Reavivados por Sua Palavra


JÓ 35 by Jeferson Quimelli
26 de janeiro de 2020, 1:00
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Texto bíblico: https://pesquisa.biblia.com.br/pt-BR/NVI/job/35

Com a intenção de defender Deus da teologia defeituosa de Jó, Eliú acusa Jó de vomitar conversas vazias, de multiplicar palavras sem conhecimento. Ironicamente, ele é culpado do próprio comportamento de que acusa Jó. Estendendo-se por seis capítulos, o monólogo de Eliú tenta convencer Jó de que nem seus pecados nem sua justiça afetam a Deus de nenhuma maneira. Que fala sem conhecimento!

Quantas vezes acusamos erroneamente os outros das mesmas coisas de que somos culpados? É muito mais fácil detectar meticulosamente falhas percebidas nos outros do que identificar defeitos reais em nós mesmos. Verdade seja dita, muitas vezes a parte que acusamos é inocente e nós somos culpados.

Existe ainda outra verdade revelada pela sinceridade de Eliú: freqüentemente, acusamos os outros por falarem de maneira tola ou incorreta, mas, no final, são eles que falam a verdade. Freqüentemente deixamos de ver a verdade por causa dos filtros embaçados de nossos corações, formados por nossa educação, educação e pecado. Cegos por nossa teologia distorcida ou psicologia disfuncional, atacamos as personalidades dos outros e lançamos críticas sobre seus motivos. Se julgarmos menos e escutarmos mais, podemos ser sábios!

“Quando são muitas as palavras, o pecado está presente, mas quem controla a língua é sensato.” Provérbios 10:19 (NVI).

Lori Engel Capelã (atualmente com deficiências),
Eugene, Oregon EUA

Texto mundial: https://www.revivalandreformation.org/?id=717
Tradução: Jeferson e Gisele Quimelli



JÓ 35 – COMENTÁRIO PR. ADOLFO SUÁREZ by Maria Eduarda
26 de janeiro de 2020, 0:55
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JÓ 35 – COMENTÁRIO PR HEBER TOTH ARMÍ by Jeferson Quimelli
26 de janeiro de 2020, 0:45
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JÓ 35 – Interpretação é assunto sério. É muito fácil deturpar a realidade, as palavras humanas e também a Palavra de Deus.

O raciocínio humano contaminado com o pecado não tem discernimento apropriado para avaliar corretamente.

1. Eliú deturpa as colocações ditas por Jó (vs. 1-3); “Eliú não concordou com a declaração de Jó, de que uma pessoa justa poderá sofrer tanto quanto um pecador. No entanto, ao combater esse conceito (verso 3), ele insinuou que Jó estava dizendo que os justos não terão finalmente nenhuma vantagem sobre os ímpios. Isso era uma distorção do ponto de vista de Jó” (Carol Ann Mayer-Marlow).

2. Eliú deturpa a teologia (vs. 4-8); segundo Eliú, “o pecado do homem não causa dano à soberania de Deus, e a justiça do homem não Lhe serve para nada” (William MacDonald), quando, na verdade, o que acontece na Terra afeta o Céu (ver Gênesis 6:11-13; 18:16, 17, 23-32; Êxodo 2:23-25; 22:21-24; Oséias 11:8; Mateus 9:36).

3. Eliú deturpa a realidade (vs. 9-16); a filosofia de Eliú é que sofredores não são sinceros ao clamar a Deus – eles apenas estão sendo interesseiros e egoístas a fim de livrarem-se dos sofrimentos. “O ponto fraco dessa posição é que ela pressupõe que os que continuam a sofrer não clamam a Deus corretamente” (Francis D. Nichol).

Nossas pressuposições interferem em toda e qualquer interpretação. Se elas não vierem da Palavra de Deus tendemos a adulterar todo assunto em que emitimos nossa opinião. O pecado distorce nossa visão; consequentemente, só com a restauração do Espírito Santo podemos obter discernimento.

