Filed under: Sem categoria
ESTER 10 – Fim do túnel, beco sem saída, desgraça iminente, suspense, e, por fim emoção, satisfação e alegria. A história bíblica do livro de Ester é fantástica, extraordinária.
“Enquanto a trama dá reviravoltas, o autor desenvolve uma história subjacente sobre o caráter de Deus. A narrativa demonstra a providência e a soberania divinas em uma situação que parecia sem saída. Os israelitas estavam vivendo entre estrangeiros que não se importavam com eles […]. Mas numa época em que Deus parecia estar distante, Ele na verdade se preparava para libertar Seu o povo […]. Na capital persa, Deus demonstrou Sua lealdade ao pacto com os israelitas. Muito tempo antes, Ele prometera a Abraão que amaldiçoaria qualquer pessoa que amaldiçoasse os israelitas (Gn 12.2,3). A queda de Hamã ilustrou de forma dramática a fidelidade de Deus a essa promessa. Até com relação aos israelitas que permaneceram em terras estranhas Ele manteve Sua palavra, pois, apesar disso, considerou-os Seu povo. Assim, o autor de Ester ilustra claramente o que os israelitas estavam festejando no Purim: a fiel proteção que Deus provê a Seu povo” (Earl D. Radmacher, Ronald B. Allen e H. Wayne House).
O último capítulo de Ester é bem curtinho, contém somente três versículos. Ester não é mencionada na conclusão de seu livro como não foi mencionada no primeiro capítulo. Mordecai tornou-se o segundo maior do reino persa, teve o prestígio do povo; isso tudo, porém, foi pela reviravolta que Deus fez na Pérsia em seus dias.
O Comentário Bíblico Adventista destaca o caráter religioso e o ensino moral do livro de Ester:
• Embora o nome de Deus não seja mencionado, Sua providência é manifestada no livro todo.
• O livro de Ester fornece um relato da origem de um importante festival nacional judaico, a Festa de Purim, que ainda é observada com alegria a cada ano.
• Uma lição moral vital permeia a narrativa. Com o decorrer do breve dia de popularidade de Hamã, a natureza transitória da prosperidade e do poder terrestre se torna dolorosamente evidente. Deus humilha os soberbos e exalta aqueles que confiam nEle.
• A providência de Deus é impressionantemente apresentada. O poder divino está unido ao esforço humano. Os meios utilizados são humanos, mas a libertação, em si, é divina.
Portanto, reavivemo-nos! – Heber Toth Armí.
Atenção! Escreva tua reação ao livro de Ester:
Filed under: Sem categoria
“Pois o judeu Mordecai foi o segundo depois do rei Assuero… tendo procurado o bem-estar do seu povo e trabalhado pela prosperidade de todo o povo da sua raça” (v. 3).
A despeito de ser um dos menores capítulos da Bíblia, Ester dez tem uma das mais belas lições de superação, fé e altruísmo. A “grandeza de Mordecai, a quem o rei exaltou” (v. 2), alcançou o patamar de Daniel e de José. Como estes personagens, Mordecai também chegou à posição mais nobre do reino após o rei. Em nenhum momento percebemos no texto sagrado que Mordecai alcançou favor pela cobiça, nem tampouco por falsas gentilezas, ou por motivos egoístas. Muito pelo contrário, ele era estimado entre seus irmãos, procurava o bem-estar e a prosperidade de seu povo (v. 3). Ou seja, a vida de Mordecai e os propósitos que Deus colocou em seu coração foram tão nobres que as últimas palavras do livro de Ester não foram dedicadas à rainha, mas a ele. Assim como Daniel e como José, Mordecai confiou no SENHOR e a Ele permaneceu sendo fiel. Ele pisou nas pegadas que o SENHOR havia traçado para ele e tratou de conduzir Ester pelo mesmo caminho. Se ambos não tivessem sonhado os sonhos de Deus, quão diferente teria sido a história não somente deles, mas de todo o povo judeu. Quando o Egito tinha o poder nas mãos de matar ou deixar viver, Deus suscitou José. Quando o mesmo se deu com Babilônia, Deus levantou Daniel. Não seria diferente no reino persa, então, Deus suscita Mordecai, mostrando que, em nenhum momento, Deus permite que Seus filhos fiquem a mercê da impiedade. Mesmo em meio à perversidade, o SENHOR não permite que o Seu povo pereça.
