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Lutero disse a respeito do Salmo 37: “Aqui está a paciência dos santos.” Neste salmo, o poeta demonstra preocupação com o aparente trinfo do ímpio. esse problema é solucionado quando o salmista reconhece que a aparente prosperidade é transitória. Já maduro em idade (ver v. 25), ele aconselha a confiar em Deus, que, a Seu tempo, punirá os pecadores e recompensará os justos. … O tema do Salmo 37 é similar ao do 73 e à mensagem do livro de Jó, em que fala da justiça de Deus ao lidar com Seus servos e com aqueles que não O servem. CBASD – Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 3, p. 812.
1 Não te indignes. Não se preocupe com o aparente triunfo do ímpio (ver Pv 24:19). O cristão deve vencer a ira, pois, ao irar-se, ele perde a perspectiva e clareza de visão. Além disso, quando a pessoa se ira fica incapaz de ajudar o próximo e, como consequência, também deixa de fazer o que é correto. CBASD, vol. 3, p. 812, 813.
nem tenhas inveja. Ver Pv 3:31; 23:17; 24:1, 19; cf. Sl 73:3. O salmo começa e prossegue em grande parte no estilo de Provérbios. CBASD, vol. 3, p. 813.
Nunca deveríamos invejar pessoas ímpias, mesmo que elas sejam extremamente populares ou excessivamente ricas. Não importa o quanto elas tenham, isto se apagará e desaparecerá como a grama que seca e morre. Aqueles que seguem a Deus vivem diferentemente do ímpio e, ao final, terão grandes tesouros no Céu. Aquilo que o descrente consegue pode durar o tempo de uma vida, se ele tiver sorte. Aquilo que você conseguir seguindo a Deus durará para sempre. Life Application Study Bible Kingsway.
3 Confia… faze… habita… alimenta-te. Este versículo apresenta quatro regras para manter-se calmo quando se está indignado com a aparente prosperidade do ímpio: (a) confiar em Deus, (b) manter-se ocupado fazendo o bem, (c) habitar com segurança onde Deus o colocar e (d) buscar a fidelidade de Deus. CBASD, vol. 3, p. 813.
5 Entrega o teu caminho. Ver com. do Sl 22:8; cf 1Pe 5:7. Podemos simplesmente entregar a Deus o fardo que nos é pesado demais. David Livingstone declarou que este versículo o sustentou em todos os momentos na África e também na Inglaterra. CBASD, vol. 3, p. 813.
Entregar-se ao Senhor significa confiar tudo – nossas vidas, famílias, ocupações, posses – ao Seu controle e orientação. … significa confiar nEle, acreditando que ele pode cuidar melhor de nós do que nós mesmos. Devemos estar dispostos a esperar pacientemente para que ele faça o que é melhor para nós. Life Application Study Bible Kingsway.
6 justiça. Se, quando caluniado, o crente confia em Deus, Ele dissipará as nuvens de modo que seu verdadeiro caráter e suas razões sejam tão claros como o sol do meio-dia (ver Jr 51:10). CBASD, vol. 3, p. 813.
8,9 Ira e preocupação são duas emoções muito destrutivas. Elas revelam pouca fé de que Deus nos ama e está no controle. Não devemos nos preocupar. Em vez disso, devemos confiar em Deus, entregando-nos a Ele para que Ele nos use e nos guarde seguros. Quando você se concentra em seus problemas, você se torna ansioso e irritado. Mas se você se concentrar em Deus e em Seu bondade, você encontrará paz. Aonde você foca a sua atenção? Life Application Study Bible Kingsway.
8 Deixa a ira. O salmista aconselha a respeito da atitude para com o malfeitor. Não se deve abrigar sentimentos de ira contra ele, pois isso lhe permite seguir adiante com o mal. O castigo dele está nas mãos de Deus. CBASD, vol. 3, p. 813.
10 já não existirá o ímpio. Isto se cumprirá quando Deus exterminar em definitivo os malfeitores e eliminar o pecado do universo (ver DTN, 763; GC, 544 e 545). CBASD, vol. 3, p. 813.
11 Mansidão dificilmente parece ser a arma adequada para lidar com os inimigos. A guerra de Deus deve ser realizada com fé e humildade tranquilas diante de Deus e esperança na Sua libertação. Jesus também promete uma recompensa segura por essas atitudes (Mateus 5: 5). Life Application Study Bible Kingsway.
