Reavivados por Sua Palavra


SALMO 49 by Jeferson Quimelli
19 de dezembro de 2016, 1:00
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Comentário devocional:

A vida é realmente um enigma e requer sabedoria inspirada entender o que está acontecendo. Se somos surdos à sabedoria, seremos apanhados pela publicidade e propaganda superficial , tais como: “beleza em um pote de cosmético; felicidade no seu bolso; segurança em suas finanças”.

Este é o evangelho dos deuses deste mundo, deuses de ouro, ferro e madeira. Os sistemas de valores da nossa sociedade nos levam a definir sucesso em termos materialistas.

Somos lembrados neste Salmo que o rico não comprará favores ou acomodações para além desta vida. “Não se aborreça quando alguém se enriquece e aumenta o luxo de sua casa; pois nada levará consigo quando morrer; não descerá [à sepultura] com ele o seu esplendor” (v. 16,17 NVI). Nos tempos antigos, as pessoas abasteciam seu túmulos com bens terrenos para tornar a pós-vida mais confortável. Mas os únicos que se beneficiaram disso foram os ladrões de túmulos.

Que valor atribuímos à vida de um ser humano, especialmente alguém a quem amamos? São milhões de dólares demais ou muito pouco? O versículo 8 declara que o resgate de uma vida é caro, nenhum pagamento é suficiente. E quando se trata da vida eterna, como poderíamos dar a Deus um pagamento adequado para o nosso resgate? Só por um ato de Deus uma vida humana pode ser resgatada (v.15).

Será que algum dia compreenderemos o quanto custa nos redimir da sepultura? “porque o salário do pecado é a morte, mas o dom gratuito de Deus é a vida eterna em Cristo Jesus, nosso Senhor” (Rm 6:23). Qual foi o preço deste presente? O que custou a Deus para que Seu Filho se tornasse um ser humano, se vinculasse para sempre a esta raça humana, e ao final, se submetesse a abuso degradante e uma morte horrível? Poderíamos penetrar as nuvens escuras que envolveram o Calvário e compreender a imensidão daquela hora? Acima de tudo, como Deus poderia suportar a agonia infinita de ver Seu Filho receber o impacto final do nosso pecado e rebelião?

O próprio Deus pagou pela nossa redenção. Qualquer coisa que ofereçamos como pagamento não poderia contribuir em nada para a nossa redenção.

A expressão “Deus amou o mundo de tal maneira” abre uma dimensão totalmente nova de existência para nós. A poderosa atração da sepultura é interceptada por Sua promessa de que “todo aquele que crê n’Ele não pereça, mas tenha a vida eterna”.

 

Garth Bainbridge

Sydney, Austrália

 

Texto original: blog Conferência Geral em inglês
Tradução anterior: https://reavivadosporsuapalavra.org/2013/09/25/
Tradução: Pr Jobson Santos/Jeferson Quimelli
Texto bíblico: Salmo 49 NVI
Comentário em áudio Pr Valdeci
Leitura da semana programa Crede em Seus Profetas: blog Conferência Geral e blog Crede em Seus Profetas



SALMO 49 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS by Jeferson Quimelli
19 de dezembro de 2016, 0:50
Filed under: Sem categoria

O Salmo 49 contém uma resposta para a pergunta “por que os ricos parecem ter vantagem?” O salmo ensina que a riqueza não poe adiar a morte e que na morte os ricos são colocados no mesmo nível dos pobres. … O Salmo 49 é recitado no lar dos judeus ortodoxos modernos durante a semana de luto que se segue à morte de um parente. CBASD – Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 3, p. 843.

1 Povos todos, escutai isto. O assunto em questão merece a atenção de todos. CBASD, vol. 3, p. 843.

tanto plebeus como os de fina estirpe. Literalmente, “filhos de homens comuns [do heb. ‘adam] e filhos de grandes homens [do heb. ‘ish]” (ver com. do Sl 4:2; 8:4). O salmo ensina ao humilde para não invejar ou temer o rico, e ao rico a não confiar na riqueza ou a não usá-lo para oprimir ao pobre. O rico é exortado e o pobre, consolado. CBASD, vol. 3, p. 843, 844.