Pessoas de mente obscura, de pensamentos turvos, de visão nebulosa chegam a conclusões absurdamente terríveis sobre tudo; pior é que emitem opiniões como se fossem convicções, criticam como se fossem donas da verdade. Eliú encerrou seus argumentos desse capítulo dizendo: “Jó, você só fala bobagens – nem sabe o que diz!” quando, na verdade, era Eliú que falava bobagens distorcendo o que Jó dissera.

“Desde que Satanás deturpou a Deus para Eva no Jardim do Éden, essa tática tem sido um de seus ardis preferidos. Consegue lembrar-se de um exemplo recente da maneira pela qual Satanás usa os críticos da igreja de Deus e seus dirigentes para torcer-lhes as atitudes e afirmações?” (Mayer-Marlow).

Fuja dessas táticas ardilosas! – Heber Toth Armí.



JÓ 35 – Comentado por Rosana Barros by Ivan Barros
26 de janeiro de 2020, 0:30
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“Só gritos vazios Deus não ouvirá, nem atentará para eles o Todo-Poderoso” (v.13).

A forma com que Eliú abordou a questão do sofrimento não se tratava de uma ideia dele mesmo, mas da falta de compreensão que havia quanto ao conflito cósmico no qual todos nós estamos envolvidos. Se ele e os demais amigos de Jó pudessem enxergar o sobrenatural, ficariam emudecidos, pois cada vida humana é alvo da ira do inimigo e do amor de Deus. Um duelo cujo desfecho depende da minha e da sua decisão.

Eliú descreveu um Deus muito distante e denominou o clamor dos aflitos de “gritos vazios” (v.13). Mas nós servimos ao “Alto, o Sublime, que habita a eternidade, o qual tem nome de Santo”, e que também habita “com o contrito e abatido de espírito, para vivificar o espírito dos abatidos e vivificar o coração dos contritos” (Is.57:15). Deus Se preocupa com cada dor que sentimos, recolhe cada lágrima que derramamos, e ouve cada súplica que Lhe é dirigida.

A condição de Jó era considerada como uma auto condenação. Já não bastasse o luto, as enfermidades e as acusações, nem mesmo o seu clamor pôde escapar da mira insaciável dos “juízes” de sua causa. Diante deste cenário onde, aparentemente, Jó sucumbiria, o Senhor suscitou livramento. Nós somos tão importantes para Deus que Ele nos proveu o melhor e tudo o que o Céu poderia nos dar: Cristo Jesus.

Lembremos da angústia de Jacó e da terrível aflição de Jesus no Getsêmani. Assim como Jacó foi considerado vitorioso e seu nome de vexame foi mudado para um nome de honra; semelhante a Cristo que foi consolado por anjos e fortalecido para a cruz, o Senhor não desampara nenhum dos Seus filhos que O buscam em procura de auxílio. Algo te entristece? Vá até Jesus. Suplique por Seu favor. “Pois todo o que pede recebe; o que busca encontra; e, a quem bate, abrir-se-lhe-á” (Mt.7:8). Vigiemos e oremos!

Feliz semana, filhos de Deus!

Rosana Garcia Barros

#PrimeiroDeus #Jó35 #RPSP

Comentário em áudio: youtube.com/user/nanayuri100



JÓ 35 – COMENTÁRIO PR. RONALDO DE OLIVEIRA by Maria Eduarda
26 de janeiro de 2020, 0:10
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JÓ 35 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS by Jeferson Quimelli
26 de janeiro de 2020, 0:05
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645 palavras

Jó 35 Resumo: 1 O homem não pode comparar-se a Deus, porque nossa bondade ou maldade não O afeta. 9 Muitos clamam em suas aflições, mas não são ouvidos por falta de fé. Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 3, p. 666.

