Reavivados por Sua Palavra


MALAQUIAS 3 – COMENTÁRIO PR HEBER TOTH ARMÍ by Jeferson Quimelli
24 de janeiro de 2018, 0:45
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MALAQUIAS 3 – A decepção tende a levar à acusação a Deus. Estude este capítulo e tire tuas próprias conclusões.

“O templo reconstruído era uma triste imitação da maravilha arquitetônica de Salomão. O altivo futuro de triunfo e paz mundial descrito pelos profetas parecia um sonho distante” (Philip Yancey).

Ao voltar do cativeiro babilônico parece que nada era bom como antes. Tudo parecia deprimente, isso interferia na espiritualidade dos crentes. “Uma melancolia geral tomou conta dos judeus, uma decepção para com Deus visível nas reclamações e também nos atos. Como as pessoas diziam na época: ‘Inútil é servir a Deus; que nos aproveitou termos cuidado em guardar os seus preceitos…?’” (Yancey).

Frente a tal melancolia, com ritmo de apostasia, Malaquias ergue sua voz com ousadia. Qual é sua mensagem?

• Há um juízo em vista: Um mensageiro, João Batista, será o precursor do Messias, o qual trará juízo. Malaquias mescla a primeira com a segunda vinda e a terceira vinda de Cristo (vs. 1-5).
• Em resposta à aparente distância de Deus e frente a Sua silente indiferença indagada em 2:17, o profeta mostra a negligência espiritual do povo que roubava a glória de Deus. O roubo nos dízimos e nas ofertas era apenas uma evidência externa de que Deus não era prioridade na vida do crente já fazia muito tempo (vs. 6-12).
• A vida desprovida de intimidade com Deus tira do coração o que é prioridade para dar lugar ao que é supérfluo, levando os crentes e os líderes espirituais às criticas infundadas contra Deus. Apesar disso, nitidamente Deus mostra que, no juízo, todos verão quem é quem e ali será evidente as vantagens de permanecer fiel a Deus em toda situação (vs. 13-18).

As pessoas podem frequentar à igreja quantas vezes quiserem, devolver fielmente os dízimos e até entregar volumosas ofertas, mas sem um relacionamento intenso e constante com Deus, priorizando-O e glorificando-O acima de tudo, de nada adiantará no dia do juízo.

Crer em um juízo universal ajuda as pessoas a se consagrarem diariamente. Todavia, saber que há um Deus que recompensará a consagração exclusiva a Seu serviço motiva ainda mais a colocar as coisas espirituais acima dos bens materiais.

Cuidado para não cair nas práticas erradas dos judeus da época de Malaquias! Reavivemo-nos! – Heber Toth Armí.



MALAQUIAS 3, Comentado por Rosana Barros by Ivan Barros
24 de janeiro de 2018, 0:30
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“Então, vereis outra vez a diferença entre o justo e o perverso, entre o que serve a Deus e o que não O serve” (v.18).


Longe de ser um capítulo que se refere apenas à importância da fidelidade nos dízimos e nas ofertas, Malaquias três é um chamado à fidelidade a Deus em todos os aspectos da vida. Iniciando com a profecia a respeito de João Batista, o Senhor declarou que sua vida seria um testemunho acerca do desejado Messias. Porém, para um povo que não reconhecia a sua fracassada condição espiritual, seria praticamente impossível compreender no que implicava “o dia da Sua vinda” (v.2). Jesus viria justamente “como derretedor e purificador de prata” e refinador de ouro, transformando as ofertas impuras em “justas ofertas” (v.3).

