por Estêvão (At 7.14). Os cinco adicionais viriam a ser os netos de José, provavelmente. Bíblia Shedd.
Em Atos 7:14, Estêvão menciona setenta e cinco pessoas em sua recontagem da história de Israel, muito provavelmente baseando-se (como crente grego) na Septuaginta Grega, que inclui cinco mais nomes nesta seção. O número setenta expressa complitude no VT. Gideão tem setenta filhos (Jz. 8:30), assim como Acabehab (2 Rs. 10:1). Em Gên. 10, o total dos descendentes dos filhos de Noé é de setenta e representam a população mundial completa. Num. 11:16, 24 e Êx. 24:1,9 mencionam 70 anciãos como representativos de todo o povo (Andrews Study Bible).
30-34 José prepara sua família para uma audiência com o líder da superpotência daqueles dias. Textos egípcios não sugerem uma aversão particular contra pastores. Talvez José queira dizer que os egípcios não gostem de pastores vagueando e fazendo uso de suas poucas terras utilizáveis. Desde que a maioria dos egípcios eram fazendeiros, havia provavelmente forte antipatia por pastores seminômades que não controlam o suficiente suas ovelhas (Andrews Study Bible).
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Texto bíblico: http://biblia.com.br/novaversaointernacional/genesis/gn-capitulo-45/
José começou com sonhos de grandeza apenas para ser jogado em um buraco no chão e vendido como escravo por seus irmãos. Ele se tornou o principal servo de um funcionário do governo, apenas para ser falsamente acusado de tentativa de estupro e jogado na prisão. Agora ele é o segundo homem mais poderoso do Egito, tendo seus irmãos rastejando a seus pés. É a hora de dar o troco.
Exceto que ele não se vinga. Em vez disso, José faz um retrospecto de sua vida e, pela primeira vez, vê o quadro geral. Através de todas as lutas, ele vê que Deus tem executado a Sua vontade. A escravidão, a prisão, o poder – todas as peças agora fazem sentido. Deus deu a José a tarefa de preservar a promessa que Ele fez a Abraão (v. 7). Deus não havia se esquecido de José – Ele estava trabalhando o tempo todo.
Talvez você tenha tido um sonho de fazer algo grande para Deus. Mas seus planos foram prejudicados e você chegou a um beco sem saída. Talvez pareça que Deus desistiu de você. Mas Deus não esqueceu o sonho que Ele colocou em seu coração – é o sonho dEle também. Assim como Ele fez com José, Deus está lutando suas batalhas, fazendo com que Seu propósito se torne realidade em sua vida.
Michael Peabody
Advogado, Los Angeles, CA
Fonte: https://www.revivalandreformation.org/?id=291
Equipe de tradução: Pr Jobson Santos, Jeferson e Gisele Quimelli
Ouça em áudio (voz: ValescaConty):
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GÊNESIS 45 – O que é “perdão”? Deus deixou-nos “dons” difíceis de explicar; entretanto, com resultados visivelmente satisfatórios. Creio que as muitas definições são insuficientes para descrever o significado real de perdão, o qual extrapola nossa compreensão.
Destarte, o efeito do perdão é eficaz para que haja reconciliação eficiente. O perdão é dom celestial, produz efeito divinal; seu conceito é complexo à limitada mente humana.
Para nós, pecadores que falhamos abusivamente – nem mesmo pessoas que amamos estão livres de nossas ofensas e ataques cruéis – carecemos, em demasia, de algo que resolva nossas atitudes doentias de agredir, ofender e destruir.
Em meio a este emaranhado mundo de pecado, problemas de relacionamento, acusações, medos, invejas, orgulhos, ciúmes, ameaças, vaidades, etc. quem nunca foi ofendido? Quem nunca ofendeu alguém? Quem está livre da culpa? Quem não precisa pedir ou receber perdão? Quem não precisa de reconciliação?
Observe a história sagrada, por Deus inspirada a fim de revelar-nos preciosas lições de vida através de uma família que foi satisfatoriamente restaurada:
1. O pecado, a culpa e o erro podem escancarar-se/revelar-se diante de nós por mais tempo que passe; José, o problema do passado, dormente na memória, veio à tona diante dos olhos de seus irmãos (vs. 1-8);
2. O coração perdoador expressa palavras misericordiosas e atitudes bondosas aos que o prejudicaram; isso, porque Deus reverteu a história dando-lhe outro rumo e moldando o coração e a visão de José (vs. 9-15);
3. A reconciliação verdadeira promove intimidade e restauração completa à família que, apesar das diferenças e crises de relacionamento do passado, experimenta graça divina no presente (vs. 16-28).
