Reavivados por Sua Palavra


ISAÍAS 15 by jquimelli
4 de junho de 2017, 1:00
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Comentário devocional:

O desastres descritos neste capítulo foram planejados por Deus para punir os moabitas por aquilo que haviam feito contra Israel (v. 9). Os moabitas eram descendentes da filha primogênita de Ló com seu pai (Gên. 19:37), e seduziram os israelitas à idolatria.

Em hebraico, a língua original, este capítulo é como uma poesia cuidadosamente planejada. Bem no meio de todo o “poema” existe uma frase excepcional e tocante que mostra a dor do coração de Deus ao punir Moabe, trazendo nova e mais abrangente perspectiva a esta grave tragédia: “O meu coração clama por causa de Moabe!” (v. 5a NVI). Independente dos desastres terem sido trazidos pelo próprio Deus ou por outras nações, uma coisa é clara: Deus está punindo e Seu coração está em dor. É Deus do céu que sofre emocionalmente por conta do sofrimento das pessoas causado pelos seus próprios atos de idolatria!

Querido Deus,
Moabe e seu povo eram adoradores de ídolos e se recusaram a Te reconhecer como o Criador do mundo e sofreram as consequências de seus atos. Ajuda-nos a não adorar aos ídolos de hoje, sejam eles quais forem, e a não perder a correta perspectiva bíblica. Nesta época em que as pessoas enfatizam a aceitação de práticas pecaminosas como o único caminho certo, ajuda-nos a permanecermos fiéis a Ti, Senhor. Amém.

Koot van Wyk
Coreia do Sul

Texto original: https://www.revivalandreformation.org/bhp/en/bible/isa/15, https://www.revivalandreformation.org/?id=940 e http://revivedbyhisword.org/en/bible/isa/15/
Tradução anterior: https://reavivadosporsuapalavra.org/2014/03/11
Equipe de tradução: Pr Jobson Santos/Jeferson Quimelli/Gisele Quimelli
Texto bíblico: Isaías 15 NVI
Comentário em áudio Pr Valdeci
Leituras da semana do programa Crede em Seus Profetas: https://credeemseusprofetas.org/



ISAÍAS 15 – COMENTÁRIO PR. EVANDRO FÁVERO by Maria Eduarda
4 de junho de 2017, 0:55
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ISAÍAS 15 – COMENTÁRIO PR HEBER TOTH ARMÍ by jquimelli
4 de junho de 2017, 0:45
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ISAÍAS 15 – Jonh Knox observou e declarou: “Os amigos de Deus vão e vêm são e salvos”. Podemos acrescentar que inimigos dos amigos de Deus sofrerão grandes consequências. Tal inimizade surgiu desde Gênesis 3:15, passou por Gênesis 4 e chega até nossos dias.

Moabe surgiu da união incestuosa de Ló com uma de suas filhas (Gênesis 19:30-38). Embora fossem parentes de Israel, a inimizade era declarada contra o povo de Deus (Números 25, 31; Deuteronômio 23:3).

Inimigos do povo de Deus declaram inimizade contra o próprio Deus. No fim dos tempos tal inimizade seria bem nítida como se vê em Apocalipse 12, 13 e 14. Contudo, Deus está no controle de tudo. A profecia de Isaías 15 evidencia a soberania divina sobre os poderes da oposição, opressão e destruição.

Ter amizade com Deus suscita inimizade com os o inimigos de Deus; contudo, vale muito mais a pena ser amigo de Deus do que não ser. Veja isso bem claramente na profecia em pauta:

• Cidades fortes que se opõem ao Autor da vida se tornam cidades destruídas. Ar e Quir revelam que não vale a pena dar rédeas soltas aos pecados (v. 1);
• Grandes religiões, intensos rituais e buscas perseverantes a deuses falsos é perder tempo; pior ainda, espiritualidade fraudulenta atrai a ira do Deus verdadeiro e a situação torna-se intensamente desesperadora (vs. 2-3);
• Os que causam terror aos servos de Deus serão assombrados com terror a tal ponto de entrar em pânico. A lei de semeadura é colher muito mais do que se planta. É importante saber qual o tipo de semente se está plantando, pois geralmente a colheita é farta. É sábio aprender a lição com os que erram (v. 4);
• Mesmo que o povo inimigo colha as terríveis consequências de suas atitudes cruéis, aqueles que têm coração regido por Cristo não devem se alegrar com a desgraça deles. Isaías se compadeceu, apiedou-se e clamou pelos aflitos (vs. 5-9).

Os juízos de Deus antes do fechamento da porta da graça são recheados de graça visando o arrependimento. Caso não houver sinal de reconhecimento de pecados, os juízos iniciais resultarão num juízo final. Isso está nítido no capítulo em pauta e na profecia das sete trombetas dos capítulos 8 a 11 de Apocalipse.

Reavivemo-nos! – Heber Toth Armí.



ISAÍAS 15 – Comentário Rosana Barros by Ivan Barros
4 de junho de 2017, 0:30
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“O meu coração clama por causa de Moabe…” (v. 5).


As profecias de Isaías têm mostrado um alto teor de justiça. Deus não deixaria sem punição os algozes de Seu povo. A Sua voz não foi levada em consideração por aquelas nações. De forma desmedida e terrível, permitiram ser guiados por suas iniquidades e idolatria. O profeta chega a condoer-se grandemente pela provável visão que teve a respeito da destruição de Moabe. Porém, mais terrível do que a destruição material de uma nação é a destruição espiritual.

As aparentes atitudes (v. 2 e 3) nada valiam se não fossem acompanhadas de arrependimento genuíno. Os moabitas entrariam em estado de calamidade e seu choro seria ouvido de longe. Mas seus corações permaneceriam endurecidos e rejeitariam a oportunidade de agir diferente. A “bacia de lavar” de Deus (Salmo 108:9) seria transformada em águas de “pura assolação” (v. 6).

Hoje, o mundo clama por paz e por justiça. E com razão. A realidade mundial é de pobreza e violência extremas. Quando pensamos que já vimos de tudo, membros de nossa família humana cometem atrocidades ainda piores. A maldade tem sido tão divulgada que as pessoas assistem aos “plantões” policiais enquanto comem suas refeições; que o derramamento do sangue alheio já não causa mais compaixão; que a televisão tem sido um verdadeiro “matadouro público”; e o direito à vida como o célebre e primordial direito fundamental, banalizado. Cumprem-se, então, às palavras de Jesus ao se referir aos últimos dias desta Terra: “E, por se multiplicar a iniquidade, o amor se esfriará de quase todos” (Mateus 24:12). Louvado seja Deus por esse “QUASE”!

Você e eu precisamos fazer parte do restante que clama ao SENHOR com todo o coração e não apenas da boca para fora. Do restante que conserva o amor e a compaixão em sua vida. Que não se alegra com a aflição dos inimigos, mas que ora por eles (v. 5), seguindo a ordem do Mestre: “amai os vossos inimigos e orai pelos que vos perseguem” (Mateus 5:44). Eis o caminho da perfeição (Mateus 5:48)! Eis o caminho da paz e da justiça eternas! Quando o assim diz o SENHOR é trocado pelo “grito de desespero” (v. 5), o resultado são “leões” (v. 9) que trazem ainda mais dor e sofrimento. Escolha, hoje, confiar em Deus e em Seus propósitos, e, certamente, não estarás entre o “QUASE TODOS”, mas entre “os chamados, eleitos e fiéis que se acham com Ele” (Ap. 17:14), com Cristo!

Bom dia, herdeiros do Reino de paz!

Rosana Garcia Barros

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