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“… Guarda, a que horas estamos da noite? Guarda, a que horas? Respondeu o guarda: Vem a manhã, e também a noite; se quereis perguntar, perguntai; voltai, vinde” (v. 11,12).
Imaginem uma grande festa em um palácio. Foi posto um grande banquete, lugares para que os convidados se acomodassem, oferecendo muita comida e muita bebida (v. 5). Então, o anfitrião ergue uma taça de ouro e, junto com os convidados, começam a dar “louvores aos deuses de ouro, de prata, de bronze, de ferro, de madeira e de pedra” (Daniel 5:4). Isaías estava descrevendo a profecia acerca da destruição de Babilônia. Belsazar, neto de Nabucodonosor, era o rei daquela nação e anfitrião daquela orgia idólatra. A invasão dos Medos seria tão devastadora, que Isaías julgou a visão muito dura (v. 2). Ele sentiu uma angústia tão grande que chegou a lhe causar dores físicas e desmaio (v. 3). “A noite” que ele desejava se lhe “tornou em tremores” (v. 4). Ou seja, o povo de Deus esperava que Ele lhe fizesse justiça contra Babilônia, mas o que o profeta viu foi tão terrível que aquilo que esperava desejou não ter visto (v. 3).
Enquanto o rei se banqueteava em sua estúpida diversão, não percebeu que o exército inimigo já se aproximava organizado (v. 7). O atalaia, isto é, o próprio profeta, apenas relata o que vê e anuncia a queda daquela grande nação, a mesma mensagem da segunda voz angélica para os últimos dias (Apocalipse 14:8): “Caiu, caiu Babilônia; e todas as imagens de escultura dos seus deuses jazem despedaçadas por terra” (v. 9). Na profecia contra Dumá (provavelmente o mesmo que Edom), há uma clara mensagem de expectativa: “Guarda, a que horas?” (v. 11). Já a sentença contra a Arábia mostra uma situação de fuga dos dedanitas e um pedido para que os habitantes de Tema se compadecessem deles e lhes dessem provisões (v. 14).
Diante de tais profecias que se cumpriram cabalmente, “porque assim disse o SENHOR, Deus de Israel” (v. 17), coloquemo-nos “sobre a torre de vigia” (v. 8) e estejamos alerta às profecias que envolvem o futuro deste planeta e o nosso destino eterno. Deus nos deixou em Sua Palavra tudo o que precisamos saber para estarmos prontos para o segundo advento de Jesus. “Certamente, o SENHOR Deus não fará coisa alguma, sem primeiro revelar o Seu segredo aos Seus servos, os profetas” (Amós 3:7). Quer saber “a que horas” estamos daquele Dia? Estude as profecias. Apesar de não sabermos nem o dia e nem a hora de Sua vinda (Mateus 24:36), o SENHOR nos deixou escrito os sinais que antecedem a Sua volta e a vida de Jesus como o exemplo de como devemos viver até lá.
O povo de Deus será sacudido como o trigo na eira (v. 10, Amós 9:9). “Vem a manhã”, “trazendo salvação nas suas asas” (Malaquias 4:2). Mas “também a noite”, que trará grande destruição. Amados, vem chegando o tempo em que “correrão por toda parte, procurando a Palavra do SENHOR e não a acharão” (Amós 8:12). Haverá fome e sede não mais de pão ou de água (v. 14), “mas de ouvir as palavras do SENHOR” (Amós 8:11). Não se apoie em forças humanas, nem em esculturas feitas por mãos de homens. Não se apoie nem mesmo no fato de você já ser um cristão. A Bíblia não é um livro qualquer para ser lido uma vez ou esporadicamente. A Bíblia é a Palavra de Deus viva que precisa nos servir de alimento diário. Sigamos a ordem de Cristo – “Vigiai e orai” – e sejamos Seus atalaias dos últimos dias!
Bom dia, atalaias de Jesus!
Desafio do dia: Estude as profecias dos livros de Daniel e de Apocalipse. Acesse o site: www.novotempo.com/bibliafacil e peça já o seu estudo inteiramente grátis.
Rosana Garcia Barros
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Comentário devocional:
Onde podemos depositar nossa confiança? Alguns confiam no dinheiro, outros, em pessoas. Judá confiava em nações aparentemente estáveis, indestrutíveis: Egito e Etiópia. Contudo, estas nações não conseguiram se protegerem diante dos ataques assírios.
Quando enfrentamos desafios, onde podemos nos refugiar? O que fazer diante de situações ameaçadoras? Quando até as grandes potências mundiais falham, “como, pois, escaparemos nós?” (v. 6).
