Reavivados por Sua Palavra


ISAÍAS 52 – COMENTÁRIO PR ADOLFO SUÁREZ by Maria Eduarda
11 de julho de 2017, 0:55
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ISAÍAS 52 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS by Jeferson Quimelli
11 de julho de 2017, 0:55
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Tuas roupagens formosas. Isto é, vestes de beleza e santidade. CBASD – Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol.4, p. 302.

Do pó. Sião trocaria o pó pelo trono, uma vida de exílio por outra, de esplendor. CBASD, vol.4, p. 302.

Fostes vendidos. os judeus se venderam ao serviço do mal e, como resultado, sofriam nas mãos de seus vizinhos pagãos, os assírios, nos dias de Isaías, e anda seriam cativos em Babilônia. CBASD, vol.4, p. 302.

É blasfemado. Visto que podiam oprimir o povo hebreu, os pagãos pensaram que os seus deuses eram mais fortes que Yahweh. CBASD, vol.4, p. 302.

Saberá o Meu nome.Saber o nome de Deus é entender Sua vontade e confiar nEle. CBASD, vol.4, p. 302.

Boas novas. Isto é, o evangelho (ver com. de Mc 1:1; 2:10). CBASD, vol.4, p. 302.

10 O SENHOR desnudou o Seu braço. O poder de Deus foi manifesto, levando a vitória a Seu povo sobre os inimigos (ver Sl 98:1, 2; cf. Ez 4:7). CBASD, vol.4, p. 303.

11 Retirai-vos. Isto é, de Babilônia [cf. Ap 18:1-4]. CBASD, vol.4, p. 303.

Purificai-vos. Os exilados que voltariam deviam constituir um povo puro. … Os que saíssem de Babilônia espiritual deviam também se purificar (Ap 18:4; 21:27; cf. 1Jo 3:3). CBASD, vol.4, p. 303.

Vós que levais os utensílios do SENHOR. Os líderes de Israel seriam responsáveis por levar os utensílios sagrados do templo, de Babilônia a Jerusalém (Ed 1:7, 8; 5:14, 15; 6:5). … Os líderes do povo de Deus têm a responsabilidade solene diante de Deus de dar exemplo digno de um viver correto. CBASD, vol.4, p. 303.

13 Eis que o Meu Servo. Estas são as palavras introdutórias de uma nova seção que continua até Isaías 53:12.  … Nesta nova seção, o Messias surge como o Servo sofredor (ver com. de Is 41:8; 42:1). Nas Escrituras, não há outro texto que apresente de forma mais vívida a natureza vicária e o caráter expiatório da obra de Cristo. … a ideia de salvação material e terrena para Israel como nação praticamente ofuscou o conceito aqui apresentado por Isaías, de que o messias primeiramente os libertaria de forma individual do poder e do castigo do pecado (ver DTN, 30; ver com. de Lc 4:19). CBASD, vol.4, p. 303.

Procederá com prudência. Ou, “prosperará”. … O messias, o Servo sofredor, teria êxito em Sua missão (ver Fp 2:10, 11). CBASD, vol.4, p. 303.

Exaltado e elevado. Os poderosos da Terra se maravilhariam de que um homem tão insignificante segundo os padrões humanos pudesse ter tão tremenda influência sobre o pensamento e a vida do ser humano e sobre o curso da história (ver Is 52:14, 15). Hoje, milhões de pessoas consideram honra serem conhecidos como cristãos. CBASD, vol.4, p. 303, 304.

14 Pasmaram muitos. É surpreendente que o tão honrado Filho de Deus Se humilhasse de forma voluntária como Cristo o fez. Jesus velou Sua divindade na humanidade (ver com. de Lc 2:48) a fim de que o ser humano fosse atraído a Ele, não pela glória exterior, mas pela beleza de seu caráter. CBASD, vol.4, p. 304.

Seu aspecto. Depois de voltar do conflito contra Satanás no deserto da tentação e durante o conflito maior com os poderes das trevas no Getsêmani (DTN, 137, 689), a aparência de Jesus era tão diferente que até para Seus amigos foi difícil reconhecê-Lo. CBASD, vol.4, p. 304.

15 Admiração às nações. O mundo se maravilharia ante o fato de o humilde Servo sofredor, o Messias, vir a ser “exaltado e elevado” e se tornar “mui sublime” (v. 13). CBASD, vol.4, p. 304.