15 A sua espada, porém, lhes traspassará o coração. O mal é como um bumerangue, volta para quem o pratica (ver Sl 7:15, 16; 9:15; cf. Et 7:10). CBASD, vol. 3, p. 814.
21 Você pode dizer muito sobre o caráter de uma pessoa pela forma como ele ou ela lida com dinheiro. A pessoa perversa rouba sob o disfarce de pedir emprestado. O justo dá generosamente aos necessitados. O ímpio, por putro lado, se concentra em si mesmo, enquanto o justo procura o bem-estar dos outros. Life Application Study Bible Kingsway.
24 se cair. O justo não está livre de pecar; mas, quando comete uma falta, de imediato toma medidas oara corrigi-la. CBASD, vol. 3, p. 814.
25 agora, sou velho. O versículo indica que o salmista escreveu o salmo em seus últimos dias de idade. Ele não declara que os justos não passam por privações, mas que eles não são abandonados por Deus quando enfrentam dificuldades. No final, eles prosperam, pois seus descendentes têm o que necessitam. O salmista expressa uma verdade: a verdadeira religião torna o ser humano ativo e independente e o livra da necessidade de mendigar pela subsistência (ver em Jó 15:20, 23, o quadro oposto). CBASD, vol. 3, p. 814.
Porque as crianças morrem de fome hoje, como acontecia nos tempos de Davi, o que Davi quis dizer com estas palavras? Davi está observando a provisão de Deus ao longo da vida. Entretanto, havia exceções infelizes a este princípio geral. Deus provê para Seu povo. Os filhos dos justos passam fome para que outros crentes possam ajudar em seu tempo de necessidade. Nos dias de Davi, Israel obedecia à lei de Deus que assegurava que os pobres fossem tratados com justiça e misericórdia. Enquanto Israel fosse obediente, havia o suficiente para qualquer um. Quando Israel se esqueceu de Deus, os ricos cuidaram apenas de si mesmos, e os pobres sofreram (Amós 2:6, 7). Quando vemos um irmão ou irmão cristão sofrendo hoje, podemos responder de uma das três maneiras: (1) Podemos dizer, como os amigos de Jó, que a pessoa aflita trouxe isso para si mesmo; (2) Podemos dizer que este é um teste para ajudar os pobres a desenvolver mais paciência e confiança em Deus; (3) Podemos ajudar a pessoa em necessidade. Embora muitos governos hoje tenham seus próprios esquemas para ajudar aqueles que precisam, isso não é escusa para ignorar os pobres e necessitados ao nosso alcance. Life Application Study Bible Kingsway.
34 É difícil esperar pacientemente que Deus aga quando queremos mudar de imediato. Mas Deus promete que, se nos submetemos a seu tempo, ele nos honrará. … Seja paciente, continuamente fazendo o trabalho que Deus lhe deu para fazer, e permita que Deus escolha o melhor momento para mudar suas circunstâncias. Life Application Study Bible Kingsway.
40 porque nEle buscam refúgio. Ao estudar este salmo é bom ter em mente que esta vida é uma escola que prepara para a vida no porvir; é um prelúdio da vida eterna. No final, os justos vencerão. CBASD, vol. 3, p. 814.
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SALMO 37 – Aparentemente os desonestos e corruptos prosperam, enquanto os humildes e sinceros são oprimidos no ambiente em que vivem ou trabalham. Assim, facilmente podem aparecer questionamentos sobre a existência de Deus e Seu poder.
O salmo em apreço tende a responder questões complexas que surgem nos sofredores e injustiçados que lutam para sobreviver neste mundo de perversidade.
O Comentário Bíblico Africano observa que “o Salmo 37 faz parte da poesia sapiencial do AT”; seu “tema é a atitude que devemos ter diante do aparente sucesso dos ímpios. Sua prosperidade levanta dúvidas acerca da soberania de Deus. O Senhor está de fato no controle? Esse salmo contém a resposta que um homem idoso e sábio oferece à geração mais jovem. Convém observar que ele não considera a prosperidade em si errada. Ela se torna problemática, porém, quando se baseia na opressão e exploração dos humildes”.
G. Arthur Keough afirma que este Salmo “é retratado como um salmo de sabedoria, que apresenta bons conselhos para o viver diário […]. Este salmo nos traz especial encorajamento para enfrentarmos os acontecimentos finais da história terrestre. O assunto geral do salmo é a diferença entre os bons e os maus, os justos e os ímpios, e por que devemos estar entre os bons”.
