Reavivados por Sua Palavra


ISAÍAS 13 by jquimelli
2 de junho de 2017, 1:00
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Comentário devocional:

Enquanto os doze primeiros capítulos de Isaías apresentam o desagrado de Deus com Seu povo, os 11 próximos capítulos (13 a 23) apresentam o juízo contra as nações vizinhas que historicamente se posicionaram contra a Sua vontade. O objetivo principal dessas mensagens é transmitir ao povo de Deus a mensagem de esperança de que seus inimigos receberão de Deus o castigo que merecem.

Ao falar contra a Babilônia, no capítulo 13, Isaías apresenta simbolicamente o destino de todas as potências que se opõem ao reino de Deus. Desde a torre em Babel (Gn 11), até a meretriz do Apocalipse (Ap 17, 18), Babilônia tem lutado contra os fundamentos do governo de Deus, opondo-se à vontade divina e perseguindo Seu povo, aparentemente impune.

Isaías retrata a Deus não como um expectador passivo, mas como um general em batalha, pessoalmente envolvido e interessado em Seu povo. Ele se importa conosco, com nosso bem-estar e destino. Seu maior interesse é salvar-nos para a eternidade. Confie em Seu General, Ele não vai descansar enquanto não trouxer de volta a paz e harmonia ao universo!

Jeferson Antônio Quimelli
Professor da Universidade Estadual de Ponta Grossa
Paraná, Brasil

Texto original: https://www.revivalandreformation.org/bhp/en/bible/isa/13, https://www.revivalandreformation.org/?id=938 e http://revivedbyhisword.org/en/bible/isa/13/
Tradução anterior: https://reavivadosporsuapalavra.org/2014/03/09
Equipe de tradução: Pr Jobson Santos/Jeferson Quimelli/Gisele Quimelli
Texto bíblico: Isaías 13 NVI
Comentário em áudio Pr Valdeci
Leituras da semana do programa Crede em Seus Profetas: https://credeemseusprofetas.org/



ISAÍAS 13 – COMENTÁRIO PR. EVANDRO FÁVERO by Maria Eduarda
2 de junho de 2017, 0:45
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ISAÍAS 13 – COMENTÁRIO PR. HEBER TOTH ARMÍ by Maria Eduarda
2 de junho de 2017, 0:45
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ISAÍAS 13 – Nem bem ainda estabelecera, o império babilônico recebe uma profecia de destruição. Nesse contexto, Babilônia crescia, enquanto a Assíria progredia. Mas de ambas, Deus já sabia o futuro.

Babilônia, na Bíblia, ganhou significados titânicos. Das terras de Sinear, da antiga cidade de Ninrode, construtor da Torre de Babel, ergue-se a megalomaníaca Babilônia dos caldeus. Babilônia nasce das lamas do dilúvio motivada pela rebelião às ordens de Deus (Gênesis 9:1; 10:8-11; 11:1-9).

O termo “Babilônia” é mencionado na Bíblica quase 300 vezes, só perde para Jerusalém das cidades mais citadas. Essas duas cidades se opõem nas páginas da história sagrada.

A cidade projetada para frustrar os planos divinos, que buscava unidade e poder político-religioso, construída por homens pretendendo alcançar o céu, recebe uma profecia divina da parte de Isaías (v. 1):

1. Babilônia seria atacada, e o próprio Deus seria o regente dos exércitos que a atacariam. Ele mesmo deu ordem, chamou valentes para executarem Sua ira. Ele é o Senhor dos exércitos (vs. 2-4).
2. A ira de Deus contra a Babilônia antiga vai além de sua conquista em 539 a.C. Atinge a escatologia apocalíptica. A Babilônia literal é símbolo da profética Babilônia espiritual como consta em Apocalipse – envolvendo “toda a terra” (vs. 5-8; Apocalipse 17, 18 e 19).
3. As convulsões cataclísmicas nos astros siderais antecedem ao grande dia do Senhor; ou seja, elas apontam para a majestosa segunda vinda de Cristo em glória. Será o fim do mundo – da Babilônia – para os perversos, e a salvação para os conversos (vs. 9-16; Joel 2:30-32; Mateus 24:29-31; Apocalipse 6:12-17; 16:12-21).
4. A destruição de Babilônia será a libertação do povo de Deus. O caos inabitável em que “a joia dos reinos, a glória e o orgulho dos caldeus” se transformaria é símbolo do que se tornará a terra imediatamente à ascensão dos salvos com Cristo (vs. 17-22; I Tessalonicenses 4:16-17; Apocalipse 20:1-15).

