Reavivados por Sua Palavra


MALAQUIAS 3, Comentado por Rosana Barros by Ivan Barros
24 de janeiro de 2018, 0:30
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“Então, vereis outra vez a diferença entre o justo e o perverso, entre o que serve a Deus e o que não O serve” (v.18).


Longe de ser um capítulo que se refere apenas à importância da fidelidade nos dízimos e nas ofertas, Malaquias três é um chamado à fidelidade a Deus em todos os aspectos da vida. Iniciando com a profecia a respeito de João Batista, o Senhor declarou que sua vida seria um testemunho acerca do desejado Messias. Porém, para um povo que não reconhecia a sua fracassada condição espiritual, seria praticamente impossível compreender no que implicava “o dia da Sua vinda” (v.2). Jesus viria justamente “como derretedor e purificador de prata” e refinador de ouro, transformando as ofertas impuras em “justas ofertas” (v.3).

Quando paramos para meditar na diferença entre uma oferta que não agrada a Deus e a que é “agradável ao SENHOR, como nos dias antigos e como nos primeiros anos” (v.4), não há como não lembrarmos da oferta de Caim e da oferta de Abel. Conscientes de que o pecado os havia destituído do privilégio da vida eterna e do gozo do lar edênico, haviam aprendido no exemplo do lar, mediante os sacrifícios oferecidos a Deus por Adão, que “sem derramamento de sangue, não há remissão” (Hb 9:22) de pecados. Contudo, enquanto Abel guardava as palavras de Deus em seu coração, Caim pensava que poderia agradar a Deus à sua própria maneira. O resultado nós conhecemos: “Pela fé, Abel ofereceu a Deus mais excelente sacrifício do que Caim; pelo qual obteve testemunho de ser justo, tendo a aprovação de Deus quanto às suas ofertas” (Hb 11:4). Percebam que a Bíblia não diz que Caim não ofereceu sacrifício, mas que o sacrifício de Abel foi “mais excelente”. Ou seja, podemos até oferecer “sacrifícios” a Deus, mas isso não quer dizer que todos sejam agradáveis a Ele e aceitos por Ele. Abel ofereceu o sacrifício de um coração obediente ao Senhor. Ele entendeu que, assim como pela desobediência de seus pais havia perdido o dom da vida eterna, pela obediência Àquele que o criou, pela fé na promessa de um Salvador (Gn 3:15), poderia reavê-la.

Deus não muda! E esta é a razão pela qual ainda temos a oportunidade de acertar o caminho (v.6; Tg 1:17). Precisamos compreender que, ao pé da cruz, não é lugar de depositar ofertas “do fruto da terra” (Gn 4:3), mas “das primícias” (Gn 4:4) de nossa vida: “Buscai, pois, em primeiro lugar, o Seu reino e a Sua justiça” (Mt 6:33). Deus está prestes a derramar sobre esta terra o Seu juízo (v.5), e que tipo de oferta Ele vai nos encontrar oferecendo? “Tornai-vos para Mim, e Eu tornarei para vós outros, diz o SENHOR dos Exércitos” (v.7). Vamos aceitar este convite e tomar posse desta promessa, ou repetir as palavras de um povo cego e surdo: “Em que havemos de tornar?” (v.7).

Amados, a devolução dos dízimos e das ofertas é um mandamento do Senhor tanto quanto Ele ordena: “Não furtarás” (Êx 20:15). Não adianta tentar fugir da palavra de um Deus que deixou bem claro: “Eu, o SENHOR, não mudo” (v.6). A fidelidade quanto aos dízimos e ofertas do Senhor não é garantia de salvação, mas o resultado dela. Lembremos que faz parte das obras humanas dos últimos dias, a avareza (2Tm 3:2) e que, ao contrário disto, “o fruto do Espírito” produz “fidelidade” (Gl 5:22). Portanto, todo aquele que anda no Espírito, consequentemente, decidirá por uma vida de fidelidade ao Senhor, em tudo.

Que a oração de Davi seja também a nossa: “Ensina-me, SENHOR, o Teu caminho, e andarei na Tua verdade; dispõe-me o coração para só temer o Teu nome” (Sl 86:11). Então, seremos para Deus “particular tesouro” e Ele nos poupará “como um homem poupa a seu filho que o serve” (v.17). E veremos “outra vez a diferença entre o justo e o perverso, entre o que serve a Deus e o que não O serve” (v.18). Que, em nome de Jesus, façamos parte do primeiro grupo!

Bom dia, justos do SENHOR!

Desafio do dia: Os dízimos e as ofertas fazem parte da adoração ao Senhor. Se você tem sido infiel neste aspecto, decida hoje acertar as contas com o teu Mantenedor. E verás se Ele não vos abrirá as janelas do céu e não derramará sobre a sua casa “bênção sem medida” (v.10).

Rosana Garcia Barros

#PrimeiroDeus
#Malaquias3
#RPSP


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