Reavivados por Sua Palavra


JÓ 27 – COMENTÁRIO PR. ADOLFO SUÁREZ by Maria Eduarda
18 de janeiro de 2020, 0:55
Filed under: Sem categoria



JÓ 27 – COMENTÁRIO PR HEBER TOTH ARMÍ by Jeferson Quimelli
18 de janeiro de 2020, 0:45
Filed under: Sem categoria

JÓ 27 – Quem deve teme, quem não deve não teme. Jó conhecia quem era e sabia que tinha vivido corretamente, não tinha do que se envergonhar. Contudo, Jó não era perfeito. Ele tinha natureza pecaminosa como a nossa. Ele não era impecável/infalível. Ele errava e falhava como qualquer crente fervoroso e íntegro nos dias de hoje.

O capítulo em questão pode-se dividir em três partes:
1. Jó revela confiança em si mesmo (vs. 1-6);
2. Jó profere imprecações aos seus inimigos (vs. 7-10)
3. Jó intenta ensinar aos seus amigos (vs. 11-23).

Observemos atentamente: Jó insinua que Deus é injusto ao deixar a injustiça solapar o justo (neste caso, ele): “O Deus santo me negou justiça! O Todo-poderoso arruinou minha vida!” (AM).

• Será que Deus fez isso mesmo, ou… isso é Jó acusando Deus?
• Seria essa uma crítica infundada diante de seu sofrimento intenso?

Mais à frente, Jó admite ter falhado, se humilha e arrepende-se (Jó 42:1-6). Desta forma, precisamos cuidar ao estudar e pregar sermões extraídos de seu livro.

Nem tudo o que Jó disse é correto. Ele falhou. Ele admitiu que:

  • queixava-se como revoltado (23:2),
  • revelou estar confuso (26:3), e,
  • além de outros comentários duvidosos sobre Deus, agora O acusou de injusto, causador de injustiças,

Quem amargurou a sua alma, mesmo ele (Jó) sendo “justo ao máximo”, “aos próprios olhos” (27:1-6; 32:1).

Certamente, Jó…
• …era de carne e osso e dotado de natureza pecaminosa como todos nós.
• …era frágil, sentia dor e sofria como qualquer ser humano;
• …tinha fome, sede, sono, era limitado física e intelectualmente como qualquer mortal.
• …tinha emoções e sentimentos como nós; consequentemente, sentia a dor do abandono, as críticas, calúnias e frieza de seus amigos.

Assim, em meio ao sofrimento titânico, Jó ficou confuso, desesperado, deprimido. Desamparado, ele reclamou e falou coisas incorretas sobre teologia.

Contudo, em meio às suas crises emocionais e espirituais, Jó não rejeitou Deus como fazem os ímpios (27:7-10). Ele é referência de perseverança a todos nós; pois, mesmo incompreendido pelos amigos (vs. 11-12) e sendo “evangelizado” com mensagens de um Deus tirano (vs. 13-23), não ousou apostatar-se!

Tendo tudo para desistir, Jó persistiu! Que legado!

Amigo(a)! Inspire-se em Jó: Busque, comprometa-se com Deus, confie apesar de tudo, mesmo sem entender muitas coisas! – Heber Toth Armí.



JÓ 27 – Comentado por Rosana Barros by Ivan Barros
18 de janeiro de 2020, 0:30
Filed under: Sem categoria

“Longe de mim que eu vos dê razão! Até que eu expire, nunca afastarei de mim a minha integridade” (v.5).

Os pensamentos e as palavras têm uma íntima relação com o ser todo. E não mensuramos o quanto os nossos hábitos afetam diretamente a nossa mente. Como criaturas holísticas, não temos como negar o fato de que corpo e mente estão intimamente ligados um ao outro. Portanto, quando um é afetado, consequentemente, o outro também sofre. Mas a experiência de Jó nos mostra algo de extrema importância em um mundo repleto de enfermidades físicas e emocionais: Ainda que o nosso corpo e a nossa mente sofram danos, a nossa fé em Deus pode permanecer inabalável.

Assim como não foi fácil para Jó (até mesmo insuportável) aquele período de sofrimento em todos os âmbitos de sua vida, hoje, enfrentamos um período que antecede a grande angústia final. Jesus mesmo afirmou, referindo-Se aos últimos dias: “Não tivessem aqueles dias sido abreviados, ninguém seria salvo; mas, por causa dos escolhidos, tais dias serão abreviados” (Mt.24:22). Não se trata, pois, de vida ou morte aqui nesta Terra, mas é o nosso destino eterno que está em jogo.