Fecharão a sua boca. Os poderosos da terra se emudecerão diante dEle, em espanto e reverência (ver Jó 29:9; 40:4). CBASD, vol.4, p. 304.



ISAÍAS 52 – COMENTÁRIO PR HEBER TOTH ARMÍ by Jeferson Quimelli
11 de julho de 2017, 0:45
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ISAÍAS 52 – Acordar da mornidão espiritual, curar-se da letargia religiosa, levantar-se da preguiça, sacudir a poeira da hipocrisia, partir para a ação e cumprir a missão de anunciar o Messias – eis o que Deus espera de cada crente em todo lugar.
Neste capítulo acontece o terceiro imperativo divino quanto a despertar. “Mais uma vez, Sião recebe a ordem para despertar do sono do cativeiro e se vestir de suas roupagens formosas” (William MacDonald).
Os ouvintes de Isaías de todas as épocas precisam de um reavivamento genuíno. Quem está dormindo, está perdido, precisa ser acordado e imbuído do azeite do Espírito ou das vestes gloriosas da justiça de Cristo (vs. 1-2; Mateus 25:1-13; Romanos 13:11-14).
Não titubeie, saia de cima do muro, não flerte com o pecado. Acorde e levante-se para o que Deus tem para você.
• O plano de Deus, através do Servo, Jesus Cristo, é resgatar, redimir e salvar o pecador. Seu alvo é santificar o imundo pecador. Seu método é oferecer a graça para quem está na desgraça. Ele mostrará Suas poderosas e maravilhosas ações (vs. 1-6).
• O plano de Deus é impactante. Ele quer que os despertos e reavivados levantem a voz e proclamem o que Ele fez e ainda fará pelo mundo. Jesus entrou na batalha, pisou na lama imunda de pecado deste mundo para nos resgatar. “O Eterno arregaçou as mangas. Todas as nações agora enxergam o seu braço forte e santo. Todos, de um lado da terra a outro, o estão vendo em ação, agindo para salvar”. Não precisamos ajudar a Deus, precisamos ajudar àqueles que ainda não notaram as ações salvíficas de Deus em nosso Planeta (vs. 7-10).
• O plano de Deus é ousado, radical e enérgico. Ele, às vezes, precisa ser duro, assim quando precisa acordar alguém que está em um sono profundo. Ele sacode, e grita: levanta da cama: “Fora daqui! Fora daqui! […] Purifiquem-se no processo da adoração…” (vs. 11-12).
• O plano de Deus está baseado em Seu Filho que sofreu na batalha do grande conflito para libertar todo aflito. Ele cumpriu Seu objetivo, mas sofreu como ninguém, pagou o preço mais alto pelos escravos para os tornar livres (vs. 13-15).
Despertemos!
Troque teus planos pelos planos de Deus, são melhores que os teus! – Heber Toth Armí.



ISAÍAS 52 – Comentário Rosana Barros by Ivan Barros
11 de julho de 2017, 0:30
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“Que formosos são sobre os montes os pés do que anuncia as boas-novas, que faz ouvir a paz, que anuncia coisas boas, que faz ouvir a salvação, que diz a Sião: O teu Deus reina!” (v. 7).


A pregação do evangelho é um privilégio dado aos homens que anjos gostariam de executar. O SENHOR incumbiu o Seu povo de, como Seu porta-voz, anunciar as boas-novas de salvação. Porém, os próprios anjos tiveram que assumir tal missão quando apareceram a uns poucos pastores em Belém, anunciando o nascimento do Messias. A missão que não foi compreendida por Israel está diante de nós, agora como o último chamado de Deus. E corremos o sério risco de, como Israel, assumir uma postura de indiferença e exclusivismo (Ap. 3:16).

O nome do SENHOR tem sido “blasfemado incessantemente todo o dia” (v. 5) e este caos está prestes a ter o seu fim. Deus despertará a Sua “cidade santa” (v. 1), que, como noiva, estará pronta para receber os seus cidadãos. A estes, o SENHOR faz um  chamado urgente: “Retirai-vos, retirai-vos, saí de lá… saí do meio dela, purificai-vos” (v. 11). “Retirai-vos dela, povo Meu” (Ap. 18:4). Pois na Sua santa cidade não entrará coisa alguma imunda ou qualquer tipo de impureza (v. 1). Este é um chamado para AGORA, “porquanto não saireis apressadamente, nem vos ireis fugindo” (v. 12) somente quando vir se cumprindo os últimos eventos. Mas, quando estes eclodirem, Deus já terá selado um povo de Sua propriedade particular, onde estará à sua frente e lhe será por retaguarda (v. 12).

