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Perfeição só existe naquilo que Deus faz. Questionar Seus feitos só revelará nossa imperfeição, pois enxergamos pelas limitadas, pervertidas e pecaminosas lentes da sabedoria humana.
Tem muitas coisas boas que Deus fará por nós. A profecia aponta que Ele fará…
• …uma reforma plena. Uma fonte de purificação restaurará todos os desvios de comportamento e eliminará toda impureza sexual e religiosa que atrapalha nosso relacionamento com Ele (v. 1).
• …uma purificação removendo ídolos (santos/imagens de esculturas/etc.) e falsos líderes religiosos (vs. 1-6).
• …ferirá um pastor, cuja morte provocará uma diáspora, o povo se espalhará por todos os lados (v. 7).
• …ferirá o pastor que desfruta de uma posição elevada, visto que Ele está ao Seu lado (vs. 8-9).
• …demonstrará que a morte desse pastor é necessária para causar arrependimento, reavivamento e reforma. Assim, Deus suscitará um remanescente fiel, zeloso e de boas obras (v. 9).
Zacarias é um livro evangélico, fortemente messiânico. Escritores do Novo Testamento viram o plano divino descrito no Antigo Testamento realizando-se em Jesus. Frequentemente eles aplicaram as referências de Zacarias a Jesus, tais como:
1. O Rei glorioso, vitorioso, mas pacífico (9:9);
2. O transpassado (12:10)
3. O pastor abatido (13:1).
No capítulo em questão, o transcorrer da história de Israel estava ligado à linhagem de Davi como obra da graça divina, tanto quanto Deus ter dado Jesus foi obra da graça. Os profetas enviados nada mais eram que manifestação da graça celestial a um povo que merecia a desgraça das consequências de seus atos.
Os profetas de Deus eram desprezados, maltratados, até assassinados. Nunca foi popular ser profeta; por isso, os falsos profetas surgiam com mensagens mais palatáveis, assim multidões os aceitavam e seguiam.
• No final, Deus revelará quem era dEle, e quem era líder religioso empregado pelo diabo.
O capítulo culmina com um oráculo de Deus exigindo o assassinato do Seu Pastor, o rei davídico em Israel. Devido a isso, dois terços morreriam dos habitantes do mundo, deixando vivo um terço, o qual seria testado e purificado: O verdadeiro povo de Deus (vs. 8-9).
“O processo traumático de provação e purificação resultaria no estabelecimento do remanescente, em um relacionamento especial com Deus” (Bíblia de Estudo Andrews). Deus faz tudo perfeito porque anseia por nosso relacionamento!
Amigos, reavivemo-nos! – Heber Toth Armí
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“Se alguém lhe disser: Que feridas são essas nas Tuas mãos?, responderá Ele: São as feridas com que fui ferido na casa dos Meus amigos” (v.6).
A idolatria e as falsas profecias tornaram Jerusalém um antro de pecado e de impureza (v.1). Tomados por “espírito imundo” (v.2), muitos se intitulavam profetas, falando “mentiras em nome do SENHOR” (v.3). A situação era tão alarmante, que mesmo os pais dariam fim à vida de seus filhos caso ousassem profetizar (v.3). Suas vestes de profeta não mais poderiam enganar, pois suas palavras não tinham nenhuma comunhão com suas ações.
Apesar de haver divergência teológica quanto à aplicação do verso seis, creio na corrente que diz referir-se a Jesus. As evidentes chagas do amor ficarão para sempre gravadas nas mãos e pés do nosso Salvador. E, perante o Universo, Suas cicatrizes serão uma eterna lembrança do alto preço da redenção. O bom Pastor foi ferido, Suas ovelhas ficaram dispersas, porém, jamais desamparadas (v.7). “Em toda a terra” (v.8) haverá uma separação entre as ovelhas que perecerão e as que restarão (v.8). Estas últimas irão passar por uma espécie de prova de fogo até que reconheça: “O SENHOR é meu Deus” (v. 9).