3 sabedoria. No hebraico as palavras para “sabedoria” e “entendimento” estão no plural, chmando aten5ção para os diferentes aspectos dessas qualificações (sobre as definições de “sabedoria” e “entendimento”, ver com. de Pv 1:2 [p. 1064]). CBASD, vol. 3, p. 844.

parábola. Do heb mashal, “comparação”, “provérbio”, “canto” ou “poema” (ver p.1061) [sobre Pv]. CBASD, vol. 3, p. 844.

enigma. Ou, “charada”. Algo tão obscuro que precisa de solução. CBASD, vol. 3, p. 844.

harpa. sentimentos dignos de se reter são, muitas vezes, melhor acompanhados na mente quando acompanhados de música. “Poucos meios há mais eficazes para fixar Suas palavras [de Deus] na memória do que repeti-las em cânticos” (Ed, 167). CBASD, vol. 3, p. 844.

Por que… ? O salmista fala primeiramente da reconfortante conclusão de sua meditação, antes de seguir com o assunto. Ele conclui que não há razão para temer. CBASD, vol. 3, p. 844.

Ninguém o pode remir. Uma negação expressa de forma expressa de forma enfática no hebraico. Ninguém pode salvar outro da morte com sua riqueza, nem mesmo seu próprio irmão. Ninguém pode fugir de sua responsabilidade ou assumir a de outro. CBASD, vol. 3, p. 844.

redenção da alma deles. “Eles próprios” (ver com. do Sl 16:10). O resgate de uma pessoa da morte é o tema da reflexão do salmista.  CBASD, vol. 3, p. 844.

caríssima. Ou, “custosa”. Salvar alguém da morte está além do poder da riqueza. CBASD, vol. 3, p. 844.

cessará a tentativa para sempre. Não importa quanto se pague, a riqueza é insuficiente para salvar alguém do túmulo. CBASD, vol. 3, p. 844.

cova. Ver com. do Sl. 16:10 [“Do heb. shachatch, “cova”, como a palavra é frequentemente traduzida (Jó 33:18, 24, 29, 30; etc). Shachatch também é traduzida por “lodo” (Jó 9:31), “sepultura” (Jó 17:14), “cova” (Jó 33:22; Sl 55:23)”].

10 O v. 10 declara uma lei natural e evidente. Nem mesmo a sabedoria salva da morte quem a possui. CBASD, vol. 3, p. 844.

11 O rico parece esquecer-se de que cedo ou tarde ninguém mais se lembrará dele. CBASD, vol. 3, p. 844.

12 o homem não permanece. Do heb. lin, “passar a noite”, não ficar permanentemente. Ele nem sequer passará a noite da vida, logo desaparecerá. O v. 12 é o refrão do salmo. Ele ocorre novamente no v. 20 com algumas mudanças. CBASD, vol. 3, p. 844.

perecem. Literalmente, “são reduzidos ao silêncio” ou “são levados ao descanso”. CBASD, vol. 3, p. 844.

13 assim mesmo os seus seguidores aplaudem o que eles dizem. Os descendentes são tão tolos quanto os pais. … Esses descendentes néscios também têm prazer em expressar os mesmos sentimentos tolos de seus ancestrais ricos. O mal é perpetuado.

14 sepultura. Do heb. she’ol (ver com. de Pv 16:10). CBASD, vol. 3, p. 844.

15 do poder da morte. Literalmente, “da mão do she’ol” (ver com. de Pv 15:11). A morte é personificada. CBASD, vol. 3, p. 844.

Ele me tomará para Si. Ou, “Ele me receberá para Si mesmo”. Nesta frase curta, ainda mais poderosa por sua brevidade, sugere-se a doutrina de uma vida futura e a ressurreição dos mortos (ver PR, 264). Em Gênesis 5:24, outra forma do mesmo verbo descreve a transladação de Enoque (ver  2Rs 2:10). CBASD, vol. 3, p. 844, 845.

16 Não temas. O salmista deixa de encorajar a si mesmo para encorajar a outros. CBASD, vol. 3, p. 845.

glória. Isto pode se referir à suntuosidade que a riqueza proporciona. CBASD, vol. 3, p. 845.

18 ele se tenha lisonjeado. A figura é a de um homem rico que se orgulha de sua habilidade em acumular riquezas (ver Dt 29:19; Lc 12:19). CBASD, vol. 3, p. 845.

ainda que o louvem. Muitos louvam a pessoa que acumula aquilo que todos desejariam ter, contudo isso não é prova de sucesso. CBASD, vol. 3, p. 845.

19 não verá a luz. O pecador rico e seus descendentes jamais as coisas que para eles foram fonte de orgulho e satisfação própria (ver Jó 33:30). CBASD, vol. 3, p. 845.

20 como os animais. Repete-se o refrão do v. 12, com poucas alterações. CBASD, vol. 3, p. 845.



