Reavivados por Sua Palavra


ESTER 5 – #RPSP – Comentário Rosana Barros by Ivan Barros
14 de setembro de 2016, 0:30
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“Então lhe disse o rei: Que é o que tens, rainha Ester, ou qual é a tua petição? Até metade do reino se te dará” (v. 3).

Após os três dias de jejum, Ester vai ter com o rei. Mas ela não vai de qualquer jeito. “Ester se aprontou com seus trajes reais” (v. 1) e já havia providenciado tudo para o primeiro banquete que ofereceria ao rei e a Hamã (v. 4). Ester entendeu bem o sentido de ORAR[AÇÃO]. Ela orou, mas também agiu sob o risco de perder a própria vida. Será que ela não teve medo? Obviamente. Mas a Bíblia diz que “o perfeito amor lança fora o medo” (I João 4:18). Movida pelo amor de Deus que em três dias alimentou o seu coração e lhe capacitou de forças (Vide Filipenses 4:13), foi ao encontro do desconhecido. Só que, ao mesmo tempo em que Deus fortalecia a Ester, trabalhava no íntimo de Assuero, que, ao avistar a sua bela rainha, foi tomado de uma compaixão e amor tamanho que, de pronto, a favoreceu e estendeu-lhe o cetro real (v. 2). A benevolência emanava de cada palavra que proferia a Ester e seu coração desejava conceder à sua amada qualquer coisa que pudesse fazê-la feliz. Ester poderia ter revelado a sua petição naquele primeiro banquete, contudo, não o fez. Os motivos são desconhecidos, mas o intervalo entre um banquete e outro favoreceu um acontecimento que veremos no estudo de amanhã. Apesar da grande alegria de Hamã em ter sido honrado pela rainha e por todos os favores que até então recebera do rei, ainda o consumia o fato de Mordecai não reverenciá-lo como faziam todos os demais servos: “Porém, tudo isto não me satisfaz” (v. 13). Deus usou um rei ímpio para favorecer Ester e o Seu povo. Porém, o ímpio Hamã continuava na prática da injustiça. O conselho dado por sua mulher e seus amigos define bem que tipo de pessoas fazia parte de seu convívio diário. Enquanto Ester estava unida com os judeus em oração, Hamã estava junto aos seus em perversão. Enquanto o povo de Deus clamava por livramento, Hamã e os seus tramavam o seu banimento.

Amados, em que grupo estaremos quando o Rei vier? Naquele que será levado para participar do banquete no Céu, das bodas do Cordeiro? Ou naquele em que o Rei dirá: “Nunca vos conheci. Apartai-vos de Mim, os que praticais a iniquidade” (Mateus 7:23)? Oh, meus irmãos, a nossa luta não deve ser jamais de uns contra os outros! Aqueles que agem de tal forma, desejando desfavorecer o próximo, JAMAIS alcançarão naquele grande Dia o favor do Rei. A nossa luta é “contra os principados e potestades, contra os dominadores deste mundo tenebroso, contra as forças espirituais do mal” (Efésios 6:12). E esta guerra espiritual é pela conquista do nosso coração, ela acontece em nós mesmos. Por isso que Paulo declarou: “Porque não faço o bem que prefiro, mas o mal que não quero, esse faço” (Romanos 7:19). A vontade de Ester não era a de arriscar a própria vida, mas entendeu que não havia sido coroada à toa. Ela entendeu que havia propósito divino de ela estar ali e decidiu confiar no SENHOR que a coroou.

Onde você está? Já perguntou a Deus qual é o propósito de você estar onde está hoje? Ester usou a sua coroa e as vestes reais para abençoar a outros. Hamã usou de seus privilégios para benefício e exaltação própria. Ester ou Hamã? Intercessor ou beneficiador de si mesmo? Orar para salvar, ou tramar para matar? Lembre-se de que, para Deus, matar alguém não se trata apenas de consumação física, mas de intenção, de ódio no coração (Vide Mateus 5:21-22). Que o SENHOR nos livre de vis sentimentos e que seja a nossa oração: “Querido, Salvador, por favor, faça de mim um intercessor sábio pelos meus companheiros humanos, para que o melhor das bênçãos do nosso Pai possa coroar a vida deles, guiando-os à Cidade de Deus” (Respostas Incríveis à Oração, p. 90).

Bom dia, intercessores!

Desafio do dia: Crie um grupo de oração com pessoas que você possa confiar e que fielmente intercedam uns pelos outros. Tenham um dia especial de jejum por semana e momentos em que possam se reunir para orar juntos.