A recuperação de um povo que estava condenado à morte certa, já é uma prova inequívoca de que Deus está no controle de tudo e que Ele conhece bem o coração humano. Ainda havia uma “multidão” (v. 3) de judeus que não regressara a Jerusalém, mas, no meio da multidão, Deus enxergou dois corações; dois corações dispostos a ser-Lhe fiéis. Ester e Mordecai arriscaram suas vidas em favor da vontade de Deus. Quanto vale a sua vida? Você daria a sua vida por alguém?Aquele que não poupou a Sua vida nos deixou o que deve ser a nossa resposta a estes questionamentos: “Quem quiser, pois, salvar a sua vida perdê-la-á; e quem perder a vida por causa de Mim e do evangelho salvá-la-á” (Marcos 8:35).
Jesus não estava falando de uma escolha qualquer, mas de algo que envolve vida ou morte, eternidade ou perdição. Buscar o bem-estar do próximo em detrimento do seu é andar sobre as pegadas que Jesus deixou para você. Imagine se Ester desse de ombros ao decreto de morte de seu povo; ou se Mordecai simplesmente tivesse se prostrado diante de Hamã. A coragem da rainha e a fidelidade de Mordecai, para que alcançassem êxito aos olhos humanos, antes tiveram que alcançar êxito aos olhos de Deus. Percebam que a Bíblia não diz que Mordecai se exaltou, mas que o rei o exaltou (v. 2). Ester não se valeu de nada para alcançar o favor do rei, mas o rei a amou (2:15 e 17).
Os verdadeiros filhos de Deus não conquistam destaque neste mundo por méritos próprios, mas pela vivência da verdadeira grandeza. A grandeza de Mordecai, assim como a de José e a de Daniel, não foi para favorecimento próprio, mas de seus irmãos na fé. Ele desconsiderou a sua vida se não fosse para viver para a glória do SENHOR. De que valeria dizer que era um judeu, que adorava o Deus dos céus e da terra, se curvando diante da perversidade? Mordecai sabia a Quem servia. A quem você serve? Cristo disse que quem desse a vida por Ele a encontraria. Ele é o Dono da vida. E não somente esta vida que agora existe e daqui a um minuto pode acabar, mas a vida ETERNA.
O desejo do SENHOR é de engrandecer o Seu povo. A verdadeira grandeza não está em conquistas pessoais, mas em conquistas dadas por Deus. Ele não engrandece, nem jamais engrandecerá quem deseja ser maior e melhor do que os outros, mas quem é humilde o suficiente para reconhecer que tudo vem do SENHOR e tudo é para o SENHOR, para a Sua glória e para a prosperidade e bem-estar dos que O amam. O livro de Ester nos trouxe muitas lições, mas creio que a maior delas tenha sido a FIDELIDADE. Pois assim como dela dependeu a coroa de Ester e a posição privilegiada de Mordecai; da fidelidade, depende a nossa coroação: “Sê fiel até à morte, e dar-te-ei a coroa da vida” (Apocalipse 2:10).
Não ame a sua vida e nem os seus traços de personalidade, mas ame o que a vida de Cristo pode ser em você e clame ao SENHOR que imprima em sua vida a personalidade de Seu Filho. Só experimentaremos a verdadeira grandeza quando todos os que nos cercam possam ver Jesus em nós. Seja fiel, meu irmão! Escolha ser fiel, minha irmã! E, certamente, serás grande aos olhos do SENHOR, e a grandeza terrena será apenas uma consequência.
Bom dia, fiéis ao SENHOR!
Desafio do dia: Faça algo que promova o bem-estar de alguém. Você verá como o maior bem-estar será o seu. Pois “mais bem-aventurado é dar que receber” (Atos 20:35).
*Leiam #Ester10
Rosana Garcia Barros
Filed under: Sem categoria
Comentário devocional:
Com o novo decreto, emitido agora pelo governo, os judeus tinham o direito de se defenderem. A guerra começou. Funcionários do governo, por todo o império, estavam ansiosos para agradar a Mordecai, o novo braço direito do rei. Sendo assim, prontamente ajudaram o povo judeu a derrotarem todos os seus inimigos.
A guerra em todo o país terminou com 75.000 dos inimigos dos judeus mortos. O povo judeu saiu ileso e celebrou com gratidão. Eles espalharam a sua alegria através de pequenos presentes de uns para os outros e para os pobres. A tristeza se transformou em alegria e o pranto em festa.