Três mensagens extremamente relevantes estão contidas neste capítulo. A primeira é que Deus não tolera “o pecado e a impureza” (v.1). A segunda é que vestir-se “de manto de pelos” (v.4) pode até enganar por um tempo, mas, um dia, o conteúdo contrasta com a embalagem. E a terceira, e não menos importante, é que o processo de purificação na vida do cristão envolve provas que o conduzem ao verdadeiro conhecimento de Deus. Ele descobre que “a salvação implica algo mais do que aceitar a Deus uma vez. É continuar aceitando-O hoje, amanhã, na próxima semana, e todos os dias até que Ele volte” (Morris Venden, Como Conhecer a Deus, p. 55).
Muitos de nós estamos dispostos a declarar-nos cristãos, vestir-nos como cristãos, mas não estamos dispostos a passar provações por amor a Cristo. Esquecemos que, logo após o batismo, “Jesus foi levado pelo Espírito ao deserto” (Mt 4:1). O processo de purificação não é fácil. É um processo doloroso, desconfortável e angustiante. Mas quando terminar, “Ele verá o fruto do penoso trabalho de Sua alma e ficará satisfeito” (Is 53:11), dizendo: “é Meu povo” (v.9).
Busque ao Senhor em primeiro lugar a cada dia. Ore e estude a Bíblia como nunca fez antes. A comunhão diária não é garantia de salvação, mas abre as portas para que o Salvador possa habitar em seu coração. “Provai e vede” (Sl 34:8).
Feliz sábado, “terceira parte” (v.9)!
Rosana Garcia Barros
#PrimeiroDeus
#Zacarias13
#RPSP
O incensário e o incenso são símbolos da intercessão de Cristo em nosso favor.
Portanto, pode também salvar perfeitamente os que por ele se chegam a Deus, vivendo sempre para interceder por eles. Hebreus 7:25
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Como nosso Intercessor cumpre a obra que a Si mesmo Se impôs, apresentando a Deus o incensário que contém os Seus méritos imaculados e as orações, confissões e ações de graças de Seu povo.
{Parábolas de Jesus, p. 78.2}
Cristo, como nosso Mediador, à direita do Pai, mantém-nos sempre em vista, pois é tão necessário que Ele nos guarde por Suas intercessões como que nos remisse por Seu sangue. {Nossa Alta Vocação, p. 45.3}
Sou muito grata por que podemos confiar em Deus. E o Senhor é honrado quando nEle confiamos, levando-Lhe todas as nossas perplexidades. … O Senhor Jeová não tinha por completo os princípios da salvação enquanto tão-somente Seu amor tinha sido investido. Por Sua própria designação colocou Ele junto ao Seu altar um Advogado revestido de nossa natureza. Como Intercessor nosso, é Sua obra apresentar-nos a Deus como Seus filhos e filhas. Cristo intercede em favor dos que O receberam. Dá-lhes poder, por virtude de Seus próprios méritos, para se tornarem membros da família real, filhos do celeste Rei. E o Pai demonstra Seu infinito amor a Cristo, que com Seu sangue pagou nosso resgate, recebendo como amigos Seus aos amigos de Cristo, e dando-lhes as boas-vindas. Ele está satisfeito com a expiação feita. É glorificado pela encarnação, pela vida, morte e mediação de Seu Filho. {LuC 75.4}
Em nome de Cristo nossas petições ascendem ao Pai. Ele intercede em nosso favor, e o Pai nos põe à disposição todos os tesouros de Sua graça, para deles nos apropriarmos, fruí-los e os comunicarmos a outros. Pedi em Meu nome, diz Cristo. Não digo que pedirei ao Pai por vós, pois o mesmo vos ama, por isso que vós Me amastes. Fazei uso de Meu nome. Isso dará eficácia a vossas orações, e o Pai vos dará as riquezas de Sua graça. Portanto, pedi e recebereis, para que vossa alegria seja completa. {LuC 76.1}
Que condescendência! Que privilégio nos é concedido! Cristo é o elemento de ligação entre Deus e o homem. … Ao nos aproximarmos de Deus mediante a virtude dos méritos de Cristo, somos cobertos com Suas vestes sacerdotais. Ele nos coloca bem junto a Seu lado, estreitando-nos com Seu braço humano, enquanto com o Seu braço divino Ele alcança o trono do Infinito. Põe os Seus méritos, qual incenso suave, num incensário que nos entrega nas mãos, a fim de encorajar as nossas petições. Promete ouvir e atender a nossas súplicas. Sim; Cristo Se tornou o Mediador da oração, entre o homem e Deus. Ele também Se tornou o Mediador da bênção, entre Deus e o homem. Combinou divindade e humanidade. — Carta 22, 1898. {Nos Lugares Celestiais , p. 76.2}
As determinações e concessões de Deus em nosso favor são ilimitadas. O trono da graça exerce os maiores atrativos, pois está ocupado por Aquele que consente em ser por nós chamado Pai. Mas Deus não considerou completo o princípio da salvação, enquanto era representado somente pelo Seu amor. Por isso determinou colocar junto ao Seu altar um Mediador [vestido com a] nossa natureza. Como nosso Intercessor, Seu ministério consiste em apresentar-nos perante Deus como filhos e filhas. Cristo intercede em favor dos que O recebem e, por virtude de Seus próprios méritos, lhes concede constituírem-se membros da família real, filhos do Rei celestial.{Testemunhos para a Igreja 6, p. 363.3}
Achegando-se ao trono da graça, o filho de Deus se constitui cliente do grande Advogado. À primeira manifestação de arrependimento e desejo de perdão, Cristo defende a causa desse filho como se fosse Sua, intercedendo perante o Pai como se o fizesse por Si próprio.