• Precisamos aprender a desconfiar 100% de nós mesmos, nossos recursos, habilidades, filosofias, etc. para confiar 100% em Deus – essa é a maior diferença entre o ímpio e o justo (vs. 1-11).
• Somos informados do destino daqueles que não permitem que Deus altere o curso de sua vida. Os ímpios terão um fim trágico, serão destruídos totalmente. Seus pecados acariciados serão o combustível de sua destruição (vs. 12-20).
• Aqueles que sofrem por causa dos encrenqueiros, trapaceiros, corruptos, imorais e perversos viverão eternamente num lugar perfeitamente preparado pelo Deus que a tudo observa e julga com justiça e amor objetivando absolver os justos (vs. 21-31).
• Ainda que os maus não estejam colhendo agora o que estão semeando diariamente, não quer dizer que sua safra nunca chegará; igualmente, o fato de que os justos não estejam 100% livres das desgraças agora, não significa que nunca serão recompensados por sua fidelidade (vs. 32-40).
Vale a pena comprometer-se com Deus, ainda que aparentemente não haja nenhuma vantagem no presente. Reavivemo-nos! – Heber Toth Armí
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“Entrega o teu caminho ao SENHOR, confia nEle, e o mais Ele fará” (v. 5).
Certa vez, ouvi uma frase que me fez refletir muito, que diz: “Só se joga pedra em árvore que dá frutos“. Segundo a Bíblia, esta era a descrição de Davi: “sabe tocar e é forte e valente, homem de guerra, sisudo em palavras e de boa aparência; e o SENHOR é com ele” (I Samuel 16:18). Que cristão não gostaria de ter uma biografia como esta? Davi era uma pessoa tão agradável, que, de cara, Saul “o amou muito e o fez seu escudeiro” (I Samuel 16:21). Só que aconteceu o que Saul não esperava. Ele percebeu que aquele menino pastor poderia ameaçar o seu trono, então, o AMOR DE INTERESSES acabou. Enquanto Saul percebia que a bênção de Deus não estava mais com ele, era notória a presença do SENHOR junto a Davi. E, a partir daí, o coração de Saul, movido por inveja e cobiça, só desejava uma coisa: procurar tirar a vida de Davi (v. 32).
Diferente do que muitos poderiam fazer, Davi escolheu confiar no SENHOR e fazer o bem (v. 3). Teve a vida de Saul em suas mãos por duas vezes, e por duas vezes lhe poupou a vida. Ele entregou o seu caminho ao SENHOR, confiou nEle e em Sua justiça (v. 5 e 20). Sabemos que fim teve Saul, não pela ira de Davi, mas por suas próprias escolhas caminhou para a morte.
Não adianta se irar contra os que nos fazem mal, pois tudo o que é guiado pela raiva, “certamente… acabará mal” (v. 8). Percebam quantas preciosas promessas contém neste Salmo, e TODAS referentes aos que herdarão o Reino dos Céus:
“os que esperam no SENHOR possuirão a terra” (v. 9);
“Mas os mansos herdarão a terra” (v. 11);
“a herança deles [íntegros] permanecerá para sempre” (v. 18);
“Aqueles a quem o SENHOR abençoa possuirão a terra” (v. 22);
“Os justos herdarão a terra e nela habitarão para sempre” (v. 29).
Cristo mesmo confirmou estas promessas, quando disse: “Bem-aventurados os mansos, porque herdarão a terra” (Mateus 5:5).
Portanto, “espera no SENHOR, segue o seu caminho, e Ele te exaltará para possuíres a terra” (v. 34). Os ímpios podem até ter uma aparente prosperidade (v. 35), mas, um dia, não mais existirão (v. 36). Quer ser amparado por Deus junto com sua família (v. 25)? Quer ser um herdeiro da Nova Terra? Então, sê manso, “aparta-te do mal e faze o bem, e será perpétua a tua morada” (v. 27).
Bom dia, mansos de Deus!
Desafio do dia: Medite na letra deste belo louvor e faça uma oração de entrega, depondo nas mãos do SENHOR todos os teus temores e todos “os desejos do teu coração” (v. 4).
*Leiam #Salmo37
Rosana Garcia Barros
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Comentário devocional
Neste salmo, Davi contrasta a maldade humana com a bondade de Deus. Os versos 1-4 são uma descrição geral da maldade humana. O homem perverso rejeita a Deus e “não há temor de Deus diante de seus olhos.” A palavra hebraica para “temor”, utilizada aqui é pachad, que significa medo. O homem ímpio é tão depravado que ele não tem medo do Deus que pode punir suas más obras. Ele engana a si mesmo com a ideia de que não será descoberto. Sua fala é má e cheia de mentiras e não faz o que é bom e sábio. Ele faz planos malignos quando está na cama. Nada do que ímpio faz é bom, pois ele nunca rejeita o que é mau.