Mordecai e Ester foram reverenciados e admirados em todo o império. Eles tinham, em essência, conseguido anular a lei dos medos e persas, cujas leis não podiam ser alteradas e muitas vidas do povo de Deus foram poupadas. Deus usou Ester e Mardoqueu como humildes vasos de Sua vontade.
A festa de Purim pode ser pouco conhecido hoje fora do ambiente do povo judeu , mas a história de Ester e a história da luta de seu povo, continua a ser muito cara para jovens e velhos. Ela nunca será esquecida.
Jean Boonstra
Voz da Profecia
Também disponível em: http://www.revivalandreformation.org/bhp/pt/biblia/est/9/ e https://www.facebook.com/ReavivadosPorSuaPalavra/
Texto original: http://www.revivalandreformation.org/bhp/en/bible/est/9/
Publicação anterior: https://reavivadosporsuapalavra.org/2013/06/25/
Tradução Jeferson Quimelli/Jobson Santos/Cindy Tutsch
Texto bíblico: Ester 9
Comentário em áudio Pr Valdeci
Leituras da semana programa Crede em Seus Profetas:
http://www.revivalandreformation.org/bhp/pt/sop/pp/53 e https://credeemseusprofetas.org/
Filed under: Sem categoria
Filed under: Sem categoria
1 sucedeu o contrário. O tema de uma irônica conversão é novamente salientado (Bíblia de Genebra).
2 o terror que inspiravam. O temor dos Deus dos judeus estava por detrás do terror generalizado que os persas sentiam pelos judeus (cf Êx 15.14-16). A inversão foi tão completa, que todos os oficiais que teriam apoiado o extermínio dos judeus passaram a dar ajuda ao povo da aliança (Bíblia de Genebra).
5 A recusa dos judeus em saquear nos lembra o saque dos amalequitas contra os judeus, que levou à morte de Saul (1Sm 15.17-19) (Bíblia de Genebra).
Os judeus cumprem a tarefa inacabada de “apagar o nome dos amalequitas” (Êx 17.16; Dt 25.17-19). Esse incidente é apresentado como antítese de 1Sm 15; o narrador ressalta que os judeus não tomaram despojos, a despeito da permissão do rei de assim fazer (8.11). Por se apossar dos despojos numa batalha contra Amaleque, 500 anos antes, Saul foi destituído da realeza (1Sm 15.17-19); aqui, não se apossar dos despojos confere poder real a Mardoqueu [Mordecai] (v. 20-23) (Bíblia de Estudo NVI Vida).
11 Aqui, a cidade “cidadela” parece se referir à cidade fortificada de Susã. O rei parece estar mais preocupado com os desejos de Ester do que com o massacre de seus súditos (Life Application Study Bible).
13 conceda-se. Não está claro por que Ester pediu mais um dia de matança.No entanto, não é provável que ela tenha feito este pedido sem antes consultar Mordecai, que certamente tinha mais informações. Como ministro-chefe da nação inteira, Mordecai, possivelmente, sabia que muitos inimigos de seu povo ainda estavam vivos e temia que se vingassem. Nada há que sugira que ele agiu com um espírito de vingança cega (CBASD, vol. 3, p. 543).
16,22 se livrarem de seus inimigos. Em estreita associação com a vingança contra os inimigos, há o descanso prometido a Israel (Dt 25.19). A derrota de Hamã traz alívio e descanso aos judeus. Ver 1Cr 22.6-10; Sl 95.8-11; Is 32.18; Hb 3.11-4.11 (Bíblia de Estudo NVI Vida).
18,19 O autor explica a tradição de observar o Purim em dois dias diferentes: é observada no dia 14 na maioria das cidades, mas os judeus em Susã a observam no dia 15. Hoje, é observada no dia 14, a não ser em Jerusalém, onde é observada no dia 15 (Bíblia de Estudo NVI Vida).
19 O povo do oriente, além de convidar os amigos às festas, mandavam porções àqueles que não podiam vir, e também davam oportunidade ao pobres de compartilhar de alguma coisa (cf Dt 16.14) (Bíblia Shedd).
