Reavivados por Sua Palavra


DANIEL 3, Comentado por Rosana Barros by Ivan Barros
10 de novembro de 2017, 0:30
Filed under: Sem categoria


“Falou Nabucodonosor e disse: Bendito seja o Deus de Sadraque, Mesaque e Abede-Nego, que enviou o Seu anjo e livrou os Seus servos, que confiaram nEle, pois não quiseram cumprir a palavra do rei, preferindo entregar o seu corpo, a servirem e adorarem a qualquer outro deus, senão ao seu Deus” (v.28).


Entusiasmado com a ideia de que ocupava um lugar privilegiado no cenário profético, segundo o sonho que Daniel interpretara, Nabucodonosor encheu-se de orgulho e permitiu que o fato de ser a cabeça de ouro ofuscasse a sua experiência com “o Senhor dos reis” (Dn 2:47). Insatisfeito em ser apenas a cabeça, mandou fazer uma réplica da estátua de seu sonho toda de ouro, desafiando os propósitos divinos. O que ele não esperava era que, ali, “no campo de Dura” (v.1), o centro das atenções não seria aquela magnificente imagem de seu próprio ego inflado.

Os seis instrumentos da orquestra de Babilônia estavam a postos para o concerto que – ninguém imaginava – introduziria um dos maiores milagres de toda a história da humanidade. Todas as autoridades estavam reunidas. Os músicos aguardavam a ordem do arauto, para dar o sinal, o som “de toda sorte de música” (v.5), para que todos, sem exceção, se prostrassem e adorassem a imagem “que o rei Nabucodonosor levantou” (v.5), ou seriam lançados “na fornalha de fogo ardente” (v.6). Quando a música soou, “se prostraram os povos, nações e homens de todas as línguas e adoraram a imagem de ouro” (v.7).

Todavia, em meio aquele tapete humano, três homens, ainda no vigor da juventude, destoaram da multidão. Enquanto a música fez com que todos caíssem com o rosto em terra, eles permaneceram em pé. Enquanto o medo atravessava o coração da multidão, a confiança e o temor do Senhor sustentavam aqueles três arautos da verdade. E mesmo sob terrível ameaça, não curvaram nem sequer a cabeça. Quanta fé! Tamanha coragem! Virtudes que só podem ser alcançadas mediante uma vida de total entrega e dependência dos cuidados divinos. Sadraque, Mesaque e Abede-Nego não desafiaram apenas a Nabucodonosor e todas as autoridades presentes ali, mas fizeram tremer Satanás e toda a sua hoste maligna.

Então, diante do rei que dominava virtualmente sobre toda a Terra, aqueles três jovens fizeram, assim  todos pensaram, o seu último corajoso discurso (parafraseando):

— Se Deus achar que for melhor, Ele nos livrará da fornalha ardente e de tudo o que queiras fazer contra nós, ó rei. Mas se Ele achar melhor não livrar-nos, ainda assim, fique sabendo, que jamais serviremos aos teus deuses e nem iremos nos curvar diante desta imagem (vs. 17-18).

Pronto! Foi o que bastou para o rei ficar “transtornado” (v.19). Ele ficou tão confuso com tudo aquilo, que além de mandar aquecer a fornalha, ainda mandou amarrar os corajosos adoradores do Deus vivo. Atados com as próprias roupas (v.21), foram lançados nas chamas que mataram seus algozes (v.22).

Diante de todo o mundo de sua época, inclusive de seus conterrâneos judeus instáveis, Hananias, Misael e Azarias revelaram o verdadeiro ouro refinado: um caráter segundo o coração de Deus. E a mesma boca que indagou: “E quem é o deus que vos poderá livrar das minhas mãos?” (v.15), foi obrigada a reconhecer: “Porque não há outro deus que possa livrar como Este” (v.29).

O inimigo pode enviar chamas ardentes na vida dos “servos do Deus Altíssimo” (v.26), mas “nem cheiro de fogo” (v.27) passará sobre eles. Ele pode querer nos atar com correntes de ferro, mas andaremos “soltos, passeando dentro do fogo” (v.25), porque conosco está o Filho de Deus e de forma espantosa nos dá livramento.

Prestem bastante atenção, servos e servas do Deus de Sadraque, Mesaque e Abede-Nego: o tempo de prova sobremodo terrível que antecede a segunda vinda do nosso Salvador está prestes a eclodir. Assim como a palavra de Nabucodonosor “era urgente” (v.22), mais urgente ainda tem sido a estratégia de Satanás em destruir o maior número de pessoas que ele puder. E para isso, a fornalha já está sendo aquecida. Em sua “grande cólera”, se valerá das maiores autoridades mundiais para concretizar seus planos, “sabendo que pouco tempo lhe resta” (Ap 12:12). Contudo, para todo aquele que, à semelhança daqueles três jovens, perseverarem até o fim, a fornalha aquecida “sete vezes mais” (v.19) será a perfeita prova de que Deus possui servos fiéis ainda nos últimos dias, cumprindo-se, pois, o que está escrito:

“Farei passar a terceira parte pelo fogo, e a purificarei como se purifica a prata, e a provarei como se prova o ouro; ela invocará o Meu nome, e Eu a ouvirei; direi: é Meu povo, e ela dirá: O SENHOR é meu Deus” (Zc 13:9).

Estamos todos inseridos no grande conflito, cujo foco é: ADORAÇÃO. Prostre-se somente diante do Senhor Deus em todos os detalhes de sua vida e estarás de pé no grande dia de Sua volta.

Bom dia, fiéis a Deus e aos Seus princípios!

Desafio do dia: Ore para que o Espírito Santo o torne uma testemunha viva do poder de Deus. Ore para que você seja fiel nas pequenas e grandes coisas, por ter recebido dEle forças para enfrentar essas  dificuldades.

Rosana Garcia Barros

#RPSP
#Daniel3
#PrimeiroDeus


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