*Leiam #Ester5

Rosana Garcia Barros



ESTER 4 by Jeferson Quimelli
13 de setembro de 2016, 1:00
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Comentário devocional:

Ao tomar Mordecai conhecimento do decreto de morte emitido por Hamã, nosso nobre e sempre bem vestido servidor público pôs-se na frente da porta do rei, vestido de saco e em desespero. Seu lamento fúnebre recebera eco por todo o reino com o jejum e a oração dos judeus.

Ester teve conhecimento da atitude de Mordecai e angustiou-se profundamente. Ela enviou um novo conjunto de roupas para Mordecai, mas ele as recusou e permaneceu do lado de fora do portão. Através de mensagens levadas por um servo, Mordecai explicou o que acontecera e enviou uma cópia física do decreto para Ester.

Se fosse apenas a sua própria vida que estivesse em risco, muito provavelmente Mordecai teria implorado que Ester permanecesse calada quanto às suas origens e continuasse dissociada dele e de seu povo para sua própria proteção. Mas não era o caso – muitas vidas estavam agora em jogo. Por conta disso, Mordecai mudou de estratégia, pedindo que Ester comunicasse ao rei o sofrimento de seu povo e intercedesse por ele.Perplexa, Ester enviou de volta a Mordecai uma mensagem lembrando-lhe que todos sabiam que ir ter com o rei sem ser convidado significava a morte quase certa e que havia mais de um mês que o rei não a chamava. E já fazia 5 anos que ela era rainha. Teria o rei perdido o seu interesse por dela? Mordecai conhecia os riscos, e este pensamento deve tê-lo mantido acordado durante toda a noite anterior.

Mordecai declarou sua confiança na providência de Deus (v. 14), lembrando a Ester que se ela não agisse, o socorro e o livramento de Deus viriam de outra forma, de outro lugar, mas que sua vida estaria perdida com qualquer outro plano. Pedir-lhe que arriscasse sua vida era a única maneira de salvá-la. Ester era o Plano A de Deus e era por este motivo que ela havia se tornado rainha.

Não nos é dito por quanto tempo Ester ponderou nessas palavras. Pode ser que ela tenha contemplado por horas. Mas quando falou, foi muito firme em dizer que todos os judeus em Susã deveriam jejuar com ela por três dias e, então, ela iria à presença do rei. “Se eu perecer, pereci”. Com esta afirmação ela mostra sua conformação com a vontade de Deus.

Sem dúvida a vida de Ester em seus aposentos de rainha da Pérsia era muito confortável. Sua decisão de arriscar seu conforto e sua vida para salvar seu povo que já estava praticamente condenado mostrou seu caráter.

Não podemos deixar de lembrar, neste momento, de Jesus. Ele deixou tudo no Céu, Seu trono, poder e glória, para vir até nós como um impotente e comum bebê. Ele se sacrificou por nós, um povo condenado, sabendo que o Seu plano era o único plano para a nossa salvação. Seu sacrifício nos mostra o Seu caráter e um coração cheio de amor.

 

Jean Boonstra

Voz da Profecia

 

Texto original: http://www.revivalandreformation.org/bhp/en/bible/est/4

Publicação anterior: https://reavivadosporsuapalavra.org/2013/06/20/



ESTER 4 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS by Jeferson Quimelli
13 de setembro de 2016, 0:50
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1 Soube. O conhecimento precisa ser ligado à ação e requer aplicação prática (Andrews Study Bible).

rasgou as suas vestes […] sacio e cinza. O rasgar das vestimentas era um sinal de profunda tristeza , angústia, horror ou ressentimento. […] O significado do ato de Mordecai foi, possivelmente, bem compreendido por judeus e persas. […] O uso de pano de saco e cinza era outro símbolo de tristeza profunda. […] A esperança de que pudesse ainda haver libertação em face do decreto parece não ter ocorrido a ninguém (CBASD, vol. 3, p. 526, 527).

2 Na presença do rei não se tolerava qualquer sinal de desgosto ou de aflição (Bíblia Shedd).

3 O destaque dado aos banquetes em todo o livro de Ester ressalta nitidamente os jejuns dos v. 3 e 16; o par de jejuns forma um paralelo com os pares de banquetes em destaque (Bíblia de Estudo NVI Vida).

4 Novas roupas permitiriam que Mordecai entrasse no palácio do rei (Andrews Study Bible).

5-9 A recusa de Ester de se submeter às leis que regulavam a presença diante do rei compõe o palco da segunda maior reviravolta do livro: uma tímida mulher, que até este ponto desempenhava uma função passiva avança em fé e, assim, preparada para se tornar uma heroína (Andrews Study Bible).

5 Hataque. O rei havia nomeado o chefe dos eunucos para as necessidades da rainha, em parte para servi-la e em parte para observar sua conduta. Nenhum déspota é isento totalmente dos temores gêmeos: ciúme e desconfiança (CBASD, vol. 3, p. 527).