Os versos 5-9, num forte contraste com a maldade do homem, descrevem o caráter de Deus. Sua misericórdia chega aos céus e Sua fidelidade alcança as nuvens. Enquanto a Sua justiça é tão alta como as montanhas, seus atos de justiça são tão insondáveis como as profundezas do mar. Por causa de sua excelente benignidade, os filhos dos homens encontram refúgio “à sombra das Suas asas”. Esta frase é comum nos Salmos e sugere uma mamãe pássaro protegendo seus filhotes. Os seres humanos se banqueteiam no abundante alimento provido por Deus e bebem do rio da Sua bondade. Deus é a fonte da vida e é pela luz que vem de Deus que o ser humano enxerga a luz. Em outras palavras, fora de Deus, todo o nosso entendimento é apenas trevas.
Finalmente, o salmista ora que o favor de Deus se perpetue para aqueles que O conhecem e que eles não sejam pisados pelo pecador orgulhoso, nem expulsos do lugar em que foram plantados por Deus. O último verso mostra o fim de um malfeitor impenitente: ele está caído, derrubado e não consegue se levantar.
Pai, por favor, reaviva-nos e reforma-nos para que possamos refletir o Seu lindo caráter. Em nome de Jesus. Amém!
Onaolapo Ajibade
Secretário Executivo da IASD
Divisão Centro-Ocidental da África
Traduzido por Jeferson Quimelli/Pr Jobson Santos
Texto original em: http://revivedbyhisword.org/en/bible/Psa/36/
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No Salmo 36, o salmista celebra a misericórdia divina a a contrasta com a depravação do ímpio. … O pecado nasce no coração (v. 1, 2), é expresso pela língua, na fala (v. 3), e se materializa pela atitude (v. 4). É uma análise progressiva da impiedade. CBASD – Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 3, p. 807.
1 Porque os ímpios não temem a Deus, nada os restringe de pecar. Eles seguem em frente se nada acontecer com eles. Mas Deus é justo e está apenas adiando Sua punição. Este conhecimento nos restringe de pecar. Deixe que o temor de Deus faça seu trabalho em impedi-lo de pecar. em sua gratidão pelo amor de Deus, não ignore Sua justiça. Life Application Study Bible Kingsway.
Paulo cita a segunda frase do Salmo 36:1 para fundamentar sua tese sobre a depravação do ímpio (Rm 3:18). CBASD, vol. 3, p. 808.
2 a transgressão o lisonjeia (ARA; NVI: “Ele se acha tão importante”).
3 abjurou o discernimento (ARA; NVI: “abandonou o bom senso”). Os v. 3 e 4 apresentam a progressão do mal: o pecador deixa de fazer o bem, medita no que é mal, determina-se a fazer o mal e faz o mal sem que sua consciência o condene. CBASD, vol. 3, p. 808.
4 não se despega do mal (ARA; NVI: “ele nunca rejeita o mal”). Para o pecador depravado e sem esperança, a malignidade do pecado não é empecilho para a ação. Ele não percebe a imoralidade do ato pecaminoso. CBASD, vol. 3, p. 808.
5 A Tua benignidade (ARA; “O Teu amor”). Do heb. chesed (ver com. do v. 7). CBASD, vol. 3, p. 808.
aos céus. O salmista parece elevar-se de repente, acima da depravação humana, ao espaço infinito onde Deus reside. CBASD, vol. 3, p. 808.
6 os teus juízos [são] como um abismo profundo (ARA; NVI: “as tuas decisões [são] insondáveis como o grande mar”). O salmista retrata os juízos de Deus como inesgotáveis e insondáveis. CBASD, vol. 3, p. 808.
preservas os homens e os animais. Desde o ser humano, coroa da criação, até o animal selvagem, Deus cuida de todas as criaturas (ver Sl 145:9). … Em vista disso, é preciso tratar os animais com bondade (ver PP, 443). CBASD, vol. 3, p. 808.
7 a Tua benignidade (ARA; NVI: “o Teu amor”). Do heb. chesed, traduzido como misericórdia, no v. 5 (ARC; ver Nota Adicional [CBASD] a este salmo). CBASD, vol. 3, p. 808.