Quando paramos para meditar na diferença entre uma oferta que não agrada a Deus e a que é “agradável ao SENHOR, como nos dias antigos e como nos primeiros anos” (v.4), não há como não lembrarmos da oferta de Caim e da oferta de Abel. Conscientes de que o pecado os havia destituído do privilégio da vida eterna e do gozo do lar edênico, haviam aprendido no exemplo do lar, mediante os sacrifícios oferecidos a Deus por Adão, que “sem derramamento de sangue, não há remissão” (Hb 9:22) de pecados. Contudo, enquanto Abel guardava as palavras de Deus em seu coração, Caim pensava que poderia agradar a Deus à sua própria maneira. O resultado nós conhecemos: “Pela fé, Abel ofereceu a Deus mais excelente sacrifício do que Caim; pelo qual obteve testemunho de ser justo, tendo a aprovação de Deus quanto às suas ofertas” (Hb 11:4). Percebam que a Bíblia não diz que Caim não ofereceu sacrifício, mas que o sacrifício de Abel foi “mais excelente”. Ou seja, podemos até oferecer “sacrifícios” a Deus, mas isso não quer dizer que todos sejam agradáveis a Ele e aceitos por Ele. Abel ofereceu o sacrifício de um coração obediente ao Senhor. Ele entendeu que, assim como pela desobediência de seus pais havia perdido o dom da vida eterna, pela obediência Àquele que o criou, pela fé na promessa de um Salvador (Gn 3:15), poderia reavê-la.

Deus não muda! E esta é a razão pela qual ainda temos a oportunidade de acertar o caminho (v.6; Tg 1:17). Precisamos compreender que, ao pé da cruz, não é lugar de depositar ofertas “do fruto da terra” (Gn 4:3), mas “das primícias” (Gn 4:4) de nossa vida: “Buscai, pois, em primeiro lugar, o Seu reino e a Sua justiça” (Mt 6:33). Deus está prestes a derramar sobre esta terra o Seu juízo (v.5), e que tipo de oferta Ele vai nos encontrar oferecendo? “Tornai-vos para Mim, e Eu tornarei para vós outros, diz o SENHOR dos Exércitos” (v.7). Vamos aceitar este convite e tomar posse desta promessa, ou repetir as palavras de um povo cego e surdo: “Em que havemos de tornar?” (v.7).

Amados, a devolução dos dízimos e das ofertas é um mandamento do Senhor tanto quanto Ele ordena: “Não furtarás” (Êx 20:15). Não adianta tentar fugir da palavra de um Deus que deixou bem claro: “Eu, o SENHOR, não mudo” (v.6). A fidelidade quanto aos dízimos e ofertas do Senhor não é garantia de salvação, mas o resultado dela. Lembremos que faz parte das obras humanas dos últimos dias, a avareza (2Tm 3:2) e que, ao contrário disto, “o fruto do Espírito” produz “fidelidade” (Gl 5:22). Portanto, todo aquele que anda no Espírito, consequentemente, decidirá por uma vida de fidelidade ao Senhor, em tudo.

Que a oração de Davi seja também a nossa: “Ensina-me, SENHOR, o Teu caminho, e andarei na Tua verdade; dispõe-me o coração para só temer o Teu nome” (Sl 86:11). Então, seremos para Deus “particular tesouro” e Ele nos poupará “como um homem poupa a seu filho que o serve” (v.17). E veremos “outra vez a diferença entre o justo e o perverso, entre o que serve a Deus e o que não O serve” (v.18). Que, em nome de Jesus, façamos parte do primeiro grupo!

Bom dia, justos do SENHOR!

Desafio do dia: Os dízimos e as ofertas fazem parte da adoração ao Senhor. Se você tem sido infiel neste aspecto, decida hoje acertar as contas com o teu Mantenedor. E verás se Ele não vos abrirá as janelas do céu e não derramará sobre a sua casa “bênção sem medida” (v.10).

Rosana Garcia Barros

#PrimeiroDeus
#Malaquias3
#RPSP



O correto foco de Malaquias 3 by Jeferson Quimelli
24 de janeiro de 2018, 0:25
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Embora o texto de Malaquias 3:8 seja o foco de líderes religiosos gananciosos, o foco de Malaquias 3 não é dinheiro (dízimos e ofertas). Interpretação incorreta é uma deturpação que rouba ao texto seu verdadeiro significado.

Então, do que trata este o texto usado para arrancar dinheiro dos fieis?