19-22 As pessoas tendem a ter memória curta com relação à fidelidade de Deus. Para ajudar que este livramento fosse lembrado no futuro, Mordecai escreveu estes eventos e encorajou uma festa anual para comemorar os dias históricos de Purim. Os judeus ainda hoje celebram o Purim. Celebrações com comida, alegria e doação de presentes são modos importantes para lembrar ações específicas de Deus. Hoje em dia, as festividades do Natal e Páscoa nos ajudam a lembrar do nascimento e da ressurreição de Jesus Cristo. Não deixe que a celebração ou a troca de presentes ocultem o significado destes grandes eventos (Life Application Study Bible).
26 Purim. A festa de Purim, precedida por um jejum, ainda se observa na noite que inicia o dia 14 de adar. […] Na manhã seguinte, se leria o livro de Ester inteiro, em grego ou aramaico, ou na língua entendida pela congregação ouvinte (Bíblia Shedd).
Sempre que o nome de Hamã era pronunciado toda a congregação fazia um barulho terrível e todos gritavam imprecações como: “Que o seu nome apodreça!” (Comentário Bíblico Devocional – VT, FBMeyer).
Atualmente, é a festa de caráter mais secular entre os judeus, sem, porém, deixar de ser relacionada à intervenção divina salvando ao Seu povo, e às ações de graças que se devem prestar a Deus. Cada festa religiosa israelita tem por base comemorar algum ato de Deus realizado no passado, que revelara Seu amor, ou algum ato de salvação prenunciado pelos sacrifícios (Bíblia Shedd).
28 estes dias de Purim. A adoção universal da festa do Purim pela nação judaica é um fato curioso. Joiaquim, o sumo sacerdote na época [em Jerusalém], deve ter dado sua aprovação para a festa desde o princípio e a incorporado no calendário eclesiástico da nação, ou ela dificilmente teria se tornado universal. Deve ter sido por ordem eclesiática, e não civil, que a festa se tornou obrigatória (CBASD, vol. 3, p. 544).
29-31 Entre os judeus, as mulheres deveriam ser quietas, servir em casa e ficar à margem da vida religiosa e política. Mas Ester era uma mulher que quebrou as regras culturais, agindo diferentemente do que se esperava que ela agisse, ao arriscar sua vida para ajudar o povo de Deus. Seja qual for sua posição na vida, Deus pode utilizar você. Esteja aberto, disponível e pronto porque Deus pode usar você para fazer aquilo que outros tem medo até de pensar (Life Application Study Bible).
Filed under: Sem categoria
ESTER 9 – Se chegarmos ao extremo de nossas forças, sem percebermos possibilidades de resistir, portas e janelas da graça abrem-se miraculosamente para observarmos a poderosa providência de Deus agindo sobre a ignorância e arrogância dos incorrigíveis pecadores maus.
Antes, porém, se Deus nos conduz ao limite de nossas capacidades é porque quer despertar a fé dormente em nosso coração, moldar nossa espiritualidade e desenvolver nossa confiança nEle.
É exatamente essa preparação que o autor inspirado demonstra-nos nos capítulos 1-8. Deus preparou Ester, a qual tornou-se corajosa, destemida e ousada; foi sábia, estrategista e muito capaz. Porém, o herói da história é Deus, mesmo que Seu nome não apareça explicitamente no texto. Como reverter uma lei irrevogável como a lei dos Persas?
Por causa disso, e de outras reviravoltas sobrenaturais, foi óbvia a atuação de Deus em prol de Seu povo, o qual é a menina de Seus olhos. Neste capítulo, Seu povo reage após a graça de Deus operar e criar oportunidades de livrar-se dos seus inimigos cruéis e destrutivos.
• Ester: Uma menina órfã, cujo povo estava na terra do exílio quando deveria ter voltado à Terra da promessa, foi alvo da graça de Deus para livrar Seu povo negligente da desgraça eminente (vs. 1-2);
• Mordecai: Um homem comum, aspirando glórias políticas para o futuro, um judeu dedo duro, permitiu-se, assim como Ester, ser alvo da graça do Deus que transformou o que ele fez em bênçãos revertendo a desgraça dos judeus em graça (vs. 3-15);
• Os judeus na Pérsia: Um povo acomodado, negligente, materialista, porém deu ouvidos às instruções de Ester, jejuaram e agiram com ousadia e fé diante de uma ameaça irreversível. Por fim, criaram e celebraram a festa do Purim por causa da graça divina (vs. 16-32).