Enquanto Cristo intercede por nós, o Pai nos oferece os tesouros de Sua graça para que os possuamos, regozijando-nos neles e repartindo-os com outros. “Naquele dia pedireis em Meu nome”, disse Jesus, “e não vos digo que Eu rogarei por vós ao Pai; pois o mesmo Pai vos ama; visto como vós Me amastes.” Devemos pedir em nome de Cristo. Isso tornará eficaz nossa oração, e o Pai nos distribuirá as riquezas da Sua misericórdia; por isso “pedi, e recebereis, para que o vosso gozo se cumpra”. João 16:26, 27, 24. {Testemunhos para a Igreja 6, p. 364}
Porque não temos um sumo sacerdote que não possa compadecer-se das nossas fraquezas; porém, um que, como nós, em tudo foi tentado, mas sem pecado. Cheguemos, pois, com confiança ao trono da graça, para que possamos alcançar misericórdia e achar graça, a fim de sermos ajudados em tempo oportuno. Hebreus 4:15,16
Comentário devocional:
Nos capítulos anteriores, a ira de Deus se pronunciou pela punição de Seu povo e seus líderes por sua iniquidade. Neste capítulo vemos o nosso Deus como alguém que cuida de Seu próprio povo apesar de sua rebelião persistente, mesmo quando Ele tem de puni-los para que cheguem ao arrependimento.
O povo de Israel voltou do cativeiro, Jerusalém foi reconstruída, numa sucessão de eventos que refletiam um milagre após outro, fato que deveria ter levado o povo a uma séria reflexão. Esta profecia, no entanto, aponta para o milagre maior, quando a Jerusalém celestial, que será habitada pelo remanescente fiel, descerá do Céu para a Terra, para aqui permanecer eternamente.
É impressionante perceber que Deus anunciou claramente que Jesus seria traspassado. Ele seria perfurado na cruz por causa dos nossos pecados. Foi o próprio Senhor Deus quem revelou isso de antemão a Zacarias, o Profeta. Em outras palavras, fomos nós que traspassamos a Jesus com nossos pecados.
De acordo com Zc 12:12-14, todos irão chorar pelos seus pecados. Mas é nossa escolha se iremos lamentar e clamar ao Senhor pelos nossos pecados ANTES de Sua vinda, enquanto Jesus ainda está intercedendo por nós, o que levará à salvação eterna, ou vamos chorar NA sua vinda por causa da destruição condenatória.
Senhor, ajuda-nos a fazer parte do primeiro grupo! Concede-nos o verdadeiro arrependimento e reforma. Que possamos reconhecer a Ti como Criador e Redentor de nossas vidas enquanto ainda temos oportunidade. Amém.