7 A consciência que Mardoqueu [Mordecai] tem do montante que Hamã prometeu ao rei serve de lembrança de sua alta posição na burocracia de Susã (2.21-23) (Bíblia de Estudo NVI Vida).

11 uma sentença. Tal lei não foi completamente arbitrária. Quantas vezes amigos ou estranhos aparentemente inofensivos abordaram a realeza com objetivos assassinos. Essa lei foi, possivelmente, uma medida para proteger o rei do mal, dos peticionários problemáticos e de interferência no exercício de seu poder despótico (CBASD, vol. 3, p. 528).

Heródoto (3.118,140) também ressalta que quem se aproximasse do rei sem ser convocado para isso seria morto, a não ser que o rei concedesse o perdão imediato (Bíblia de Estudo NVI Vida).

Ester podia ter solicitado uma audiência, mas, visto que o rei não estava demonstrando sinais favoráveis, poderia ter sua petição recusada, o que tornaria impossível uma segunda oportunidade. Ela bem sabia do caráter volúvel do rei (Bíblia Shedd).

13-14 não imagines. Sua posição favorecida não a protegeria da ira de Hamã. Sua identidade racial era conhecida por pelo menos alguns no palácio e seria de esperar que aqueles que informaram a Hamã sobre Mordecai fariam o mesmo no que diz respeito a Ester. Hamã não se sentiria seguro enquanto algum judeu continuasse vivo, especialmente alguém tão próximo ao rei e tão favorecido como Ester (CBASD, vol. 3, p. 528).

Apesar de Ester ser a rainha e compartilhar alguns dos poderes e riquezas do rei, ela ainda precisava da proteção e sabedoria de Deus, Ninguém está seguro em sua própria força em qualquer sistema político. É loucura acreditar que riqueza ou posição pode nos fazer imunes aos perigos. Somente de Deus vem a libertação (Life Application Study Bible Kingsway NIV).

As dificuldades de Mordecai destacam um importante aspecto do conflito cósmico: não existe terreno neutro livre de escolhas difíceis. A confiança de Mordecai no livramento de Deus se baseia nos atos de livramento passados de Deus (Andrews Study Bible).

14 a casa de teu pai. A referência de Mordecai à extinção da linhagem da família de Ester indica que ela era filha única de seu pai (CBASD, vol. 3, p. 528).

quem sabe se não foi para um momento como este (NVI). Deveríamos encarar nossa posição como um encargo sagrado para sermos usados em benefício dos outros (Comentário Bíblico Devocional VT, FBMeyer).

15-16 A resposta de Ester revela elementos até então desconhecidos em seu caráter, isto é, resolução e coragem. É nesse momento, a partir desta reviravolta, que Mordecai segue o seu caminho e cumpre as instruções de Ester (Andrews Study Bible).

16 jejuai por mim. Para pedir bênção de Deus; o jejum acompanhava , normalmente, a humilhação e a oração, em um ato de culto a Deus. Apesar do livro de Ester ter sido desprezado por não mencionar o nome de Deus, ainda assim podemos nele reconhecer Deus a desempenhar o papel principal nesta narrativa (Bíblia Shedd).

Uma ação que é precedida de oração e de um exame de consciência não contém presunção (Comentário Bíblico Devocional VT, FBMeyer).

três dias. O tempo pretendido pode ter sido apenas a partir da noite do primeiro dia até à manhã do terceiro dia, não muito superior a 36 horas (CBASD, vol. 3, p. 528).

Se eu tiver que morrer, morrerei (NVI). Ester quis dizer: “Se eu perder a minha vida nessa tentativa de salvar meu povo, vou perdê-la alegremente; vejo que é meu dever fazer a tentativa. Venha o que vier, estou decidida a fazer o meu melhor.” (CBASD, vol. 3, p. 528).

Na decisão que tomou, com certeza, houve alguma coisa do grande amor de Cristo(Comentário Bíblico Devocional VT, FBMeyer).

17 Deus estava no controle, mas mesmo assim Mordecai e Ester tiveram de agir. Podemos não entender como as duas coisas podem ser verdadeiras ao mesmo tempo e mesmo assim elas são. Deus escolheu trabalhar através deles ao invés de trabalhar por eles. Devemos orar como se tudo dependesse de Deus e agir como se tudo dependesse de nós. Devemos temer os dois extremos: não fazer nada e achar que podemos fazer tudo (Life Application Study Bible Kingsway NIV).