“Embora existam males na igreja, e tenham de existir até ao fim do mundo, a igreja destes últimos dias há de ser a luz do mundo poluído e desmoralizado pelo pecado. A igreja, débil e defeituosa, precisando ser repreendida, advertida e aconselhada, é o único objeto na Terra ao qual Cristo confere Sua suprema consideração. O mundo é uma oficina em que pela cooperação de agentes divinos, Jesus está, por Sua graça e divina misericórdia, fazendo experiências em corações humanos” (Ellen G. White).
Reavivemo-nos! – Heber Toth Armí.
Filed under: Sem categoria
“… se lhes mudou de tristeza em alegria, e de luto em dia de festa…” (v. 22).
Chegou o dia. E o que esperavam os inimigos dos judeus, “sucedeu o contrário” (v. 1). Não somente suas expectativas foram frustradas, mas suas vidas foram ceifadas. Caíram como presas na maldade que eles mesmos intentavam fazer. O decreto que autorizava a destruição da descendência de Judá também autorizava o saque dos seus despojos. Já os judeus, derrotaram os seus inimigos e deles não se apossaram de nada, “porém no despojo não tocaram” (v. 10, 15 e 16). E isto foi bem enfatizado. Não há recompensa na desgraça dos inimigos, mas no livramento divino. Deus não tem prazer na morte do ímpio, mas em que ele se converta dos seus maus caminhos (Ezequiel 18:23). Contudo, o mau que finca raízes no coração precisa ser extirpado mais dia menos dia. O desejo dos inimigos era de fazer dos judeus o que bem quisessem, se apoderando de todos os seus tesouros. Os banquetes e a alegria dos judeus não foi pela morte de seus algozes, mas pelo descanso (v. 17, 18) que Deus lhes concedeu, pela conversão da “tristeza em alegria” (v. 22). A festa do Purim ainda hoje é comemorada na tradição judaica, “como costume” (v. 23). O que lhes foi pedido para ser lembrado e comemorado “geração após geração, por todas as famílias” (v. 28). Quando voltamos ao livro de Esdras e de Neemias, percebemos que nem todos os judeus voltaram logo para Jerusalém. Houveram os retardatários, que regressaram depois, além daqueles que estavam espalhados entre as províncias. Mas uma coisa era certa: todo o domínio da época era da Pérsia. Portanto, inclusive Jerusalém estava debaixo das ordens de Assuero. E se Jerusalém também fazia parte de seu domínio, o decreto de morte atingiria inclusive os moradores de lá. Percebem como Deus usou Ester e Mordecai para livrar TODO o Seu povo? E não somente os judeus, mas, como vimos ontem, “muitos, dos povos da terra, se fizeram judeus” (8:17).
A exposição dos cadáveres dos filhos de Hamã (v. 13) ilustra bem o resultado da perversidade: “Os pecados de alguns homens são notórios e levam a juízo, ao passo que os de outros só mais tarde se manifestam” (I Timóteo 5:24). O pecado é multifacetado, de forma que leve a nossa natureza a pender para alguma de suas facetas. No entanto, o fim é sempre o mesmo: desgraça e morte. A nossa reação com relação ao pecado é o que vai definir de que lado desejamos lutar. Se obstinados como Hamã e os inimigos dos filhos de Judá, ou como Ester, Mordecai e os judeus que confiaram em Deus e “ninguém podia resistir-lhes” (v. 2)? A nossa jornada cristã é desafiadora e é comparada a uma guerra. Senão, para que a armadura? (Vide Efésios 6:10-18). Deus nos oferece a Sua armadura TODOS os dias. E todos os dias Ele chama “aos de perto e aos de longe” (v. 20) para combater o bom combate (Vide II Timóteo 4:7).Não há festa quando um perverso desce à sepultura. Mas há grande festa quando um pecador se arrepende!
“Com palavras amáveis e sinceras” (v. 30), e eu também diria que com pressa, o Espírito Santo tem convidado a todos ao banquete do Rei. E qual tem sido a nossa resposta? E eu não me refiro à declarações verbais, mas à disposição em empunhar a espada do Espírito, (Vide Efésios 6:17) e da Palavra extrair o antídoto contra a maldade.
Aceite ao convite do Espírito Santo: “Hoje, se ouvirdes a Sua voz, não endureçais o vosso coração” (Hebreus 3:15), e não desista do combate, pois é a única guerra em que o General desconhece a derrota. Com Cristo no comando, a vitória é garantida e o descanso é certo!
Bom dia, exército do SENHOR!
Desafio do dia: Separe roupas e calçados em bom estado de conservação e doe a quem precisa (v. 22).