Sook-Young Kim
Kyungpook Universidade Nacional
Sangju, Coreia do Sul
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Texto original: https://www.revivalandreformation.org/bhp/en/bible/zec/12 ou https://www.revivalandreformation.org/?id=1169
Tradução anterior: https://reavivadosporsuapalavra.org/2014/10/26
Equipe de tradução: Jeferson Quimelli/Pr Jobson Santos/Gisele Quimelli
Texto bíblico: Zacarias 12 NVI
Comentário em áudio Pr Valdeci
Leituras da semana do programa Crede em Seus Profetas: https://credeemseusprofetas.org/
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ZACARIAS 12 – O que é Armagedom? O antepenúltimo capítulo de Zacarias tratará desse importantíssimo tema.
• Armagedom é à profecia da maior das guerras, a qual precisa ser conhecida, estudada e compartilhada.
Deus fará uma reforma geral, mundial e total. Clamamos por reavivamento e reforma porque é um alvo e uma profecia que devemos esperar.
• Nesse tempo, o povo de Deus será purificado e reformado, e o pecado será massacrado.
Medite em cada versículo, depois leia estes pontos:
1. Antes do armagedom haverá uma conversão em massa, o reavivamento e reforma mundial do povo de Deus despertará o mundo para a conversão mundial; consequentemente, isso atrairá a perseguição mundial pelos agentes do mal (vs. 1-6).
2. O Armagedom será a vitória de Deus sobre os agentes do diabo, os quais se unirão visando a destruição do remanescente fiel, mas fracassarão (v. 11).
• Ajuntar-se-ão contra Jerusalém (o emblema do remanescente de Deus), “todas as nações da terra”; porém, todos os que se erguerem contra ela, certamente serão feridos (v. 4).
• “Naquele dia, diz o Senhor, ferirei de pânico a todos os cavalos, e de loucura os cavaleiros”; mas, “sobre a casa de Judá abrirei os meus olhos” – Deus olha com atenção ao Seu povo (v. 4).
3. O Armagedom é uma destruição em massa, mas também uma proteção certa ao povo que buscou corretamente ao Senhor (vs. 7-9, 12-14).
4. No tempo do fim, por causa dAquele que no passado fora transpassado, gerará um derramamento do Espírito (v. 10) e uma maciça conversão da igreja e do mundo (vs. 11-14), que varrerá por completo a idolatria e o pecado do mundo todo (13:1-5).
A obra divina de purificação do planeta está ligada à oportunidade de salvação que Deus oferece à população mundial. Quem decidir-se pelo mal será influenciado a combater o bem num projeto mundial; contudo, certamente Deus entrará em cena como entrou no Calvário, então o mal será derrotado.
Todo esse processo divino têm três partes: A morte de Jesus no Calvário e Sua ressurreição; o advento de Cristo em glória para retirada dos salvos a fim de protegê-los; e, no fim do milênio, acontecerá a destruição total do mal.
Deus não está indiferente aos impenitentes. Deus está agindo para salvar. Experimente viver Seus planos! – Heber Toth Armí.
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“E sobre a casa de Davi e sobre os habitantes de Jerusalém derramarei o espírito da graça e de súplicas; olharão para Aquele a quem traspassaram; pranteá-Lo-ão como quem pranteia por um unigênito e chorarão por Ele como se chora amargamente pelo primogênito” (v.10).
“Esta mensagem profética pode ser intitulada como ‘O triunfo do programa de Deus’“ (CBASD, v.4, p.1223). De forma contundente e com a autoridade do Deus Criador de todas as coisas (v.1), o Senhor deixa bem claro que, muito acima dos propósitos do coração humano estão os desígnios do Seu coração. Como está escrito: “Tudo tem o seu tempo determinado, e há tempo para todo propósito debaixo do céu” (Ec 3:1). E o sábio termina dizendo que há “tempo de guerra e tempo de paz” (Ec 3:8). Certamente, assim como Deus havia determinado o tempo de disciplina para o Seu povo, também estabeleceria o tempo de paz.
Por sete vezes a expressão “naquele dia” apresenta a perfeita exatidão do Criador, exaltando a excelência de Seus planos, assim como em sete dias “estendeu o céu, fundou a terra e formou o espírito do homem dentro dele” (v.1; Gn 2:2). Entretanto, os perfeitos propósitos divinos não ultrapassam o limite da escolha humana. As profecias relativas à libertação e salvação são condicionais, o seu cumprimento depende de nossas decisões.