SALMO 49 – COMENTÁRIO PR HEBER TOTH ARMÍ by Jeferson Quimelli
19 de dezembro de 2016, 0:45
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SALMO 49 – As pessoas que bebem do lamaçal deste mundo para satisfazer a sede da alma, jamais sentirão o sabor do manancial celestial refrigerando seu coração.

Este Salmo nos oferece ensinamentos magníficos, dos quais precisamos muitissimamente:

“Um dos grandes enigmas da vida é o fato de os perversos com frequência desfrutarem prosperidade material enquanto os fieis, muitas vezes, são pobres e desfavorecidos. Mas essa não é a história toda. A riqueza na qual os ímpios confiam com tanta devoção os deixará na mão na hora da maior necessidade. Não tem poder para salvá-los da morte nem para evitar que se corrompam na sepultura. Não podem desfrutá-la para sempre, leva-la consigo ou voltar para usufruir dela. Em longo prazo, é insensato confiar no dinheiro, em vez de confiar no Senhor! Essa é a essência do Salmo 49” (William MacDonald).

A vaidade é um dos principais motivos que impedem um verdadeiro e profundo fervor espiritual e um real e elevado compromisso com o soberano Senhor. As riquezas muitas vezes se tornam um dos maiores obstáculos para muitos se renderem plena e genuinamente ao Salvador. Por isso, Satanás parece envaidecer a muitos.

• Ricos e pobres devem dar atenção à filosofia da vida do ponto de vista de um sábio inspirado pelo Espírito Santo, que tem informações que não se encontram em nenhum outro livro – nem pode ser descobertas de nenhuma outra forma (vs. 1-4).

• Orgulhosos e ostentadores precisam saber que não existe nenhum seguro contra a sepultura; os inimigos do bem e da justiça estão a um passo da morte; os violentos, orgulhosos e arrogantes não conseguem libertar-se do terrível fim que lhes espera (vs. 5-9).

• Intelectuais e ignorantes morrem do mesmo jeito, todos se tornam vizinhos no cemitério; a não ser que haja uma busca fervorosa ao Deus que estende Suas poderosas mãos para resgatar acorrentados à morte (vs. 10-15).

• Fama e fortuna podem parecer o máximo, mas nada fazem para mudar o definhamento do indivíduo até a morte. Ricos, orgulhosos, intelectuais e famosos morrem tanto quanto os analfabetos, miseráveis, indigentes e ignorantes (vs. 16-19).

Então, quem realmente aproveita a vida é quem se prepara nesta vida curta para receber a vida eterna que Deus outorga aos que se Lhe submetem integralmente!

O que você acha? – Heber Toth Armí.



SALMO 49 – #RPSP – COMENTÁRIO ROSANA BARROS by Ivan Barros
19 de dezembro de 2016, 0:30
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“Pois a redenção da alma deles é caríssima, e cessará a tentativa para sempre” (v. 8).

A vaidade do homem não é apenas uma questão que envolve os ricos, mas “todos juntamente, ricos e pobres” (v. 2). Existem ricos que não se encaixam na realidade deste Salmo, porém, há pobres que podem estar vivendo isto. Não é difícil apegar-se a coisas que ocupam o lugar onde somente Deus deveria estar. No final das contas, essas coisas são deixadas para outros quando a vida se vai (v. 10). 

Percebam que o salmista inicia fazendo um convite geral: “Povos TODOS, escutai isto; dai ouvidos moradores TODOS da Terra” (v. 1). É uma mensagem de advertência a todas as pessoas, inclusive àquelas que pensam que estão longe desta realidade. TODO ser humano está sujeito a agir como se fosse viver aqui para sempre (v. 11), apegando-se a “esperanças” vazias. E como um Salmo 23 às avessas, “a morte é o seu pastor” (v. 14) e, ao invés de habitar “na Casa do SENHOR para todo o sempre” (Salmo 23:6), “a sepultura é o lugar em que habitam” (v. 14). 

Mas, a certeza do salmista e a certeza que deve transbordar de nosso coração é que nada neste mundo, e nem todas as riquezas que possam existir, podem ser comparadas ao preço que foi pago pela nossa redenção, pois ela “é caríssima” (v. 8):”Porque Deus amou ao mundo de tal maneira que deu o Seu Filho unigênito, para que todo aquele que nEle crê não pereça, mas tenha a vida eterna” (João 3:16). 