*Leiam #Ester9
Rosana Garcia Barros
Filed under: Sem categoria
Comentário devocional:
Ester e Mordecai não podiam revogar o maligno decreto de Hamã. Eles devem agora escrever um novo decreto que anule os efeitos do original. Nos versos 3 e 5 somos novamente lembrados de ascendência de Hamã e da luta antiga entre os judeus e os amalequitas. Deus ordenou a Saul que destruísse os amalequitas, mas ele se recusou. Mordecai e Ester não haviam iniciado nem a guerra do passado nem a do presente, mas precisavam defender seu povo. Assim, seu novo decreto estabeleceu claramente que os judeus tinham o direito de se reunir para se defender e proteger suas vidas. Se atacados, poderiam revidar. O decreto foi traduzido, transcrito e distribuído rapidamente por todo o país pelos cavalos do correio real.
Agora, os judeus receberam luz e alegria. A luz substituiu a escuridão, a alegria substituiu o medo, a esperança substituiu o desespero e, mais significativamente, Deus devolveu a honra de volta ao Seu povo.
Curiosamente, a grande maioria da população mudou de atitude em relação aos judeus e muitos se tornaram judeus. Uma boa parte, certamente, motivada pelo medo e pensamentos de auto-preservação. Mas talvez algumas das conversões foram genuínas e levaram a mudanças do coração e, assim, almas foram salvas no processo. Só Deus pode transformar uma vida de vergonha para uma vida de honra. Ele é o único lugar seguro no meio de uma guerra.
Jean Boonstra
Voz da Profecia
Também disponível em: http://www.revivalandreformation.org/bhp/pt/biblia/est/8/ e https://www.facebook.com/ReavivadosPorSuaPalavra/
Texto original: http://www.revivalandreformation.org/bhp/en/bible/est/8/
Publicação anterior: https://reavivadosporsuapalavra.org/2013/06/24/
Tradução Jeferson Quimelli/Jobson Santos/Cindy Tutsch
Texto bíblico: Ester 8
Comentário em áudio Pr Valdeci
Leituras da semana programa Crede em Seus Profetas:
http://www.revivalandreformation.org/bhp/pt/sop/pp/53 e https://credeemseusprofetas.org/
Filed under: Sem categoria
1-7 Enquanto não devamos esperar recompensas terrenas por sermos fiéis a Deus, elas virão. Ester e Mordecai foram fiéis ao ponto de arriscarem suas vidas para salvar outros. Quando eles estavam a ponto de desistir de tudo, Deus deu lhes deu uma recompensa ao seu total comprometimento (Life Application Study Bible).
6 prudentemente. Ester deixa de frisar a responsabilidade do rei por ter assinado o decreto, mas acentua que o povo por ele condenado se encontra espalhado por todas as províncias do império, dando a entender que o próprio rei seria prejudicado se o decreto fosse levado a efeito (Bíblia Shedd).
9 Este é o maior versículo da Bíblia e contém 43 palavras ou 192 letras (CBASD, vol. 3, p. 540).
Terceiro mês, mês de sivã. Maio/junho. Ainda faltavam nove meses para a data marcada para a destruição dos judeus, adar (fevereiro/março) (Bíblia Shedd).
9-16 O decreto de Mordecai foi escrito exatamente 70 dias após o decreto de Hamã em 3.:12. Os leitores judeus familiarizados com o contexto histórico mais amplo do exílio imediatamente ligariam isto aos 70 anos do exílio (Jer 25.:11-12; 29:10; Dan 9:2). O decreto usa terminologia similar a 3:12-15, mas inverte aqueles que podem agir. Isto é feito para destacar a completa reversão e cancelamento do decreto de Hamã (Andrews Study Bible).
10 ginetes criados na coudelaria do rei (ARA). “Cavalos velozes, das estrebarias do próprio rei” (NVI).
A rapidez com que foi transmitido o decreto é de dar vergonha à igreja de Deus que foi encarregada do evangelho da salvação. Já se passaram mais de 1900 anos e, ainda, há imensas multidões que nunca ouviram falar do nome de Cristo nem do amor de Deus (Comentário Bíblico Devocional VT, FBMeyer).
15-17 Em vez de vestir roupas de saco e cinzas (4:1), Mordecai agora está vestido de glória e honra. Note que a cidade de Susã, que ficou perplexa com o decreto original (3:15), agora se regozija e está feliz (8:15), refletindo o estado de espírito dos habitantes judeus (Andrews Study Bible).
