Reavivados por Sua Palavra


ISAÍAS 22 by jquimelli
11 de junho de 2017, 1:00
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Comentário devocional:

Isaías é um artista pintor que com palavras cria belos quadros mentais. Neste capítulo, o primeiro quadro é o do Vale da Visão (v. 1), em que ele retrata o que acontecerá com Jerusalém. Ele descreve as pessoas no topo de suas casas, assustadas porque as ruas da cidade estavam cheias de barulho por conta daqueles que haviam sido feridos na batalha (v. 2).

Isaías se sente terrivelmente mal a respeito deste desastre a ponto de chorar amargamente (v. 4). Segundo Isaías, este “dia de alvoroço, de atropelamento e confusão” vem “da parte do Senhor” (v. 5).

Joel profetizou sobre outro vale: “pois o dia do Senhor está próximo, no vale da decisão” (Joel 3:14 NVI). Ele se refere à Segunda Vinda de Cristo, quando os santos estarão em segurança, pois o Senhor é seu refúgio (Joel 3:16).

Querido Deus,
Isaías nos convida a refletirmos sobre o tempo do fim e nós Te agradecemos por isso. Impressiona-nos com a importância de darmos a Ti o primeiro lugar em nossas vidas. Amém.

Koot Van Wick
Coreia do Sul

Texto original: https://www.revivalandreformation.org/bhp/en/bible/isa/22, https://www.revivalandreformation.org/?id=947 e http://revivedbyhisword.org/en/bible/isa/22/
Tradução anterior: https://reavivadosporsuapalavra.org/2014/03/18
Equipe de tradução: Pr Jobson Santos/Jeferson Quimelli/Gisele Quimelli
Texto bíblico: Isaías 22 NVI
Comentário em áudio Pr Valdeci
Leituras da semana do programa Crede em Seus Profetas: https://credeemseusprofetas.org/



ISAÍAS 22 – COMENTÁRIO PR EVANDRO FÁVERO by Maria Eduarda
11 de junho de 2017, 0:55
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ISAÍAS 22 – COMENTÁRIO PR HEBER TOTH ARMÍ by Maria Eduarda
11 de junho de 2017, 0:45
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ISAÍAS 22 – Pessoas crentes ou descrentes tendem a agir contrário à vontade de Deus. O ideal divino é ignorado para viver padrões inferiores de vida. O povo de Deus tem muito a crescer, entretanto, é mais fácil retroceder, regredir.

John MacArthur, comentando este capítulo, declara: “Que tens agora…? O profeta censurou o povo por celebrar cultos entusiásticos, quando, ao contrário, eles deveriam estar em profundo arrependimento por causa de seus pecados”.

O capítulo em análise “diz respeito a Judá e Jerusalém. Ele contém dois discursos de julgamento, uma sentença contra o ‘Vale da Visão’ (22:1-14) e uma mensagem dirigida ao oficial real Sebna (22:15-25). O Senhor denunciou o povo pela reação inadequada à crise. Em vez de confiar naquele que fundou a Cidade de Davi, o povo se apoiou nos próprios esforços, o que incluía a fortificação dos muros da cidade e a construção de um novo sistema hídrico. Recusando o convite do Senhor ao arrependimento, as pessoas festejavam, abandonando, de maneira fatal, toda esperança de livramento, subentendendo assim que o Senhor não estava no controle do destino da cidade. Para tais pessoas, o julgamento era inevitável… A falta de dedicação do povo ao Senhor foi resumida por Sebna, um oficial real que manifestou orgulho incomum ao construir para si um túmulo grandioso” (Robert B. Chisholm).

Aplicações:

1. Confiar em tudo, exceto em Deus, significa não estar nenhum pouco seguro diante das incertezas da vida.
2. Se não fugir para Deus, qualquer tentativa de fuga se demonstrará um fracasso catastrófico.
3. Quem enxerga o futuro sob as revelações divinas não se envolve em festas, quando há necessidade de arrependimento.
4. Quando a situação espiritual é precária as festanças deveriam ser substituídas por tristeza e choro causados pelo arrependimento dos pecados.
5. Gracejos e indolências diante de crises que devem despertar a espiritualidade é um tipo de alegria falsa; pois, à parte da vontade de Deus não há felicidade verdadeira.
6. O orgulho, arrogância e prepotência roubam a consciência e a sabedoria até das pessoas importantes na sociedade, as decisões resultam em desgraça mortal.
7. Alegria, euforia e entusiasmo por um livramento do Senhor não substitui o arrependimento que Ele espera após Seu ato de graça.