Embora fale sobre dízimos e ofertas, esses temas são periféricos. Periféricos? Sim! Deus não quer nosso dinheiro. Sendo o dono de todo ouro e toda prata, por que Ele vai querer nossos insignificantes recursos?

O capítulo fala de purificação e juízo (vs. 1-5); sem purificação todo pecador experimentará condenação (por isso, é preciso haver reavivamento e reforma). Deus conduzirá Seu amado povo a um reavivamento da primitiva piedade (vs. 3-4).

Na sequência,
1. Deus convida Seu povo à renovação espiritual, um chamado a um compromisso relacional, não financeiro, a fim de que os fieis não sejam consumidos no juízo, mas salvo pela misericórdia (vs. 6-7). Deus suplica amorosamente: “Voltem para mim, e voltarei para vocês”.
2. Deus, em Seu amor e graça, convida negligentes e rebeldes a um relacionamento sério sem nenhuma interferência financeira, sem estresse da escassa economia da sociedade (vs. 8-9). O dinheiro não deve ocupar no coração o lugar que pertence a Deus. Colocar qualquer coisa como prioridade é roubar o lugar exclusivamente dEle.
3. Deus convida Seu povo que não O tem como Deus a rever Sua religiosidade a fim de que experimente os privilégios de um relacionamento exclusivo. Deus não é vendedor de bênçãos e nem pedinte de dinheiro; Ele quer que troquemos nossa confiança, apego e interesse em riquezas por confiança, apego e interesse nEle, que serão muito maiores as vantagens (vs. 9-13).

Dizimar e ofertar só terá sentido se Deus tiver sempre em nossa vida o primeiro lugar!

O que mais precisamos aprender?
1. Que ser religioso, devolver dízimos e ofertas, frequentar a igreja, etc. sem relacionamento com Deus, resultará em grande frustração (vs. 13-15). Muitos que serviram a Deus erradamente concluem: “Inútil é servir a Deus”.
2. Que, ao ser religioso baseado num relacionamento sério com Deus, no juízo se verá “a diferença entre quem faz o que é direito e quem não faz, entre servir o Eterno e não servi-lo” (vs. 16-18).

Entendeu? Então compartilhe para ajudar os sinceros! – Heber Toth Armí.



VISUALIZAÇÃO DOS TEXTOS DOS 10 DIAS DE ORAÇÃO by Jeferson Quimelli
23 de janeiro de 2018, 7:59
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Ficamos muito felizes por vocês acompanharem o programa DEZ DIAS DE ORAÇÃO.

Aqueles que tiveram dificuldade em visualizar algum dos textos, poderão acessar a todos através de sua categoria (10 dias de oração).

Veja como fazer:

  • Vá ao final do menu esquerdo do blog Reavivados;
  • No campo ASSUNTO, escolha: 10 Dias de Oração.

Assim os Dez Dias de Oração serão mostrados com exclusividade!



Malaquias 2 by Jobson Santos
23 de janeiro de 2018, 1:00
Filed under: Malaquias

Comentário devocional:

“’E agora esta advertência é para vocês, ó sacerdotes. Se vocês não derem ouvidos e não se dispuserem a honrar o meu nome’, diz o Senhor dos Exércitos, ‘lançarei maldição sobre vocês, e até amaldiçoarei as suas bênçãos…’” (Mal. 2:1-2 NVI).

Algumas vezes temos a falsa ideia de que as pessoas só sacrificavam animais quando pecavam. Isso não é verdade. Aqui estão os tipos de sacrifício oferecidos.

* Oferta pelo Pecado: pelo pecado individual.

* Oferta de Comunhão: para louvor.

* Oferta de grãos: para dedicação e bênção.

* Holocausto (oferta totalmente queimada): para expiação.

Vemos um princípio importante aqui: cada área da vida do adorador deveria ser oferecida a Deus.

A apostasia do sacerdócio israelita foi um dos processos mais tristes no Antigo Testamento. A tribo de Levi – separada como se fossem vasos consagrados ao serviço do Senhor – estava sendo representada agora por homens cujo coração tinha se afastado do Senhor.