Este foi o inigualável preço pago para que Deus pudesse nos remir “do poder da morte” (v. 15). O que Deus me deu para atender as minhas necessidades, enquanto eu estiver neste mundo, não pode sufocar a bendita esperança de que muito em breve “Ele me tomará para Si” (v. 15). Não podemos permitir que coisas perecíveis ocupem o lugar do Eterno em nosso coração e nem precisamos temer os que nos perseguem e usam de glórias terrenas para nos oprimir. Pois o pastor deles não é o nosso Pastor. Por mais que sejam louvados por suas conquistas egoístas, o fim deles não será diferente dos animais (v. 20). 

Amados, uma advertência nos foi dada pelo SENHOR acerca da falta de entendimento (v. 20): “O Meu povo está sendo destruído, porque lhe falta o conhecimento” (Oseias 4:6). Lembrem que uma das características principais das ovelhas de Cristo é que elas seguem a Sua voz pois O conhecem. Elas conhecem o preço de seu resgate. Sabem a que voz seguir e não dão ouvidos a estranhos (Vide João 10:5). A vita eterna é que conheçamos a Deus e a Jesus Cristo, que nos comprou a custo tão alto (Vide João 17:3). Não fomos criados para ser levados como ovelhas ao matadouro, mas Cristo tomou para Si esta morte cruel e, “como Cordeiro foi levado ao matadouro” (Isaías 53:7). Ele pagou o maior resgate da história da humanidade à vista, uma vez “para sempre” (v. 8), para nos livrar do pastor da morte (v. 14) e nos tomar para Si (v. 15). 

Que possamos reconhecer nossas limitações e que o que temos vem de Deus. Então, estas coisas serão consideradas um NADA comparado ao que Cristo nos deu na cruz: TUDO. 

Cuidado para não estar dando mais valor e mais destaque às bênçãos do que ao SENHOR das bênçãos. Você pode estar seguindo à voz errada. O caminho das ovelhas de Jesus pode apresentar o “vale da sombra da morte” (Salmo 23:4), mas lembre-se de que ele é apenas um pedaço do caminho e não o destino final.

Que a nossa riqueza seja ouvir a voz do nosso Bom Pastor e segui-Lo por onde quer que formos, então, habitaremos em Sua Casa por toda a eternidade.

Bom dia, ovelhas de Cristo!

*Desafio do dia*: Medite nesta canção: https://youtu.be/jA5Hop-cUiU e clame ao Bom Pastor que continue a lhe conduzir através do entendimento por meio de Sua Palavra.

*Leiam #Salmo49

Rosana Garcia Barros



SALMO 48 by Jeferson Quimelli
18 de dezembro de 2016, 1:00
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Comentário devocional:

Este é um “poema sobre Jerusalém”. Cantar hinos em louvor ao lugar de adoração significa louvar o Deus que ali habita. Não sabemos se era um hino cantado pelos peregrinos que subiam a estrada íngreme até o Monte do Templo, ou se era um hino com o qual os “filhos de Coré” animavam os viajantes, quando chegavam.

Por séculos, pessoas tem feito peregrinações em feriados e em suas benvindas férias; contudo, esta não é uma canção aprendida por viajantes piedosos como parte de uma turnê turística, pois esses visitantes não vieram a Jerusalém para visitar os seus pontos turísticos. Também eles não vieram como parte de uma penitência por seus pecados ou na esperança de obter algum mérito. Esta é uma jornada em que os pecadores vão ao local onde Deus está, com a intenção de estar em Sua presença e adorá-Lo. Aqui eles esperam encontrar refúgio contra o inimigo de suas almas, pois sabem que a sua fortaleza é o próprio Deus.

O salmista está confiante de que assim como Deus empregou o Seu poder para salvar em face de ameaças passadas, Ele vai permanecer eternamente como o protetor do Seu povo.

Neste salmo o peregrino é convidado a participar de uma procissão até o templo para adorar a Deus, e, em seguida, marchar ao redor do templo (v. 12), reconhecendo este lugar de culto como a melhor fonte de segurança.

Pai, eu testemunhei a Tua bondade, amor e justiça. Mas como a minha experiência é limitada, vejo apenas uma pequena parte da Tua majestade; minha voz é apenas um sussurro no grande louvor erguido diante de Teu trono; mesmo assim, com alegria, eu me uno aos cânticos que são oferecidos a Ti. Amém.