ESTER 4 – COMENTARIO PR HEBER TOTH ARMÍ by Jeferson Quimelli
13 de setembro de 2016, 0:45
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ESTER 4 – A negligência do povo em atender orientações de Deus o coloca em perigo. Aprofunde e amplie tua visão bíblica:

“Mais de cinquenta anos antes deste episódio de Ester, o imperador Ciro fizera proclamação que permitia e exortava todos os judeus a voltarem para a Judeia, conforme registrado no livro de Esdras (1.2-4). Esdras teve o cuidado de dizer que este decreto de Ciro se deu em cumprimento à profecia de Jeremias, feita antes mesmo do início do cativeiro dos judeus. Os setenta anos de cativeiro haviam sido pré-estabelecidos (Jr 29.10 etc.; veja também 25.11, 12). Além disso, o profeta Isaías realmente havia falado de Ciro pelo seu nome, vendo-o como futuro restaurador de Jerusalém, antes mesmo que Ele tivesse nascido (Is 44.28 etc.)”, analisa J. Sindlow Baxter.

Devido ao pecado, o povo de Deus foi ao cativeiro. Apenas um remanescente retornou. A maioria preferiu ficar na Pérsia. Os judeus acomodados “na verdade, em seu egoísmo, não queriam trocar a abundância da Pérsia pela pobreza da Judéia desolada, embora aquele fosse o lugar da bênção da aliança. Eles criam no Senhor e o reconheciam como o Deus único e verdadeiro, mas seus corações estavam voltados para as coisas deste mundo. Sem dúvida, tais judeus são tipos dos homens mundanos em meio ao povo do Senhor hoje” – diz Baxter.

• As consequências de negligenciar as orientações de Deus causam dores indescritíveis, tristezas irreparáveis e angústia imensurável (vs. 1-8).
• Privilégios políticos não são positivos quando a vontade de Deus é ignorada. Ester lamenta o decreto de Hamã e precisa elaborar uma sábia estratégia para salvar-se e também salvar seu povo: A verdade seria descoberta! (vs. 9-11). Além disso, “o fato de Ester não ter sido chamada aos aposentos do rei nestes trinta dias é apenas mais indicação de como a vida era anormal no palácio de Susã” (Joyce G. Baldwin).
• Contudo, o secular povo de Deus crê na divina providência em ação no curso da história (vs. 12-17). “Os objetivos de Deus não são frustrados pela falha de uma pessoa em responder positivamente à Sua direção, e essa pessoa verdadeiramente está livre para recusá-la, embora isso traga prejuízo, e não lucro” (Baldwin).

Atenção: Deus sempre está no controle, mesmo quando tudo sai do nosso controle! Reavivemo-nos! – Heber Toth Armí.



ESTER 4 – #RPSP – Comentário Rosana Barros by Ivan Barros
13 de setembro de 2016, 0:30
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“… jejuai por mim, e não comais, nem bebais por três dias, nem de noite nem de dia; eu e as minhas servas também jejuaremos” (v. 16).

As leis dos medos e dos persas eram leis extremamente severas e de cunho irrevogável. O que o rei selasse como lei, nem ele mesmo poderia futuramente revogar. Os judeus estavam, portanto, sem saída. Aparentemente não havia solução para aquele decreto de morte. Sob o ponto de vista humano eles estavam vivendo os seus últimos dias de vida. Notem que o verso três diz que houve entre os judeus “grande luto”. Ou seja, eles choravam a própria morte numa espécie de velório antecipado. Mas havia alguém que da mesma forma vestiu-se de “pano de saco e de cinza”, mas que no lugar de lamentar o luto, “clamou com grande e amargo clamor” (v. 1), e dirigiu-se à porta do rei para declarar o ocorrido a Ester. A atitude inicial da rainha foi de misericórdia para com seu primo, enviando-lhe roupas. Ao saber do motivo pelo qual ele estava naquela situação, temeu pela própria vida. Contudo, ao perceber a seriedade do último recado de Mardoqueu decidiu “cumprir o mandado de Mordecai como quando a criava” (2:20). A convocação para o jejum tirou o foco do povo do luto, para a esperança na misericórdia e providência divina.