O tempo de conhecermos o nome do SENHOR é HOJE, então, “naquele Dia” saberemos que é Ele “Quem fala: Eis-Me aqui” (v. 6). Quando nossos pés avançam para anunciar a salvação, também avançam para recebê-la. Os calçados da “preparação do evangelho da paz” (Efésios 6:15) fazem parte integrante da armadura de Deus e sem eles não suportaríamos andar por sobre os “pedregulhos” do caminho. Aqueles que não compreenderem a sua missão como atalaias do SENHOR, terão seus pés esfolados pelas tribulações e abandonarão a fé com a mesma rapidez com que a aceitaram. É imprescindível, principalmente nestes últimos dias, que tomemos “TODA a armadura de Deus” (Efésios 6:13) para que perseveremos até o fim.

Ouça hoje o grito dos atalaias do SENHOR! Não deixe para ouvi-lo quando for tarde demais, diante da glória do Deus que eles aguardavam, mas que você rejeitou! Breve virá Aquele que como Servo nasceu, viveu e morreu sendo rejeitado, mas que naquele Dia “será exaltado e elevado e será mui sublime” (v. 13). Revistamo-nos de TODA a armadura de Deus, calçando AGORA os nossos pés com os “sapatos” do Céu e declarando onde quer que o Espírito nos enviar: O NOSSO DEUS REINA!

Então, com santa ousadia, nossa vida será uma constante declaração de que, dentro em pouco, com nossos próprios olhos distintamente veremos o retorno do SENHOR (v. 8), “e todos os confins da terra verão a salvação do nosso Deus” (v. 10). Apeguemo-nos à misericordiosa graça de Deus e avancemos anunciando o evangelho eterno “a cada nação, e tribo, e língua, e povo” (Ap. 14:6).

Despertai, pés formosos!

Bom dia, atalaias do SENHOR!

Desafio do dia: Você já é um missionário? Ore para que, assim como o Espírito Santo conduzia Paulo para onde devia ir, que Ele também lhe conduza neste dia, todos os dias, até aquele grande Dia.

Rosana Garcia Barros

#PrimeiroDeus
#Isaías52
#RPSP



ISAÍAS 52 – COMENTÁRIO PR EVANDRO FÁVERO by Maria Eduarda
11 de julho de 2017, 0:15
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ISAÍAS 51 by Jeferson Quimelli
10 de julho de 2017, 1:00
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Comentário Devocional

Existe muita profundidade de sentimento neste capítulo. Três personagens estão em constante conversação. Isaías fala aos justos deixados em Judá (v. 1-3), Deus fala com ternura ao Seu povo (v. 4-8) e Judá fala de volta a Deus (v. 9-10). Então Isaías repete a promessa do retorno dos exilados (v. 11), Deus fala a Judá novamente (v. 12-16), especificamente, a Jerusalém (v. 17-20) e, finalmente, Isaías fala aos aflitos e desencorajados (v. 21-23).

Que Deus extraordinário nós servimos! Alguém que se envolveria em tal conversa com Seu povo! Ele estaria em seu direito se nos deixasse colher as consequências de nossas ações. No entanto, ele se inclina até nós para nos ajudar a entender a causa de nossa doença e as razões de Suas ações. Ele deixa claro que preferiria evitar ministrar a nós remédio tão amargo, pois Ele é um Pai terno que se condói com o sofrimento de seus filhos. Mas Ele está mais interessado em que saremos da doença – não importa o custo ou a dor – a continuarmos no pecado e, assim, acabarmos perdidos para sempre.

Sigamos o exemplo de Abraão, nosso pai na fé (v.2). Ele saiu da Babilônia, respondendo ao chamado de Deus para se dedicar a Ele. Nós também, pela graça de Deus, precisamos sair da nossa Babilônia de pecado, dúvida, indolência, entretenimento e autoindulgência e seguir este maravilhoso Deus até o fim.

