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Comentário Devocional
Israel era uma videira que produzia frutos apenas para si mesma. À medida que sua prosperidade aumentava, também aumentavam os altares a Baal, assim como o adorno das suas colunas de fertilidade (v. 1). Seus corações estavam divididos, não totalmente dedicados a Deus. Eles eram culpados aos olhos de Deus e estes altares e pilares seriam destruídos pelos assírios (v. 2).
Israel era amado por Deus e foi por Ele colocado na terra prometida, como uma jovem novilha colocada em uma boa pastagem. No entanto, por causa de seus pecados, Israel iria experimentar as agruras da invasão. Soldados assírios submeteriam Israel ao seu jugo como a um boi atrelado ao arado (v. 11).
Porém, se Israel se voltasse para Deus, praticando justiça, veria o amor fiel de Deus. Esta era a última chance para que eles buscassem a Deus. Se eles mudassem sua forma de pensar e voltassem para Deus em arrependimento, receberiam dEle a salvação de forma abundante, como a chuva (v. 12).
Em vez de depender de Deus, Israel confiou em muitos guerreiros. Mas Israel seria derrotado assim como Bete-Arbel fora destruída (v. 13-15). Estamos respondendo ao convite misericordioso de Deus ou dependendo de nós mesmos?
Será que existe algum pecado que nos está separando dEle? Se existe, voltemo-nos para Ele a fim de sermos perdoados e curados!
Yoshitaka Kobayashi
Japão
Texto original: https://www.revivalandreformation.org/bhp/en/bible/hos/10 e https://www.revivalandreformation.org/?id=1118
Também disponível no blog mundial RPSP/BHP da IASD, em: https://www.revivalandreformation.org/bhp/pt/biblia/hos/
Tradução anterior: https://reavivadosporsuapalavra.org/2014/09/05/
Equipe de tradução: Jeferson Quimelli/Pr Jobson Santos/Gisele Quimelli
Texto bíblico: Oseias 10 NVI
Ouça online: Bíblia NVI em áudio
Comentário em áudio Pr Valdeci
Leituras da semana do programa Crede em Seus Profetas: https://credeemseusprofetas.org/
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“O seu coração é falso; por isso, serão culpados…” (v.2).
Após a divisão de Israel entre Reino do Norte e Reino do Sul, Jeroboão, temendo que o povo fosse adorar em Jerusalém e se agregasse a Roboão, mandou fazer dois bezerros de ouro “e disse ao povo: Basta de subirdes a Jerusalém; vês aqui teus deuses, ó Israel, que te fizeram subir da terra do Egito!” (1Rs 12:28). E o que o povo fez? Aceitou a oferta e, rapidamente, afastou-se do Senhor para adorar aquelas imagens.
O registro deste capítulo relembra aquele episódio como uma segunda descrição da situação espiritual de Israel. Além de comparar com a trágica época que vimos ontem, o profeta acrescenta a degradação do povo por intermédio da idolatria. Por todo o domínio do reino, havia malícia, falsidade e perversidade. Israel havia perdido toda a noção de santificação e arrojou-se em semear o mal.
Outra forma muito comum para comunicar na Bíblia alguma mensagem é uso de termos agrícolas. Aqui, o profeta apresenta um contraste entre o método de Deus e o método do homem:
- Método de Deus: semear em justiça, colher com misericórdia e preparar o campo para uma nova semeadura, buscando ao Senhor, aguardando a Sua vinda e confiando em Sua justiça (v.12);
- Método do homem: arar a malícia, colher a perversidade, comer “o fruto da mentira“, depositando a sua confiança nele mesmo, em coisas e em pessoas (v.13).
Qual dos dois métodos tem sido real em nossa vida? Precisamos ter em mente que todas estas advertências divinas não foram dadas a povos pagãos, mas à nação eleita de Deus. Como Laodiceia, Israel tornou-se soberba e considerava-se rica e abastada (v.1; Ap 3:17). O fato de ter sido uma nação escolhida por Deus com uma mensagem especial, ao invés de despertar-lhe gratidão, causou-lhe um sentimento de orgulho próprio que a levou a envolver-se com as práticas dos povos que julgava perdidos.
Idolatria (v.1), coração falso (v.2), “palavras vãs” (v.4) e pecados ocultos levaram Israel a colher a própria destruição. É ilusão pensar que o fato de pertencer à família cristã é garantia de salvação. Ser cristão não é assumir um título, mas uma cidadania. Todo aquele que entende que o seu lugar não é aqui, que não pertence a este mundo, não vive em conformidade com as práticas desta terra, mas, pela fé, caminha em direção à Pátria Celeste, buscando “ao SENHOR, até que Ele venha” (v.12).