Será que também não estamos perdendo o foco das coisas eternas, centralizando nossos pensamentos e emoções nas coisas deste mundo? A nossa tendência é a de esmorecer diante das dificuldades, principalmente diante daquelas que julgamos impossíveis de serem resolvidas. Meus amados, somos limitados. Limitados a uma prisão chamada pecado. É ele que faz separação entre nós e Deus (Vide Isaías 59:2). É por isso que a nossa única libertação está em Cristo Jesus: “Eu sou o caminho, a verdade e a vida; ninguém vem ao Pai senão por Mim” (João 14:6). “e conhecereis a verdade e a verdade vos libertará” (João 8:32). Enquanto não aprendermos a lição de Cristo não iremos compreender o que realmente significa ser liberto pela verdade: “Em verdade vos digo que, se não vos converterdes e não vos tornardes como crianças, de modo algum entrareis no reino dos céus” (Mateus 18:3). Assim como a criança é dependente e necessita ser cuidada, nós precisamos depender do SENHOR e deixar que Ele cuide de nós. Aquele decreto do rei Assuero não era nada diante do poder do Rei dos reis, mas o povo precisava aprender a nEle confiar. O poder não estava nos três dias de oração e de jejum promovidos por Ester, mas em Quem eles dirigiam os seus clamores. A oração sincera rompe as barreiras do pecado e nos eleva ao trono de Deus. Em nome de Jesus recebemos o privilégio de adentrar ao Santo dos santos e depositar aos Seus pés todas as nossas preces.Faço minhas as palavras de Roger Morneau: “Amigos, desconfiança de Deus e incredulidade muitas vezes bloqueiam as bênçãos divinas” (Respostas Incríveis à Oração, p. 30). A palavra chave é CONFIANÇA. Confiar que servimos ao Deus que desconhece o impossível e agir mediante a guia do Espírito Santo. No lugar de lamentar, ore. No lugar de deitar-se em profunda angústia (v. 3), vá até à única Porta (Vide João 10:9) que lhe conduz ao Rei dos reis (v. 2). Não bloqueie as ricas bênçãos que Deus tem para sua vida, mas confie de que até as aparentes derrotas podem ser transformadas em grandes vitórias!

Bom dia, confiantes no poder divino!

Desafio do dia: Leiam Isaías 58 e descubram a observância devida do jejum.

Leiam #Ester4

Rosana Garcia Barros



ESTER 3 – Comentário pr Heber Toth Armí by Jeferson Quimelli
12 de setembro de 2016, 13:03
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ESTER 3 – No dia a dia a vida é complicada, não se iluda! Comentando o capítulo em análise, Charles R. Swindoll escreve:

“A vida não é só penosa, é também injusta. Você talvez esteja pensando neste exato momento que será promovido porque se esforçou mais no trabalho, você apresentou boas ideias, você fez mais pelo seu chefe; portanto, nada mais justo que você ocupe a posição especial que esteve procurando. Fique preparado! Provavelmente isso não vai acontecer. Não estou tentando ser pessimista, apenas realista. As coisas erradas acontecem! Por que a vida não é justa? Por causa do mal”.

Reflita nos seguintes tópicos:

• Dê poder a pecador e saberás quem ele realmente é: Mordecai foi alvo de Hamã que deixou o poder subir à cabeça. Contudo, quando o poder domina, a razão sai de cena e a loucura predomina. Orgulhoso e arrogante, Hamã cometeria um assassinato em série dos judeus e o faria de forma legal (vs. 1-6).

• Inimigos do povo de Deus fazem planos maquiavélicos visando lhe destruir: Planejando datas, inventando mentiras escrupulosas, investindo recursos altos e obtendo aprovação legal, Hamã armou para destruir todos os judeus residentes da Pérsia (vs. 7-11).

• Pessoas ruins não gostam de ter toda a culpa de suas maquinações diabólicas: Hamã enviou cartas “a todas as províncias do Império. A ordem era massacrar e, assim, eliminar os judeus” no “dia 13 do décimo mês… e confiscar todos os seus bens”. Habitantes de cada província executariam a ordem (vs. 12-14).

• A frieza que domina corações perversos gera indiferença diante da agonia da multidão: “O rei e Hamã sentaram-se para beber, enquanto a cidade de Susã se alvoroçava com a notícia” (v. 15).

Hamã é típico homem do pecado. Pelo seu poder, orgulho, ódio do povo de Deus e conspiração maquiavélica ele é retratado, por muitos, como ícone perseguidor do povo de Deus no tempo do fim.

“Nossa sociedade é maligna não porque o outro sujeito é que está errado, mas porque você e eu estamos errados. O pecado é uma doença universal. Vivemos então na sua esteira. Ela destrói parcerias. Acaba com casamentos. Divide igrejas. Instiga pensamentos e planos perversos. Dissolve amizades. Paralisa alvos. Estraçalha sonhos”, observa Swindoll.

Numa sociedade ameaçadora, busque proteção em Deus! Leia a Bíblia atentamente! – Heber Toth Armí.



ESTER 3 by Jeferson Quimelli
12 de setembro de 2016, 1:00
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Comentário devocional:

Hamã estava cheio de orgulho, ganância e inveja, exatamente como Lúcifer. No entanto, a recusa de Mordecai de se curvar perante Hamã provavelmente não tinha nada a ver com essas falhas de caráter. As diferenças entre Hamã e Mordecai tinham origem em seus ancestrais. Eram tão “densas” quanto sangue.