Eliú tinha atribuído a Jó o argumento de que a justiça não traz mais vantagem para o homem do que a prática do pecado (34.9, cf 21.15, onde Jó atribui tal atitude ao ímpio); agora [Eliú] mostra que o Deus transcendente não é afetado pelo comportamento humano, e que só outros homens ficam prejudicados ou ajudados pelos vícios da humanidade (5-8). Se alguém ora a Deus e não recebe resposta; isto é mais uma prova da sua própria impiedade do que uma indicação de que Deus não considera os justos (9-13). Jó podia escolher o caminho da confiança em Deus, para o perdão, ou rebeldia, para então merecer mais castigo; portanto, não é justiça do domínio de Deus que deve ser impugnada (14-16). Bíblia Shedd.

Às vezes nos perguntamos se ser fiel às nossas convicções realmente alguma diferença. Eliú tocou neste ponto. Sua conclusão foi que Deus ainda se preocupa conosco, mesmo embora não intervenha imediatamente em cada situação. No amplo escopo do tempo Deus executa a justiça. Temos a sua promessa sobre isso. Não perca a esperança. Espere em Deus. Ele vê o seu justo viver e sua fé. Life Application Study Bible Kingsway.

absolvido. Eliú acha que Jó é injusto e incoerente ao esperar vindicação da parte de Deus e, ao mesmo tempo, deixar subentendido que Deus não se importa se somos justos (cf. v. 3). Deve, porém, ser levada em conta a liberdade da pessoa para expressar seus sentimentos. O salmista, que tinha sede de Deus (Sl 42.1, 2), também perguntava por que Deus se esquecera dele (Sl 42.9) e o rejeitara (Sl. 43.2). Bíblia de Estudo NVI Vida.

Olhe para os céus e veja. Eliú assevera que Deus fica tão acima do homem, que realmente não há nada que este possa fazer de bom e de mau que influa na natureza essencial daquEle (cf. v. 6). Bíblia de Estudo NVI Vida.

6 Se as tuas transgressões se multiplicam, que Lhe fazes? O argumento é de que o Deus que criou os céus não é influenciado nem intimidado pelo pecado do ser humano: Seu poder não é diminuído, Ele não é prejudicado, nem Sua dignidade, ferida. CBASD, vol. 3, p. 667.

7 Que Lhe dás […]? Por outro lado, defende Eliú, a justiça humana não pode beneficiar a Deus, nem colocá-Lo sob obrigação para com o homem. CBASD, vol 3, p. 667.

8 A tua impiedade só pode fazer mal ao homem. Segundo o raciocínio de Eliú, os resultados da iniquidade ou da justiça são sentidos, não por Deus, mas pelo próprio ser humano. Deus está tão afastado dos efeitos do pecado ou da justiça humana que não há motivo para Ele não ser estritamente justo. Desta forma, onde deve haver recompensa, haverá, e onde deve haver castigo, haverá. Portanto, há vantagem em ser justo. Deus é exaltado demais para modificar a lei da causa e do efeito quer, na estimativa de Eliú, exige a recompensa para o justo e a punição para o malfeitor. Em outras palavras, a impiedade ou a justiça de um homem afeta somente a ele, não a Deus. A filosofia de Eliú, neste particular, deixa de reconhecer o estrito vínculo que existe entre Deus e Suas criaturas. Eliú vê a transcendência de Deus, mas deixa de ver Sua proximidade daqueles que criou. O evangelho apresenta um Deus amoroso, que é afetado pelo que Suas criaturas fazem e que Se relaciona com elas de maneira pessoal (ver Hb 4:15). CBASD, vol 3, p. 667, 668.

Os homens se lamentam.. imploram que os libertem. Eliú declara que os que como Jó oram pedindo ajuda quando sofrem como inocentes parecem nunca chegar a confiar na justiça e na bondade do Criador, também autor da sabedoria e da alegria (cf. v. 10, 11). Bíblia de Estudo NVI Vida.



