Reavivados por Sua Palavra


ISAÍAS 33 by jquimelli
22 de junho de 2017, 1:00
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Comentário Devocional

Como é que nós, seres humanos pecadores, podemos ter um coração puro? Como podemos nós, injustos desde o nascimento, andar retamente? Não podemos; Não sem Cristo. “Sem Cristo não podemos subjugar um único pecado nem resistir à menor tentação. É a conexão com um poder que é todo-poderoso que nos fará vencedores. Que todos que vem a Jesus andem em humildade e sintam diariamente que precisam de um poder fora e acima de si mesmo para amolecer seu coração de pedra; que ele precisa ser derretido como um metal para que a escória da autosuficiência possa ser consumida.” Signs of the Times, 10 de agosto de 1891, par. 2.

Louvado seja nosso todo-poderoso Senhor! Que Deus glorioso nós servimos! Arrependamo-nos e nos voltemos a Ele hoje para que Ele perdoe nossas iniquidades e subjugue todos os nossos inimigos. ”Pois o Senhor é o nosso juiz, o Senhor é o nosso legislador, o Senhor é o nosso rei; é Ele que nos vai salvar.” (Is 33:22 NVI).

Melodious Echo Mason
Coordenadora do programa Unidos em Oração (United in Prayer)
Sede mundial da Igreja Adventista do Sétimo Dia
Washington, DC – EUA

Texto original: https://www.revivalandreformation.org/bhp/en/bible/isa/33, https://www.revivalandreformation.org/?id=957 e http://revivedbyhisword.org/en/bible/isa/33/
Tradução anterior: https://reavivadosporsuapalavra.org/2014/03/29
Equipe de tradução: Pr Jobson Santos/Jeferson Quimelli/Gisele Quimelli
Texto bíblico: Isaías 33 NVI
Comentário em áudio Pr Valdeci
Leituras da semana do programa Crede em Seus Profetas: https://credeemseusprofetas.org/



ISAÍAS 33 – COMENTÁRIO PR ADOLFO SUÁREZ by Maria Eduarda
22 de junho de 2017, 0:55
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ISAÍAS 33 – COMENTÁRIO PR HEBER TOTH ARMÍ by jquimelli
22 de junho de 2017, 0:45
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ISAÍAS 33 – Neste capítulo chegamos ao final de uma série de meia dúzia de “AIS” proféticos; os quais iniciam no capítulo 28. Preste atenção…
Todos os seis Ais “tratam especialmente de Jerusalém, que é sempre o centro de toda a atuação terrena de Deus. Embora o primeiro ‘ai’ (28) dirija suas palavras de abertura aos ‘bêbados de Efraim’, esses são usados apenas como uma advertência para Judá. As palavras ‘também estes’ no versículo 7 (compare com o versículo 14) mudam o ‘ai’, dirigindo-o a Judá. E, apesar de um último desses ‘ais’ falar anonimamente da Assíria, como o ‘destruidor’, ainda assim a mensagem é dirigida claramente a Jerusalém. Assim sendo, os seis ‘ais’ do capítulo 5 sobre Jerusalém encontram agora um paralelo nesses outros seis”.
Após estas observações, J. Sidlow Baxter extrai a seguinte aplicação: “A cidade de maior privilégio é a cidade de maior responsabilidade”.
Ai dos incrédulos! Quão terrível é ignorar o plano do Messias, nosso único Salvador! Que tragédia optar por caminhos de desespero em vez de humildemente aceitar o caminho da paz!
Apesar dos ais contra os bêbados de Efraim e Judá, os hipócritas de Ariel, os impenitentes perversos de Jerusalém, os rebeldes, os aliados incrédulos e o destruidor assírio, a série de ais termina com tom positivo, conforme sintetiza John N. Oswalt:
O REI REDIME A SIÃO – Isaías 33
1. Lamento pelo destruidor (vs. 1-6);
2. O Senhor é nosso Rei:
a) Agora me levantarei (vs. 7-16);
b) O Rei em Sua formosura (vs. 17-24).
Neste capítulo tem grandes verdades: Quem viverá eternamente no fogo não são os ímpios, mas os salvos. As pessoas interpretam a Bíblia de forma inversa ao que ela ensina.
Os bons, não os maus, estarão eternamente envoltos nas chamas de Deus. Veja as perguntas do versículo 14. Depois, observe quem estará no fogo devorador no versículo 15. Aquele que…
• vive de maneira decente;
• fala a verdade;
• odeia a exploração;
• recusa o suborno;
• rejeita a violência;
• evita as diversões perniciosas.
Os que não agem assim serão devorados pelo fogo consumidor (vs. 11-12; Hebreus 12:28-29). Os que pautam suas convicções pela Palavra receberá as bênçãos prometida por Deus aos futuros moradores da Nova Jerusalém (v. 24).
Não seja ignorante, conheça os planos divinos em Sua Palavra! – Heber Toth Armí.