Conscientizemo-nos, arrependamo-nos e consagremo-nos para que haja reavivamento espiritual! – Heber Toth Armí.



ISAÍAS 22 – Comentário Rosana Barros  by Ivan Barros
11 de junho de 2017, 0:30
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“Mas o SENHOR dos Exércitos Se declara aos meus ouvidos, dizendo: Certamente, esta maldade não será perdoada, até que morrais, diz o Senhor, o SENHOR dos Exércitos” (v. 14).

A situação do povo de Jerusalém era de completo descaso com Deus e com a missão que Ele havia lhe confiado. O profeta sentiu-se tão desolado com aquela situação, que preferiu ficar sozinho e chorar amargamente (v. 4). A atitude de Isaías indica que o que viria pela frente seria terrível e somente mediante genuíno arrependimento poderia haver livramento. Entretanto, o povo ao invés de “chorar, prantear, rapar a cabeça e cingir o cilício” (v. 12), era “só gozo e alegria”, comendo e bebendo, e dizendo: “Comamos e bebamos, que amanhã morreremos” (v. 13). Não cogitaram “de olhar para cima” (v. 11).

As muitas brechas nos muros fizeram com que muitas casas fossem demolidas para que o material fosse usado “para fortalecer os muros” (v. 10). Um reservatório de água também foi construído (v. 11). Mas, apesar de todo o trabalho, o principal não foi feito: “olhar para cima”. Os muitos afazeres os fizeram esquecer do SENHOR e acomodar-se em sua zona de conforto. Tudo era motivo de festa. E o pior: pensavam que isso era o melhor. Em tempo de contrição e profundo exame de consciência, havia festas e banquetes. Em tempo de choro, havia risos. Em tempo de súplicas, havia indiferença.

Uma vez ao ano, o sumo sacerdote entrava no terceiro compartimento do santuário, o lugar Santíssimo. Era o dia da expiação, “Yon Kippur”. Nesse dia, aquele que não afligisse a alma, ou seja, que não buscasse se arrepender, que não OLHASSE PARA CIMA a fim de obter perdão e purificação, seria destruído (Levítico 23:26-32). Sabemos que hoje temos o nosso Sumo Sacerdote, Jesus Cristo, intercedendo por nós no lugar Santíssimo do santuário celestial. Deveríamos, pois, considerar de pequena importância o tempo solene em que vivemos? Será que não estamos repetindo o mesmo procedimento dos habitantes de Jerusalém?

Existem muitas brechas hoje no meio do povo de Deus. E muitas casas têm sido destruídas por pensar que podem fechar as brechas por conta própria. Não é a nossa mão de obra o principal “material” para consertar o que necessita de reparos, mas a nossa dependência de Deus. O grande “Arquiteto e Edificador” (Hebreus 11:10) só espera a nossa aprovação para que possa realizar a maior obra de nossas vidas. Ele deseja nos dar a chave que abre e ninguém fecha e que fecha e ninguém abre (v. 22). A não ser que morramos para o nosso “eu” e para este mundo, a nossa “maldade não será perdoada” (v. 14).

Jesus disse: “Quem quiser, pois, salvar a sua vida, perdê-la-á; e quem perder a vida por causa de Mim e do evangelho salvá-la-á. Que aproveita ao homem ganhar o mundo inteiro e perder a sua alma?” (Marcos 8:35-36).

É tempo de santa convocação! É tempo de se preparar para a “fornalha de fogo” que se aproxima e permitir que Deus remova de nós toda escória do pecado, porque “o restante de Jacó estará entre as nações, no meio de muitos povos” (Miquéias 5:8) e o que os diferenciará dos demais será o testemunho de um viver santificado e burilado em Cristo. Em nome de Jesus, precisamos de uma real conversão e atender, “AGORA mesmo…”, às palavras do SENHOR: “… Convertei-vos a Mim de todo o vosso coração; isso com jejuns, com choro e com pranto. Rasgai o vosso coração, e não as vossas vestes, e convertei-vos ao SENHOR, vosso Deus, porque Ele é misericordioso, e compassivo, e tardio em irar-Se, e grande em benignidade, e Se arrepende do mal” (Joel 2:12-13).

Bom dia, povo do SENHOR!

Desafio do dia: Faça um propósito de encontro com Deus nas madrugadas. Se seguirmos o exemplo de Jesus, certamente, com Ele seremos mais que vencedores!

Rosana Garcia Barros

#PrimeiroDeus
#Isaías22
#RPSP

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