8 Fartam-se de abundância. Do heb. rawah, literalmente, “beber até saciar-se”. O que Deus dá ao ser humano o satisfaz, pois ele encontra em Deus o que precisa, e em abundância (ver Ef 3:20; cf. Lc 6:38). Deus é o bom anfitrião (Sl 23:5). CBASD, vol. 3, p. 808.
torrente. A metáfora era expressiva para o habitante da Palestina, onde a água é escassa. CBASD, vol. 3, p. 808.
das tuas delícias. As delícias de Deus, não as que o ser humano considera como delícias. Albert Barnes encontra neste versículo as seguintes verdades: (1) Deus é feliz; (2) A religião faz o ser humano feliz; (3) essa felicidade é de natureza divina; (4) satisfaz a necessidade da alma; (5) não deixa de satisfazer nenhuma delas; e (6) está estreitamente relacionada com a adoração na casa de Deus (ver PP, 413). CBASD, vol. 3, p. 808.
9 o manancial da vida. Deus não é apenas fonte de vida, mas de tudo que dá sentido à vida (ver Sl 34:12; Jo 1:4; 4:10; 5:26; Ed 97, 198; ver com.de Pv 9:11). CBASD, vol. 3, p. 808.
na Tua luz. Visto que Deus é a fonte de luz, somente nEle se pode ver luz. … Nossa oração deveria ser: “Ilumina o que é escuro em mim” (ver Jo 3:19, 20; 1Jo 1:5-7; 1Pe 2:9). CBASD, vol. 3, p. 808.
10 benignidade (ARA; NVI: “o Teu amor”). Do heb. chesed. É a terceira ocorrência deste termo (ver com. do v. 7; cf v. 5). CBASD, vol. 3, p. 809.
11 nem me repila a mão dos ímpios (ARA; NVI: “Não permitas … que a mão do ímpio me faça recuar”). O salmista pede que não seja pisado pelo insolente, nem afastado do lugar onde Deus o estabeleceu. CBASD, vol. 3, p. 809.
12 O salmista vê a resposta à sua oração e chama a atenção para a revelação da justiça divina na completa destruição dos ímpios. O salmo começa com tristeza e termina com triunfo. CBASD, vol. 3, p. 809.
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SALMO 36 – Há contraste gritante entre a pecaminosidade humana e a santidade divina; entre a imoralidade humana e a moralidade divina – talvez, por isso, muitos ficam distantes de Deus para não deixar mais evidente sua podridão de alma.
O salmo em apreço nos revela…
- …as características do pecador sem juízo (vs. 1-4);
- …as características do soberano Deus do juízo (vs. 5-9);
- …as características do pecador que procura e se compromete com o amoroso Deus do juízo (vs. 10-12).
Por mais terrível que seja nossa situação, Deus tem a solução para nossos problemas. Ele não quer que estejamos algemados nas grossas e fortes correntes do mal. Seu amor é indescritível, Seu desígnio é sempre bom e, Suas ações sempre visam nossa salvação.
“Língua nenhuma é capaz de expressar de modo pleno a imensidão do amor de Deus, e mente nenhuma é capaz de compreendê-lo: ele ‘excede todo entendimento’ (Ef 3:19). As ideias mais grandiosas concebidas pela mente finita acerca do amor divino ficam infinitamente aquém da sua verdadeira natureza. O céu não dista tanto da terra quanto a bondade de Deus está longe dos conceitos mais sublimes que somos capazes de formar a seu respeito. É um oceano que se eleva acima de todas as montanhas de oposição naqueles que são objeto desse amor. É uma fonte da qual jorra todo bem necessário para todos os que se interessam por ele” (John Brine).
Os rebeldes que expressam palavras ferinas e atos violentos vivem a vida que não merecem, sujeitos pela graciosa graça divina, dependendo da misericórdia do Deus do juízo até para respirar; até o dia do acerto de contas.
“‘Deus é amor’. Sua natureza, Sua lei, são amor. Assim sempre foi; assim sempre será”, destacou Ellen G. White. Mas, e quanto à destruição dos perversos e do mal? “A história do grande conflito entre o bem e o mal, desde o tempo em que a princípio se iniciou no Céu até à derrocada final da rebelião e extirpação total do pecado, é também uma demonstração do imutável amor de Deus”.
Com um amor tão grande… só vai se perder quem não tiver coração receptivo para acolher o amor oferecido por Deus!
Deus quer transformar nossa vida e alterar nosso destino. Vamos permitir tal operação? – Heber Toth Armí.