17 se fizeram judeus. Uma das poucas alusões bíblicas à conversão dos povos ao judaísmo, situação já prevista por Isaías (Is 56.6-8) (Bíblia Shedd).
15-17 Todos querem ser heróis e receber honra, louvor e riqueza. Mas poucos estão dispostos a pagar o preço. Mordecai serviu o governo fielmente por anos, sofreu o ódio e opressão de Hamã e arriscou sua vida pelo povo. O preço a pagar pelos heróis de Deus é o compromisso a longo prazo. Você está pronto e desejoso para pagar o preço? (Life Application Study Bible).
Filed under: Sem categoria
“Para os judeus houve felicidade, alegria, regozijo e honra” (v. 16).
Aquele terrível decreto de morte não poderia ser revogado. Apesar de Hamã não ser mais uma ameaça, ficaram as consequências de suas más ações aterrorizando o coração dos judeus. O peso de tal terror caiu por sobre Ester que a essa altura já não temia mais pela própria vida, mas pela vida de seu povo. Novamente ela entra na presença do rei, só que desta vez foi diferente. Ester joga-se aos pés do rei, entre lágrimas, implorando pela revogação da maldade de Hamã. O cetro real é estendido e, erguendo-se, a rainha intercede por todos os judeus. Seu pedido foi atendido em forma de outro decreto. Aquele que causou terror foi esmagado pelo que causou “felicidade, alegria, regozijo e honra” (v. 16). No duelo entre o decreto de morte versus o decreto da vitória, o ditado popular encontrou o seu quinhão: “Quem ri por último, ri melhor”. No caso dos judeus, a alegria ultrapassou o riso quando perceberam que no lugar do perverso estava aquele que por sua fé foi usado por Deus para salvar os Seus filhos. Mordecai não exibiu novos trajes e posição, mas o poder de Deus em sua vida. A sua aparição diante dos judeus com vestes de um príncipe não foi para exaltação própria, mas como mais uma confirmação de que Deus estava com eles e não lhes faltaria.
Para cada má ação praticada contra os filhos de Deus, há mil bênçãos que os aguardam mais a frente. Enquanto o inimigo prepara a estratégia para acabar com a sua vida, Deus usa mensageiros que saem “incontinenti, impelidos pela ordem” (v. 14) do Rei dos reis e SENHOR dos senhores para proclamar a mensagem da salvação. O pecado estabeleceu um decreto de morte que tem aterrorizado a humanidade desde a queda de nossos primeiros pais. Mas a morte que nos trouxe vida, nos garantiu que este edito mortal em breve chegará ao fim. Os judeus precisaram preparar-se para aquele dia de livramento (v. 13). Assim também precisamos nos preparar para o Dia de nosso grande e eterno livramento. Os judeus foram espetáculo para o mundo dominado pela Pérsia, e pelo testemunho deles, “muitos, dos povos da terra, se fizeram judeus” (v. 17). Assim, nós devemos ser testemunhas de Cristo (Atos 1:8), de palavra e de fato proclamando a todos os povos, línguas, tribos e nações: “Temei a Deus e dai-Lhe glória, pois é chegada a hora do Seu juízo; e adorai Aquele que fez o céu, e a terra, e o mar, e as fontes das águas” (Apocalipse 14:7).
Enquanto estivermos neste mundo, muitos “Hamãs” ainda nos farão sofrer. Mas se escolhermos confiar nAquele que é “o caminho, e a verdade e a vida” (João 14:6), como fizeram Ester e Mordecai, nossa história hoje regada com lágrimas, será eternizada com “felicidade, alegria, regozijo e honra” (v. 16). Se hoje nos lançarmos aos pés de Cristo implorando que Ele, por Seus méritos, revogue o salário do pecado em nossa vida, só um pouquinho mais e estaremos diante dEle em pé, recebendo a recompensa que Ele mesmo conquistou para cada um de nós. Creia e viva o que crê, eis o “edito” que devemos publicar “incontinenti” (v. 14) a todos os povos da terra!
Bom dia, “correios” (v. 14) do Rei dos reis!
Desafio do dia: Leve a sua doação do desafio de ontem à igreja ou a um abrigo ou família que dela necessite. Seja um correio do amor de Cristo!
*Leiam #Ester8
Rosana Garcia Barros