JÓ 34 by Jeferson Quimelli
25 de janeiro de 2020, 1:00
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Texto bíblico: https://pesquisa.biblia.com.br/pt-BR/NVI/job/34

Eliú esperou para falar até que os mais velhos terminassem de repreender Jó. Irritado com Jó por ele se justificar, o jovem atacante, arrogantemente, deixa escapar: “Ouça-me. Ensinarei a você a sabedoria.” Assumindo o papel de advogado de defesa da divindade, Eliú insiste que Deus sempre retribui as pessoas com justiça, por suas ações. O sofrimento de Jó seria decorrente de algum pecado que ele havia cometido.

Essa ética causal da justiça de Deus era comum nos tempos do Antigo Testamento. Bom comportamento significava bênçãos. Mau comportamento era igual a sofrimento. Era uma abordagem “dente-por-dente” da vida, lógica e gerenciável. Essa crença ainda permeia religiões cármicas como hinduísmo e budismo.

No entanto, o livro de Jó destrói essa ilusão equivocada. Descobrimos que o sofrimento pode ocorrer sem causas conhecidas. O sofrimento nem sempre é o resultado direto de nossos pecados. Uma visão tão mal informada do sofrimento omite a realidade do Grande Conflito e cria uma angústia espiritual desnecessária.

Os que sofrem não devem ser castigados por algum pecado não identificado que lhes possa ter causado o sofrimento. Afogando-se em dores misteriosas e imerecidas, os doentes precisam de amigos amáveis e ouvintes que não os julguem. Eles precisam da presença de um Salvador que também sofreu imerecidamente. O sofrimento nem sempre vem com uma explicação clara de 2 + 2 = 4.

Lori Engel Capelã (atualmente com deficiências),
Eugene, Oregon EUA

Texto mundial: https://www.revivalandreformation.org/?id=716
Tradução: Jeferson e Gisele Quimelli



JÓ 34 – COMENTÁRIO PR. ADOLFO SUÁREZ by Maria Eduarda
25 de janeiro de 2020, 0:55
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JÓ 34 – COMENTÁRIO PR HEBER TOTH ARMÍ by Jeferson Quimelli
25 de janeiro de 2020, 0:45
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JÓ 34 – Precisamos do auxílio do Espírito Santo para interpretar bem a Palavra divina, do contrário, favoreceremos ao diabo e desprezaremos a Deus.

Examine atentamente cada ponto deste capítulo:

1. O “sábio” pede “humildemente” que outros sábios avaliem suas palavras pensando serem incontestáveis (vs. 1-4).

2. O sábio segundo o mundo retrata indevidamente a situação de um sofredor; Eliú colocou na boca de Jó palavras que ele nunca disse. Jó nunca disse que agradar a Deus era perda de tempo (vs. 5-9).

3. O “sábio” fala o que pensa ser verdade sobre Deus, mas é apenas sua mera opinião. Para Eliú,

• Deus não faz nenhum mal a ninguém, mas cobra e faz cada indivíduo pagar por todos os seus atos (vs. 10-15);
• Deus não faz acepção de pessoas, Ele é justo a tal ponto de fazer cada devedor de justiça pagar até o último centavo (vs. 16-20);
• Deus é onisciente e está como um juiz perscrutador pronto a punir e humilhar àquele que fez por merecer (vs. 21-30).

4. O “sábio” que pensa que está com a razão se prevalece dos mais fracos e doentes (vs. 31-33).

5. O “sábio” desprovido do Espírito Santo ataca veementemente visando nocautear seu alvo com argumentos consistentes (vs. 34-37).

Para vencer argumentos que desafiam nossas crenças adulteramos as palavras ditas pela pessoa que estamos atacando. Para parecer mais coerente, sábio e lógico que nosso oponente tendemos a atacar os mais fracos com frases argumentativas que ferem ao invés de curar, que humilham ao invés de elevar, que oprimem ao invés de redimir.