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“Continua a Tua benignidade aos que Te conhecem, e a Tua justiça, aos retos de coração” (v. 10).
Há uma barreira intransponível entre a malícia humana e a benignidade de Deus. A maldade é inerente ao coração do homem desde a entrada do pecado no mundo. Já a benignidade do SENHOR é de eternidade a eternidade. A malícia humana tem prazo de validade. A benignidade de Deus é eterna. Mas Davi não se refere aqui à nossa situação pecaminosa em si, e sim ao ímpio que é guiado pela “voz da transgressão” (v. 1). Prestem atenção que há uma ligação muito forte deste Salmo com a que tipo de voz estamos ouvindo. E, a depender da escolha, as palavras, mais cedo ou mais tarde, revelam o que vai no coração (v. 3).
“A transgressão o lisonjeia” (v. 2), ou seja, o mal, na maioria das vezes vem mascarado, trazendo uma falsa sensação de segurança: “e lhe diz que a sua iniquidade não há de ser descoberta, nem detestada” (v. 2). Só que a Bíblia faz com que este conceito enganoso caia por terra: “Porque Deus há de trazer a juízo todas as obras, ATÉ AS QUE ESTÃO ESCONDIDAS, quer sejam boas, quer sejam más” (Eclesiastes 12:14). Compreendem como funciona a voz da transgressão? Ela distorce a verdade e ainda jura que sua mentira nunca vai ser revelada. Meus irmãos, a que voz temos dado ouvidos?
A benignidade do SENHOR permanece SOMENTE na vida daqueles que O conhecem (v. 10). E quem são aqueles que O conhecem? Jesus nos responde: “… vai adiante delas, e elas O seguem, porque Lhe reconhecem a voz” (João 10:4). Percebem? Os que conhecem a Deus são aqueles que são guiados por Sua voz.
Os maus, por sua vez, que obstinadamente (v. 4) seguem a voz da transgressão, não podem ouvir a voz de Deus porque “não há temor de Deus diante de seus olhos” (v. 1). Começa, portanto, com o dar ouvidos à voz estranha à divina. Então, os olhos são obscurecidos para as coisas do Alto. Daí, “as palavras de sua boca” (v. 3) tornam-se maliciosas e dolosas. Por fim, até o tato é afetado: “não se despega do mal” (v. 4). Quando uma janela da alma é aberta à influência do mal, é só uma questão de tempo para que todas as outras sejam afetadas também. E todo o perigo está quando o mal se instala no coração (v. 1).
É interessante que o quadro de maldade descrito por Davi dá uma ideia de uma pessoa completamente maléfica, um assassino em série ou coisa do tipo. Mas o salmista se refere a todo aquele que não conhece a Deus. Quando vamos à primeira carta do discípulo do amor, encontramos uma resposta contundente e muito clara sobre como reconhecer os que não conhecem a Deus: “Aquele que não ama não conhece a Deus, pois Deus é amor” (I João 4:8). E Jesus afirmou que o amor de quase todos esfriaria nestes últimos dias (Vide Mateus 24:12). O pastor Ivan Saraiva disse algo que deveria nos fazer refletir constantemente. Ele disse que quando Jesus voltar nos fará uma única pergunta: “Você amou?”
A justiça de Deus não seria justiça se Ele permitisse entrar pelos portais de pérola um mentiroso: “Se alguém disser: Amo a Deus, e odiar a seu irmão, é mentiroso” (I João 4:20). Oh, amado ou amada, o que há com você que ainda insiste em ouvir a voz da transgressão? Como esperas a salvação de um Deus que te amou mesmo sem você merecer, se você não consegue amar o seu irmão? Ainda há esperança. A porta da graça ainda está aberta. Em nome de Jesus, feche as janelas da tua alma e a porta do teu coração para a malícia. Jesus está à porta e bate, aguardando que você abra e que juntos se alegrem (Vide Apocalipse 3:20).
Os que seguem a voz do estranho (Vide João 10:5) certamente serão derrubados para não mais se levantar (v. 12). Mas os que ouvem a voz do Bom Pastor, O seguirão porque O conhecem (Vide João 10:14).Não seja aquele que maquina o mal nas trevas (v. 4), e sim aquele que vê e que segue a luz de Deus (v. 9).
Bom dia, amados de Deus!
Desafio do dia: Há algum pecado acariciado em tua vida? HOJE é o dia de abandoná-lo! AGORA é hora de arrepender-se no pó! Pode ser o último chamado de Deus para a tua vida, portanto, não perca tempo e siga a voz do Bom Pastor: “Vai e não peques mais” (João 8:11).