Da mesma forma em que há um clamor do Espírito Santo para que ouçamos a Sua voz, o diabo reforça e aprimora o seu jogo satânico. Pouco a pouco ele foi acrescentando suas ciladas de modo que o ser humano fosse se adaptando a elas. A princípio, vozes se levantam em protesto, mas, com o decorrer do tempo, o que era inaceitável torna-se comum, até que um novo conceito possa ser acrescentado. Creio que já passamos pela fase das sutilezas, e estamos vivendo no limiar do “game over” deste mundo. Um tempo sobremodo arriscado para baixarmos a guarda.

Está escrito: “Ai dos que ao mal chamam bem e ao bem, mal; que fazem da escuridade luz e da luz, escuridade; põem o amargo por doce e o doce, por amargo” (Is.5:20). Ou seja, amados, maldito o que faz distorção entre o santo e o profano. Mesmo não tendo todas as respostas, ou não compreendendo o seu sofrimento, Jó se manteve íntegro à luz que possuía. Nem a doença física, nem a depressão fizeram ruir a sua confiança na justiça de Deus. O mesmo poder nos é garantido, hoje. E comparado ao “que Deus tem preparado para aqueles que O amam” (1Co.2:9), o nosso sofrimento aqui não passará de um breve lapso temporal.

Eu não sei você, mas eu acho que está ficando cada vez mais difícil viver em conformidade com a Palavra de Deus. Todo cristão sincero tem experimentado as dificuldades de se nadar contra a correnteza deste século. Cansados e afligidos, a nossa única segurança está em obedecer aos reclamos do Senhor e nos lançarmos em Seus braços como dependentes criancinhas: “Oh, Senhor, assim como Jó recebeu a Tua força na tribulação e o Teu alívio em tempo oportuno, neste tempo sobremodo escuro, Te pedimos força e perseverança, no poder do Espírito Santo, até que venhas em nosso resgate! Em nome de Cristo Jesus, nós Te clamamos! Amém!”. Vigiemos e oremos!

Feliz sábado, perseverantes de Deus!

Rosana Garcia Barros

#PrimeiroDeus #Jó27 #RPSP

Comentário em áudio: youtube.com/user/nanayuri100



JÓ 27 – COMENTÁRIO PR. RONALDO DE OLIVEIRA by Maria Eduarda
18 de janeiro de 2020, 0:10
Filed under: Sem categoria



JÓ 27 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS by Jeferson Quimelli
18 de janeiro de 2020, 0:05
Filed under: Sem categoria

507 palavras

Este capítulo pode ser dividido em três partes distintas. Na primeira (v. 1-6), Jó afirma sua integridade e determinação de permanecer fiel até o fim. Na segunda (v. 7-12), ele censura seus inimigos. Na terceira (v. 13-23), considera novamente o modo como Deus trata os ímpios e admite a punição e a destruição final deles. Este discurso toma a forma de uma série de provérbios que Jó cita, um após o outro (CBASD, vol. 3, p. 639).

discurso. Do heb. mashal […] O termo sugere uma nova tendência nas palavras de Jó. As palavras combativas e carregadas de emoção estão dando lugar a uma expressão calculada de opiniões que são fruto de grande reflexão (ver a repetição do termo em Jó 29:1) (CBASD, vol. 3, p. 640).

Tão certo como vive Deus. Este é o único lugar em que Jó recorre a um juramento. Diante da solenidade da ocasião, ao exortar pela última vez os amigos, Jó acha que é apropriado iniciar suas observações com um apelo a Deus como sua testemunha […] Tamanha é a confiança que Jó tem de sua sinceridade, que ele se sente livre para apelar ao Deus que, conforme sua visão humana, o tem tratado como se ele fosse culpado (CBASD, vol. 3, p. 640).

amargurou a minha alma. Tornou minha vida miserável (Andrews Study Bible).

3. sopro. Heb. ruach […] “vento” (Jó 26:13) e […] o próprio princípio que anima a vida (Ec 3:19) (CBASD, vol. 3, p. 640).

injustiça. Os amigos de Jó tentaram extrair dele uma confissão de culpa. Jó não só permanece firme na consciência de sua integridade, mas faz um compromisso decidido de lealdade futura. A despeito da pressão e da tradição, Jó está determinado a ser honesto (CBASD, vol. 3, p. 640).

que eu vos dê razão. Os amigos de Jó afirmaram resolutamente que ele era culpado de algum pecado. Em linguagem forte, Jó se recusa a admitir que eles tivessem razão. Algumas pessoas, sob coerção, confessam faltas que não cometeram. Jó se recusou firmemente a fazer isso (CBASD, vol. 3, p. 640).