Sun Tzu orienta: “Diante de uma larga frente de batalha, procure o ponto mais fraco e, ali, ataque com sua maior força”; já Agni Shakti alerta: “Na falta de argumento a ignorância usufrui da agressividade e da ofensa como modo de ataque”. Precisamos ir além de Eliú!

O livro em que estamos mergulhados em suas páginas não é o relato de um Deus cruel que provocou Satanás para infernizar a vida do coitado Jó. Sua mensagem vai muito além de um Deus que incita contendas, que permite o sofrimento por mera distração ou que instiga o inimigo a um duelo sem causa, ocasionando caos na existência humana.

Reflita: Obtenha sabedoria segundo Deus, não segundo o mundo! – Heber Toth Armí.



JÓ 34 – Comentado por Rosana Barros by Ivan Barros
25 de janeiro de 2020, 0:30
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“Os olhos de Deus estão sobre os caminhos do homem e veem todos os seus passos” (v.21).

Diferente de seu discurso inicial mais brando e, aparentemente, sem a intenção de engrandecimento próprio, Eliú aumentou o volume de sua indignação. Apesar de ter incitado Jó a falar, ele prosseguiu com seus discursos mediante o silêncio de Jó e de seus amigos. Não consigo ver Eliú como quem esperava aplausos, mas, certamente, ele esperava que suas palavras fossem bem compreendidas, e aceitas as suas razões. Contudo, ele acabou caindo no mesmo erro dos demais, em interpretar o sofrimento de Jó como um castigo merecido e suas palavras como uma afronta “contra Deus” (v.37).

Julgando precisar Deus de um defensor, Eliú arguiu sobre o que não sabia e lançou sobre Jó o opróbrio da ignorância. Em uma coisa, porém, ele tinha razão: “Os olhos de Deus estão sobre os caminhos do homem e veem todos os seus passos” (v.21). Esta verdade, por si só, deveria fazê-lo calar. A tentativa de Jó em justificar-se, e as palavras de todos os que o acusavam, era totalmente desnecessário visto que “todas as coisas estão descobertas e patentes aos olhos dAquele a Quem temos de prestar contas” (Hb.4:13). Não há nada que seja oculto a Deus. Aquele que nos criou sabe exatamente do que somos formados e lê cada intenção camuflada.

Permanecendo fiel em sua integridade, Jó representa todas as gerações de fiéis que permanecem íntegros ainda que duramente provados. A prova não representa perigo àqueles que mantém uma íntima ligação com Deus, que confiam na perfeita provisão de seu Redentor. Mesmo cercados por inveja, crítica e perseguição, como José no Egito, Daniel em Babilônia e Jó entre acusadores, cheios do temor do Senhor, seus corações vibram pela fé viva nAquele que é poderoso nas batalhas e justo para, no tempo determinado, levantar-Se para defendê-los.

A nossa luta, amados, não consiste em vestir a armadura de Deus e usá-la com a autoridade que não nos foi dada. A armadura não é para atacar ninguém, nem tampouco para justificação própria. A armadura é Cristo! “Mas revesti-vos do Senhor Jesus Cristo” (Rm.13:14). Revestidos de Cristo, de Sua verdade, Sua justiça, Sua pregação, Sua fé, Sua salvação, Sua Palavra, estamos tão somente aceitando a vitória que Ele já nos conquistou. Qual é então o nosso papel, hoje, como o povo que aguarda a Sua promessa? “Se o Meu povo, que se chama pelo Meu nome, se humilhar, e orar, e Me buscar, e se converter dos seus maus caminhos, então, Eu ouvirei dos céus, perdoarei os seus pecados e sararei a sua terra” (2Cr.7:14). Vigiemos e oremos!

Feliz sábado, fiéis à toda prova!

Rosana Garcia Barros

#PrimeiroDeus #Jó34 #RPSP

Comentário em áudio: youtube.com/user/nanayuri100