Helen Pyke
Southern Adventist University

 

Texto original: blog Conferência Geral em inglês
Tradução anterior: https://reavivadosporsuapalavra.org/2013/09/24/
Tradução: Pr Jobson Santos/Jeferson Quimelli
Texto bíblico: Salmo 48 NVI
Comentário em áudio Pr Valdeci
Leitura da semana programa Crede em Seus Profetas: blog Conferência Geral e blog Crede em Seus Profetas



SALMO 48 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS by Jeferson Quimelli
18 de dezembro de 2016, 0:50
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Como os salmos 46 e 47, o 48 é um cântico de livramento, e talvez tenha sido escrito para ser cantado no serviço de adoração no templo. Ele celebra o cuidado de Yahweh para com Jerusalém e o livramento de Seu povo das mãos do inimigo. Este salmo é um dos poemas mais alegres de Davi (ver PR, 203). Os exércitos de Josafá o cantaram depois de uma notável vitória (ver PR, 201-203). CBASD – Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol 3, p. 841.

Grande é o SENHOR. Davi começa louvando a Yahweh por ter livrado Seu povo de grande perigo (v. 4-8). CBASD, vol 3 p. 841.

na cidade. Jerusalém (ver Sl 46:4; 48:8). CBASD, vol 3 p. 841.

Seu santo monte. O monte Sião (ver Sl 2:6; 68:16; ver com. de 48:2). CBASD, vol 3 p. 841.

sobranceiro. “Alto”. A elevação de Jerusalém acima do território circundante seja talvez o aspecto mais marcante de sua topografia. A cidade está situada em uma  das maiores elevações do país. É provável que esta característica tenha amedrontado os inimigos e feito com que desistissem de atacá-la (v. 4, 5). CBASD, vol 3 p. 841.

lados do Norte. O significado exato desta expressão não está totalmente claro, embora a seguinte explicação pareça razoável. Originalmente, monte Sião se referia apenas à parte da cidade conquistada dos jebusitas (2Cr 5:2; cf 2Sm 5:7). O monte Moriá ficava ao norte do monte Sião e foi nesse local que, mais tarde, o templo e o palácio de Salomão foram construídos (2Cr 3:1; cf1Rs 8:1). Geograficamente, Sião e Moriá constituem uma única elevação. Depois da construção do templo, todo o monte se tornou conhecido como “Sião” (ver Is 8:18; Jl 3:17). Devido à presença do santuário e do palácio na parte norte da colina desde a época de Salomão, a parte norte se tornou a parte mais importante da cidade. Sendo assim, com a expressão “lados do Norte”, o salmista pode ter tentado representar de modo figurado a sede do governo civil e religioso e, especificamente, a morada de Deus, conforme indica o contexto do salmo. Essa interpretação também esclarece Isaías 14:13, em que se diz que Lúcifer anelava sentar-se “nas extremidades do Norte”. Assumir tal posição significava participar nos conselhos de Deus e nos propósitos divinos. Essa era exatamente a ambição de Lúcifer (ver PP, 37). CBASD, vol 3 p. 841.

a cidade do grande Rei. Jesus cita esta frase como come de Jerusalém (Mt 5:35). CBASD, vol 3 p. 841.

os reis se coligaram. Os v. 4 a 6 apresentam uma destruição repentina provocada por um exército inimigo.  CBASD, vol 3 p. 841.

fugiram apressados. Os inimigos olharam a cidade inatingível, perceberam que não podiam conquistá-la, viram que sua própria segurança estava em risco e fugiram apressados. CBASD, vol 3 p. 842.

dores domo de parturiente. Esta comparação, indicando dr extrema, é frequente no AT (ver Jr 4:31; Mq 4:9, 10). CBASD, vol 3 p. 842.

destruíste as naus de Társis. Esta segunda comparação descreve o poder de Deus revelado na confusão e dispersão dos inimigos. Társis é identifica com Tartessos, no sul da Espanha, ao norte de Cádiz, embora possa indicar outros lugares. “Naus de Társis” era uma expressão empregada para indicar navios capazes de viajar até Tartessos. … Assim como uma tempestade derrubou essas naus, Deus destruiu os inimigos. CBASD, vol 3 p. 842.

Como temos ouvido dizer. Nossos pais nos contaram dos maravilhosos livramentos do passado. Agora os temos visto com nossos próprios olhos. CBASD, vol 3 p. 842.

SENHOR dos Exércitos. Um título militar que identifica Deus como aquele que lidera Seu exército celeste em batalha, visando a proteção de Seu povo. Bíblia de Genebra.

Deus a estabelece para sempre. O livramento presente é promessa de vitória futura. CBASD, vol 3 p. 842.

misericórdia. Do heb. chesed, “amor divino” (ver com. de Sl 36:7). CBASD, vol 3 p. 842.

Teu templo. Ver com. do Sl 5:7. Ao adentrar à casa de Deus, os pensamentos se dirigem a Ele. CBASD, vol 3 p. 842.