Ao longo dos próximos 400 anos, a situação do sacerdócio só iria piorar: os políticos e mundanos saduceus distorceriam toda a função do Templo transformando-o em um covil de ladrões (Cf. Mat 21:12,13).

E quanto a nós? O que podemos dizer a respeito de nossa santidade e dedicação ao Senhor? Cristo nos constituiu sacerdotes (Apoc. 1:5-6). Por meio de nossas palavras e ações representamos aquele que nos ama e morreu por nós. Que através de nossa vida coerente e altruísta possamos inspirar outros a conhecer mais do Deus Criador e Redentor.

Andy Nash
Southern Adventist University

Texto original: https://www.revivalandreformation.org/bhp/en/bible/mal/2 ou https://www.revivalandreformation.org/?id=1173
Tradução anterior: https://reavivadosporsuapalavra.org/2014/10/30    
Equipe de tradução: Jeferson Quimelli/Pr Jobson Santos/Gisele Quimelli
Texto bíblico: Malaquias 2 NVI

Comentário em
áudio Pr Valdeci
Leituras da semana do programa Crede em Seus Profetas: https://credeemseusprofetas.org/


MALAQUIAS 2 – COMENTÁRIO PR ADOLFO SUÁREZ by Maria Eduarda
23 de janeiro de 2018, 0:55
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MALAQUIAS 2 – COMENTÁRIO PR HEBER TOTH ARMÍ by Maria Eduarda
23 de janeiro de 2018, 0:45
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MALAQUIAS 2 – Precisamos aprender a ler a Bíblia. “Deus não pretende que a leitura bíblica funcione simplesmente como uma droga para a mente aflita. A finalidade da leitura da Bíblia é despertar a nossa mente, não colocá-la para dormir” (J. I. Packer).

Observe a revelação divina em Malaquias 2:

• Enquanto o crente preocupa-se com orações não respondidas (1:13), Deus Se preocupa com o estilo de vida errado de Seu povo (2:16). Quando Deus não responde tuas orações, não O questione; questione-se. O erro nunca está com Deus.

• Se o casamento está falido, o perdão é a melhor solução para reatar a união. Quando falta perdão é porque sobra orgulho; deste modo, o fim de união sempre parecerá o início da solução.

• Quem pratica a religião equivocadamente (vs. 2-9), terá posturas erradas perante Deus e atitudes impróprias diante das pessoas, inclusive do cônjuge (vs. 10-17);

O número de divórcios é tão alto na sociedade atual que muitos filhos se sentem constrangidos em dizer que seus pais são casados.

• A falta de relacionamento sério com Deus conduz as pessoas a relacionamentos contrários aos planos divinos: Jugo desigual (vs. 10-12).

Este capítulo em questão foi tão forte ao povo antigo como o é ao povo moderno, isso porque com mais de 2.400 anos, ainda vivemos numa sociedade imoral e perversa. No versículo 16 Deus disse que odeia duas coisas:

1. “Eu odeio o divórcio”;
2. “Eu odeio aquele que cobre de violência as suas vestes”.

Tem muita gente que não dá a mínima para as máximas de Deus. A imoralidade sexual multiplica-se rapidamente em nossa sociedade. No dia do juízo, Deus não dará a mínima para absolver da condenação estas pessoas (v. 17).

A infidelidade a Deus (vs. 1-9) gera deslealdade no mais íntimo dos relacionamentos (vs. 10-16). Quem tem coragem de romper com o Senhor, terá coragem de romper com qualquer amor. O jugo desigual é um rompimento com a Palavra do Senhor. Cuidado!

O divórcio com Deus gera divórcio com o cônjuge; é por isso que Deus odeia tanto (detesta) o divórcio. “Enfadais ao Senhor com vossas palavras, e ainda perguntais: Em que o enfadamos?” (v. 17).

A vida de relacionamento com Deus é percebida nos relacionamentos com as pessoas: Compromisso afetuoso. Precisamos reavivar-nos! – Heber Toth Armí.