ISAÍAS 33 – COMENTÁRIO ROSANA BARROS by Ivan Barros
22 de junho de 2017, 0:30
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“SENHOR, tem misericórdia de nós; em Ti temos esperado; sê Tu o nosso braço manhã após manhã e a nossa salvação no tempo da angústia” (v. 2).


De fato, esta pode ser descrita como a oração do povo de Deus dos últimos dias. Mais do que em qualquer outro tempo, “o fim de todas as coisas está próximo” (I Pedro 4:7) e precisamos clamar ao SENHOR por livramento como nunca antes. A maior angústia que sofrerá o povo de Deus não será por causa do “destruidor” (v. 1) da vida física, mas da vida espiritual. As maiores lutas dos santos dos últimos dias serão travadas no coração e na mente, e precisamos ocupá-los com a santa Palavra de Deus e com fervorosas súplicas: “Ao insistir o povo militante de Deus com suas súplicas perante o SENHOR, o véu que os separa do invisível parece quase a retirar-se. Os céus incendem com o raiar do dia eterno e, qual melodia de cânticos angelicais, soam aos ouvidos as palavras: ‘Permanecei firmes em vossa fidelidade. O auxílio vem'” (EGW, O Grande Conflito, p. 637).

Deus está prestes a levantar-Se e ser exaltado em toda a Sua glória (v. 10). Os remidos do SENHOR desfrutarão de “abundância de salvação, sabedoria e conhecimento” (v. 6). O seu tesouro será “o temor do SENHOR” (v. 6). O Sublime SENHOR os levará às alturas, lugar de Sua habitação (v. 5). Eles erguerão os olhos e “verão a Jerusalém, habitação tranquila” (v. 20) e “o SENHOR ali nos será grandioso, fará as vezes de rios e correntes largas” (v. 21). Preciosa Água da Vida! “Nenhum morador de Jerusalém dirá: Estou doente; porque ao povo que habita nela perdoar-se-lhe-á a sua iniquidade” (v. 24). Oh, desejada Cidade de Deus, morada do Altíssimo!

Mas, da mesma forma que surgirá o raiar da manhã da redenção, também sobrevirá a noite da destruição. O destruidor será destruído (v. 1), e com ele os ímpios. Pois, no tempo determinado (Ap. 20:9) “os povos serão queimados como se queima a cal; como espinhos cortados, arderão no fogo” (v. 12). “Os pecadores” se assombrarão, “o tremor se” apoderará “dos ímpios; e eles” perguntarão: “Quem dentre nós habitará com o fogo devorador?” (v. 14).

A Bíblia diz que “Deus é fogo consumidor” (Hebreus 12:29). Todo aquele que se permite, aqui, ser por Ele provado e refinado na fornalha da aflição, como Sadraque, Mesaque e Abede-Nego, sairá ileso porque o SENHOR mesmo estará com ele (Daniel 3:27), cumprindo-se fielmente a promessa: “quando passares pelo fogo, não te queimarás, nem a chama arderá em ti” (Isaías 43:2). Porém, aos ímpios está reservado o terrível “fogo que vos há de devorar” (v. 11).