11 exultam as filhas de Judá. Talvez um emprego figurado, indicando as cidades de Judá (ver Js 15:45). CBASD, vol 3 p. 842.

12 rodeai-a toda. Com o propósito de contemplar e examinar a cidade que Deus preservou do inimigo por meio de uma maravilhosa demonstração de poder. CBASD, vol 3 p. 842.

Depois que um exército inimigo assediava Jerusalém sem sucesso, era importante que o povo rodeasse a cidade, inspecionando suas defesas e louvando a Deus pelas proteções que elas tinham oferecido. Em tempos de grande alegria ou depois de Deus nos ter conduzido através de alguma grande provação, devemos inspecionar nossas defesas para garantir que os fundamentos – fé em Deus, conhecimento de sua palavra e comunhão e orações do corpo dos crentes – permaneçam fortes (Efésios 2:20-22). Então devemos louvar a Deus por Sua proteção! Life Application Study Bible Kingsway.

14 Ele será nosso guia até à morte. Deus nos guiará por toda a vida. Ele nos acompanhará até o fim. O cristão tem essa certeza, ele não precisa temer. O Pastor conduzirá Seu rebanho até a eternidade (ver Sl 23:6). … Questiona-se se “até á morte” é uma tradução adequada para ‘al-muth. … A LXX traz “para sempre”  CBASD, vol 3 p. 842.

Freqüentemente oramos pela orientação de Deus enquanto lutamos com as decisões. O que precisamos é tanto de orientação como de um guia – um mapa que nos forneça pontos de referência e orientações e um companheiro constante que tenha um conhecimento íntimo do caminho e garanta que interpretemos o mapa corretamente. A Bíblia será este mapa, e o Espírito Santo será o companheiro e guia constante. Ao caminhar pela vida, use o mapa e o seu Guia. Life Application Study Bible Kingsway.



SALMO 48 – COMENTÁRIO PR HEBER TOTH ARMÍ by Jeferson Quimelli
18 de dezembro de 2016, 0:45
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SALMO 48 – A presença, proteção e provisão de Deus elevam o coração humano à exuberante júbilo e à efusiva adoração.

Do Salmo 47, o comentário Bíblico Adventista declara: “Nada menos que demonstrações como palmas e gritos de júbilo eram suficientes para o salmista a fim de expressar o louvor devido a Deus”. Agora, sobre o Salmo em questão, o mesmo comentário diz: “é um dos poemas mais alegres de Davi”.

F. B. Meyer observa: “O salmista celebra a beleza e a glória de Sião (vs. 1-3). A igreja, hoje, é a cidade do grande Rei. Sem Deus o mais lindo palácio não chega a ser um refúgio; mas uma cabana se transforma num palácio, se Deus é conhecido e amado ali. A recente libertação de Judá é comemorada com gratidão (vs. 4-8). Eis um belo quadro: os exércitos reunidos; o espanto, a fuga e a destruição do inimigo. Vem, então, o convite para que pensemos com amor no cuidado e na misericórdia de Deus (vs. 9-14)”.

Sião ou Jerusalém não se tornou o que Deus sonhou para ela. Os judeus falharam no plano que Deus lhes outorgou. Contudo, Deus não desistiu de fazer de Jerusalém o que planejou para ela.

A Nova Jerusalém é nova proposta de Deus para Jerusalém terrestre, a qual será destruída para dar lugar a outra bem melhor (Apocalipse 21-22). Então, no fim do milênio, quando a terra toda for restaurada dos efeitos destrutivos do pecado, a…

• …beleza de Sião será uma realidade ímpar, produzirá louvor ao Senhor, alegria e dignidade da presença do rei soberano (vs. 1-3);
• …eternidade de Sião será evidente, inimigos passaram, se maravilharam, se turbaram, temeram e fugiram (vs. 4-8);
• …alegria de morar em Sião será indescritível, pois a misericórdia, o amor e a justiça divina reinarão ali, além de toda segurança existente (vs. 9-14).

Por isso, meditemos no amor de Deus “até que nosso coração se inflame para louvá-lO; e lembremos que esse Deus é o nosso Deus para sempre e sempre” (Meyer).

Devemos glorificar a Deus no templo e fora dele. Devemos exaltar as investidas de Deus existentes apesar de nossa negligência. Nosso fervor deve intensificar – quanto mais se aproxima o dia do Senhor cumprir Suas promessas (Hebreus 10:25; Romanos 13:11-14).

Esperemos… Alegremo-nos… Reavivemo-nos! – Heber Toth Armí.