Hamã era um descendente dos amalequitas, um inimigo histórico do povo judeu. O Rei Saul, ancestral de Mordecai, entrou em guerra contra o rei Agague e o seu povo. Saul não completou a tarefa da maneira que Deus pediu, e essa foi uma das razões porque Saul foi substituído por Davi. Curvar-se diante de Hamã, o agagita [descendente de Agague], seria uma grande humilhação e um sinal de desobediência para Mordecai, o benjamita.

A ira de Hamã não ficaria satisfeita apenas com a morte de Mordecai. Seu orgulho seria vingado apenas com a morte de todos os judeus na Pérsia.

Esta história se assemelha muito com os acontecimentos dos últimos dias descritos em Apocalipse 13 e 20. Um decreto de morte será emitido por todo o mundo para eliminar o povo de Deus. Gogue e Magogue são descrições dos inimigos de Deus, e essas palavras são derivadas do nome Agague.

O Apocalipse prevê uma repetição da história para os cristãos nos últimos dias. Felizmente, a história do povo de Deus na antiga Pérsia não termina no capítulo 3. O grande conflito está quase no fim, e sabemos que o final será feliz.

 

Jean Boonstra
Voz da Profecia

 

Também disponível em: http://www.revivalandreformation.org/bhp/pt/biblia/est/3/ e https://www.facebook.com/ReavivadosPorSuaPalavra/
 Texto original: http://www.revivalandreformation.org/bhp/en/bible/est/3/
 Publicação anterior: https://reavivadosporsuapalavra.org/2013/06/19/
 Tradução Jeferson Quimelli/Jobson Santos/Cindy Tutsch
 Texto bíblico: Ester 3
 Comentário em áudio Pr Valdeci
 Leituras da semana programa Crede em Seus Profetas:
 http://www.revivalandreformation.org/bhp/pt/sop/pp/53 e https://credeemseusprofetas.org/


ESTER 3 – Comentários selecionados by Jeferson Quimelli
12 de setembro de 2016, 0:50
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1 Hamã. Mais tarde, quando o livro de Ester passou a ser lido anualmente na festa de Purim, os judeus assimilaram a tradição de clamar “Seu nome seja apagado”, “Faze o nome dos ímpios perecer”, na hora da pronúncia desse nome [e fazer muito barulho, para que o seu nome não seja ouvido]. Hamã destaca-se pela vaidade, determinação, paixão, arrogância e pelo egoísmo (Bíblia Shedd).

Diz Josefo que “agagita” significa um descendente de Agague, o nome comum para os reis amalequitas (Nm 24.7) (Comentário Bíblico Devocional VT – FBMeyer).

Agagita provavelmente se refere ao legado genealógico do rei Agague dos malequitas, inimigos de longa data dos judeus (Êx 17:16; 1Sam 15:20) (Andrews Study Bible).

2 O termo utilizado para descrever o movimento de se curvar é, por vezes, associado com adoração (Êx 34:8; 2Cr 7:3, etc.). A recusa de Mordecai poderia ser interpretada neste sentido. A adoração aceitável desempenha um importante papel na história do povo de Deus. Os três amigos de Daniel preferiram morrer do que adorar a estátua de um rei babilônio (Dan 3:12-18); a adoração será também crucial nos eventos do tempo do fim (Ap 14:7-12) (Andrews Study Bible).

A determinação de Mordecai vem de sua fé em Deus.Ele não fez primeiro uma pesquisa para determinar qual a maneira mais segura ou popular de agir; ele teve coragem de permanecer sozinho. Fazer o que é correto pode não fazer você popular. Aqueles que fazem o que é certo estarão em minoria, mas obedecer a Deus é mais importante do que obedecer a pessoas (Atos 5:29) (Life Application Study Bible Kingsway NIV).

Não devemos deixar que nenhuma pessoa, instituição ou governo tome o lugar de Deus.Quando pessoas exigem de você lealdade ou encargos que não honram a Deus, não desista. Pode ser o momento de tomar uma posição (Life Application Study Bible Kingsway NIV).

5,6 Hamã amava seu poder e autoridade e a reverência que demonstravam a ele. Os judeus, entretanto, viam a Deus como sua autoridade suprema, não qualquer homem. Hamã percebeu que o único modo de realizar seus desejos auto centrados era matar todos que desobedecessem sua autoridade. Sua busca por poder pessoal e seu ódio aos judeus o consumiam [… ] A ira de Hamã não era dirigida diretamente a Mordecai, mas àquilo que Mordecai defendia: a dedicação dos judeus a Deus como única autoridade digna de reverência. A atitude de Hamã era preconceituosa. Ele odiava um grupo de pessoas por causa de uma diferença de crença ou cultura. O preconceito surge do orgulho pessoal – considerar-se melhor do que outros. Ao final, Hamã foi punido por sua atitude arrogante (7.9, 10). Deus julga severamente os preconceituosos ou aqueles cujo orgulho os faz olhar os outros com desprezo [olhar de cima] (Life Application Study Bible Kingsway NIV).