*Leiam #Salmo36
Rosana Garcia Barros
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Comentário devocional:
Este é mais um salmo de Davi. É o seu grito de angústia quando estava sendo perseguido por pessoas que tinham sido seus amigos mas agora retribuíam o amor com ódio.
O salmo tem três seções principais. Na primeira, nos versos 1 a 10, Davi pede a Deus que lute contra os que lutam contra ele. Davi deseja que eles sejam derrotados e envergonhados. Ele quer que a destruição venha inesperadamente sobre seus inimigos ao caírem eles em suas próprias armadilhas preparadas para ele.
A segunda seção está nos versos 11-18, onde Davi descreve seus inimigos. Eles são testemunhas falsas, acusando-o do que ele não fez. Eles o recompensam com mal o bem que Davi tem feito a eles. Quando estavam doentes, ele jejuou e orou por eles, pensando que eles eram verdadeiros amigos. Davi se sente traído quando, na sua adversidade, esses “amigos” se alegraram e se uniram contra ele, sem o seu conhecimento.
A última divisão é versos 19-28. Davi apela a Deus para intervir em seu nome. Ele ora para que Deus não permita que seus inimigos se alegrem sobre ele. Ele pede que Deus o defenda de modo que aqueles que verdadeiramente o amam alegrem-se e louvem a Deus .
Pai, não é natural a amar os nossos inimigos. Mas Você prometeu que nós podemos fazer todas as coisas em Cristo, que nos fortalece. Dá-nos a graça de sempre escolher amar e fazer o bem aos nossos inimigos. Sabemos que podes suprir o poder para fazê-lo. Em nome de Jesus. Amém !
Onaolapo Ajibade
Secretário Executivo da IASD
Divisão Centro-Ocidental da África
Texto original: blog Conferência Geral em inglês
Tradução anterior expandida: https://reavivadosporsuapalavra.org/2013/09/11/
Tradução: Jeferson Quimelli/Pr Jobson Santos
Texto bíblico: Salmo 35 NVI
Comentário em áudio Pr Valdeci
Leitura da semana programa Crede em Seus Profetas: blog Conferência Geral e blog Crede em Seus Profetas
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O Salmo 35 é …o clamor de angústia do salmista ao ser perseguido por homens que foram seus amigos e então lhe retribuíam seu amor com intendo ódio. … Alguns creem que a conspiração de Absalão e Aitofel pode ter sido o contexto histórico deste salmo. CBASD – Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 3, p. 805.
2 Embraça o escudo e o broquel. Indicam tanto o escudo pequeno de Salmo 3:3 quanto o escudo maior e mais forte do Salmo 5:12 (ver também com. do Sl 18:2): ambos são usados nesta passagem para transmitir a ideia de completa defesa. CBASD, vol. 3, p. 805.
3 Empunha a lança e reprime o passo. A forma hebraica traduzida por esta frase é segor. … O versículo retrata Deus, por meio da linguagem humana, como um guerreiro que luta ao lado do salmista. CBASD, vol. 3, p. 805.
9 minha alma. Ou, simplesmente “eu” (ver com. do Sl 16:10). O salmista se regozijará, não com a destruição do ímpio, mas com a intervenção divina. CBASD, vol. 3, p. 805.
10 Todos os meus ossos. Todo o corpo se regozija. CBASD, vol. 3, p. 805.
11 iníquas testemunhas. Literalmente, “testemunhas de violência”. CBASD, vol. 3, p. 805.
e me argúem (ARA; NVI: “questionam-me”). Ou, “eles perguntam de mim”. CBASD, vol. 3, p. 806.
13 em oração me reclinava sobre o peito. O salmista pede que sua oração por seus inimigos lhe seja concedida, como prova da sinceridade de sua atitude para com eles. CBASD, vol. 3, p. 806.
14 andava curvado. As formas externas de lamento entre os hebreus incluíam não tomar banho e não fazer a barba (ver 2Sm 19:24). O lamento do salmista era tão completo como o lamento por um familiar próximo. CBASD, vol. 3, p. 806.
15 os abjetos. Do heb. nekim, “os feridos”, referindo-se talvez aos mais fracos que o salmista, que se uniram para caluniá-lo conforme sugere o versículo. CBASD, vol. 3, p. 806.
16 como vis bufões em festins (ARA; NVI: “Como ímpios caçoando do meu refúgio”). A LXX traz: “eles me tentaram, zombaram de mim”. CBASD, vol. 3, p. 806.