MALAQUIAS 2, Comentado por Rosana Barros by Ivan Barros
23 de janeiro de 2018, 0:30
Filed under: Sem categoria

“Porque os lábios do sacerdote devem guardar o conhecimento, e da sua boca devem os homens procurar a instrução, porque ele é mensageiro do SENHOR dos Exércitos” (v.7).


Diante da realidade de uma igreja morna e sem noção de sua condição reprovável, Deus apresenta a principal causa de tamanho mal: uma liderança desprezível e indigna (v.9), desobediente às instruções divinas. Em seus corações não havia o sincero desejo de honrar o nome de Deus, mas de conquistar o apreço daqueles que poderiam satisfazer os seus próprios interesses. Contudo, tudo aquilo que recebiam julgando ser bênção, Deus tornaria em maldição. E não poderia haver linguagem mais forte e maneira mais clara de discernir a reprovação de Deus para com os sacerdotes do que a verbalização de tais palavras: “atirarei excremento ao vosso rosto, excremento dos vossos sacrifícios, e para junto deste sereis levados” (v.3).

A tribo de Levi foi escolhida para o sacerdócio e cuidados para com a Casa do Senhor. A aliança estabelecida com esta tribo “foi de vida e de paz” (v.5) e a resposta foi de temor e tremor diante dAquele cujo “nome é terrível” (Ml 1:14). A função dos sacerdotes era a de ensinar ao povo “a verdadeira instrução”, na teoria e na prática, apartando a muitos da iniquidade (v.6). Por seu exemplo de retidão, deveriam ser mensageiros do SENHOR, instruindo Israel acerca da verdadeira piedade e inspirando seus semelhantes a buscarem o caminho da obediência. No entanto, por se desviarem do caminho, por suas palavras e por suas ações faziam “tropeçar a muitos”, violando “a aliança de Levi, diz o SENHOR dos Exércitos” (v.8). Com isso, Deus tornou notório o pecado deles diante do povo, porque não guardaram os mandamentos do SENHOR e foram parciais na aplicação da lei (v.9).

Dando continuidade, Deus indica o pecado que mais profanava “o santuário do SENHOR” (v.11). A apostasia que teve início no coração dos líderes religiosos culminou em “abominação” (v.11) aos olhos de Deus. Os casamentos mistos e o divórcio tornaram-se comuns dentre os filhos de Israel. O matrimônio sagrado, símbolo da união entre Cristo e Sua Igreja, era profanado constantemente. “Casavam e davam-se em casamento” (Mt 24:38) segundo suas próprias preferências, e repudiavam e eram infiéis “para com a mulher da sua mocidade” (v.15), assemelhando-se à geração antediluviana. E o mais surpreendente era a reação do povo mesmo diante de tudo isso: “cobris o altar do SENHOR de lágrimas, de choro e de gemidos” (v.13). Viviam na prática da abominação, não estavam dispostos a sacrificar o eu, no entanto, suas práticas religiosas eram regadas por lágrimas e gemidos perante ofertas que Deus não olhava nem tampouco aceitava (v.13). Deus estava enfadado de tantas palavras falsas (v.17) e da distorção de Sua Palavra com o fim de encobrir pecados ou de fazer o mal ao próximo.

Porque insistimos em guardar dentro de nós sentimentos e pensamentos maus que mascaramos com falsas gentilezas ou com o politicamente correto? Como ousamos adentrar às portas da Casa do SENHOR e pisar em terra santa com um coração carregado de malícias e de rancor, quando não estamos dispostos a permitir que Deus nos conceda um novo coração? Como nos atrevemos a proferir a Palavra de Deus não com o fim de edificar o próximo, mas de acusá-lo e de fazê-lo sentir-se mal? Quem achamos que somos diante dAquele que tudo vê e que tudo conhece? Podemos enganar os outros, podemos até enganar a nós mesmos, mas “de Deus não se zomba” (Gl 6:7). Vivemos sob a forte tendência da geração Laodiceia, de estarmos vivendo um cristianismo morno, ou seja, relativo, pisando nas verdades que com tanto orgulho defendemos, trocando as bênçãos do Senhor pelo excremento de ofertas ofensivas a Ele.

