Reavivados por Sua Palavra


ISAÍAS 66 – Comentário Rosana Barros by Ivan Barros
25 de julho de 2017, 0:30
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“Porque, como os novos céus e a nova terra, que hei de fazer, estarão diante de Mim, diz o SENHOR, assim há de estar a vossa posteridade e o vosso nome” (v. 22).


O que acontece quando lemos um bom livro? Desfrutamos de cada página e não queremos que ele acabe logo, não é verdade? O livro de Isaías certamente é um desses livros. Dentre os demais livros da biblioteca sagrada, Isaías se destaca como “o evangelho” no Antigo Testamento, elencando a maioria das profecias messiânicas, tanto acerca da primeira vinda de Jesus como Servo quanto da Sua segunda vinda como Rei. Entre advertências e duras repreensões pudemos aprender mais de um Deus que faz de tudo para salvar o pecador (Provérbios 3:12).

A fidelidade e a aliança eterna de Deus para com o Seu povo foram confirmadas em nosso coração a cada “Assim diz o SENHOR”. Não podemos e não devemos ignorar as palavras da sabedoria deste livro, “porque a boca do SENHOR o disse” (Is. 58:14). Isaías foi apenas um instrumento, um vaso nas mãos do grande Oleiro. O profeta, assim como os demais que estudaremos, foi a voz de Deus para um povo entregue à idolatria e a uma religião fria e sem sentido. Em meio à cegueira espiritual, ele foi o colírio enviado por Deus para abrir os olhos de Israel. Isaías cumpriu o seu chamado e nos deixou um legado de fé e de perseverança mesmo em meio à corrupção de seu povo.

Falar o que todos querem ouvir é muito fácil. Mas falar o que ninguém deseja ouvir é desafiador e até perigoso. Defender as verdades bíblicas de que o sábado é o dia do SENHOR e sempre será (v. 23) e que Deus abomina a carne de porco e outras carnes como alimento (v. 17; Levítico 11) não é popular e não enche bancos de igreja. Isaías desafiava não somente os reinos do Norte e do Sul, mas as maiores autoridades de sua época. De acordo com a história judaica, ele foi serrado pelo meio (Hebreus 11:37) por ordem do rei Manassés (II Crônicas 33). Não foi sem razão que Deus lhe revelou o sofrimento do Messias e a Sua vergonhosa morte. Mas também a Sua cura sem detença e o Seu resplendor eterno. Certamente, Isaías foi consolado por seu Pai (v. 13) e morreu com o coração pleno da certeza da vitória final. Ele compreendeu o princípio que Ellen White igualmente entendeu: “Deus deseja homens [e mulheres] que arrisquem qualquer coisa e todas as coisas para salvar almas” (Evangelismo, p. 63).

No entanto, mais desafiador do que pregar para quem não conhece o SENHOR, é pregar para aqueles que julgam conhecê-Lo. Assim como iniciou o livro, o profeta o encerrou com palavras de juízo e de redenção. Equiparados a Sodoma e Gomorra (Is. 1:10), Israel e Judá insistiam em sustentar um culto hipócrita e, semelhante aos fariseus da época de Cristo, dependente de manifestações sobrenaturais (v. 5). Perseguiam os poucos dentre o povo que permaneciam fiéis, e seus rituais não passavam de abominações aos olhos do SENHOR (v. 3). “Escolheram aquilo em que” Deus não tinha prazer (v. 4) e morreram em seus próprios delitos.

Por mais que seja uma obra grande e difícil, Jesus nos chamou para sermos Suas testemunhas e declararmos a “todas as nações e línguas” (v. 18) que “eis que o SENHOR virá em fogo” (v. 15) “e com Sua espada entrará o SENHOR em juízo com toda a carne” (v. 16), e os ímpios “serão consumidos” (v. 17). Mas “dos que foram salvos” (v. 19), que anunciaram entre as nações a Sua glória, que trouxeram todos os seus irmãos “dentre todas as nações, por oferta ao SENHOR” (v. 20), o SENHOR mesmo estará com eles na nova terra, e, “de um sábado a outro” (v. 23), O adorarão para todo o sempre.

Como criancinhas de peito, Deus nos chama a dependermos totalmente de Seu cuidado e provisão (v. 11); a deitarmos em Seus braços e sermos acalentados em Seu colo (v. 12). Só assim seremos salvos por Sua graça: “Em verdade vos digo que, se não vos converterdes e não vos tornardes como crianças, DE MODO ALGUM entrareis no Reino dos céus” (Mateus 18:3). Entreguemo-nos nos braços do Pai, então logo O veremos, e o nosso coração se regozijará, e os nossos ossos revigorarão como a erva tenra; então, o poder do SENHOR nos será notório (v. 14).

Continuemos sendo reavivados por Sua Palavra!

Bom dia, salvos pela graça!

Desafio do dia: Convide seus amigos e familiares para estudarem o livro de Jeremias. Compartilhe esperança!

Rosana Garcia Barros

#PrimeiroDeus
#Isaías66
#RPSP

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