19 sem causa. Em todo o salmo o escritor afirma sua inocência absoluta. Alguns creem que Jesus se referiu a esta frase quando disse: “Odiaram-me sem motivo” (Jo 15:25). CBASD, vol. 3, p. 806.
21 Pegamos! O desejo dos inimigos é ver a derrota definitiva do salmista. CBASD, vol. 3, p. 806.
22 Tu, SENHOR, os viste. Comparar com a frase: “até quando, SENHOR, ficarás olhando?” (v. 17). A partir deste ponto o salmo é mais tranquilo. CBASD, vol. 3, p. 806.
não te cales. Literalmente, “não sejas surdo” (ver com. do Sl 28:1). CBASD, vol. 3, p. 806.
25 Agora, sim! Cumpriu-se o nosso desejo (ARA; NVI: “Ah! Era isso que queríamos!”. Literalmente, “Ahah, nossa alma!”, expressão idiomática que significaria: “Ahah, temos o desejo de nosso coração.” CBASD, vol. 3, p. 806.
27 Cantem de júbilo Porque a causa do salmista foi defendida. CBASD, vol. 3, p. 806.
prosperidade (ARA; NVI: “bem-estar”). Do heb. shalom, “paz”. A conclusão do salmo é bem diferente do início. Ele se encerra com vitória. CBASD, vol. 3, p. 806.
28 celebrará. Do heb. hagah. Este verbo transmite a ideia de falar com voz baixa, como se meditando num pensamento agradável. Traduz-se como “medita” no Salmo 1:2. CBASD, vol. 3, p. 806.
a Tua justiça. A salvação que vem de Deus, não o livramento do salmista. Contemplar a bondade de Deus desvia o pensamento de si mesmo. CBASD, vol. 3, p. 806.
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SALMO 35 – Calúnias, difamações, críticas, fofocas, rejeições, desprezos, etc. acompanham a vida dos sinceros, honestos e fieis em cada século da história deste mundo.
Leia com muita atenção e oração cada frase deste salmo de Davi. Depois, considere: “Deus escolhe Davi para suceder Saul (1Sm 16.1-3) e permite que ele mate Golias e derrote os Filisteus (1Sm 17 e 18). Mas Saul tenta eliminá-lo (1Sm 19-30), e Davi precisa lutar para alcançar o poder (2Sm 1.1-5.5). Uma vez rei, Davi se depara com muito inimigos estrangeiros e internos (2Sm 15-21). A súmula de Davi a respeito da própria vida destaca a libertação da morte e do sofrimento (2Sm 22.1-23.7; v. Sl 18). Ele vê o Senhor como quem liberta dos inimigos, mas também como quem permite ao justo experimentar dor e provação (v. 2Sm 15.25,26; 16.11,12)” (Paul R. House).
• Ao lidarmos com amigos que se tornam traidores, devemos recorrer a Deus e pedir Sua atuação; pois nossas limitações nos impedem agir corretamente nestas circunstâncias (vs. 1-3).
• Jesus deve ser consultado, Ele pode enviar Seu anjo para aliviar nossa angústia, nosso sofrimento, causados pelos amigos que nos decepcionam amargamente (vs. 4-6).
• Os bondosos, humildes e amorosos não são bem quistos pelos amantes do orgulho, da arrogância e do egoísmo; por mais que se faça o bem a eles, eles sempre devolverão o mal (vs. 7-8, 11-16).
• A forma correta de lidar com os encrenqueiros, chatos e indelicados é fazendo o bem a eles, caso não resolva com amor e bondade, é fundamental entregar ao Deus que tudo vê para fazer justiça, a qual nunca falha (vs. 9-10, 17-18).
• Os críticos de plantão aproveitam até o que não é oportunidade para condenar aos servos do Senhor, eles aguardam qualquer deslize, mas quando não há, eles inventam como foi feito com Davi, José, Daniel, Jesus, e muitos de nós (vs. 19-21).
• Os justificados por Deus que sofrem neste mundo anseiam pelo juízo e oram para que Deus aja com urgência para libertar e salvar os oprimidos pelos agentes do pecado (vs. 22-28).
Os amigos de Deus têm inimigos por todos os lados, fora e dentro da igreja. Ainda bem que Deus fará justiça, então os verdadeiramente convertidos serão legalmente absolvidos e cantarão louvores ao Salvador.
“Senhor, socorre-nos!” – Heber Toth Armí.