Reavivados por Sua Palavra


ISAÍAS 19 – Comentário Rosana Barros by Ivan Barros
8 de junho de 2017, 0:30
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“Porque o SENHOR dos Exércitos os abençoará, dizendo: Bendito seja o Egito, Meu povo, e a Assíria, obra de Minhas mãos, e Israel, Minha herança” (v. 25).


O Egito era uma nação muito conhecida pela sua religião politeísta. Além de cultuar várias entidades, o próprio Faraó também era reverenciado e considerado um deus. A profecia de juízo relatada por Isaías inicia com a descrição do “SENHOR, cavalgando uma nuvem ligeira” (v. 1), causando aos egípcios um pavor indescritível. Deus permitiria que as suas ações atingissem as suas piores consequências. Egípcios se levantariam contra egípcios “e cada um contra seu próximo, cidade contra cidade, reino contra reino” (v. 2). Ao escolherem a nesciosidade, até “os sábios conselheiros de Faraó” davam “conselhos estúpidos” (v. 11). “Loucos se tornaram”, enganando e fazendo errar todo o Egito (v. 13). Viviam de forma oscilante “como o bêbado quando cambaleia no seu vômito” (v. 14). Procuraram a própria destruição (Provérbios 11:17).

A ira de Deus cairia sobre um povo que se negou a ouvir a Sua voz e que iniciou uma verdadeira ruína interna. Não há como qualquer nação prevalecer quando a guerra é instalada dentro dela mesma. Afirmou Jesus: “Todo reino dividido contra si mesmo ficará deserto, e toda cidade ou casa dividida contra si mesma não subsistirá” (Mateus 12:25). As dissensões entre cidades e príncipes egípcios enfraqueceu o império faraônico e endureceu seus corações tanto quanto o foi com a dinastia destruída pelas pragas do Êxodo. Mais uma vez, ficaria muito claro para o Egito o poder e a grandeza “do SENHOR dos Exércitos” (v. 17) e a impotência de seus muitos deuses.

A expressão “naquele dia”, muito utilizada pelo profeta em todo o livro, se aplica tanto às profecias condicionais, quanto à profecia da segunda volta de Cristo à Terra. O estabelecimento de um reino de paz, tanto interna, quanto externa, era uma profecia condicional, ou seja, se os egípcios se voltassem para Deus estabelecendo com Ele uma aliança; se eles clamassem ao SENHOR e com Ele fizessem juramento, o SENHOR mesmo lhes enviaria um salvador e defensor que os havia de livrar (v. 20). O Egito se encheria do conhecimento de Deus (v. 21), sua ferida de morte seria curada e suas orações atendidas (v. 22). Haveria paz entre eles e os assírios e entre estes e Israel.

Se Israel tão-somente houvesse cumprido com o seu propósito de ser “uma bênção no meio da terra” (v. 24), quão diferente teria sido o destino de tantos povos pagãos. O fato de Deus ter chamado o Egito de “Meu povo” e a Assíria de “obra de Minhas mãos” indica o senhorio do “Rei das Nações” (Jeremias 10:7). Deus é o SENHOR de toda a Terra e o Seu propósito nunca foi o de espalhar, mas o de reunir “os que se assentam sobre a terra, e cada nação, e tribo, e língua, e povo” (Apocalipse 14:6). A missão que Israel rejeitou, nós somos chamados a assumir hoje. Porque vem chegando o Dia em que o SENHOR não mais virá cavalgando numa nuvem para despejar a Sua ira sobre um povo ou dois, mas sobre toda a Terra. “Naquele dia”, Ele “virá sobre as nuvens” e não mais somente um profeta terá esta visão, mas “todo olho O verá” (Apocalipse 1:7). E como “raça eleita, sacerdócio real, nação santa e povo de propriedade exclusiva de Deus” (I Pedro 2:9), precisamos ser “uma bênção no meio da terra”, proclamando as virtudes dAquele que nos chamou “das trevas para a Sua maravilhosa luz” (idem).

Amados, fomos chamados para a obra mais sagrada e urgente de todos os tempos. Não temos tempo a perder com “discussões insensatas, genealogias, contendas e debates sobre a lei; porque não têm utilidade e são fúteis” (Tito 3:9). Precisamos erguer a bandeira da verdade da Palavra de Deus e balançar em todas as direções anunciando que Cristo em breve vai voltar, e o mundo precisa despertar. A verdade presente está em nossas mãos. E a pergunta é: “Que farei, então, de Jesus, chamado Cristo?” (Mateus 27:22). O anunciará ao mundo, ou como um covarde lavará suas mãos? A decisão é minha. A decisão é sua.

Bom dia, “bênção no meio da terra”!

Desafio do dia: Amados, sem a prática da Palavra de Deus estamos enganando a nós mesmos (Tiago 1:27). Portanto, cada desafio tem sido pensado e com oração compartilhado para que possamos praticar o que temos aprendido a cada dia. Hoje, o SENHOR nos desafia a estudar a Bíblia com alguém. Se você já faz isso, persevere. Se não, peça ao Espírito Santo que lhe indique pelo menos uma pessoa.

Rosana Garcia Barros

#PrimeiroDeus
#Isaías19
#RPSP

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