O profeta Isaías andou praticamente despido e descalço durante três anos para mostrar a humilhação que as potências humanas e mundanas enfrentariam (vs. 1-5). Jesus Se humilhou ainda mais do que Isaías para salvar a humanidade. Ele se tornou homem, viveu entre nós durante 3 1/2 anos, morreu numa cruz desprovido de roupas e proveu o único meio para nossa salvação.
Se os judeus atentassem para a mensagem do profeta estariam salvos. Nós, também, estaremos salvos se atentarmos para a mensagem do próprio Deus que Se humilhou (Fp 2:5-11).
Aceitemos a Cristo como nosso Salvador – o único que pode nos salvar.
Heber Toth Armí
Pastor Distrital em Fraiburgo, SC, Brasil
Texto original: https://www.revivalandreformation.org/bhp/en/bible/isa/20, https://www.revivalandreformation.org/?id=945 e http://revivedbyhisword.org/en/bible/isa/20/
Tradução anterior: https://reavivadosporsuapalavra.org/2014/03/15
Equipe de tradução: Pr Jobson Santos/Jeferson Quimelli/Gisele Quimelli
Texto bíblico: Isaías 20 NVI
Comentário em áudio Pr Valdeci
Leituras da semana do programa Crede em Seus Profetas: https://credeemseusprofetas.org/
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“Nesse mesmo tempo, falou o SENHOR por intermédio de Isaías, filho de Amoz, dizendo: Vai, solta de teus lombos o pano grosseiro de profeta e tira dos pés o calçado. Assim ele o fez, indo despido e descalço” (v. 2).
A profecia a respeito do cativeiro dos egípcios e dos etíopes abre uma nova fase na vida de Isaías. Assim como seus filhos, ele também seria uma pregação ambulante. Por três anos, o profeta andou despido de sua veste principal e descalço. Não se sabe ao certo se isto aconteceu em intervalos durante aquele período, ou se foram três anos ininterruptos: “A palavra ‘arom’, ‘despido’, tanto pode significar completamente nu ou parcialmente vestido. Neste caso (como em Is. 58:7; Ez. 18:7, 16; Mq. 1:8), aponta-se o último significado. Isaías deixou de lado sua veste exterior e usou apenas as vestes interiores, uma prática comum no Oriente até hoje, principalmente entre os trabalhadores. O ato seria sinal de humilhação, privação e vergonha” (Comentário Bíblico Adventista, vol. 4, p. 186).
As vestes, no antigo testamento, tinham significados e podiam representar posição social, ou religiosa, além de serem consideradas símbolo de pureza ou de imundícia. A depender da forma que alguém se vestia, podia-se definir a sua classe social, religião, profissão e até estado de espírito. Diante disto, o profeta estava “vestido” para transmitir uma mensagem muito clara. Não havia desculpas para a incompreensão. Sua roupa já dizia tudo!
Quando Adão e Eva caíram em pecado, a primeira coisa que fizeram foi confeccionar roupas de folhagens ao perceber a sua nudez. Porém, “fez o SENHOR Deus vestimenta de peles para Adão e sua mulher e os vestiu” (Gênesis 3:21). José teve sua veste arrancada por seus irmãos, e depois pela esposa de Potifar, mas Deus o vestiu com vestes dignas de um rei (Gênesis 41:42). Ao estabelecer os ritos e procedimentos do santuário terrestre, o SENHOR também descreveu o tipo de vestimenta que os sacerdotes usariam em Sua Casa, usando um capítulo praticamente todo para orientar cada detalhe daquela roupa, bem como o “detalhe” da inscrição que Arão teria em uma lâmina de ouro puro sobre a testa: “Santidade ao SENHOR” (Êxodo 28:36).
Meus irmãos, este é um assunto um tanto delicado e causador de muitas discussões. Mas este não é o objetivo da Palavra do SENHOR ao deixar bem claro que Deus se preocupa até com o que nos vestimos. Isaías confiou completamente na instrução de Deus ao submeter-se a usar trajes de humilhação. Ele aceitou fazer parte dos propósitos de Deus. Se ele não estivesse antes de tudo com o coração revestido pela fé, de nada adiantaria a sua representação exterior. Israel podia até vestir-se como israelita, ornar-se como israelita, mas seu coração estava longe de Deus. Preferiram confiar em nações pagãs a confiar no Deus que os escolheu como a Sua porção.