Perdão: atitude sobrenatural! Não há nada igual para pagar mal com bem do que perdoar quem merece desprezo total! Quem sente o prazer e paz indescritíveis oriundos do perdão divino não será egoísta para negar perdão a seu irmão!
Hernandes Dias Lopes expressa: “Perdoar é restaurar, é cancelar a dívida, é não cobrar mais. É deixar o outro livre e ficar livre. O perdão oferece cura para os ofensores e ofendidos”.
É melhor perdoar do que não querer se reconciliar! Por mais doloroso, é melhor aprender duramente as lições da vida do que perder a vida inteira por negar-se aprender.
Perdoar não justifica injustiças – liberta ofensores e ofendidos! Entendeu? Reavivemo-nos! – Heber Toth Armí.
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“E disse a seus irmãos: Eu sou José; vive ainda meu pai? E seus irmãos não lhe puderam responder, porque ficaram atemorizados perante ele” (v.3).
Acabado de falar Judá, a reação do poderoso governador egípcio fez com que todos os filhos de Israel ficassem praticamente em estado de choque. Ordenando a saída de todos que o serviam, imagino José andando nervoso de um lado para o outro até finalmente cair no chão e gritar o choro que lhe consumira a alma por tantos anos. Foi algo tão surreal, que os egípcios “e também a casa de Faraó” (v.2) o ouviram chorar. O Egito parou para ouvir as lágrimas de seu generoso governante. Seus irmãos não entenderam a sua atitude até ouvirem a revelação de que ele era José. Seus corações pareciam que lhes sairia pela boca. Ficaram petrificados, de forma “que não lhe puderam responder” (v.3).
A partir dali, um filme se passou na mente dos filhos de Israel e a dolorosa lembrança do que fizeram no passado tornou-se objeto de seu maior temor. Faria José justiça com as próprias mãos? Sentiram-se tão impotentes quanto José quando fora lançado ao poço. Um turbilhão de pensamentos lhes sobreveio naqueles poucos instantes antes que José lhes deixasse bem claro de que os havia perdoado. E terminado de falar, “lançando-se ao pescoço de Benjamim, seu irmão, chorou”, e “José beijou a todos os seus irmãos e chorou sobre eles”, foi então que depois disto, “seus irmãos falaram com ele” (v.15). Tomando conhecimento de todo o ocorrido, Faraó ordenou que a família de José fosse morar entre eles e cuidou dos preparativos para que isto acontecesse. “E os filhos de Israel fizeram assim” (v.21).
Quando Jacó ouviu que vivia o seu filho José, quase teve uma parada cardíaca, mas “reviveu-se-lhe o espírito” (v.27) ao ver os carros de Faraó. Com a mesma intensidade do choro de José, disse: “Basta; ainda vive meu filho José; irei e o verei antes que eu morra” (v.28). Muitas vezes é preciso perder para poder ganhar. Jacó pensara ter perdido o seu filho, quando, na verdade, Deus o estava preparando para que todos os filhos de Jacó não perecessem. Traído por seus irmãos, vendido por moedas de prata, preso e humilhado, e depois exaltado como o homem mais importante de toda a Terra, José fora um dos tipos de Cristo do Antigo Testamento. Percebam alguns trechos de sua fala: “Achegai-vos a Mim… para conservação da vida, Deus me enviou adiante de vós… Deus me enviou adiante de vós… não fostes vós que me enviastes para cá, e sim Deus” (v.4, 5, 7 e 8).
Agora percebam as palavras de Cristo: “Vinde a Mim” (Mt.11:28); “Eu vim para que tenham vida e a tenham em abundância” (Jo.10:10); “porque Eu vivo, vós também vivereis” (Jo.14:19); “Vim do Pai e entrei no mundo” (Jo.16:28); “Não fostes vós que escolhestes a Mim” (Jo.15:16); “Mas, agora, vou para junto dAquele que Me enviou” (Jo.16:5). Há uma íntima relação entre a história de José e o plano da salvação em Cristo. Todos nós somos aqueles irmãos que traíram o Senhor. Nossos pecados ferem o coração do Pai e o que merecemos é a morte. Mas Jesus simplesmente nos diz: “Achegai-vos a Mim”, e lançando-Se ao nosso pescoço, nos abraça, nos beija e nos deixa constrangidos com um amor tão extravagante e ilimitado.
