Reavivados por Sua Palavra


MALAQUIAS 2, Comentado por Rosana Barros by Ivan Barros
23 de janeiro de 2018, 0:30
Filed under: Sem categoria


“Porque os lábios do sacerdote devem guardar o conhecimento, e da sua boca devem os homens procurar a instrução, porque ele é mensageiro do SENHOR dos Exércitos” (v.7).


Diante da realidade de uma igreja morna e sem noção de sua condição reprovável, Deus apresenta a principal causa de tamanho mal: uma liderança desprezível e indigna (v.9), desobediente às instruções divinas. Em seus corações não havia o sincero desejo de honrar o nome de Deus, mas de conquistar o apreço daqueles que poderiam satisfazer os seus próprios interesses. Contudo, tudo aquilo que recebiam julgando ser bênção, Deus tornaria em maldição. E não poderia haver linguagem mais forte e maneira mais clara de discernir a reprovação de Deus para com os sacerdotes do que a verbalização de tais palavras: “atirarei excremento ao vosso rosto, excremento dos vossos sacrifícios, e para junto deste sereis levados” (v.3).

A tribo de Levi foi escolhida para o sacerdócio e cuidados para com a Casa do Senhor. A aliança estabelecida com esta tribo “foi de vida e de paz” (v.5) e a resposta foi de temor e tremor diante dAquele cujo “nome é terrível” (Ml 1:14). A função dos sacerdotes era a de ensinar ao povo “a verdadeira instrução”, na teoria e na prática, apartando a muitos da iniquidade (v.6). Por seu exemplo de retidão, deveriam ser mensageiros do SENHOR, instruindo Israel acerca da verdadeira piedade e inspirando seus semelhantes a buscarem o caminho da obediência. No entanto, por se desviarem do caminho, por suas palavras e por suas ações faziam “tropeçar a muitos”, violando “a aliança de Levi, diz o SENHOR dos Exércitos” (v.8). Com isso, Deus tornou notório o pecado deles diante do povo, porque não guardaram os mandamentos do SENHOR e foram parciais na aplicação da lei (v.9).

Dando continuidade, Deus indica o pecado que mais profanava “o santuário do SENHOR” (v.11). A apostasia que teve início no coração dos líderes religiosos culminou em “abominação” (v.11) aos olhos de Deus. Os casamentos mistos e o divórcio tornaram-se comuns dentre os filhos de Israel. O matrimônio sagrado, símbolo da união entre Cristo e Sua Igreja, era profanado constantemente. “Casavam e davam-se em casamento” (Mt 24:38) segundo suas próprias preferências, e repudiavam e eram infiéis “para com a mulher da sua mocidade” (v.15), assemelhando-se à geração antediluviana. E o mais surpreendente era a reação do povo mesmo diante de tudo isso: “cobris o altar do SENHOR de lágrimas, de choro e de gemidos” (v.13). Viviam na prática da abominação, não estavam dispostos a sacrificar o eu, no entanto, suas práticas religiosas eram regadas por lágrimas e gemidos perante ofertas que Deus não olhava nem tampouco aceitava (v.13). Deus estava enfadado de tantas palavras falsas (v.17) e da distorção de Sua Palavra com o fim de encobrir pecados ou de fazer o mal ao próximo.

Porque insistimos em guardar dentro de nós sentimentos e pensamentos maus que mascaramos com falsas gentilezas ou com o politicamente correto? Como ousamos adentrar às portas da Casa do SENHOR e pisar em terra santa com um coração carregado de malícias e de rancor, quando não estamos dispostos a permitir que Deus nos conceda um novo coração? Como nos atrevemos a proferir a Palavra de Deus não com o fim de edificar o próximo, mas de acusá-lo e de fazê-lo sentir-se mal? Quem achamos que somos diante dAquele que tudo vê e que tudo conhece? Podemos enganar os outros, podemos até enganar a nós mesmos, mas “de Deus não se zomba” (Gl 6:7). Vivemos sob a forte tendência da geração Laodiceia, de estarmos vivendo um cristianismo morno, ou seja, relativo, pisando nas verdades que com tanto orgulho defendemos, trocando as bênçãos do Senhor pelo excremento de ofertas ofensivas a Ele.

Tende cuidado, irmãos, jamais aconteça haver em qualquer de vós perverso coração de incredulidade que vos afaste do Deus vivo; pelo contrário, exortai-vos mutuamente cada dia, durante o tempo que se chama Hoje, a fim de que nenhum de vós seja endurecido pelo engano do pecado” (Hb 3:12-13). Ainda há tempo, amados, de nos achegarmos ao trono de Deus com a oferta de um coração quebrantado e que reconhece a sua incapacidade de andar sozinho. Deus jamais rejeitará um pecador que se arrepende. Eu não conheço o teu coração e nem sei se o seu pecado foi contra o sétimo mandamento do Decálogo (Êx 20:14). Mas de uma coisa eu sei: o mesmo Deus que amou e que não condenou a mulher adúltera, é O mesmo que te diz hoje: “Nem Eu tampouco te condeno; vai e não peques mais” (Jo 8:11).

Hoje, se ouvirdes a Sua voz, não endureçais o vosso coração” (Hb 3:15). Não cubra mais “de violência as suas vestes” (v.16). Permita que Jesus lhe vista com as Suas brancas vestes de justiça, fazendo de sua vida um testemunho vivo de Seu grande poder e infinita graça!

Bom dia, alvos da infinita graça de Jesus!

Rosana Garcia Barros

#PrimeiroDeus
#Malaquias2
#RPSP


1 Comentário so far
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Bom dia querida Rosana Barros…estou sentindo falta dos desafios do dia. Deus continue te usando poderosamente. Amem!

Comentário por iracema lima da silva jesus




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