à minha justiça me apegarei. Uma pessoa pode perder propriedades, famílias, amigos, saúde; mas ainda pode ter uma infalível fonte de consolo: a consciência limpa (ver At 23:1; 24:16; 1Co 4:3,4; 2Tm 1:3; 1Jo 3:21) (CBASD, vol. 3, p. 640).

tribulação. A hipocrisia consciente e a constante impiedade separam a pessoa de Deus e, freqüentemente, tornam impossível que Ele atenda as orações. Os amigos de Jó fizeram declarações semelhantes, aplicando-as a ele (CBASD, vol. 3, p. 640).

10 invocará a Deus em todo o tempo? O ímpio ora apenas em ocasiões extraordinárias; não habitualmente. Ele permite que suas ocupações interrompam o tempo destinado à oração, negligencia a devoção particular pelo menor pretexto e logo acaba abandonando-a por completo (CBASD, vol. 3, p. 640).

18 traça.Um símbolo da fragilidade, impotência e decomposição (CBASD, vol. 3, p. 641).

choça. Frágil habitação, feita para a época da vindima ou da ceifa, que se desfaz ao ser abandonada, no fim do serviço (Bíblia Shedd).

19 já não a vê. O homem acorda e se vê arruinado ou na mão de assassinos, ou então acorda e descobre que sua riqueza se foi (CBASD, vol. 3, p. 640).

23 batem palmas. O ímpio é objeto de zombaria (CBASD, vol. 3, p. 641).



JÓ 26 by Jeferson Quimelli
17 de janeiro de 2020, 1:00
Filed under: Sem categoria

Texto bíblico: https://pesquisa.biblia.com.br/pt-BR/NVI/job/26

Jó responde a seus amigos com desânimo: “Como sabes aconselhar ao que não tem sabedoria e revelar plenitude de verdadeiro conhecimento! Com a ajuda de quem proferes tais palavras? “ (v. 3, 4a).

Jó parece escarnecer da abordagem teológica egípcia expressa por seus interlocutores. Jó ironiza no v. 5: “A alma dos mortos treme debaixo das águas com seus habitantes. [ou: “Por que vocês continuam pensando sobre os deuses e a voz sagrada que leva os homens para longe sob as águas? Quando os homens ouvem isso, eles tremem“*].

Jó quer saber os detalhes da origem desta teologia egípcia do que acontece aos mortos após a morte. Não há monstros à espreita no Nilo celeste tentando roubar as almas dos falecidos da voz sagrada do [Deus Sol] Ra enquanto, à meia-noite, ele viaja e atravessa os doze portões que dão acesso à sala de julgamento de Osíris, o juiz dos mortos.

Querido Deus,
À semelhança de Moisés e Jó, nós também cremos que Deus criou os céus e a terra e, por fim, erradicará Satanás e seus anjos. Sabemos que os grandes eventos finais da história deste mundo estão perto de ocorrer. Ajude-nos a permanecer firmes ao Teu lado. Amem.

Koot van Wyk
Kyungpook National University
Sangju, Coreia do Sul

 

* tradução livre do texto do autor

Texto mundial: https://www.revivalandreformation.org/?id=708
Equipe de tradução: Pr. Jobson Santos, Jeferson e Gisele Quimelli



JÓ 26 – COMENTÁRIO PR. ADOLFO SUÁREZ by Maria Eduarda
17 de janeiro de 2020, 0:55
Filed under: Sem categoria



JÓ 26 – COMENTÁRIO PR HEBER TOTH ARMÍ by Jeferson Quimelli
17 de janeiro de 2020, 0:45
Filed under: Sem categoria

JÓ 26 – Uma fé rasa vacila frente a qualquer vento; porém, uma fé viva resiste até aos mais fortes vendavais que solapam toda nossa estabilidade. A forma como alimentamos nossa fé determinará como lidaremos com as calamidades que assaltam este mundo corrompido pelo pecado.

Os amigos de Jó esgotaram seus depósitos de conhecimento teológico ligado ao sofrimento. Jó ergue sua voz para confrontá-los, mostrando a fragilidade dos que criam ser sábios. O teólogo Paul R. House observa que a resposta de Jó teve três partes:
• …contesta o sistema de crença dos seus amigos, argumentando que as pessoas más nem sempre sofrem (21:1-34); Deus os deixa prosperar.
• …confessa que busca saber por que a justiça parece invertida, mas que ainda não conseguiu uma resposta adequada (23:1-24:23).
• …se recusa a confessar os pecados que não cometeu (26:1-27:23).

O mesmo teólogo, após sistematizar estes pontos, analisa e conclui que até aquele momento, com todos aqueles diálogos filosóficos, ainda “os caminhos de Deus permanecem sob julgamento; o caráter divino ainda está sob escrutínio. As confissões de fé não interromperam a busca inexorável de Jó por uma completa compreensão”.