O questionamento dos ímpios (v. 14) fundir-se-á com este outro: “porque chegou o grande Dia da ira dEles; e QUEM PODERÁ SUSTER-SE?” (Ap. 6:17).
Parafraseando o verso 15, temos a resposta:
Todo aquele que procurou andar no Caminho da justiça e falar com retidão; o que desprezou ganhar vantagens financeiras à custa de opressão; o que com um gesto se recusou a aceitar dinheiro sujo; o que não tinha prazer em sentar-se em frente a uma televisão e ouvir a miséria alheia e nem contemplar os plantões de polícia enquanto comem. A este está reservado o direito de habitar “nas alturas; as fortalezas das rochas serão o seu alto refúgio, o seu pão lhe será dado, as suas águas serão certas” (v. 16). Os olhos dos justos “verão o Rei na Sua formosura, verão a terra que se estende até longe” (v. 17). Lembrarão dos sofrimentos que passaram no mundo e perceberão que foi muito pouco comparado ao peso de glória que diante deles está (v. 18). E já não haverá mais escarnecedores ou zombadores (v. 19), “porque o SENHOR é o nosso juiz, o SENHOR é o nosso legislador, o SENHOR é o nosso Rei; ELE NOS SALVARÁ” (v. 22).

Amados, é tempo de atendermos ao chamado do SENHOR. “Porque a ocasião de começar o juízo pela casa de Deus é chegada” (I Pedro 4:17). O SENHOR está despertando a Sua Igreja e somente mediante humilde entrega o Espírito Santo pode atuar. O SENHOR deseja ouvir as nossas orações, mas existem condições para isso: “Se o Meu povo, que se chama pelo Meu nome, se humilhar, e orar, e Me buscar, e se converter dos seus maus caminhos, então, Eu ouvirei dos Céus, perdoarei os Seus pecados e sararei a sua terra” (II Crônicas 7:14). Sigamos os passos da oração que nos foram dados pelo próprio Deus, a cada dia, e Ele nos ouvirá, nos perdoará e nos salvará!

Bom dia, futuros habitantes das alturas!

Desafio do dia: Semana de oração especial: “Eu, __(seu nome)__, na presença de Deus!” (quarto dia). Persevere neste propósito e reserve um tempo de qualidade para dedicar à oração. Não se preocupe com as palavras, mas em estar na presença de Deus por inteiro.

Rosana Garcia Barros

#PrimeiroDeus
#Isaías33
#RPSP
#IASD



ISAÍAS 33 – COMENTÁRIO PR EVANDRO FÁVERO by Maria Eduarda
22 de junho de 2017, 0:25
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ISAÍAS 33 – Comentários selecionados by jquimelli
22 de junho de 2017, 0:25
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1 Ai de ti. Este capítulo foi sem dúvida inspirado no juízo que caiu sobre os exércitos de Senaqueribe (Is 37:36). Os invasores tinham devastado Judá, mas o Senhor o libertaria do poder dos opressores.O capítulo alterna um grande consolo para os fiéis com severas repreensões para os ímpios. A visão profética de Isaías vislumbra também a gloriosa era messiânica. CBASD – Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 4, p. 234.

Que não foste destruído. As guerras agressivas da Assíria contra seus vizinhos foram devastadoras. Seu interesse principal era saquear, e com esse propósito enviava seus exércitos. Mas, ao final, ela receberia a paga com a mesma moeda (ver Mt 7:2; cf Jr 50:15, 29; 51:24; Ap 13:10). CBASD, vol. 4, p. 234.

3 As nações são dispersas. Refere-se à destruição dos exércitos de Senaqueribe (ver Is 37:36, 37). Nessa ocasião, a “arrogância” dos assírios (Is 37:29) causou a derrota. CBASD, vol. 4, p. 234.