Ron E M Clouzet
Pastor ministerial na Divisão Norte da Ásia e do Pacífico

Texto original: https://www.revivalandreformation.org/bhp/en/bible/isa/51, https://www.revivalandreformation.org/?id=976 e http://revivedbyhisword.org/en/bible/isa/51/
Tradução anterior: https://reavivadosporsuapalavra.org/2014/04/16
Equipe de tradução: Pr Jobson Santos/Jeferson Quimelli/Gisele Quimelli
Texto bíblico: Isaías 51 NVI
Comentário em áudio Pr Valdeci
Leituras da semana do programa Crede em Seus Profetas: https://credeemseusprofetas.org/



ISAÍAS 51 – COMENTÁRIO PR ADOLFO SUÁREZ by Maria Eduarda
10 de julho de 2017, 0:55
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ISAÍAS 51 – COMENTÁRIO PR HEBER TOTH ARMÍ by Jeferson Quimelli
10 de julho de 2017, 0:45
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ISAÍAS 51 – Promessas são valiosas, principalmente num contexto em que se elas forem cumpridas, nossa vida seria mais feliz, realizada e satisfeita.
Charles H. Spurgeon desafia-nos: “Tome a promessa de Deus, pois ela é suficiente, e mais do que suficiente, mesmo que todas as fontes da terra se sequem”.
As promessas de Deus visam à esperança da humanidade. Suas promessas inspiram até os mais desesperados, se confiarem nEle. Elas norteiam a direção que devemos não apenas olhar, mas também seguir. Por isso, sua importância para nós.
1. Deus formou um povo para Si de Abraão, o pai da fé, o precursor da promessa de bênção a toda nação, tribo língua e povo, que é Jesus, o Messias. Ele cumpriu promessas feitas no passado, e cumprirá as que ainda faltam serem concretizadas (vs. 1-3).
2. Deus revela, abre o futuro, promete bênçãos aos perdidos, desesperados e condenados. Ele diz que libertará os cativos, iluminará o mundo e trará salvação aos povos (vs. 4-6). Ao Seu povo, especificamente Ele declara:
“Ouçam agora, vocês que sabem a diferença entre o certo e o errado, que guardam o meu ensinamento no coração: Não deem atenção às zombarias e, quando foram insultados, não deixem que isso os abale. Esses insultos e zombarias estão carcomidos de traças, vêm de cérebros afetados por cupins, mas minha forma de endireitar as coisas é duradoura, minha salvação é perene” (vs. 7-8).
3. As promessas de Deus despertam o povo que pensa que Deus está indiferente no presente em relação passado (vs. 9-11). Contudo, mal sabem os crentes que os indiferentes são eles mesmos, não Deus. Por isso, Deus estimula a crença, a fé e a confiança dos temerosos e aflitos a dependerem dEle (vs. 12-16).
4. As promessas de Deus visam libertação, mesmo depois de um momento de correção sem muitos resultados almejados. Ninguém se importa pelas nações como Deus. Ninguém consola os arruinados como Deus. Ele age para salvar, ainda que tenha que enfrentar fortes oponentes (vs. 17-23).
Quem está dormindo não vê Deus acordado. Deus quer nos despertar e faz o maior barulho para que acordemos. Ele quer nos atrair a Ele e a Seus grandiosos e maravilhosos planos. Permitiremos ser acordados por Deus? (Romanos 13:11-14).
Deus nos desperta com promessas! – Heber Toth Armí.



ISAÍAS 51 – Comentário Rosana Barros by Ivan Barros
10 de julho de 2017, 0:30
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“Ponho as Minhas palavras na tua boca e te protejo com a sombra da Minha mão, para que Eu estenda novos céus, funde nova terra e diga a Sião: Tu és o Meu povo” (v. 16).


Hoje, o SENHOR nos apela:
“Ouvi-Me vós… os que buscais o SENHOR; olhai para a rocha” (v. 1).
“Atendei-Me, povo Meu, e escutai-Me, nação Minha” (v. 4).
“Levantai os olhos para os céus” (v. 6).
“Ouvi-Me, vós que conheceis a justiça, vós, povo em cujo coração está a Minha lei” (v. 7).
“Desperta, desperta, levanta-te” (v. 17).

De uma forma praticamente desesperada, Deus profere uma série de apelos ao Seu povo. As muitas lutas os haviam deixado aflitos e desanimados, e “a assolação e a ruína, a fome e a espada” (v. 19) eram-lhes constantes ameaças. O SENHOR os convidou a mudar o foco e ouvir não mais o som de batalhas, mas a voz do SENHOR dos Exércitos. A não mais olhar para as forças inimigas, mas erguer os olhos para os céus e, pela fé, contemplar a vitória.

