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1 sobe a Betel. Jacó tinha um voto a cumprir (28.20-22; 34:1-31). A revelação de Deus em Betel (vs. 9-13) reitera as promessas da aliança com Abraão, que anteriormente havia adorado em Israel. Bíblia de Genebra.
Jacó temia que o traiçoeiro massacre dos siquemitas feito por Simeão e Levi levasse à represália por parte de outras tribos cananéias vizinhas. O idoso patriarca parece ter refletido sobre o horrível ato e suas esperadas consequências, sem saber o que fazer ou para onde se voltar. Em sua perplexidade, Deus apareceu uma vez mais e o instruiu quanto a como proceder para proteger sua família. Jacó deve ter se sentido feliz com a certeza de que o mesmo braço divino que o havia escudado contra a ira de Labão e a inimizade de Esaú continuaria a protegê-lo e preservá-lo. CBASD – Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 1, p. 433.
A palavra fugias é significativa porque Jacó estava outra vez fugindo para salvar sua vida (cf 34.30). Bíblia Shedd.
2 Lançai fora. O arrependimento envolve a renúncia de qualquer coisa que impeça ou atrapalhe a adoração e o culto a Deus. A exigência primária da aliança é a lealdade exclusiva a Deus (Êx 20.3-5; Js 24.24; Jz 10.16). Bíblia de Genebra.
4 deram a Jacó. Jacó recobrou sua liderança espiritual sobre a família (30.2, nota; 34:1-31, nota [Ao invés de morar em Siquém (33.18-19), talvez Jacó devesse ter cumprido o seu voto feito em Betel (28.22; 31.13; 35.1). Não há a menção de Deus neste capítulo e nem de separação da idolatria (35.1-5), um comentário triste a respeito da liderança espiritual de Jacó]). Bíblia de Genebra.
argolas … das orelhas. Estes brincos eram amuletos associados com cultos pagãos. Bíblia de Genebra.
Os pendentes eram usados por ambos os sexos e pelas crianças (Êx 32.2). Alguns pendentes eram usados por motivos de idolatria, como amuletos (cf Is 3.20) e, portanto, impunha-se que fossem removidos nessa ocasião. Bíblia Shedd.
5 terror. Destaca a proteção especial de Deus em um ambiente de crescente hostilidade (ver Êx 15:14-17). Andrews Study Bible.
A proteção de Deus sobre a família de Jacó através de um pânico induzido (cf Êx 23.27; Js 2.9) foi necessária porque a sua reputação havia mudado de pacíficos pastores (34.21) para vorazes guerreiros (34.30). Bíblia de Genebra.
7 edificou ali um altar. Jacó finalmente cumpriu seu voto ao Senhor (28.20-22). Ao construir este altar, a família patriarcal reconheceu as promessas da aliança e consagrou a Terra Prometida. O culto regular seria crucial se eles quisessem manter a separação religiosa dos cananeus vizinhos (cap. 34; Nm 25.1-3 e notas). Ver 12.7, nota; 13.18; 22.9; 32.20. Bíblia de Genebra.
16 Efrata. O nome mais antigo de Belém (cf. v. 19, em Judá). Bíblia de Estudo NVI Vida.
18 alma. O significado da palavra hebraica é “vida” (9:4-5; Jó 2:4, 6). O texto simplesmente diz que Raquel morreu. Andrews Study Bible.
Benoni. “filho da minha dor”. Benjamim. “Filho de mão direita”. Bíblia Shedd.
O nome [Benjamim] também pode significar “filho do sul” – distinguindo-o dos demais filhos que nasceram no norte. Bíblia de Estudo NVI Vida.
Os hebreus geralmente descreviam direções com base em uma pessoa olhando para o oriente [leste] – a mão direita, consequentemente, pontava para o sul. Bíblia de Genebra.
22 O arrogante ato de Ruben em se deitar com a concubina de seu pai terá futuramente paralelo no ato de Absalão (2Sm 16:22). Muito provavelmente ele desejava assegurar sua posição de liderança sobre o clã e seu direito de primogênito e mostrar seu descontentamento com a falta de amor de Jacó por Lia, sua mãe. Andrews Study Bible.
Este último golpe foi ainda mais amargo e devastador que a morte de Raquel ou a violação de Diná. CBASD, vol. 1, p. 437.
O ato de Rúben foi uma reivindicação arrogante e prematura de seus direitos como primogênito – no caso, o direito de herdar a concubina do pai. Por causa disso, perderia a condição legal de primogênito (ver 49.3, 4; 1Cr 5.1). Bíblia de Estudo NVI Vida.