Deus desejava tornar Jerusalém o centro de toda a Terra. Um lugar onde todos os povos seriam bem-vindos para adorar o seu Criador. Onde haveria um povo peculiar, diferente de todos os demais, mas não exclusivista. Um povo cuja identidade fosse revelada na mais pura expressão do amor e no mais fiel compromisso com a verdade. Jerusalém seria um escudo intransponível para os inimigos, mas, ao mesmo tempo, uma cidade-refúgio para os verdadeiros adoradores.
Contudo, a resposta do povo não foi compatível com as expectativas de Deus e, lamentavelmente, desviaram os olhos do plano original para satisfazer as próprias inclinações. A cena do Calvário deveria ter-lhes provocado profundo arrependimento e contrição. Porém, foi um chocante espetáculo onde o público ovacionava os líderes judeus pelo “sucesso” de seu feito. Quando a terra deveria prantear (v.12) pelo inocente Cordeiro pascal, apenas murmurava a Sua morte como um triste fim. Quando “cada família à parte” (v.14) deveria lamentar a morte de seu Salvador, cada qual voltava a ocupar-se em seus labores cotidianos.
As “mulheres à parte” (v.12) também deveriam prantear pelo Unigênito. “Não poucas mulheres se acham na multidão que segue à Sua morte cruel Aquele que não foi condenado. Sua atenção fixa-se em Jesus… Ao cair Jesus desfalecido sob a cruz, irrompem em lamentoso pranto… [Jesus] sabia que não O estavam lamentando como um enviado de Deus, mas movidas por sentimentos de piedade humana. Não lhes desprezava a simpatia, mas esta Lhe despertou no coração outra, mais profunda ainda, para com elas mesmas. ‘Filhas de Jerusalém’, disse Ele, ‘não choreis por Mim, mas chorai antes por vós mesmas, e por vossos filhos’. Lucas 23:28” (Ellen G. White, DTN, p. 525).
A indiferença é um dos piores sentimentos humanos. Ela provoca amargura e endurece o coração, tornando-o cético e inacessível. Pessoas indiferentes, geralmente, não se preocupam com os sentimentos do próximo. Seu foco está na satisfação de seus gostos e preferências, de maneira tal que não importa se eles resultem na infelicidade do outro, desde que a própria felicidade seja atendida. São fortes candidatos a pecar contra o Espírito Santo (Mt 12:32). O horror da cruz não ofendeu os corações indiferentes que ali estavam, mas foi um massacre diante do olhar daqueles que sabiam que diante deles estava a Majestade dos Céus ou dos que assim não O reconheciam mas que tinham o mínimo de piedade.
Ellen White nos dá a seguinte orientação:
“Far-nos-ia bem passar diariamente uma hora a refletir sobre a vida de Jesus. Deveremos tomá-la ponto por ponto, e deixar que a imaginação se apodere de cada cena, especialmente as finais” (Ellen G. White, DTN, p. 83). Este é um excelente antídoto contra o veneno da indiferença. Faça uso dele “cada família à parte” (v.12) e veremos, ainda em nossos dias, o cumprimento da promessa de Malaquias 4:6.
Bom dia, aqueles que “têm a força do SENHOR dos Exércitos, seu Deus” (v.5)!
Desafio do dia: Separe um tempo de sua devoção diária para estudar as cenas finais da vida de Cristo.
Rosana Garcia Barros
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O Urim e o Tumim foram colocados no peitoral do Sumo Sacerdote e revelavam a vontade de Deus para o Seu povo. É essencial para nós entendermos o trabalho de Cristo em nosso favor e Sua vontade para a nossa vida hoje.