“Esta é a mensagem religiosa do livro: o homem deve persistir na fé até mesmo quando seu espírito não encontra sossego”, explica o comentário introdutório da Bíblia de Jerusalém.

Este capítulo demonstra que:
1. A filosofia e a teologia sem discernimento espiritual é deliberadamente inútil para consolar, confortar e salvar o sofredor de suas dores (vs. 1-4).
2. Às vezes é preciso ser sarcástico com aqueles que pensam serem donos da verdade, quando, na verdade, estão falando um monte de bobagens (vs. 2-4);
3. Há situações em que é necessário mostrar aos interlocutores equivocados que além de suas proposições há mais informações do que imaginam (vs. 5-14).

Os versículos 12 e 13 falam que Deus “abate o adversário” e “fere o dragão veloz [Leviatã]”. Parece que Jó tem uma ideia de que seu caso envolvia forças misteriosas do mal. A teologia do Grande Conflito ainda era embrionária na mente dos servos de Deus, mas já fazia sentido para explicar o que nenhuma outra teoria explicava satisfatoriamente.

É importante ir além da superfície teológica e ser um observador do todo, para não se apegar a ideias minúsculas! Reavivemo-nos! – Heber Toth Armí.



JÓ 26 – Comentado por Rosana Barros by Ivan Barros
17 de janeiro de 2020, 0:30
Filed under: Sem categoria

“Eis que isto são apenas as orlas dos Seus caminhos! Que leve sussurro temos ouvido dEle! Mas o trovão do Seu poder, quem o entenderá?” (v.14).

Conforme o dicionário, a palavra “conselho” significa “aviso oferecido sobre o que alguém deve ou não fazer em alguma situação; recomendação”; geralmente associada a alguém prudente, sensato e de bom senso. No capítulo de hoje, Jó ironizou o conselho de Bildade e questionou a origem de suas palavras. Mencionando o conhecimento científico da época, Jó mostrou que também era um homem dedicado ao estudo da natureza e como esta é uma revelação do Criador. Através de símbolos naturais, Jó exaltou a soberania de Deus e a limitação humana em entendê-la.

A profecia de Isaías quanto à primeira vinda do Senhor declara o nome de Deus em alguns de seus infinitos aspectos. Dentre eles, Jesus é chamado de “Maravilhoso Conselheiro” (Is.9:6). E dentre os atributos do Espírito Santo, está o “conselho” (Is.11:2; Pv.8:14). Quando depositamos a nossa confiança em Deus e em Sua Palavra, estamos pisando em terreno sempre seguro e estável. Ainda que as coisas do alto sejam grandes demais para a nossa mente limitada, o Senhor nos deixou revelado tudo o que precisamos saber: “As coisas encobertas pertencem ao Senhor, nosso Deus, porém as reveladas nos pertencem, a nós e a nossos filhos, para sempre, para que cumpramos todas as palavras desta lei” (Dt.29:29).

Mesmo que a comparação feita por Jó seja uma realidade até mesmo para os mais fervorosos cristãos: “Que leve sussurro temos ouvido dEle!” (v.14), a garantia de Deus de que a revelação que nos foi dada é suficiente, deve encher o nosso coração de paz e da certeza de que temos um Criador cujo conselho é infalível. Assim como nos sentimos seguros em aprender um determinado assunto de quem seja um especialista, devemos confiar nAquele que é especialista em transformar e salvar vidas. Mas, semelhante aos degraus acadêmicos, o Senhor também deseja que subamos cada dia mais alto os degraus de Seu conhecimento.

Que nenhum conselho humano seja colocado acima do perfeito conselho das Escrituras. Temos à nossa disposição a Palavra de Deus e o seu Intérprete, o Espírito Santo. Se nos apegarmos com confiança ao “assim diz o Senhor”, nenhuma palavra humana de origem duvidosa (ou maligna) poderá abalar a nossa fé. Como Jó, olhemos também para o segundo livro de Deus: a natureza. “Porque os atributos de Deus, assim o Seu eterno poder, como também a Sua própria divindade, claramente se reconhecem, desde o princípio do mundo, sendo percebidos por meio das coisas que foram criadas” (Rm.1:20). Vigiemos e oremos!

Bom dia, estudantes do conhecimento que salva!

Rosana Garcia Barros

#PrimeiroDeus #Jó26 #RPSP

Comentário em áudio: youtube.com/user/nanayuri100



JÓ 26 – COMENTÁRIO PR. RONALDO DE OLIVEIRA by Maria Eduarda
17 de janeiro de 2020, 0:10
Filed under: Sem categoria