Cristo está prestes a ceifar a terra, “visto que a seara da terra já amadureceu” (Ap 14:15). E de que lado estaremos? Daqueles que “lavaram suas vestiduras e as alvejaram no sangue do Cordeiro” (Ap 7:14)? Ou dos que dirão “aos montes e aos rochedos” (Ap 6:16): “Caí sobre nós!” (v.8)? O nosso lugar não é aqui, meus irmãos! Clamemos ao Senhor para que o orgulho não contamine o nosso coração, pois “nem o que planta é alguma coisa, nem o que rega, mas Deus, que dá o crescimento” (1Co 3:7). Coloquemo-nos, pois, nas mãos do grande Agricultor e Ele fará descer sobre nós a Sua chuva de justiça (v.12) e nos levará para desfrutar de Sua messe abundante e eterna.
Bom dia, semeadores do Senhor!
Jornada de oração, dia 13/21: Oremos por um coração cujo solo seja fértil.
Rosana Garcia Barros
#PrimeiroDeus
#Oseias10
#RPSP
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3. Não temos rei. Como resultado da rejeição ao Senhor e dos castigos contra si, Israel seria levado a ver e sentir que os reis nomeados por sua própria vontade (ver com. de Os 8:4) seriam incapazes de protegê-lo ou de ajudá-lo. CBASD – Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 4, p. 1011.
4. brota o juízo. Literalmente, “o julgamento [ou justiça] brota”, ou “o juízo floresce”. … o contexto parece indicar que “julgamento” aqui se refere à “justiça” oficial na terra como perversão e paródia da verdadeira justiça (ver Am 5:7; 6:12). Este juízo pervertido é como a erva amarga que surge pronta e abundantemente. CBASD, vol. 4, p. 1012.
4-8 Por causa da maldade de Israel o juízo de Deus viria logo como uma planta amarga e venenosa nascendo nos sulcos arados dos campos (10:4). O povo de Samaria e os sacerdotes que se orgulhavam do bezerro de ouro em Betel em breve chorariam porque seriam levados para a Assíria (10:5). O bezerro de ouro também seria levado. Num período de trinta anos, desde que o rei Jeroboão II morreu, em 753 aC, até o fim do reino de Israel (722 aC), seis reis reinaram um após o outro. Ao tempo da invasão assíria contra Israel, o último rei morreria, e a cidade de Betel seria destruída, tornando-se um lugar onde somente os espinhos e ervas daninhas cresceriam. Oséias profetizou que na época da invasão o povo desejaria ser sepultado pelos montes e colinas, o que de fato aconteceu durante o cerco de três anos que sofreram (10:7, 8). Yoshitaka Kobayashi, em: https://reavivadosporsuapalavra.org/2014/09/05/.
7. O rei de Samaria será como lasca de madeira.Do heb. qetsef, “um ramo quebrado” (ver Mt 15:13). A LXX diz “um galho”. A figura enfatiza a levez, instabilidade e impotência do rei em quem o povo confiava. CBASD, vol. 4, p. 1013.
9-10 Gibeá … castigarei. Quando a cidade benjamita de Gibeá cometeu seu pecado, outras tribos israelitas a castigaram. Agora, as dez tribos de Israel seriam castigadas por causa de seu pecado por intermédio da invasão da Assíria e outras nações (10:9, 10). Yoshitaka Kobayashi, em: https://reavivadosporsuapalavra.org/2014/09/05/.
11 Efraim era uma bezerra domada, que gostava de trilhar. Efraim é aqui comparado a uma novilha treinada para pisar o milho. … eram deixados livre para arrebatar, de vez em quando, um punhado de milho. Assim foi a história de Israel. Os israelitas foram postos na terra prometida, em circunstâncias fáceis e confortáveis, como uma novilha que debulha, e lhe foi permitido comer à vontade. Tragicamente, esses confortos materiais que deveriam tê-los atraído para perto do Criador, tornaram-nos autossuficientes e rebeldes (ver com. de Dt 32:15). CBASD, vol. 4, p. 1014.
12 arai o campo de pousio (ARA). NVI: “campo não arado”.
14 Salmã. … referência a Salum que matou [o rei] Zacarias, filho de Jeroboão II, e reinou sobre Israel apenas um mês. Por sua vez, foi assassinado por seu sucessor (ver 2Rs 15:8-15). CBASD, vol. 4, p. 1015.
Bete-Arbel. Do heb. beth ‘arebe’l, “a casa de Arebel”. … a LXX traz: “a casa de Jeroboão”, que seria uma referência ao assassinato de Zacarias por Salum, que pôs fim aos descendentes de Jeroboão II. CBASD, vol. 4, p. 1015.