Podemos vestir as melhores roupas. Podemos ostentar uma aparência de piedade. Mas se isto não for a CONSEQUÊNCIA de um interior transformado e constantemente reavivado pelo Espírito Santo, diante de Deus, estamos nus (Ap. 3:17). Precisamos atender urgentemente ao conselho de Cristo: “Aconselho-te que de Mim compres… vestiduras brancas para te vestires, a fim de que não seja manifesta a tua nudez” (Ap. 3:18). O SENHOR do Universo, assim como um dia vestiu os nossos primeiros pais, deseja nos vestir com vestes especiais. Cristo nos oferece as Suas vestes de justiça. Somente revestidos delas poderemos ser justificados naquele grande Dia, quando receberemos as vestes incorruptíveis e imortais daqueles que venceram com Cristo, “os chamados, eleitos, fiéis que se acham com Ele” (Ap. 17:14). Que sejamos testemunhas de Jesus (Atos 1:8), como diz a letra de uma corinho infantil: “Por dentro, fora, no alto e em baixo”.
Bom dia, testemunhas de Cristo!
Desafio do dia: Hoje é dia de faxina. Primeiro, ore e peça ao Espírito Santo que faça uma análise do seu coração e decida, em nome de Jesus, abandonar tudo aquilo que tem maculado a sua vida. Depois, analise o que você tem usado e consumido e peça a Deus para se desfazer de tudo aquilo que não O agrada. Não se preocupe, pode ser um processo lento e gradual, o SENHOR é longânimo e benigno. Lembre-se que a mensagem do profeta não durou três dias, e sim três anos. Mas tenha certeza de uma coisa: Se você estiver disposto, Ele vai falar com você.
Rosana Garcia Barros
#PrimeiroDeus
#Isaías20
#RPSP
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Comentário devocional:
Falsos deuses e falsas religiões não podem ajudar em nada em tempos de crise. De fato, toda sabedoria e religião desprovidas da revelação divina são verdadeiramente insensatez e ilusão.
O juízo pronunciado sobre o Egito atingiria a religião, a economia e a política; a religião definharia, as indústrias parariam, e uma guerra civil ocorreria (vs. 1-15). Embora os egípcios fossem responsáveis pelo próprio fracasso, seu juízo é implementado por Deus. Assim também para nós: no dia do juízo cada um colherá aquilo que plantou.
Falsas religiões não podem melhorar a vida moral de uma nação, nem pode moldar positivamente uma sociedade, muito menos livrá-la do juízo. Rituais pagãos, ídolos, encantamentos, necromancias, feitiçarias confundem as pessoas que buscam a verdade.
A profecia dos versos 16 a 25 cobrem três aspectos: uma colônia de judeus no Egito; a conversão dos egípcios ao Senhor; e a aliança espiritual entre Egito, Assíria e Israel.
Deus anseia pela conversão das grandes nações pagãs. Ele trabalha nos bastidores da história de cada nação visando salvação. Unamo-nos a Sua missão!
Heber Toth Armí
Pastor Distrital em Osório, Rio Grande Do Sul, Brasil
Texto original: https://www.revivalandreformation.org/bhp/en/bible/isa/19, https://www.revivalandreformation.org/?id=944 e http://revivedbyhisword.org/en/bible/isa/19/
Tradução anterior: https://reavivadosporsuapalavra.org/2014/03/15
Equipe de tradução: Pr Jobson Santos/Jeferson Quimelli/Gisele Quimelli
Texto bíblico: Isaías 19 NVI
Comentário em áudio Pr Valdeci
Leituras da semana do programa Crede em Seus Profetas: https://credeemseusprofetas.org/
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“Porque o SENHOR dos Exércitos os abençoará, dizendo: Bendito seja o Egito, Meu povo, e a Assíria, obra de Minhas mãos, e Israel, Minha herança” (v. 25).
O Egito era uma nação muito conhecida pela sua religião politeísta. Além de cultuar várias entidades, o próprio Faraó também era reverenciado e considerado um deus. A profecia de juízo relatada por Isaías inicia com a descrição do “SENHOR, cavalgando uma nuvem ligeira” (v. 1), causando aos egípcios um pavor indescritível. Deus permitiria que as suas ações atingissem as suas piores consequências. Egípcios se levantariam contra egípcios “e cada um contra seu próximo, cidade contra cidade, reino contra reino” (v. 2). Ao escolherem a nesciosidade, até “os sábios conselheiros de Faraó” davam “conselhos estúpidos” (v. 11). “Loucos se tornaram”, enganando e fazendo errar todo o Egito (v. 13). Viviam de forma oscilante “como o bêbado quando cambaleia no seu vômito” (v. 14). Procuraram a própria destruição (Provérbios 11:17).