Este texto, como os demais, não se refere apenas ao antigo Israel, mas ao Israel espiritual de todos os tempos. “O exilado cativo” (v. 14) é uma referência aos salvos que serão libertos de uma vez por todas do jugo do pecado, e viverão em um lugar onde não mais haverá morte (Ap. 21:4). Onde Deus estabelecerá novos céus e nova terra (v. 16; Ap. 22:1). Onde a salvação e a justiça do SENHOR durarão para sempre (v. 6 e 8). Um lugar onde não mais haverá inimigos, ameaças ou sombra de inimizades. Onde “perpétua alegria lhes coroará a cabeça; e o regozijo e a alegria os alcançarão, e deles fugirão a dor e o gemido” (v. 11). A pergunta é: É para este lugar que estamos caminhando?

Ninguém gosta de ser humilhado. O tratamento tirano das nações inimigas causava a Israel grande opróbrio e temor. A humilhação pode causar duas reações: vingança ou mais humilhação ainda.
Quando eu tinha onze anos de idade, uma “valentona” da escola simplesmente não foi com a minha cara e resolveu me dar um tapa no rosto, no meio da rua, com uma “plateia” de alunos ao redor. Bem, eu tinha duas opções: revidar e iniciar uma briga defendendo a minha honra, ou ignorá-la e seguir o meu caminho para casa. Eu escolhi a segunda opção e a deixei sem palavras ao dar as costas e ir para casa. É claro que fui humilhada e segui o meu caminho com o rosto vermelho de vergonha, mas tranquila de que tinha feito a melhor escolha.

Deus deseja colocar Sua sabedoria em nossa boca e nos usar como Seus instrumentos no despertamento do Seu povo. Ele nos escolheu e tem nos carregado desde o ventre de nossa mãe, lembram? Não precisamos temer a criatura se o Criador luta por nós! Todo “o cálice de atordoamento” (v. 22) que julgamos ter em nossas mãos, Ele tomará e colocará “nas mãos dos que [nos] atormentaram” (v. 23) e nos humilharam. As más línguas cessarão. O olhar malicioso será destruído. E os que insistiram em ferir os filhos do Reino “morrerão como mosquitos” (v. 6). É forte, mas é a verdade.

“Porque o SENHOR tem piedade” do Seu povo “e fará o seu deserto como o Éden, e a sua solidão, como o jardim do SENHOR; regozijo e alegria se acharão nela, ações de graças e som de música” (v. 3). “Pelo que AGORA ouve isto, ó tu que estás aflita(o)” (v. 21)… Assim diz o SENHOR, o SENHOR, teu Deus” (v. 22):
“Quem a si mesmo se exaltar será humilhado; e quem a si mesmo se humilhar será exaltado” (Mateus 23:12).
Então, amados, sigamos pela fé com os olhos no Céu e com a lei do SENHOR no coração, e, apesar de ter aqui “as costas como chão” (v. 23), despertemos para a certeza de que a nossa caminhada para Casa está quase no fim!

Bom dia, humilhados que serão exaltados!

Desafio do dia: Anote em seu caderninho de oração a seguinte ordem do SENHOR Jesus: “Amai os vossos inimigos e orai pelos que vos perseguem” (Mateus 5:44). Clame ao SENHOR para colocar esta ordem em prática e siga o caminho da perfeição aos olhos de Deus (Mateus 5:48)!

Rosana Garcia Barros

#PrimeiroDeus
#Isaías51
#RPSP



ISAÍAS 51 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS by Jeferson Quimelli
10 de julho de 2017, 0:26
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Ouvi-Me. Isaías se dirige aos piedosos de Israel, os que com sinceridade e fervor ansiavam pelo cumprimento das promessas feitas, mas que ficaram desanimados por causa da demora e do aparente fracasso (ver com. de Is 49:4; 14; 50:1). Eles se esqueceram de como o Senhor tinha conduzido os pais no passado (ver EF, 72). Deus os convida a se voltarem a Ele e esquecerem suas dúvidas e apreensões. Para os que os que buscam a justiça e o livramento só há um caminho para alcançar esses objetivos: obediência fiel à voz do Senhor. CBASD – Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 4, p. 298.