Você acha que foi longe demais e não merece o perdão divino? Preste muita atenção, amado: “para com Deus não há acepção de pessoas” (Rm.2:11). Todos nós nos encontramos na mesma condição de pecadores, dependentes da graça de Cristo. Assim como os filhos de Israel não teriam coragem de retornar ao pai não fosse a intercessão de José, nós não teríamos acesso ao Pai não fosse a mediação de Jesus Cristo. Não importa se você chegou ao fundo do poço sozinho ou se alguém lhe jogou ali. Olhe para cima e veja a mão de Jesus estendida para lhe abraçar, lhe beijar e lhe devolver para o Pai.
Bom dia, alvos do maior amor de Deus!
Rosana Garcia Barros
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538 palavras
1-2 José manda saírem da sala todos os atendentes egípcios. Contudo, seu alto choro é ouvido por Faraó (que, como todo bom monarca, tem ouvidos e olhos em todos os lugares) (Andrews Study Bible).
José se deu a conhecer só depois que se certificou do novo coração de que seus irmãos estavam possuídos. José, como o próprio Deus, bem sabia que a disposição mais generosa para perdoar busca a certeza necessária quanto ao arrependimento real verificado no ofensor, antes de segura e saudavelmente entregar-se à empresa de derramar lágrimas de verdadeira reconciliação. Bíblia Shedd.
3-8 Após a declaração inicial de José, seus irmãos ficam “atemorizados” (“desmaiados”) – provavelmente devido ao seu medo de possível retribuição ou mesmo por não acreditarem. Pessoas podem desmaiar em contextos de guerra (Êx. 15:15; Jz. 20:41). A primeira pergunta de José tem a ver com seu pai, talvez por conta de sua preocupação após a descrição apaixonada de Judá do sofrimento e perda de sentido de Jacó (Andrews Study Bible).
4 chegai-vos a mim. Uma ordem geralmente utilizada para apresentar importantes eventos ou proclamações (Jos. 3:9; 1 Sam. 14:38; 1 Rs. 18:30). Apesar dos irmãos se aproximarem, ainda não há intimidade. Eles obedecem e não podem compreender o curso dos eventos (Andrews Study Bible).
5 Deus me enviou. Coração teológico da história de José (vs. 7-8; ver também 50:19-21; Atos 7:9-10). O Deus de José é o Deus das surpresas e espantosas viradas. Ele está no controle. Esta importante declaração está ligada em no v. 7 com a idéia do remanescente, o descendente sobrevivente (2 Sm. 14:7) (Andrews Study Bible).
um remanescente. Embora nenhum deles se tivesse perdido, tinham escapado de uma grande ameaça contra eles todos; assim, José os chama remanescente na confiança de que viveriam para produzir um grande povo. Bíblia de Estudo NVI Vida.
8 me pôs por pai de Faraó é a tradução do hebraico ab, mas, também, é fiel para a palavra egípcia “vizier”, cuja significação é “primeiro ministro”. Muito provavelmente é esta última a melhor tradução. Bíblia Shedd. [NVI: Ele (Deus) me tornou ministro do faraó].
9-13 A localização de Gósen não é completamente clara, mas se ajusta à região oriental do delta do Nilo (Andrews Study Bible).
12 sou eu que estou falando. Não por meio de um intérprete, como antes (v. 42, 43). Bíblia de Estudo NVI Vida.
14-15 Beijar e abraçar são parte da expressão de amor e cuidado nas culturas orientais e marcam o ponto alto emocional desta história de suspense (Andrews Study Bible).
16-20 Faraó dá a sua bênção à sugestão de José e repete o convite de José para que a família de José se estabeleça no Egito (Andrews Study Bible).
18 poderão desfrutar a fartura desta terra. Eco da bênção que Isaque impetrou sobre Jacó (v. 27, 28).
21-25 Os irmãos de José regressam a Canaã imediatamente, levando consigo provisões, cartas e outras evidências da veracidade de sua incrível história (Andrews Study Bible).
24 Não contendais pelo caminho. A transformação verificada na posição de José, pela qual ele se tornara assim afortunado, poderia ter suscitado em seus irmãos aquele interesse tão comum entre os homens de tentar fugir da culpa mediante acusações mútuas. Isto teria encorajado contendas. Bíblia Shedd.
José não queria que nada provocasse demora na viagem de volta (cf. nota no v. 9), esperando que evitassem mútua acusação e recriminação no tocante ao passado. Bíblia de Estudo NVI Vida.