Portanto, vede prudentemente como andais, não como néscios, mas como sábios, Remindo o tempo; porquanto os dias são maus. Por isso não sejais insensatos, mas entendei qual seja a vontade do Senhor. Efésios 5:15-17
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Cada indivíduo tem uma alma a salvar ou a perder. Cada qual tem um caso pendente no tribunal de Deus. Cada um há de defrontar face a face o grande Juiz. Quão importante é, pois, que todos contemplem muitas vezes a cena solene em que o juízo se assentará e os livros se abrirão, e em que juntamente com Daniel, cada pessoa deve estar na sua sorte, no fim dos dias! {Evangelismo 221.3}
Qual a vontade de Deus? Que farei para glorificar a Deus? Estou comprometido a servir a meu Salvador com afeição indivisa. Considero tudo como refugo, para que possa ganhar a Cristo. O Céu, a vida eterna, valem tudo para mim, e Cristo morreu para que eu pudesse entrar de posse do eterno peso de glória. … {Para Conhecê-lo , p. 199.4}
“Esta é a vontade de Deus”, escreve o apóstolo Paulo, “a vossa santificação”. 1 Tessalonicenses 4:3. Em todo o Seu trato com o Seu povo, o objetivo de Deus é a santificação da igreja. Ele os escolheu desde a eternidade, para que fossem santos. Deu-lhes Seu Filho para morrer por eles, a fim de que pudessem ser santificados pela obediência à verdade, despidos de toda a mesquinhez do eu. Deles requer trabalho pessoal e pessoal entrega. Deus só pode ser honrado pelos que professam crer nEle, quando são conformes à Sua imagem e controlados por Seu Espírito. Então, como testemunhas do Salvador, podem tornar conhecido o que a graça divina fez por eles. {Atos dos Apóstolos, p. 313.3}
“Porque esta é a vontade de Deus, a vossa santificação”. 1 Tessalonicenses 4:3. É essa também a nossa vontade? Nossos pecados podem ser como uma montanha diante de nós; mas se humilharmos o coração, e confessarmos nossos pecados, confiando nos méritos de um Salvador crucificado e ressurgido, Ele nos perdoará e purificará de toda a injustiça. Deus requer de nós inteira conformidade com Sua lei. Essa lei é o eco de Sua voz dizendo-nos: Mais santidade, sim, mais santidade ainda. Temos de buscar a plenitude da graça de Cristo, permitir que nosso coração se encha de intenso desejo por Sua justiça, cujo efeito a Palavra de Deus declara ser paz, e cuja operação é repouso e segurança para sempre. {Atos dos Apóstolos, p. 317.1}
Deus lhes solicita que com uma das mãos, a fé, apoderem-se de Seu forte braço, e com a outra, o amor, alcancem os que estão a perecer. Cristo é “o caminho, e a verdade, e a vida”. João 14:6. Sigam-nO. Não andem “segundo a carne, mas segundo o Espírito”. Romanos 8:1. Andem assim “como Ele andou”. 1 João 2:6. “Esta é a vontade de Deus, a vossa santificação.” 1 Tessalonicenses 4:3. A obra que têm a realizar, é fazer a vontade dAquele que lhes sustém a vida, para Sua glória. Se trabalharem para vocês mesmos, de nada lhes aproveitará. Trabalhar para o bem dos outros, ser menos cuidadosos do próprio interesse e mais zelosos em consagrar tudo a Deus, ser-Lhe-á aceitável, e será recompensado com a riqueza de Sua graça. {Testemunhos para a Igreja 2, p. 170.1}

Comentário devocional:
O pinheiro, o cedro e o carvalho (Zac 11:1-3) representam os líderes proeminentes. Continuando o pensamento do capítulo anterior, os líderes do povo são reprovados mais uma vez. Eles vendem o rebanho de Deus por dinheiro e se enriquecem, sem ter pena deles. Eles compram e matam o rebanho, mas não se sentem culpados.
Na última parte do capítulo, os líderes recebem uma repreensão severa, sendo comparados a um pastor infiel. Eles não confortam as ovelhas que estão tristes nem curam as quebrantadas. As que são fortes o suficiente para resistir, eles não as alimentam ou as fazem crescer. Utilizam as ovelhas para benefício próprio, como um pastor que come a carne das suas ovelhas gordas. Eles são chamados de “pastores inúteis.” Deus está muito infeliz com eles. “Ai do pastor imprestável, que abandona o rebanho!”
Zacarias não era bem vindo como profeta pelos líderes arrogantes e autoritários. Jesus também não foi bem vindo pelos líderes de sua época. E você? Que valor você dá para Jesus? Valorizemos ao Senhor, como Ele nos tem valorizado. Amemos ao Senhor acima de tudo, como Ele nos amou. A restauração do nosso relacionamento com Deus abrirá portas para melhores relacionamentos com o nosso próximo e resultará em vida eterna.
Sook-Young Kimzz
Universidade Nacional de Kyungpook
Coréia do Sul