A ira de Deus cairia sobre um povo que se negou a ouvir a Sua voz e que iniciou uma verdadeira ruína interna. Não há como qualquer nação prevalecer quando a guerra é instalada dentro dela mesma. Afirmou Jesus: “Todo reino dividido contra si mesmo ficará deserto, e toda cidade ou casa dividida contra si mesma não subsistirá” (Mateus 12:25). As dissensões entre cidades e príncipes egípcios enfraqueceu o império faraônico e endureceu seus corações tanto quanto o foi com a dinastia destruída pelas pragas do Êxodo. Mais uma vez, ficaria muito claro para o Egito o poder e a grandeza “do SENHOR dos Exércitos” (v. 17) e a impotência de seus muitos deuses.
A expressão “naquele dia”, muito utilizada pelo profeta em todo o livro, se aplica tanto às profecias condicionais, quanto à profecia da segunda volta de Cristo à Terra. O estabelecimento de um reino de paz, tanto interna, quanto externa, era uma profecia condicional, ou seja, se os egípcios se voltassem para Deus estabelecendo com Ele uma aliança; se eles clamassem ao SENHOR e com Ele fizessem juramento, o SENHOR mesmo lhes enviaria um salvador e defensor que os havia de livrar (v. 20). O Egito se encheria do conhecimento de Deus (v. 21), sua ferida de morte seria curada e suas orações atendidas (v. 22). Haveria paz entre eles e os assírios e entre estes e Israel.
Se Israel tão-somente houvesse cumprido com o seu propósito de ser “uma bênção no meio da terra” (v. 24), quão diferente teria sido o destino de tantos povos pagãos. O fato de Deus ter chamado o Egito de “Meu povo” e a Assíria de “obra de Minhas mãos” indica o senhorio do “Rei das Nações” (Jeremias 10:7). Deus é o SENHOR de toda a Terra e o Seu propósito nunca foi o de espalhar, mas o de reunir “os que se assentam sobre a terra, e cada nação, e tribo, e língua, e povo” (Apocalipse 14:6). A missão que Israel rejeitou, nós somos chamados a assumir hoje. Porque vem chegando o Dia em que o SENHOR não mais virá cavalgando numa nuvem para despejar a Sua ira sobre um povo ou dois, mas sobre toda a Terra. “Naquele dia”, Ele “virá sobre as nuvens” e não mais somente um profeta terá esta visão, mas “todo olho O verá” (Apocalipse 1:7). E como “raça eleita, sacerdócio real, nação santa e povo de propriedade exclusiva de Deus” (I Pedro 2:9), precisamos ser “uma bênção no meio da terra”, proclamando as virtudes dAquele que nos chamou “das trevas para a Sua maravilhosa luz” (idem).
Amados, fomos chamados para a obra mais sagrada e urgente de todos os tempos. Não temos tempo a perder com “discussões insensatas, genealogias, contendas e debates sobre a lei; porque não têm utilidade e são fúteis” (Tito 3:9). Precisamos erguer a bandeira da verdade da Palavra de Deus e balançar em todas as direções anunciando que Cristo em breve vai voltar, e o mundo precisa despertar. A verdade presente está em nossas mãos. E a pergunta é: “Que farei, então, de Jesus, chamado Cristo?” (Mateus 27:22). O anunciará ao mundo, ou como um covarde lavará suas mãos? A decisão é minha. A decisão é sua.
Bom dia, “bênção no meio da terra”!
Desafio do dia: Amados, sem a prática da Palavra de Deus estamos enganando a nós mesmos (Tiago 1:27). Portanto, cada desafio tem sido pensado e com oração compartilhado para que possamos praticar o que temos aprendido a cada dia. Hoje, o SENHOR nos desafia a estudar a Bíblia com alguém. Se você já faz isso, persevere. Se não, peça ao Espírito Santo que lhe indique pelo menos uma pessoa.
Rosana Garcia Barros
#PrimeiroDeus
#Isaías19
#RPSP
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Comentário devocional:
Embora às vezes pareça que Deus esteja sendo negligente ou excessivamente passivo diante das questões do mundo esta profecia indica que Ele, no tempo certo, agirá.
Deus vê tudo que acontece na terra, até nos lugares mais distantes (v. 1). Conhece os planos e intenções políticas e comerciais das nações poderosas do mundo (v. 2). Deus age na história, há evidências disso e devemos estar atentos (v.3) pois Ele intervirá no devido tempo (v. 4). Deus não Se atrasa em Sua obra (v. 5). Os ímpios culpados serão julgados, condenados e executados (v. 6).