Justiça. Os que semeiam retidão [v. 7] colherão justiça, êxito e livramento [v. 5]. Um é a causa, e o outro, o resultado. … Se fizesse apenas o que é correto, Israel poderia esperar justiça, êxito e livramento. CBASD, vol. 4, p. 298.

De que fostes cortado. Assim como a pedra é tomado da pedreira e se transforma em parte de um lindo templo, o povo de Israel foi tirado do Egito e da Mesopotâmia e preparado por Deus para ser Seu representante. Quantas maravilhas o Senhor fez em favor desse povo! Então, Ele os insta a ter ânimo e a crer pela fé que Ele fará o mesmo mais uma vez. CBASD, vol. 4, p. 298, 299.

Olhai para Abraão. Deus relembra Israel de sua origem como nação (Gn 11:28, 31; 12:1, 4, 5). Triunfos do passado devem inspirar coragem no presente e esperança no futuro (ver Os 1:10). CBASD, vol. 4, p. 299.

4 porque de Mim sairá a lei. Do heb. torah, que inclui toda a vontade de Deus revelada (ver com. de Dt 31:9; Sl 19:7). Deus promete continuar a revelação de Suas promessas a Israel (ver Am 3:7). CBASD, vol. 4, p. 299.

A palavra [torah] vem da raiz que significa … “almejar um alvo”. Já que o sentido básico de pecado é “errar o alvo que Deus propõe”, é importante reconhecer que a lei conduz à vontade de Deus, e nos aponta para a pessoa de Jesus Cristo. É neste sentido que consta aqui, como parte integrante da revelação de Deus, que é Sua palavra. Bíblia Shedd.

O Meu direito. A justiça divina seria outra vez estabelecida na Terra (ver com. de Is 42:4, 6), e a confiança no governo de Deus traria um espírito de paz e segurança. CBASD, vol. 4, p. 299.

Minha justiça. Isto é, “Meu livramento” (ver com. do v. 1). O livramento que Deus promete a Seu povo não tardará [Virá com certeza e no tempo certo]. CBASD, vol. 4, p. 299.

As terras do mar. nações gentílicas. CBASD, vol. 4, p. 299.

Os céus desaparecerão A hora se aproxima quando os céus atmosféricos “se desfarão” (2Pe 3:10, 11). Céus e terra podem passar, mas a vontade de Deus (ver com. de Is 51:4) permanece para sempre (ver Mt 5:18). CBASD, vol. 4, p. 299.

Que conheceis a justiça. Os que conhecem a justiça são definidos neste versículo como os que têm a lei de Deus – uma transcrição de Seu caráter – no coração. Sua vontade revelada (ver com. do v. 4) está gravada na mente deles, e seu caráter é semelhante ao caráter divino (ver Gl 2:20; Cl 1:27; 1Jo 3:2, 3). CBASD, vol. 4, p. 299.

A traça. Ver com. de Mt 6:19, 20; Cf Is 50:9. Pecado e pecadores desaparecerão, mas a justiça é permanente. A transgressão trará inevitavelmente a ruína, mas aobediência traz vida ebênção (Is 1:19, 20, 28; Jo 3:16; Rm 6:23; ver com. de Mt 7:21-28). CBASD, vol. 4, p. 299.

Desperta, desperta. Aqui, também encontramos dois exemplos de vocativos duplos. O que é isso? Na Bíblia, um vocativo duplo é um sinal de profunda emoção e preocupação, como “Marta, Marta …” (Lucas 10:41), ou “Simão, Simão” (Lucas 22:31). Quando os justos em Judá apelam a Deus, eles gritam: Desperta! Desperta! Veste de força, o teu braço, ó Senhor; acorda, como em dias passados” (v.9 NVI). Foi Deus quem, no passado, abateu o Egito (v. 9 ARA) e feriu o dragão (Satanás). No verso 17, é Deus quem responde a Jerusalém: “Desperta, desperta! Levanta-te, ó Jerusalém” (ARA). Ele reconhece a dor que no futuro infligiria ao Seu povo através do poder da Babilônia, levando a eles a “ruína e destruição, fome e espada” (v.19 NVI), com a profanação do templo e o incêndio da cidade. Ron E M Clouzet, em https://reavivadosporsuapalavra.org/2014/04/16/.

Nos dias passados. Representando os piedosos de Israel, Isaías roga a Deus que repita os grandes feitos de livramento que marcaram o passado (ver com. dos v. 1 e 2). CBASD, vol. 4, p. 299.