Pelo seu pecado, Rúben foi privado de sua posição de primogênito (48.1, nota) e de sua liderança (49.3-4; Dt 22.30), que Judá, o quarto filho de Lia, viria a assumir (49.8-10)
27-29 A informação da morte de Isaque encerra as histórias de Isaque e Jacó. Com base na cronologia interna [à Bíblia], Isaque viveu aproximadamente mais doze anos após José ter sido vendido à escravidão. Isaque morreu após uma vida plena (25:7-11) e com toda a família de Jacó à sua volta. Andrews Study Bible.
Seu obituário é inserido antes do momento real de sua morte para evitar interromper a história de José. CBASD, vol. 1, p. 438.
Isaque aparece novamente na narrativa(28.5). Sua jornada terminou tendo ele um grande número de anos, mas Deus o deixou depois que tentou impedir Seus propósitos na bênção (25.19, nota [Depois que Isaque tenta obstruir a bênção de Deus sobre Jacó (cap. 27), não se ouve nada mais acerca dele até a sua morte (35.27-29)]. Bíblia de Genebra. [NC: Gen 27:4 e 33 revelam que a real intenção de Isaque era transmitir a Esaú as bênçãos da Aliança].
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Texto bíblico: http://biblia.com.br/novaversaointernacional/genesis/gn-capitulo-34/
Para proteger seu povo, Deus ordenou a Seus filhos que não se associassem romanticamente à sociedade pagã ao redor deles. Dessa forma, eles poderiam evitar compromissos e danos.
Mas Diná foi descuidada neste aspecto. Primeiro ela saiu com as jovens moças pagãs. Mas isso deu oportunidade para que um dos solteiros populares locais a notasse. E ele a notou. Como resultado, ela foi agredida sexualmente. Isso levou à morte de seu pretendente e de toda a sua cidade! E o efeito desse massacre foi que toda a família de Diná teve que arrumar todos os seus pertences e se mudar para onde eles não estariam em perigo de uma guerra de vingança.
Eu terminei meu tempo como estudante no Instituto de Estudos do Leste Asiático há alguns meses. Agora estou trabalhando como uma jovem solteira cercada por homens pagãos. Eu aprendi que devo ter cuidado ao escolher amigos. Que eu deveria ouvir a palavra de Deus porque eu posso ver que um pecado levará a outro. Portanto, eu quero ter um relacionamento íntimo com Deus sempre para que eu possa ouvir a Sua voz quando Ele me advertir sobre o perigo que me enfrenta. Amém.
Prescella Francis
Diretor do Centro de Tutoria iEAT
Institute of East Asia Training
Sabah, Bornéu
Fonte: https://www.revivalandreformation.org/?id=280
Equipe de tradução: Pr Jobson Santos, Jeferson e Gisele Quimelli
Ouça em áudio:
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GÊNESIS 34 – Muitos romanceiam as histórias bíblicas omitindo verdades que Deus revelou. Quantos sermões já foram pregados sobre este capítulo?
As famílias bíblicas estavam muito longe de serem perfeitas, devido a que as pessoas eram cheias de defeitos como nós:
• Abraão era pagão, idólatra e politeísta (Josué 24:2);
• Isaque, seu filho, foi um pai e marido mentiroso e indiferente;
• Jacó e Esaú, netos de Abraão, eram briguentos, trapaceiros, enganadores e problemáticos;
• Os filhos de Jacó, bisnetos de Abraão, vingativos e assassinos. Diná, a única filha de Jacó, foi estuprada (Gênesis 34).
Que família! Observe o esboço deste capítulo realizado por Victor P. Hamilton:
1. Diná é estuprada (vs. 1-7);
2. Hamor e Siquém representam o problema (vs. 8-12);
3. Os filhos de Jacó fazem uma proposta (vs. 13-17);
4. Os homens de Siquém são circuncidados (vs. 18-24);
5. Os filhos de Jacó vingam-se (vs. 25-31).
Há muitos religiosos que omitem os terríveis erros dos personagens bíblicos quando Deus quis que fossem registrados (não cometidos) os horrendos defeito de caráter deles.
Quando omitimos o que Deus revela ignoramos partes da Palavra que sai de Sua boca; e, meias-verdades são formas sutis de engano – fazendo isso, somos religiosos tão falhos quanto os familiares de Abraão.
Que tragédia: Diná estuprada. Seus irmãos traíram o povo de Siquém e vingaram-se brutalmente de seus habitantes massacrando-os completamente. Que desgraça!