7 Nisã. Março-abril. Nome internacional aramaico; antes do exílio, usava-se o antigo nome heb Abibe, o mês da Páscoa.

Purim. Do assírio puru, “pedrinha para lançar sortes”. O dia no qual cairia a sorte, seria um dia auspicioso para os “sábio” que entendiam dos “tempos” (cf 1.13).

Adar. Fevereiro-março. Hamã estava disposto a esperar um ano para obter o dia certo. O que nos parece ser superstição grosseira, era considerado uma verdadeira ciência, na época (Bíblia Shedd).

Hamã lançou sortes para determinar o melhor dia para executar o seu decreto. Mal ele sabia que estava jogando nas mãos de Deus, porque o dia da execução foi determinado quase um ano à frente, dando tempo para que Éster fizesse seu pedido ao rei. A palavra persa para “sortes” erapurim, que se tornou o nome da festa celebrada pelos judeus quando eles libertos, não mortos, no dia designado por Hamã (Life Application Study Bible Kingsway NIV).

9 dez mil talentos. O talento pesava 30 kg. A renda total do império persa era 17.000 talentos, e os cofres imperiais estavam vazios por causa da guerra contra os gregos. A grandeza da oferta, e a cortês recusa do rei, são a maneira oriental de dizer: “Vamos despojar os judeus, e dividir entre nós os lucros”. Tanto era o ódio de Hamã, e a ganância do rei, que nem se levava em consideração o terrível sofrimento e o clima de terror que haveria de permanecer no império (Bíblia Shedd).

10 anel. Com o selo ou sinete do rei, dando ao detentor autoridade de assinar qualquer lei, como decreto real. Outras referências ao uso do selo se acham em 8.2 e em Gn 41.42 (Bíblia Shedd).

11 essa prata. A soma mencionada foi recusada, mas ficou por entendido que o rei não recusaria sua parte dos despojos (Bíblia Shedd).

15 correios. Heb raçim “os que correm”. O império persa foi o primeiro a estabelecer o sistema de correios, que possuía autoridade para requisitar para este serviço público, cavalos, portadores e alimentos dentre as populações civis que se achassem no seu caminho. Esse costume é aludido em Mt 5.41 (Bíblia Shedd).



ESTER 3 – #RPSP – Comentário Rosana Barros by Ivan Barros
12 de setembro de 2016, 0:30
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“… Existe espalhado, disperso entre os povos em todas as províncias do teu reino, um povo cujas leis são diferentes das leis de todos os povos e que não cumpre as do rei; pelo que não convém ao rei tolerá-lo” (v. 8).

Desde que o pecado entrou no mundo, o ódio tem sido uma de suas principais armas letais. Inveja, ciúmes e cobiça geram a ira humana, que tem destruído a muitos lentamente, ou subitamente. Interessante é que o ódio humano pode até atingir os filhos de Deus, mas jamais alcançaram e nem alcançarão completo êxito, porque NADA “poderá separar-nos do amor de Deus que está em Cristo Jesus, nosso Senhor” (Romanos 8:39). NINGUÉM tem poder de separar de Deus quem está em Cristo e confia em Sua justiça. Porém, Hamã pensou que poderia realizar tal feito. O seu ódio foi tão grande que não lhe causaria satisfação matar apenas Mardoqueu, mas todos os judeus. Enquanto Mardoqueu advertiu Ester de não declarar a sua linhagem, de pronto anunciou a sua (v. 4). Não há dúvidas de que o Espírito Santo estava conduzindo tudo não apenas por amor a Mardoqueu e a Ester, mas a todo o Seu povo; e não apenas a Seu povo de Israel, mas também, especificamente, ao Seu povo dos últimos dias.

Notem vocês mesmos a semelhança:

  1. O rei ordenou que todos se prostrassem diante de Hamã (v. 2). “Faz com que a terra e os seus habitantes adorem a primeira besta” (Apocalipse 13:12);
  2. Mordecai, porém, não se inclinava, nem se prostrava” (v. 2). “… tantos quantos não adoraram a besta, nem tampouco a sua imagem” (Apocalipse 20:4);
  3. Vendo Hamã que Mordecai não se prostrava perante ele, “encheu-se de furor” (v. 5), porém, lhe foi pouco atentar apenas contra ele, por isso procurou a destruição de todo o povo judeu (v. 6). “Irou-se o dragão contra a mulher e foi pelejar com os restantes da sua descendência” (Apocalipse 12:17);
  4. Existe espalhado, disperso entre os povos… um povo cujas leis são diferentes das leis de todos os povos” (v. 8). “…os que guardam os mandamentos de Deus e têm o testemunho de Jesus” (Apocalipse 12:17);
  5. Se bem parecer ao rei, decrete-se que sejam mortos” (v. 9). “E lhe foi dado comunicar fôlego à imagem da besta, para que não só a imagem falasse, como ainda fizesse MORRER quantos não adorassem a imagem da besta” (Apocalipse 13:15);
  6. E lhe disse: Essa prata seja tua” (v. 11). “A todos… faz que lhes seja dada certa marca sobre a mão direita ou sobre a fronte, para que ninguém possa comprar ou vender” (Apocalipse 13:16-17).