4 O vosso despojo. Isto se refere ao saque do acamamento assírio depois do aniquilamento dos invasores e da fuga precipitada dos poucos sobreviventes. Como lagartas e gafanhotos devoram tudo o que é verde, os hebreus no tempo devido despojariam os arrogantes assírios. CBASD, vol. 4, p. 234.

5 O SENHOR é sublime. O espetacular aniquilamento dos exércitos assírios (Is 37:36) rendeu honra e renome ao verdadeiro Deus. CBASD, vol. 4, p. 234.

6 Estabilidade. Judá encontraria força e estabilidade, não em exércitos armados, mas em Deus e na lealdade à Sua vontade revelada (ver Jó 28:28; Sl 111:10; Pv 1:7). CBASD, vol. 4, p. 234.

7 Os mensageiros da paz. As condições de paz que os assírios determinaram aos mensageiros de Ezequias eram tão duras (2Rs 18:14-16) que eles choraram “amargamente”. Quando os enviados hebreus se encontraram com Rabsaqué, acharam seus termos de rendição tão duros que voltaram “com suas vestes rasgadas” (2Rs 18:37). CBASD, vol. 4, p. 234.

8 As estradas estão desoladas. As estradas de Judá não mais estavam abertas aos viajantes. O exército de Senaqueribe tenha reduzido a terra a tal condição que não mais se ousava viajar pelas estradas. CBASD, vol. 4, p. 234.

9 A terra geme. Todo o país de Judá foi devastado durante a invasão assíria. O mesmo ocorreu com outros distritos da Palestina. CBASD, vol. 4, p. 235.

10 Agora, Me levantarei. A dificuldade humana é a oportunidade divina. Quando parecia não haver esperança, e que o último vestígio de resistência por parte de Judá seria logo esmagado pelo conquistador cruel, o Senhor se levantou para libertar o restante de Jerusalém. CBASD, vol. 4, p. 235.

11 Concebestes palha. Este versículo enfatiza a futilidade e vaidade das pretensões assírias. Todos os esforços produziriam apenas palha. As estratégias ousadas terminariam devorando quem as tramara. CBASD, vol. 4, p. 235.

12 Como se queima a cal. Eles seriam destruídos por completo, como se queima a cal, ou como espinhos ardem no fogo. CBASD, vol. 4, p. 235.

13 Reconhecei o Meu poder. Ao imputar o juízo sobre a Assíria, Deus ensinou a todos a futilidade da sabedoria e da força humana. Com frequência, ele permite que uma situação atinja o ponto crítico para que, ao intervir, o ser humano reconheça a autoridade e o poder divinos. CBASD, vol. 4, p. 235.

14 O fogo devorador. Deus é fogo devorador para os ímpios (Hb 12:29). Somente os “limpos de coração […] verão a Deus” (Mt 5:8) e viverão. As perguntas feitas aqui são similares às do Salmo 15:1 e 24:3. Isaías responde no versículo seguinte. CBASD, vol. 4, p. 235.

15 O que anda em justiça. Sem dúvida, a justiça é essencialmente uma coração de coração e mente, mas também de de “andar na luz” (1Jo 1:7). Conceitos corretos se refletirão em palavras e atos corretos. CBASD, vol. 4, p. 235.

O ganho de opressão. A Assíria tinha se enriquecido oprimindo nações mais fracas. No entanto, muitos em Jerusalém tinham reunido suas riquezas de forma similar (ver com. de Is 5:7). CBASD, vol. 4, p. 235.

O que, com um gesto de mãos, recusa aceitar suborno. Isto é num gesto indicando recusa em ter lucros ilícitos. CBASD, vol. 4, p. 235.

O que tapa os ouvidos para não ouvir falar de homicídios. Isto é, se recusa a participar de planos contra a vida de pessoas inocentes. CBASD, vol. 4, p. 235.