Tende cuidado, irmãos, jamais aconteça haver em qualquer de vós perverso coração de incredulidade que vos afaste do Deus vivo; pelo contrário, exortai-vos mutuamente cada dia, durante o tempo que se chama Hoje, a fim de que nenhum de vós seja endurecido pelo engano do pecado” (Hb 3:12-13). Ainda há tempo, amados, de nos achegarmos ao trono de Deus com a oferta de um coração quebrantado e que reconhece a sua incapacidade de andar sozinho. Deus jamais rejeitará um pecador que se arrepende. Eu não conheço o teu coração e nem sei se o seu pecado foi contra o sétimo mandamento do Decálogo (Êx 20:14). Mas de uma coisa eu sei: o mesmo Deus que amou e que não condenou a mulher adúltera, é O mesmo que te diz hoje: “Nem Eu tampouco te condeno; vai e não peques mais” (Jo 8:11).

Hoje, se ouvirdes a Sua voz, não endureçais o vosso coração” (Hb 3:15). Não cubra mais “de violência as suas vestes” (v.16). Permita que Jesus lhe vista com as Suas brancas vestes de justiça, fazendo de sua vida um testemunho vivo de Seu grande poder e infinita graça!

Bom dia, alvos da infinita graça de Jesus!

Rosana Garcia Barros

#PrimeiroDeus
#Malaquias2
#RPSP



Malaquias 1 by Jobson Santos
22 de janeiro de 2018, 1:00
Filed under: fidelidade, Malaquias

Comentário devocional:

“Quando vocês trazem animais roubados, aleijados e doentes e os oferecem em sacrifício, deveria eu aceitá-los de suas mãos?”, pergunta o Senhor. (Malaquias 1:13 NVI).

Malaquias 1 tem a ver com desistir de coisas que, com o coração natural, você deseja manter para si. Os judeus em Jerusalém deveriam trazer seus melhores animais para o sacrifício. No entanto, eles estavam oferecendo animais defeituosos ao Senhor e mantendo os animais perfeitos consigo.

Por que é que Deus se importa com o tipo de animais que as pessoas ofereciam em sacrifício? Porque, ao eles Lhe oferecerem o seu melhor, eles estavam demonstrando fé em Deus e gratidão pelo perdão dos pecados.

Aqui está a parte interessante: Quando um animal era sacrificado ao Senhor, uma parte da carne ficava para o sacerdote e o próprio adorador participava dela, juntamente com sua família. Então, o adorador comia daquilo que oferecia. Espiritualmente falando, isto quer dizer que se você oferecer a Deus o que tem de melhor, receberá o melhor em paz, alegria e clareza de propósito. Se oferecer a Deus uma adoração defeituosa, colherá também uma vida defeituosa.

Quando oferecemos a Deus o melhor do nosso tempo, de nossas emoções e de nossos recursos financeiros estamos oferecendo sacrifícios dignos da grandeza de nosso Deus e trazendo alegria ao Seu coração. Aquele que aprende a adorar a Deus corretamente não perde, mas ganha em todas as áreas de sua vida e ainda recebe a vida eterna!

Andy Nash
Professor
Southern Adventist University, USA

Texto original: https://www.revivalandreformation.org/bhp/en/bible/mal/1 ou https://www.revivalandreformation.org/?id=1172   
Tradução anterior: https://reavivadosporsuapalavra.org/2014/10/29   
Equipe de tradução: Jeferson Quimelli/Pr Jobson Santos/Gisele Quimelli
Texto bíblico: Malaquias 1 NVI

Comentário em
áudio Pr Valdeci
Leituras da semana do programa Crede em Seus Profetas: https://credeemseusprofetas.org/


MALAQUIAS 1 – COMENTÁRIO PR ADOLFO SUÁREZ by Maria Eduarda
22 de janeiro de 2018, 0:55
Filed under: Sem categoria