SALMO 48 – #RPSP – COMENTÁRIO ROSANA BARROS by Ivan Barros
18 de dezembro de 2016, 0:30
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“Grande é o SENHOR e mui digno de ser louvado, na cidade do nosso Deus” (v. 1).

Jerusalém era considerada por Israel como sendo “a cidade de Deus”, a morada do Altíssimo. Seus limites eram sagrados e inabaláveis. Foi quando começaram a inverter valores, elevando Jerusalém a um patamar ilusório. Lá não era um forte indestrutível, mas um lugar de onde deveria sair a mais forte mensagem. Só que não foi isso o que aconteceu e a cidade tão preeminente e tão querida, foi subjugada devido ao orgulho de seus líderes.

Existem muitos lugares em que gosto de ir e que me sinto bem, contudo, por mais agradáveis que sejam, nenhum deles se compara à minha casa. É lá que eu posso ficar à vontade, estar com minha família, me alimentar melhor, descansar, enfim, minha casa é meu oásis. Creio que todos nós gostamos dessa sensação de chegar em casa, quer seja ela uma mansão ou um casebre. Na verdade, sentir prazer em estar em casa é definido pela atmosfera que ali predomina.

Por mais que Jerusalém fosse a cidade da nação eleita, por mais que tivesse sido escolhida como capital de Israel, não deveria ali ser depositada a sensação de completa satisfação. Porque é muito bom estar em casa, é muito bom estar em família, é muito bom saber que ali está a bênção de Deus. Mas, nem o espaço geográfico de Jerusalém, nem tampouco o espaço físico de nossa casa é a nossa real morada. O Grande SENHOR não conhece limites geográficos e não escolhe uma casa terrena para morar. Ele está em todo lugar, sondando cada coração e, através de Seu Espírito, por meio de gemidos inexprimíveis (Vide Romanos 8:26), nos dizendo:

– Vocês ainda não estão em casa!

Deus estabelecerá um lugar onde a alegria reinará; onde palácios trarão as digitais de um Criador que não desampara os Seus filhos. “Na cidade do SENHOR dos Exércitos” (v. 8) não haverá mais choro, nem dor, nem morte (Vide Apocalipse 21:4). Ali, pensaremos na misericórdia de Deus enquanto O adoramos (v. 9) e nossa mente, restaurada à perfeição edênica, romperá em um cântico que ecoará por todo o Universo, pois o SENHOR manifestou a Sua perfeita justiça.

Amados, o nosso lar não é aqui. Precisamos, a cada dia, sentir saudades do lugar em que nunca fomos, mas que pela fé, aguardamos (Vide Hebreus 11:1). Se Deus habita em você, você pode dar a volta ao mundo, não importa aonde você estiver, VOCÊ será a morada de Deus.

Precisamos ser templo do SENHOR (Vide I Coríntios 6:19) aqui, para que, muito em breve, sejamos levados para Casa. Que no meu e no teu coração haja a firme resolução de “que este é Deus, o nosso Deus para todo o sempre; Ele será nosso guia até a morte” (v. 14). Lembre-se de que apenas querer a casa dos sonhos não a torna uma realidade. Todo aquele que almeja o Céu, procura vivê-lo na Terra. Comece a viver o Céu aqui e, então, vivê-lo-ás para sempre!

Bom dia, futuros cidadãos celestes!

Desafio do dia: Faça uma lista especial com o nome de pessoas que você deseja ver no Céu e ore por esta lista todos os dias.

*Leiam #Salmo48

Rosana Garcia Barros



SALMO 47 by Jeferson Quimelli
17 de dezembro de 2016, 1:00
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Comentário devocional:

Nos Salmos não encontramos louvores poéticos à natureza, mas somente poemas celebrando a grandeza e a bondade do Criador do maravilhoso mundo natural. Neste salmo, como em inúmeros outros, toda a natureza se une em louvar o nosso Criador. Como podemos ficar em silêncio? Salmo 98:8 convida os rios a baterem palmas e os montes a cantarem de alegria. Isaías 55:12 diz que “os montes e colinas irromperão em cantos” e “todas as árvores dos campos baterão palmas.”

Alegria espontânea sai dos lábios humanos por causa do amor que a bondade de Deus gera. Embora cercado por inimigos, fomos resgatados por Cristo e Deus escolheu a nossa herança para nós. O que Ele concede para nós é nosso, mais capaz de nos fazer felizes do que qualquer coisa que possamos ter almejado. Nós O louvamos porque vemos nessa herança todo o amor do Pai derramado sobre nós em rica abundância.