Nesta profecia, Isaías diz que Deus atrairia etíopes à salvação (v. 7). A conversão do tesoureiro da rainha Candace evidencia o cumprimento desta profecia (At 8:27).
No momento certo, Deus agirá no mundo e muitos O aceitarão como Rei. O tempo para a intervenção divina está próximo, os sinais da segunda vinda de Cristo indicam isto (Mateus 24). Alegremo-nos, porque no tempo certo, os salvos O adorarão na Nova Jerusalém.
Heber Toth Armí
Pastor Distrital em Fraiburgo, SC, Brasil
Texto original: https://www.revivalandreformation.org/bhp/en/bible/isa/18, https://www.revivalandreformation.org/?id=942 e http://revivedbyhisword.org/en/bible/isa/18/
Tradução anterior: https://reavivadosporsuapalavra.org/2014/03/14
Equipe de tradução: Pr Jobson Santos/Jeferson Quimelli/Gisele Quimelli
Texto bíblico: Isaías 18 NVI
Comentário em áudio Pr Valdeci
Leituras da semana do programa Crede em Seus Profetas: https://credeemseusprofetas.org/
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“Vós, todos os habitantes do mundo, e vós, os moradores da terra, quando se arvorar a bandeira nos montes, olhai; e, quando se tocar a trombeta, escutai” (v. 3).
Além da aplicação profética para aquelas nações, as profecias de Isaías também têm aplicação escatológica. O SENHOR dos Exércitos tem uma mensagem de juízo e salvação para “todos os habitantes do mundo” de todos os tempos. Apesar de Sua ilimitada misericórdia, a Sua justiça não permitirá que o mal avance o limite que Ele estabeleceu para o seu fim. Nenhum agente humano e nenhuma “nação poderosa” (v. 2), pode resistir à sentença do Todo-Poderoso. O início da eternidade tem data marcada para o remanescente, como o tem para a destruição dos ímpios. E Deus convida a TODOS “os moradores da terra” a estar atentos aos sinais que, por sinal, Ele também deixou escrito.
O toque de trombeta em Israel tinha a função de ajuntar o povo para algum momento solene, geralmente para assembleias e festividades. Mas também eram muito comuns na guerra. De qualquer forma, era um instrumento cujo som lembrava o povo da constante presença do SENHOR. As trombetas usadas em Apocalipse como alegoria, também são anúncios do poder de Deus, culminando na sétima e última que será literalmente ouvida como uma convocação para o primeiro ajuntamento solene dos salvos de todos os tempos: “O sétimo anjo tocou a trombeta, e houve no céu grandes vozes, dizendo: O reino do mundo se tornou de nosso Senhor e do Seu Cristo, e Ele reinará pelos séculos dos séculos” (Ap. 11:15).
Deus não está em Seu trono apenas aguardando a destruição dos perversos. Este não é o sentido do verso 4. Mas em que Ele tem tudo sob controle e, no tempo determinado, terá de aplicar o Seu juízo. “Olhai” e “escutai” é um clamor urgente para que todos nós possamos estar entre aqueles que receberão a fiel promessa: “Nem olhos viram, nem ouvidos ouviram, nem jamais penetrou em coração humano o que Deus tem preparado para aqueles que O amam” (I Coríntios 2:9).
Quando for proclamado: “chegou a hora de ceifar” (Ap. 14:15), a obra intercessora de Cristo dará lugar à obra redentora, de salvação dos remidos, mas também efetuará a Sua “obra estranha… de uma destruição, e essa já está determinada sobre toda a terra” (Isaías 28:21-22). O que estamos fazendo com o amorável convite do Céu? Tem você sonhado com a volta do nosso Salvador? Eu tenho saudades do meu Deus! Saudades de coisas que nunca vi e de sons que nunca ouvi! Estamos às vésperas do toque da última trombeta e, enquanto isto, “não retarda o Senhor a Sua promessa, como alguns a julgam demorada; pelo contrário, Ele é longânimo para convosco, não querendo que nenhum pereça, senão que TODOS cheguem ao arrependimento” (II Pedro 3:9).
“Aprontai-vos! Aprontai-vos! Aprontai-vos pois a ardente ira do Senhor está para vir! Sua ira está para ser derramada, sem mistura de misericórdia, e todavia não estais prontos. Rasgai o coração, e não os vestidos” (EGW, Primeiros Escritos, p. 119).
Bom dia, “vós, todos os habitantes do mundo”!
Desafio do dia: “Olhai” para a Palavra de Deus, releia o texto de hoje, e “escutai” o que o SENHOR tem a lhe falar segunda vez.
Rosana Garcia Barros
#PrimeiroDeus
#Isaías18
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