Egito. Heb. rahabh, lit “o orgulhoso”, “o insolente”. Aplica-se claramente aoEgito, como também em Sl 89.10, onde aparece o nome Raabe (cf Sl 87.4). A referência específica é a derrota sofrida pelos exércitos do Egito, ao perseguir os israelitas, depois do Êxodo. Bíblia Shedd.

monstro marinho. O crocodilo do Nilo tem servido como símbolo do Egito. Bíblia Shedd.

10 Secou o mar. Referência à travessia do Mar Vermelho (ver Êx 14:21; cf. Is 43:16). CBASD, vol. 4, p. 299.

11 Os resgatados. Ver com. de Is 35:10. Isaías outra vez prediz o retorno do cativeiro babilônico. Da mesma forma, “todo o Israel” (Rm 11:26), ou os filhos espirituais de Abraão (Gl 3:29), será libertado da tirania da babilônia espiritual (Ap 18:1-4; 19:1, 2; 21:1-4). CBASD, vol. 4, p. 299.

12 Eu, Eu. A repetição do pronome enfatiza o Senhor como a fonte da confiança de Israel. Se Deus estava com eles, quem seria contra eles (ver Rm 8:31)? CBASD, vol. 4, p. 299.

13 Esqueceres do SENHOR. Esta foi a causa de todas as dificuldades que sobrevieram a Israel e de todas as que ainda enfrentariam. Paulo fala do perigo de se esquecer de Deus (ver Rm 1:20-24). CBASD, vol. 4, p. 300.

14 Não descerá à sepultura. Nenhum poder na Terra poderia frustrar o propósito divino de libertar os Seus quando chegasse a hora. CBASD, vol. 4, p. 300.

16 Minhas palavras. Isto é, as palavras de Deus na boca de Isaías. CBASD, vol. 4, p. 300.

Estenda novos céus. Ou, “estabeleça os céus”(ver com. de Is 40:12). Isaías contempla a terra restaurada ao seu estado edênico (ver Is 65:17; 66:22; 2Pe 3:13). CBASD, vol. 4, p. 300.

16 Tu és o meu povo Isto é um grande conforto e encorajamento para os israelitas que antes do cativeiro ouviram a sentença: “Não sois o meu povo!”. Bíblia Shedd.

17 Desperta, desperta. No v. 9, Israel dirige estas palavras ao Senhor. Aqui, Deus fala a uma Jerusalém pecadora para despertá-la de um estupor causado pelo cálice da ira de Deus. Aplicação de castigo é associada em geral ao derramamento da taça da ira (Sl 75:8; Jr 25:15, 16; Ez 23:32-34; Ap 14:10). Exorta-se com fervor a Jerusalém para que desperte e volte a si antes que seja tarde demais. CBASD, vol. 4, p. 300.

18 Nenhum a guiou.Os filhos de Jerusalém tinham perecido na batalha (Is 49:20, 21), e ela se encontrava só no exílio (ver com. de Is 49:21). Ela teve muitos filhos, mas nenhum deles estava presente para ajudá-la. Na hora de maior necessidade, ela se encontrava totalmente abandonada. O alívio só viria de Deus. CBASD, vol. 4, p. 300.

Justamente os líderes políticos de Jerusalém tinham sido politiqueiros internacionais, e por isso foram os primeiros a ir para o cativeiro, na leva de 605. a.C. Bíblia Shedd.

19 Estas duas coisas. A primeira (fome e espada) ocasionou a outra: desolação e destruição (ver Ez 14:21; Ap 6:8). CBASD, vol. 4, p. 300.

20 Como o antílope. Eles são como um animal selvagem capturado numa rede, tentando freneticamente escapar e que, finalmente, desistem devido ao cansaço. CBASD, vol. 4, p. 300.

22 Minha ira. Ao castigar Israel, Deus lidou com o povo como um pai amoroso lida com um filho desviado (ver Pv 3:11, 12; Hb 12:5-11; Ap 3:19). CBASD, vol. 4, p. 300.

Jamais dele beberás. A hora da libertação está próxima. CBASD, vol. 4, p. 300.

23 pô-lo-ei nas mãos dos que te atormentaram. A razão para passar adiante a taça da fúria divina aos opressores de Israel é claramente apresentada em Isaías 10:5 a 13; e 49:25. A crueldade desmedida dos conquistadores de Israel demandava justiça. CBASD, vol. 4, p. 300.