Nós não precisamos daquilo que pertence a outra pessoa. Como Rei de toda a terra, Ele oferece uma herança para toda nação, para cada indivíduo, e todos os que escolhermos fazer parte de Seu reino eterno herdaremos nosso próprio lugar para viver, nosso próprio local de trabalho e todos os recursos que precisamos para realizar o que Ele nos pede para fazer. Quando percebemos esse fato da providência divina, nós podemos cantar louvores com pleno entendimento.

Pai, se estou cantando com coração dividido, é porque ainda não compreendi o que tens feito por mim. Perdoe-me por cobiçar o que tens dado a outros. Mostre-me como posso fazer pleno uso da minha herança e trazer honra ao seu nome. Amém.

Helen Pyke
Universidade Adventista do Sul

Texto original: blog Conferência Geral em inglês
Tradução anterior: https://reavivadosporsuapalavra.org/2013/09/23/
Tradução: Jeferson Quimelli
Texto bíblico: Salmo 47 NVI
Comentário em áudio Pr Valdeci
Leitura da semana programa Crede em Seus Profetas: blog Conferência Geral e blog Crede em Seus Profetas



SALMO 47 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS by Jeferson Quimelli
17 de dezembro de 2016, 0:50
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O Salmo 47 é um hino festivo a Yahweh, que é exaltado como Deus não apenas de Israel, mas de todas as nações da Terra. Pode ser considerado uma extensão do tema do Salmo 46:10. … Este salmo triunfal é lido no serviço de culto da sinagoga moderna no Ano Novo [Rosh Hashanah], antes do soar do shofar (chifre de carneiro). Nesse dia, enfatiza-se no ritual o domínio universal de Yahweh. CBASD – Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 3, p. 839.

A igreja cristã, de modo apropriado, empregou-o na celebração da ascensão de Cristo (cf. v. 5). Bíblia de Estudo NVI Vida.

Deus é rei, não somente de Israel, mas também do universo. Esta oração também celebra apropriadamente a ascensão ao trono e o governo de Jesus Cristo. Jesus é tanto Rei como Guerreiro (Lc 19.38; 23.38; Jo 1.49). Bíblia de Genebra.

1 todos os povos. Visto que Deus é rei de toda a terra, e não somente de Israel, todas as nações são convocadas para unirem-se em louvor a Ele. Bíblia de Genebra.

2 o SENHOR. Do heb. Yahweh (ver vol. 1, p. 149, 150). CBASD, vol. 3, p. 839.

O Senhor Altíssimo é tremendo, além do que as palavras podem descrever, mas isso não impediu que escritores bíblicos tentassem descrevê-Lo. E isso não deveria nos impedir de falar sobre Ele também. Não podemos descrever completamente Deus, mas podemos dizer aos outros o que Ele fez por nós. Não deixe que os aspectos indescritíveis da grandeza de Deus o impeçam de contar aos outros o que você sabe sobre Ele. Life Application Study Bible Kingsway.

3 Ele nos submeteu os povos. Deus obteve inúmeras vitórias para Seu povo através da história, começando com a grande vitória no mar Vermelho (Êx 15). Bíblia de Genebra.

4 a nossa herança. Essas palavras referem-se à conquista e à distribuição da Terra Prometida. O trecho de Dt 7.1-11 explica que somente através da graça foi que Israel chegou a tomar posse dessa herança. Bíblia de Genebra.

5 subiu Deus. Esta é uma cena de entronização. Deus tem sido o Rei desde toda a eternidade (Sl 93.2), mas após a vitória, Sua soberania é celebrada novamente. Bíblia de Genebra.

6 cantai louvores. Do heb. zamar, raiz de mizmor, “um salmo” (ver p. 707). CBASD, vol. 3, p. 840.

9 Os príncipes dos povos se reúnem. Os convertidos do Senhor são considerados como filhos de Abraão (ver Gn 17:4; Rm 4:3-18, Gl 3:7). CBASD, vol. 3, p. 840.

Abraão foi o pai da nação israelita. O único Deus verdadeiro às vezes era chamado de “Deus de Abraão” (Êx 3:6; 1Rs 18:36). Em um sentido espiritual, as promessas de Deus a Abraão se aplicam a todos os que crêem em Deus, judeus ou gentios (Rm 4:11, 12; Gl 3: 7-9). Assim, o Deus de Abraão é nosso Deus também. Life Application Study Bible Kingsway.

a Deus pertencem os escudos da terra. Aqueles que governam estão sob o governo de Yahweh. CBASD, vol. 3, p. 840.