Percebem como há um forte paralelo do contexto de Ester com o dos cristãos dos últimos dias? Sobre isto escreveu a serva do SENHOR: “As duras experiências que o povo de Deus enfrentara nos dias de Ester não foram peculiares a esse tempo somente. O Revelador, olhando para os séculos no fim do tempo, declarou: ‘O dragão irou-se contra a mulher, e foi fazer guerra ao resto da sua semente, os que guardam os mandamentos de Deus, e têm o testemunho de Jesus Cristo’ (Ap. 12:17)… O decreto que finalmente sairá contra o remanescente povo de Deus será muito semelhante ao que Assuero promulgou contra os judeus” (Profetas e Reis, p. 308 e 309). Como Mardoqueu, temos uma escolha a fazer. Manter-nos em pé em fidelidade ao ASSIM DIZ O SENHOR, ou prostrar-nos diante do mal para não correr o risco de sair de nossa zona de conforto. Quando o inimigo das almas lhe reclamar adoração, lembre-se do que disse Cristo: “Retira-te, Satanás, porque está escrito: Ao SENHOR, teu Deus, adorarás, e só a Ele darás culto” (Mateus 4:10). Muito em breve o mundo será tomado de perplexidade enquanto os poderes das trevas se assentarão a beber como se a vitória lhe fosse certa (v. 15), contudo, a destruição que planejarão para o povo de Deus virá sobre eles mesmos e sobre todos os que os seguiram os passos: “desceu, porém, fogo do céu e os consumiu” (Apocalipse 20:9). Nossa fé está prestes a ser duramente provada, mas apeguemo-nos ao breve cumprimento da promessa do nosso Salvador: “Bem-aventurados sois quando por Minha causa… vos perseguirem… Regozijai-vos e exultai, porque é grande o vosso galardão nos céus” (Mateus 5:11-12).

Bom dia, bem-aventurados de Jesus Cristo!

Desafio do dia: Adquira um bom livro cristão. Além do estudo da Bíblia, enriqueça o seu tempo com a leitura de excelentes literaturas cristãs. Acesse o site http://www.cpb.com.br e escolha de acordo com a sua preferência e/ou necessidade. Não é um gasto, é um investimento.

Leiam #Ester3

Rosana Garcia Barros



Curiosidades históricas sobre o livro de Ester/ O Purim by Jeferson Quimelli
11 de setembro de 2016, 11:49
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* O historiador grego Heródoto afirma que os persas bebiam enquanto deliberavam sobre assuntos de Estado, crendo que a embriagues os deixava mais próximos do mundo espiritual (1.10-12).* A prática persa do "enforcamento" era, na verdade, a empalação com o propósito de expor o cadáver publicamente (2.23).
* Entre os persas, a única coisa mais estimada que um grande número de filhos era a coragem na batalha(5.11).
* O protocolo persa ditava que ninguém, exceto o rei, podia ficar com uma mulher do harém real (7.7, 8).
* O Purim ainda é celebrado até hoje. O livro inteiro de Ester é lido na sinagoga nesse feriado, durante uma cerimônia bem movimentada. O povo aplaude alegremente ao ouvir o nome de Mardoqueue assovia, vaiando, ao ouvir o nome de Hamã(9.29-32).

Fonte: Bíblia de Estudo Arqueológica NVI

Se você puder, agende assistir em 2017 a uma comemoração do Purim em uma sinagoga judaica ou em uma sinagoga adventista. É uma celebração muito alegre e interessante.

Data de comemoração do Purim:
Em 2016: Do pôr-de-sol do dia 23 de março ao anoitecer do dia 24 de março
Em 2017: Do pôr-de-sol do dia 11 de março ao anoitecer do dia 12 de março

Fontes:
http://www.morasha.com.br/1/2016/nossas-festas.html

http://www.morasha.com.br/1/2017/nossas-festas.html

http://www.cafetorah.com/feriados-judaicos-2015-2016-2/

http://pt.chabad.org/holidays/default_cdo/jewish/holidays.htm

http://chabad.org.br/datas/index.html