“Os eventos de Siquém resultaram da demora de Jacó em obedecer a ordem de Deus de ir a Betel […]. Os filhos de Jacó haviam considerado a ação de Siquém como algo ‘que não se devia ter feito’ (v. 7), contudo, o massacre que eles cometeram violava tanto a consciência moral como a lei de retribuição de um crime”, destaca Arthur J. Ferch.
Por que aconteceu essa tragédia? Para ensinar-nos algo: “Os ardis [dos filhos de Jacó] foram enganos vis” – comenta Ferch – “traição a sangue frio, e matança sem piedade. [Eles] Degradaram o sinal do pacto da circuncisão, e fizeram a cruel violência como uma suposta administração de justiça. Quão diferente poderia ter sido se Jacó tivesse sido fiel a Deus e a Sua promessa e tivesse assentado em Betel”.
Atender as orientações de Deus evita tragédias, dores e sofrimentos. É para ensinar isso que a Bíblia registrou essa história! – Heber Toth Armí.
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“Ora, Diná, filha que Lia dera à luz a Jacó, saiu para ver as filhas da terra” (v.1).
Diná era a única filha de Jacó. A Bíblia não relata a idade da moça, mas ela deveria ser apenas uma adolescente quando a sua curiosidade causou uma tragédia sem precedentes. Acostumada à tranquilidade de seu antigo lar, pensou ser um passeio inocente andar desacompanhada beirando os limites de terras estranhas. E não precisou ir tão longe para deparar-se com o perigo. Além de ter sido vítima de um estupro, sua saída imprudente tornou-se a causa de terrível massacre.
A dissimulação de Simeão e Levi os levou a fazer justiça com as próprias mãos. Não deixariam sem resposta a desonra causada à sua única irmã: “Abusaria ele de nossa irmã, como se fosse prostituta?” (v.31). E, aproveitando-se do dia mais propício para o seu intento, “entraram inesperadamente na cidade e mataram os homens todos” (v.25). Com essa atitude, os filhos de Jacó se mostraram tão covardes e violentos quanto os homens de Siquém.
As consequências desastrosas deste simples passeio foram registradas nas Escrituras a fim de que possamos compreender que qualquer passo em falso em um mundo dominado pelo pecado pode causar danos e marcas irreversíveis. Não podemos ficar passeando à beira do precipício do pecado, amados! Muitos jovens têm se aventurado em sair para ver as “formosas” estratégias do Maligno, e quantos têm perdido a inocência ao aproximar-se das influências deste mundo. Casamentos têm sido destruídos porque um dos cônjuges, ou ambos, escolheram sair para ver o que um relacionamento extraconjugal pode oferecer. “Aquele que procura prazeres entre os que não temem a Deus, está a colocar-se no terreno de Satanás, e a convidar suas tentações” (EGW, Patriarcas e Profetas, p.140).
Em nome de Jesus, meus irmãos, não ousemos sair um só instante da presença de Deus! Eis o que precisamos ver: “Olhai para Mim e sede salvos” (Is.45:22), diz o Senhor. Não brinquem no terreno de quem não está aqui para brincar, e sim “para roubar, matar e destruir” (Jo.10:10). “Considerai, eu vos rogo… considerai estas coisas” (Ag.2:18). Ponderai em considerar os ensinos da Palavra de Deus com muita seriedade, pois “os justos são libertados pelo conhecimento” (Pv.11:9). Deus olha para “o aflito e abatido de espírito e que treme da [Sua] Palavra” (Is.66:2). Prossigamos em sermos reavivados pela Palavra do Senhor, e que este conhecimento continue nos guiando ao conhecimento que salva: “E a vida eterna é esta: que Te conheçam a Ti, o único Deus verdadeiro e a Jesus Cristo, a quem enviaste” (Jo.17:3).
Bom dia, aqueles que contemplam a Deus!
Desafio do dia: Estabeleça um horário especial de oração diária por sua família.
Rosana Garcia Barros
#PrimeiroDeus #Gênesis34 #RPSP
Comentários em áudio:
https://www.youtube.com/user/nanayuri100
https://www.youtube.com/channel/UCzzqtmGdF4UqBopc6CRiqLA
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1-31 O estupro de Diná e o subsequente massacre da população masculina de Siquém pelos filhos de Jacó revelam profundos conflitos envolvendo as tensões entre pessoas nativas e não nativas, diferenças religiosas e o importante valor da honra familiar (Andrews Study Bible).
Este capítulo presta-se para admoestar-nos a propósito dos perigos do mundanismo nas vidas cristãs (Jo 17.16), principalmente depois de proferidos votos de consagração, como os assumidos por Jacó em Peniel (Bíblia Shedd).