E fecha os olhos, para não ver o mal. O Senhor é “tão puro de olhos que não pode ver o mal” (Hc 1:13). Os que O servem também não toleram o mal. CBASD, vol. 4, p. 235.

16 Este habitará nas alturas. Isto é, em segurança. Cidades antigas eram construídas “nas alturas” para se proteger contra invasores. Ocupar um terreno alto é sempre vantajoso na guerra. CBASD, vol. 4, p. 235.

As fortalezas. Os que amam e servem ao Senhor desfrutam proteção e cuidado quando em dificuldades. Esta promessa será um conforto especial ao povo de Deus durante a crise dos últimos dias, quando encontrará lugares seguros fora do alcance dos que buscam destruí-lo (ver Sl 61:2, 3; 91:1, 2). Enquanto os ímpios sofrerão por falta de alimento e água (ver Ap 16:4-9; cf. GC, 626, 628), os santos terão as necessidades satisfeitas. CBASD, vol. 4, p. 235.

17 Os teus olhos verão o Rei. Durante as provas e tribulações dos últimos dias, o povo de Deus encontrará consolo na expectativa da vinda de Cristo (ver com. de Is 25:8, 9), e a terra da promessa que contemplaram com os olhos da fé, como se estivesse “longe” (Is 33:17), se tornará um realidade. CBASD, vol. 4, p. 235.

18 O teu coração se recordará dos terrores. Liberto dos inimigos, o povo de Deus meditará nas cenas terríveis pelas quais passou. As provas do passado parecerão um sonho. Isso aconteceu quando Jerusalém foi livrada dos exércitos de Senaqueribe, e acontecerá outra vez cm os santos na segunda vinda de Cristo. CBASD, vol. 4, p. 235.

Dizendo: “Onde está aquele que registrou […]?”. Passada a prova, os judeus perguntavam: “Onde estão os escribas assírios, que fixavam o tributo a ser exigido de cada vítima? E os senhores do cerco?” Todos tinham desaparecido, e tudo estava em paz. Do mesmo modo, na segunda vinda de Cristo, os fiéis se regozijarão na libertação das mãos daqueles que havia pouco buscavam matá-los. CBASD, vol. 4, p. 235, 236

19 Povo atrevido. Os insolentes, cruéis e zombadores invasores assírios, não mais existiriam. Em vez de verem os assírios, veriam “o Rei na Sua formosura” (v. 17; comparar com Êx 14:13). CBASD, vol. 4, p. 236.

20 Olha para Sião … habitação tranquila. Os invasores hostis se foram; todo perigo desapareceu. A cidade santa está em paz (comparar com Jl 3:16-20). CBASD, vol. 4, p. 236.

21 O SENHOR … fará as vezes de rios e correntes; barco nenhum … navio grande por eles não passará. Uma descrição da fertilidade e da beleza da terra prometida restaurada. Aqui estão os “rios” e as “correntes” que “alegram a cidade de Deus” (Sl 46:4; comparar com o rio, em Ez 47) … Nenhum navio inimigo navegaria seus rios (ver Ez 47:1; Jl 3:18; Zc 14:8; Ap 2:1). CBASD, vol. 4, p. 236.

23 Tuas enxárcias (ARA; NVI: “Suas cordas”). Continua a mesma figura do v. 21. O inimigo é como um navio cujas enxárcias estão soltas, cujo mastro vacila e cuja vela é inútil. A vitória dos santos é a derrota para seus inimigos. Os “coxos”, que em geral não prestam serviço militar, tomam parte na vitória e despojam seus inimigos. CBASD, vol. 4, p. 236.

24. Nenhum morador de Jerusalém dirá: “Estou doente”. Não haverá doentes na terra renovada, nem de corpo nem de alma (ver Jr 31:34). A cura da enfermidade e o perdão dos pecados ocorrem juntos (ver Sl 103:3; M7 9:2,6). Cristo restaura das moléstias físicas e espirituais. CBASD, vol. 4, p. 236.




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