Os medos e persas foram despertados por Deus para invadir a opulenta Babilônia. A profecia se cumpriu como Isaías previu, e a Babilônia histórica não existe mais conforme Deus revelou. Assim, temos certeza que o que falta cumprir se cumprirá. Portanto, creiamos e preparemo-nos para o que a Bíblia revela para o futuro próximo!

Viva com esperança! Deus é Soberano! – Heber Toth Armí



ISAÍAS 13 – Comentário Rosana Barros by Ivan Barros
2 de junho de 2017, 0:30
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“Eis que vem o Dia do SENHOR…” (v. 9).

A invasão ao reino de Judá por Babilônia foi devastadora, levando cativo o povo de Deus e deixando a terra desolada. Os babilônios exerceram poder por um tempo, mas Deus suscitaria os medos (v. 4 e 17) para lhes abater, profecia que foi cumprida com exatidão (Daniel 5:31). Além do contexto histórico e da profecia que já se cumpriu, há o contexto profético para além dos tempos bíblicos. E o cumprimento desta profecia está mais próximo do que possamos imaginar.

A proximidade do “Dia do SENHOR” tem sido a maior esperança daqueles que aguardam o segundo advento de Cristo. Será? A Bíblia nos dá um vislumbre do que acontecerá naquele grande Dia, mas a situação de letargia com que muitos se encontram parece obscurecer a mente do “dia de obscuridade e densas trevas, dia de nuvens e negridão!” (Joel 2:2). Para os salvos será um glorioso Dia, mas para os ímpios, Dia de assombro, dor e medo arrebatadores (v. 8). Se todos os que professam a fé adventista fizessem ideia da grande destruição que sobrevirá (v. 9), o compromisso com a pregação do evangelho seria muito maior e não desejariam que este Dia chegasse a menos que tivessem esgotado todas as forças para salvar mais pessoas.

Deus nos chama à uma obra que os anjos do Céu desejariam realizar. A obra inicial deve acontecer nos lares e daí para o mundo. O inimigo tem atacado as famílias e feito delas palco de maldições. Se os pais fizessem ideia da missão que nos foi confiada, quão diferente seria a realidade com a qual estamos convivendo. O caráter mal construído nos filhos, a ausência dos pais e a falta de tempo para o ministério do lar têm destruído o plano original do Criador e deixado fora da arca (Gênesis 7:1) muitas famílias.

Um povo está sendo preparado pelo SENHOR, tanto para recebê-Lo com poder e grande glória, como para suportar a destruição que sobrevirá a este mundo. E este preparo deve ser iniciado em cada lar: “Os pais negligenciam demais seus deveres domésticos. Não preenchem o padrão bíblico. Mas àqueles que abandonam seus lares, cônjuges e filhos, Deus não confiará a obra de salvar vidas, pois eles têm se demonstrado infiéis a seus sagrados votos. Têm-se revelado infiéis às sagradas responsabilidades. Deus não lhes confiará riquezas eternas” (EGW, Conduta Sexual, p. 31).

Deus tem nos chamado para uma missão mais elevada dentro de nossa casa, especialmente às mães. “As crianças precisam do olhar vigilante das mães… O SENHOR não a chamou a negligenciar seu lar, esposo e filhos” (Idem, p. 29). O que acontecerá no grande Dia do SENHOR envolve dois extremos, de sofrimento ou de alegria. Para qual dos dois temos nos preparado e preparado nossos filhos? Por mais louváveis que sejam as suas atividades, inclusive as religiosas, elas nunca podem se sobrepor à santa e sagrada obra do lar. Estamos mui perto do Dia em que a terra e os céus (v. 10 e Mateus 24:29) serão abalados e precisamos, à cada dia, nos entregar à fervorosa oração e ao exame das Escrituras, para que não sejamos coparticipantes do mesmo destino de Babilônia (v. 19). Jesus nos convida hoje: “Segue-Me” (Mateus 9:9), para que, por Sua graça, façamos parte do seleto grupo que dEle ouvirá: “Muito bem, servo bom e fiel” (Mateus 25:21).

Bom dia, adventistas!

Desafio do dia: Como você tem administrado o seu tempo em família? Ore e peça ao Espírito Santo que lhe dê sabedoria para ser um missionário primeiramente em seu lar.

Rosana Garcia Barros

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