A ameaça à comunidade da aliança em Siquém foi severa. A proposta de Hamor teria significado a assimilação da família de Jacó pelos povos vizinhos (vs. 8-10; Nm 25.1-2). A transição entre o ato de culto de Jacó (33.20) e o comportamento depravado no cap. 34 é marcante. Ao invés de morar em Siquém (33.18-19), talvez Jacó devesse ter cumprido o seu voto feito em Betel (28.22; 31.13; 35.1). Não há a menção de Deus neste capítulo e nem de separação de idolatria (35.1-5), um comentário triste a respeito da liderança espiritual de Jacó (Bíblia de Genebra).
1 ver, isto é, fazer amizades. Diná poderia contar, então, com quinze anos de idade (Bíblia Shedd).
O caminho certo é tornarmos nosso lar tão atraente que nossos filhos não se sintam tentados a desejar as alianças que são oferecidas por aqueles cuja única riqueza está na presente vida. Nossas Rutes não deixarão nossos campos se, de propósito, deixarmos cair mais espigas para elas recolherem (Comentário Bíblico Devocional – Velho Testamento).
2-4 Siquém, o filho de Hamor (33:9), estuprou Diná e decidiu se casar com ela, o que requereu negociações entre as duas famílias. O capítulo contém muitas falas planejadas para convencer a parte oposta (Andrews Study Bible).
2 Viu-a… tomando-a, a possuiu. Diná não consentiu na relação. Foi, portanto, um estupro. A palavra traduzida como “possuiu” é traduzida como “forçar” em 2Sm 13.12, 14, 22, 32. A sequência “viu…tomou…” lembra 3.6; 6.2 (Bíblia de Genebra).
7 em Israel. Ou contra Israel (Bíblia NVI).
9 A proposta da união pelo casamento era atrativa, desde que ela provia proteção e prosperidade, mas também significaria absorção pela cultura (e religião) caananita (Andrews Study Bible).
12 O preço da noiva é estabelecido pela família da noiva (24:53) como compensação (Andrews Study Bible).
13 violado. Surpreende-nos verificar que a palavra traduzida por “violado” (cf v 13 e 27) significa profanar e encontra-se, posteriormente, usada para descrever a corrupção e profanação do Templo (Sl 79.1). Os hebreus demonstravam o mesmo sentimento e designavam a mesma palavra, querendo expressar violação, quer da honra feminina, quer da deturpação do Santo dos Santos (Bíblia Shedd).
com dolo (intencionalmente, enganosamente, desonestamente). Ecoa uma palavra chave das histórias de Jacó, incluindo o roubo da bênção de Esaú (27:35) e o trato de Labão com Jacó (29:25) (Andrews Study Bible).
Jacó colheu o fruto se seu engano; seus filhos copiaram seu dolo (27.35-360; porém, o alvo deles era matar (Bíblia de Genebra).
14 A diferença básica entre a família de Jacó e os hivitas consistia nas relações com Deus advindas da aliança. O sinal exterior dessa relação era a circuncisão; entretanto, a adoção do sinal desacompanhado da fé implícita na referida aliança não passaria de ato puramente carnal e mundano. A sugestão se revelava ainda pior, pelo fato de ter sido dada como pretexto para acobertar sentimentos de traição (Bíblia Shedd).
15 circuncidando-se todo macho. Os filhos de Jacó, cometendo um sacrilégio, esvaziaram o santo sinal da aliança do seu significado religioso (17.10-11) e abusaram dele com a intenção de cometer vingança (Bíblia de Genebra).
17 onde sua irmã. Ou, porque sua irmã (Bíblia NVI).
23 A motivação dos siquemitas também são reprováveis (Andrews Study Bible).
25 Provavelmente não estivessem sozinhos, mas tivessem arregimentado, também, os pastores e vaqueiros (cf Gn 14.14) (Bíblia Shedd).
mataram os homens todos. Sob a lei mosaica, o pecado de Siquém contra Diná não receberia esta punição, que foi excessiva (Dt 22.28-29) (Bíblia de Genebra).
Sob a liderança de Simeão e Levi, a população masculina é massacrada e a cidade é saqueada e pilhada, incluindo rebanhos, mulheres e crianças. Na bênção final de Jacó, os descendentes de ambos seria espalhada (49:7) devido a este ato (Andrews Study Bible).
saquearam. Pela sua desenfreada, infiel e precipitada vingança, Simeão e Levi perderam liderança e terra em Israel (49.5-7) (Bíblia de Genebra).
30 atraindo o ódio dos. Ou transformando-me em mau cheiro para os (Bíblia NVI).
serei destruído. Jacó demonstrou medo ao invés de fé obediente (cf. 35.5) (Bíblia de Genebra).
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Texto bíblico: http://biblia.com.br/novaversaointernacional/genesis/gn-capitulo-30/
“Vi o teu rosto como se tivesse contemplado o semblante de Deus; e te agradaste de mim.” (v. 10)
Que sentimento poderoso! Para Jacó, o relacionamento restaurado o fazia sentir estar na presença de Deus. Os seguidores de Cristo são chamados a ser o rosto de Deus para os outros. Nossos relacionamentos devem ser tão amorosos e abastecidos pela graça que, quando as pessoas estão ao nosso redor, sentem que estão experimentando a presença de Deus.
Os seus relacionamentos revelam o estado do seu coração. E o estado do seu coração se revelará em seu rosto. Ellen White escreveu uma vez que as pessoas têm uma atmosfera ao redor delas que influencia os outros. Hoje, a ciência revela que o ritmo do batimento cardíaco de uma pessoa será registrado pelas ondas cerebrais de outra pessoa até 10 pés de distância. Se o seu batimento cardíaco é acelerado devido ao estresse ou raiva, ele será registrado pelo cérebro de uma pessoa. Que influência poderosa nossas emoções e pensamentos têm sobre os outros, para o bem ou para o mal. Nós revelamos o amor de Deus ou distorcemos Seu coração dele.
Corações cheios de cicatrizes, quebrados pelo pecado e relacionamentos destrutivos, estão mancando ao longo da vida, procurando alguém que se importe. Como seu rosto os fará se sentir? Eles verão a face de Deus em você?
Lori Engel
Eugene, Oregon, EUA
Fonte: https://www.revivalandreformation.org/?id=276
Equipe de tradução: Pr Jobson Santos, Jeferson e Gisele Quimelli
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GÊNESIS 33 – Não é a malignidade do pecado que leva-nos ao arrependimento; é bondade, tolerância e paciência de Deus que nos atraem ao arrependimento (Romanos 2:4). Contudo, tal bondade pode ser rejeitada, e o arrependimento, ignorado (Mateus 19:16-22).
A graça divina é bênção imerecida que resulta de bondade imensurável. Jacó respondeu positivamente à bondade de Deus, e você?
Com atenção, observe com espírito de oração ao capítulo de hoje. Destaca-se quatro bênçãos oriundas da bondade de Deus:
1. A bênção da reconciliação: Apenas pela graça de Deus houve reconciliação entre Jacó e Esaú. A reconciliação entre irmãos é uma bênção oriunda da ação direta de Deus. O que seria se Deus não inventasse o perdão? Nunca haveria reconciliação! (vs. 1-4).
2. A bênção da proliferação: Antes de serem frutos da intimidade amorosa entre marido e mulher, filhos são frutos “que Deus bondosamente” concede aos humanos. Num mundo de pecado e desgraça gerar vidas/filhos é resultado da graça/bondade de Deus! (vs. 5-7).
3. A bênção da prosperidade: Jacó demonstrou que sua comitiva não vinha reclamar herança, nem arrancar o que Esaú possuía; ao contrário, ofereceu-lhe muitos presentes e agiu como servo humilde. Explicou-lhe sobre aqueles presentes: Era “para achar graça aos olhos de meu senhor” (vs. 8-15).
4. A bênção do livre-arbítrio: Após Deus dar prosperidade, família e reconciliação, Jacó decidiu fazer um altar de adoração a Deus. Não houve coerção divina, houve decisão positiva humana em resposta às bênçãos/bondade de Deus. Isto chama-se livre-arbítrio (vs. 16-20).
A bondade de Deus opera para salvar o pecador. Deus espera o arrependimento, mas nunca o conquista a ferro e fogo, à força. Deus não coage ninguém, Ele age com amor esperando nossa decisão sincera.
Deus age no indiferente, no incrédulo, no polígamo, no imoral, no forte, no fraco, no rico, no pobre, no homem, na mulher, no fraudulento, no covarde, no vingador, enfim, em todo pecador. Jesus é nosso único Salvador, Ele oferece Seu amor e espera ansiosamente pela nossa devoção a Ele; a qual resulta em adoração total, de todo o coração…
Por meio de Jacó Deus estava preparando uma nação para revelar Sua bênção ao mundo inteiro. Jesus é fruto desta ação de Deus para alcançar você com a maior manifestação de Sua bondade!
“Reaviva-nos, Senhor!” – Heber Toth Armí.